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Foram encontradas 40 questões.

2160613 Ano: 2022
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Louveira-SP
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Leia o texto a seguir e responda a questão.

“He remembered the time he had hooked one of a pair of marlin. The male fish always let the female fish feed first and the hooked fish, the female, made a wild, panic-stricken, despairing fight that soon exhausted her, and all the time the male had stayed with her, crossing the line and circling with her on the surface.

He had stayed so close that the old man was afraid he would cut the line with his tail which was sharp as a scythe and almost of that size and shape. When the old man had gaffed her and clubbed her, holding the rapier bill with its sandpaper edge and clubbing her across the top of her head until her colour turned to a colour almost like the backing of mirrors, and then, with the boy’s aid, hoisted her aboard, the male fish had stayed by the side of the boat.

Then, while the old man was clearing the lines and preparing the harpoon, the male fish jumped high into the air beside the boat to see where the female was and then went down deep, his lavender wings, that were his pectoral fins, spread wide and all his wide lavender stripes showing. He was beautiful, the old man remembered, and he had stayed.”

HEMINGWAY, Ernest. The Old Man and the Sea.

Eua: Hueber Verlag, 1952. 108 p.

“When the old man had gaffed her and clubbed her, holding the rapier bill with its sandpaper edge.”



A expressão destacada no trecho acima pode ser traduzida como:
 

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2154500 Ano: 2022
Disciplina: Pedagogia
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Louveira-SP
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Canale (1984), baseado nas idéias de Dell Hymes, desenvolveu um modelo de competência comunicativa que envolviam outras competências, são elas, exceto:
 

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2154469 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Louveira-SP
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Investimento em educação e ciência
Por RUY ALTENFELDER - Curador dos Prêmios Fundação Bunge, presidente do Conselho Superior de Estudos Avançados (Consea) e presidente da Academia de Letras Jurídicas

A contenção do aquecimento global, cujos efeitos já podemos sentir nos dias de hoje, é o grande desafio das próximas gerações. Para frear o desequilíbrio ambiental, precisaremos de combustíveis menos poluentes, de novas técnicas agrícolas, de novas fontes de energia. Teremos que inventar modelos urbanos, econômicos e sociais mais sustentáveis. Estamos na antessala de um rearranjo completo das cadeias produtivas globais e do nosso próprio modo de vida, desafios que só serão superados com base em novos conhecimentos e novas tecnologias.
O investimento em educação e ciência, portanto, nunca foi tão importante. Avanço científico e progresso social sempre foram fenômenos indissociáveis, mas nota-se agora que a própria sobrevivência da espécie humana está em jogo. Sociedades que valorizam a ciência são aquelas com melhores chances de encontrar soluções para os grandes desafios deste século.
A pandemia de covid-19 deu uma amostra disso. Graças à ciência, conseguimos mapear a evolução do vírus e desenvolver vacinas em tempo recorde, as quais vêm reduzindo drasticamente o número de mortes e oferecendo uma rota de saída para a pandemia.
Investir em ciência não é um gasto, mas uma aposta no futuro. No médio e longo prazos, não há aplicação que traga tanto retorno, inclusive financeiro, quanto a valorização do trabalho dos cientistas.
Tecnologias inovadoras podem se tornar negócios bilionários, além de serem decisivas, como vimos, para a construção de um presente sustentável para toda a humanidade.
[...]
Diante de problemas ambientais, sociais e sanitários cada vez mais complexos, infelizmente ainda temos dificuldade para compreender o trabalho do cientista como essencial ao desenvolvimento nacional e até à nossa sobrevivência.
Investir em ciência é garantir que estaremos à altura dos grandes desafios que este século nos reserva.
Quanto antes aprendermos essa lição, mais chances teremos de construir um futuro próspero e sustentável para todos os brasileiros.
postado em 17/11/2021 – texto adaptado
https://www.correiobraziliense.com.br
Pelas características do texto lido, considera-se que ele pertence ao gênero:
 

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2154468 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Louveira-SP
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Investimento em educação e ciência
Por RUY ALTENFELDER - Curador dos Prêmios Fundação Bunge, presidente do Conselho Superior de Estudos Avançados (Consea) e presidente da Academia de Letras Jurídicas

A contenção do aquecimento global, cujos efeitos já podemos sentir nos dias de hoje, é o grande desafio das próximas gerações. Para frear o desequilíbrio ambiental, precisaremos de combustíveis menos poluentes, de novas técnicas agrícolas, de novas fontes de energia. Teremos que inventar modelos urbanos, econômicos e sociais mais sustentáveis. Estamos na antessala de um rearranjo completo das cadeias produtivas globais e do nosso próprio modo de vida, desafios que só serão superados com base em novos conhecimentos e novas tecnologias.
O investimento em educação e ciência, portanto, nunca foi tão importante. Avanço científico e progresso social sempre foram fenômenos indissociáveis, mas nota-se agora que a própria sobrevivência da espécie humana está em jogo. Sociedades que valorizam a ciência são aquelas com melhores chances de encontrar soluções para os grandes desafios deste século.
A pandemia de covid-19 deu uma amostra disso. Graças à ciência, conseguimos mapear a evolução do vírus e desenvolver vacinas em tempo recorde, as quais vêm reduzindo drasticamente o número de mortes e oferecendo uma rota de saída para a pandemia.
Investir em ciência não é um gasto, mas uma aposta no futuro. No médio e longo prazos, não há aplicação que traga tanto retorno, inclusive financeiro, quanto a valorização do trabalho dos cientistas.
Tecnologias inovadoras podem se tornar negócios bilionários, além de serem decisivas, como vimos, para a construção de um presente sustentável para toda a humanidade.
[...]
Diante de problemas ambientais, sociais e sanitários cada vez mais complexos, infelizmente ainda temos dificuldade para compreender o trabalho do cientista como essencial ao desenvolvimento nacional e até à nossa sobrevivência.
Investir em ciência é garantir que estaremos à altura dos grandes desafios que este século nos reserva.
Quanto antes aprendermos essa lição, mais chances teremos de construir um futuro próspero e sustentável para todos os brasileiros.
postado em 17/11/2021 – texto adaptado
https://www.correiobraziliense.com.br
“Sociedades que valorizam a ciência são aquelas com melhores chances de encontrar soluções para os grandes desafios deste século.” 2º§
A afirmação contida na oração destacada exprime ideia de:
 

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2154467 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Louveira-SP
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Investimento em educação e ciência
Por RUY ALTENFELDER - Curador dos Prêmios Fundação Bunge, presidente do Conselho Superior de Estudos Avançados (Consea) e presidente da Academia de Letras Jurídicas

A contenção do aquecimento global, cujos efeitos já podemos sentir nos dias de hoje, é o grande desafio das próximas gerações. Para frear o desequilíbrio ambiental, precisaremos de combustíveis menos poluentes, de novas técnicas agrícolas, de novas fontes de energia. Teremos que inventar modelos urbanos, econômicos e sociais mais sustentáveis. Estamos na antessala de um rearranjo completo das cadeias produtivas globais e do nosso próprio modo de vida, desafios que só serão superados com base em novos conhecimentos e novas tecnologias.
O investimento em educação e ciência, portanto, nunca foi tão importante. Avanço científico e progresso social sempre foram fenômenos indissociáveis, mas nota-se agora que a própria sobrevivência da espécie humana está em jogo. Sociedades que valorizam a ciência são aquelas com melhores chances de encontrar soluções para os grandes desafios deste século.
A pandemia de covid-19 deu uma amostra disso. Graças à ciência, conseguimos mapear a evolução do vírus e desenvolver vacinas em tempo recorde, as quais vêm reduzindo drasticamente o número de mortes e oferecendo uma rota de saída para a pandemia.
Investir em ciência não é um gasto, mas uma aposta no futuro. No médio e longo prazos, não há aplicação que traga tanto retorno, inclusive financeiro, quanto a valorização do trabalho dos cientistas.
Tecnologias inovadoras podem se tornar negócios bilionários, além de serem decisivas, como vimos, para a construção de um presente sustentável para toda a humanidade.
[...]
Diante de problemas ambientais, sociais e sanitários cada vez mais complexos, infelizmente ainda temos dificuldade para compreender o trabalho do cientista como essencial ao desenvolvimento nacional e até à nossa sobrevivência.
Investir em ciência é garantir que estaremos à altura dos grandes desafios que este século nos reserva.
Quanto antes aprendermos essa lição, mais chances teremos de construir um futuro próspero e sustentável para todos os brasileiros.
postado em 17/11/2021 – texto adaptado
https://www.correiobraziliense.com.br
“Quanto antes aprendermos essa lição, mais chances teremos de construir um futuro próspero e sustentável para todos os brasileiros.” 6º§
Na estruturação desse período, o autor usou um conector discursivo com ideia de:
 

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2154466 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Louveira-SP
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas da frase:

menos problemas ambientais, sociais e sanitários, se mais investimentos em educação e ciência.”
 

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2154465 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Louveira-SP
Todas as palavras da frase estão grafadas corretamente, exceto em:
 

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2153705 Ano: 2022
Disciplina: Informática
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Louveira-SP
Sobre o programa Microsoft Excel 2016, é possível dizer que para inserir uma nova linha em alguma planilha se deve:
 

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2153489 Ano: 2022
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Louveira-SP
O presidente Jair Bolsonaro defendeu hoje (9/09) uma “reforçada cooperação” dos países do Brics em prol da modernização da Organização Mundial do Comércio (OMC).
(Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br, 2021)

São países que fazem parte do Brics:
 

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2153488 Ano: 2022
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Louveira-SP
Em 2021, a Guerra na Síria completou 10 anos. Até dezembro de 2020, mais de 380 mil pessoas já tinham morrido nessa guerra que não tem fim à vista e que já foi considerado o pior desastre humanitário desde a Segunda Guerra Mundial.

(Fonte: www.todamateria.com.br)

Analise as afirmativas.

I- Além de causar centenas de milhares de mortes, a guerra deixou mais de 2,1 milhões de civis feridos ou permanentemente incapacitados.

II- Aproximadamente 5,6 milhões de pessoas estão registradas como refugiadas no exterior. A maioria (cerca de 93%) dos refugiados estão nos países vizinhos do Líbano, Jordânia e Turquia.

III - Em março de 2011, manifestações pró-democracia começaram na cidade de Deraa, no sul do país, inspiradas por levantes em países vizinhos contra governos opressivos, na chamada Primavera Árabe.


Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s):
 

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