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Foram encontradas 40 questões.

2823408 Ano: 2022
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Lucas Rio Verde-MT
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Os nutrientes nitrogênio, fósforo, potássio e magnésio são móveis. Quando ocorre a diminuição do suprimento desses nutrientes do solo para a planta, os sintomas aparecem nas folhas:

 

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2823407 Ano: 2022
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Lucas Rio Verde-MT
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Todos os sistemas de irrigação apresentam limitações. Considerando a presença de ventos com velocidade acima de 4 m s-1, condições de altas temperaturas ambientes e baixa umidade relativa, NÃO é recomendado o método de:

 

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2823405 Ano: 2022
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Lucas Rio Verde-MT
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No controle ecológico de pragas, é utilizado:

 

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2823404 Ano: 2022
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Lucas Rio Verde-MT
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As plantas indicadas para adubação verde são:

 

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2823403 Ano: 2022
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Lucas Rio Verde-MT
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Quando se realizam queimadas periódicas nas pastagens, aparece uma vegetação típica de fogo, que são plantas:

 

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2823402 Ano: 2022
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Lucas Rio Verde-MT
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Tipo de irrigação cuja característica é aplicar pequenos volumes de água, com alta frequência e, com isso, reduzir o turno de rega:

 

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Texto I

País rico

Não há dúvida alguma que o Brasil é um país muito rico. Nós que nele vivemos; não nos apercebemos bem disso, e até, ao contrário, o supomos muito pobre, pois a toda hora e a todo instante, estamos vendo o governo lamentar-se que não faz isto ou não faz aquilo por falta de verba.

Nas ruas da cidade, nas mais centrais até, andam pequenos vadios, a cursar a perigosa universidade da calariça das sarjetas, aos quais o governo não dá destino, ou os mete num asilo, num colégio profissional qualquer, porque não tem verba, não tem dinheiro. É o Brasil rico…

Surgem epidemias pasmosas, a matar e a enfermar milhares de pessoas, que vêm mostrar a falta de hospitais na cidade, a má localização dos existentes. Pede-se a construção de outros bem situados; e o governo responde que não pode fazer porque não tem verba, não tem dinheiro. E o Brasil é um país rico.

Anualmente cerca de duas mil mocinhas procuram uma escola anormal ou anormalizada, para aprender disciplinas úteis. Todos observam o caso e perguntam:

- Se há tantas moças que desejam estudar, por que o governo não aumenta o número de escolas a elas destinadas?

O governo responde:

- Não aumento porque não tenho verba, não tenho dinheiro.

E o Brasil é um país rico, muito rico…

As notícias que chegam das nossas guarnições fronteiriças são desoladoras. Não há quartéis; os regimentos de cavalaria não têm cavalos etc. etc.

- Mas que faz o governo, raciocina Brás Bocó, que não constrói quartéis e não compra cavalhadas?

O doutor Xisto Beldroegas, funcionário respeitável do governo, acode logo:

- Não há verba; o governo não tem dinheiro.

- E o Brasil é um país rico; e tão rico é ele, que apesar de não cuidar dessas coisas que vim enumerando, vai dar trezentos contos para alguns latagões irem ao estrangeiro divertir-se com os jogos de bola como se fossem crianças de calças curtas, a brincar nos recreios dos colégios.

O Brasil é um país rico…

Lima Barreto, 08/05/1920 Fonte: https://www.revistaprosaversoearte.com/lima-barreto-e-o-brasil-de-ontem-e-hoje/. Acesso em 20 de agosto de 2022.

Vocabulário:

Calariça – ociosidade, preguiça

Cavalhadas – manadas de cavalos

Latagões – homenzarrões

Anormalizada – diferenciada (palavra usada à época em que o texto foi escrito)

“Não aumento porque não tenho verba” (7º parágrafo). Essa frase poderia ser reescrita, sem prejuízo de sentido, da seguinte forma:

 

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Texto I

País rico

Não há dúvida alguma que o Brasil é um país muito rico. Nós que nele vivemos; não nos apercebemos bem disso, e até, ao contrário, o supomos muito pobre, pois a toda hora e a todo instante, estamos vendo o governo lamentar-se que não faz isto ou não faz aquilo por falta de verba.

Nas ruas da cidade, nas mais centrais até, andam pequenos vadios, a cursar a perigosa universidade da calariça das sarjetas, aos quais o governo não dá destino, ou os mete num asilo, num colégio profissional qualquer, porque não tem verba, não tem dinheiro. É o Brasil rico…

Surgem epidemias pasmosas, a matar e a enfermar milhares de pessoas, que vêm mostrar a falta de hospitais na cidade, a má localização dos existentes. Pede-se a construção de outros bem situados; e o governo responde que não pode fazer porque não tem verba, não tem dinheiro. E o Brasil é um país rico.

Anualmente cerca de duas mil mocinhas procuram uma escola anormal ou anormalizada, para aprender disciplinas úteis. Todos observam o caso e perguntam:

- Se há tantas moças que desejam estudar, por que o governo não aumenta o número de escolas a elas destinadas?

O governo responde:

- Não aumento porque não tenho verba, não tenho dinheiro.

E o Brasil é um país rico, muito rico…

As notícias que chegam das nossas guarnições fronteiriças são desoladoras. Não há quartéis; os regimentos de cavalaria não têm cavalos etc. etc.

- Mas que faz o governo, raciocina Brás Bocó, que não constrói quartéis e não compra cavalhadas?

O doutor Xisto Beldroegas, funcionário respeitável do governo, acode logo:

- Não há verba; o governo não tem dinheiro.

- E o Brasil é um país rico; e tão rico é ele, que apesar de não cuidar dessas coisas que vim enumerando, vai dar trezentos contos para alguns latagões irem ao estrangeiro divertir-se com os jogos de bola como se fossem crianças de calças curtas, a brincar nos recreios dos colégios.

O Brasil é um país rico…

Lima Barreto, 08/05/1920 Fonte: https://www.revistaprosaversoearte.com/lima-barreto-e-o-brasil-de-ontem-e-hoje/. Acesso em 20 de agosto de 2022.

Vocabulário:

Calariça – ociosidade, preguiça

Cavalhadas – manadas de cavalos

Latagões – homenzarrões

Anormalizada – diferenciada (palavra usada à época em que o texto foi escrito)

“Anualmente cerca de duas mil mocinhas procuram uma escola anormal ou anormalizada, para aprender disciplinas úteis” (4º parágrafo). O conectivo destacado indica a noção de:

 

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Texto I

País rico

Não há dúvida alguma que o Brasil é um país muito rico. Nós que nele vivemos; não nos apercebemos bem disso, e até, ao contrário, o supomos muito pobre, pois a toda hora e a todo instante, estamos vendo o governo lamentar-se que não faz isto ou não faz aquilo por falta de verba.

Nas ruas da cidade, nas mais centrais até, andam pequenos vadios, a cursar a perigosa universidade da calariça das sarjetas, aos quais o governo não dá destino, ou os mete num asilo, num colégio profissional qualquer, porque não tem verba, não tem dinheiro. É o Brasil rico…

Surgem epidemias pasmosas, a matar e a enfermar milhares de pessoas, que vêm mostrar a falta de hospitais na cidade, a má localização dos existentes. Pede-se a construção de outros bem situados; e o governo responde que não pode fazer porque não tem verba, não tem dinheiro. E o Brasil é um país rico.

Anualmente cerca de duas mil mocinhas procuram uma escola anormal ou anormalizada, para aprender disciplinas úteis. Todos observam o caso e perguntam:

- Se há tantas moças que desejam estudar, por que o governo não aumenta o número de escolas a elas destinadas?

O governo responde:

- Não aumento porque não tenho verba, não tenho dinheiro.

E o Brasil é um país rico, muito rico…

As notícias que chegam das nossas guarnições fronteiriças são desoladoras. Não há quartéis; os regimentos de cavalaria não têm cavalos etc. etc.

- Mas que faz o governo, raciocina Brás Bocó, que não constrói quartéis e não compra cavalhadas?

O doutor Xisto Beldroegas, funcionário respeitável do governo, acode logo:

- Não há verba; o governo não tem dinheiro.

- E o Brasil é um país rico; e tão rico é ele, que apesar de não cuidar dessas coisas que vim enumerando, vai dar trezentos contos para alguns latagões irem ao estrangeiro divertir-se com os jogos de bola como se fossem crianças de calças curtas, a brincar nos recreios dos colégios.

O Brasil é um país rico…

Lima Barreto, 08/05/1920 Fonte: https://www.revistaprosaversoearte.com/lima-barreto-e-o-brasil-de-ontem-e-hoje/. Acesso em 20 de agosto de 2022.

Vocabulário:

Calariça – ociosidade, preguiça

Cavalhadas – manadas de cavalos

Latagões – homenzarrões

Anormalizada – diferenciada (palavra usada à época em que o texto foi escrito)

“Surgem epidemias pasmosas, a matar e a enfermar milhares de pessoas, que vêm mostrar a falta de hospitais na cidade, a má localização dos existentes” (3º parágrafo). O pronome destacado faz referência a:

 

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Texto I

País rico

Não há dúvida alguma que o Brasil é um país muito rico. Nós que nele vivemos; não nos apercebemos bem disso, e até, ao contrário, o supomos muito pobre, pois a toda hora e a todo instante, estamos vendo o governo lamentar-se que não faz isto ou não faz aquilo por falta de verba.

Nas ruas da cidade, nas mais centrais até, andam pequenos vadios, a cursar a perigosa universidade da calariça das sarjetas, aos quais o governo não dá destino, ou os mete num asilo, num colégio profissional qualquer, porque não tem verba, não tem dinheiro. É o Brasil rico…

Surgem epidemias pasmosas, a matar e a enfermar milhares de pessoas, que vêm mostrar a falta de hospitais na cidade, a má localização dos existentes. Pede-se a construção de outros bem situados; e o governo responde que não pode fazer porque não tem verba, não tem dinheiro. E o Brasil é um país rico.

Anualmente cerca de duas mil mocinhas procuram uma escola anormal ou anormalizada, para aprender disciplinas úteis. Todos observam o caso e perguntam:

- Se há tantas moças que desejam estudar, por que o governo não aumenta o número de escolas a elas destinadas?

O governo responde:

- Não aumento porque não tenho verba, não tenho dinheiro.

E o Brasil é um país rico, muito rico…

As notícias que chegam das nossas guarnições fronteiriças são desoladoras. Não há quartéis; os regimentos de cavalaria não têm cavalos etc. etc.

- Mas que faz o governo, raciocina Brás Bocó, que não constrói quartéis e não compra cavalhadas?

O doutor Xisto Beldroegas, funcionário respeitável do governo, acode logo:

- Não há verba; o governo não tem dinheiro.

- E o Brasil é um país rico; e tão rico é ele, que apesar de não cuidar dessas coisas que vim enumerando, vai dar trezentos contos para alguns latagões irem ao estrangeiro divertir-se com os jogos de bola como se fossem crianças de calças curtas, a brincar nos recreios dos colégios.

O Brasil é um país rico…

Lima Barreto, 08/05/1920 Fonte: https://www.revistaprosaversoearte.com/lima-barreto-e-o-brasil-de-ontem-e-hoje/. Acesso em 20 de agosto de 2022.

Vocabulário:

Calariça – ociosidade, preguiça

Cavalhadas – manadas de cavalos

Latagões – homenzarrões

Anormalizada – diferenciada (palavra usada à época em que o texto foi escrito)

“Nas ruas da cidade, nas mais centrais até, andam pequenos vadios, a cursar a perigosa universidade da calariça das sarjetas” (2º parágrafo). Nesse trecho, o autor indica que muitas crianças:

 

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