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Cabe, pois, criar um clima de entusiasmo diante do aprender, encorajando os alunos a se envolverem coletivamente na tarefa, aprendendo uns com os outros e todos com a professora, a resolver problemas reais, progressivamente mais complexos e abstratos. A conversa auxilia o pensamento, torna-o cada vez mais flexível (pois se é forçado a perceber que há muitos e diversificados pontos de vista acerca de um único evento), ensina que é preciso ouvir quando se quer ser ouvido, que é preciso argumentar e defender boas ideias. Em uma conversa rica em torno de um conteúdo interessante, há uma intensa negociação de sentidos e significados, algo que estimula, ao mesmo tempo, o desenvolvimento afetivo, cognitivo e social. De fato, ao oferecer oportunidades para o desenvolvimento da linguagem, o docente contribui, concomitantemente, para a organização do pensamento do aluno.
DAVIS, C. L. F. et al., Abordagens.... Diferentes olhares para a sala de aula. Psicol. educ., São Paulo, n. 34, p. 63-83, jun. 2012 (adaptado).
O diálogo entre os alunos, como processo de desenvolvimento afetivo, cognitivo e social, está fortemente associado à perspectiva
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- Avaliação EducacionalAvaliação Escolar e suas Implicações Pedagógicas
- Planejamento na EducaçãoNíveis e tipos de planejamentoPlanejamento Educacional
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A mudança para o Ensino Fundamental de Nove Anos, no qual as crianças ingressam com seis anos no primeiro ano e não mais com sete anos na primeira série, faz com que se repense o trabalho a ser realizado, considerando-se as suas características.
RAPOPORT, Andrea; FERRARI, Andrea; SILVA, João Alberto da. A criança de seis anos e o primeiro ano do ensino fundamental. In:RAPOPORT, A; SARMENTO, D.; NÖMBERG, M.; PACHECO, S. (Orgs.). A criança de seis anos: no ensino fundamental. Porto Alegre: Mediação, 2009, p. 9.
A mudança na Lei descrita no enunciado permitiu aos professores do ensino infantil
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Dadas as afirmativas a respeito do que é estabelecido na Lei de Diretrizes de Base da Educacional Nacional, Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, a respeito da educação especial para educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação,
I. A oferta da educação especial tem início aos seis anos.
II. Para os superdotados, os sistemas de ensino assegurarão aceleração para concluir o programa escolar em menor tempo.
III. Não sendo possível a integração do educando com deficiência nas classes comuns de ensino regular, o atendimento educacional será feito em classes, escolas ou serviços especializados.
verifica-se que está(ão) correta(s)
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Dadas as afirmativas relativas às Diretrizes da Política Nacional de Educação Infantil,
I. A Educação Infantil tem função diferenciada e complementar à ação da família, o que implica uma profunda, permanente e articulada comunicação entre elas.
II. As instituições de Educação Infantil devem elaborar, implementar e avaliar suas propostas pedagógicas a partir das Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação Infantil e com a participação exclusiva da gestão escolar e da família dos alunos.
III. As propostas pedagógicas das instituições de Educação Infantil devem explicitar concepções, bem como definir diretrizes referentes à metodologia do trabalho pedagógico e ao processo de desenvolvimento/aprendizagem, prevendo a avaliação como parte do trabalho pedagógico, que envolve toda a comunidade escolar.
verifica-se que está(ão) correta(s)
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A Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, estabelece a obrigatoriedade do estudo
I. da história e cultura afro-brasileira nos estabelecimentos de ensino fundamental;
II. da história e cultura indígena nos estabelecimentos de ensino médio;
III. de gênero nos estabelecimentos de ensino médio.
verifica-se que está(ão) correta(s)
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- Educação Infantil
- LegislaçãoDiretrizes Curriculares NacionaisDiretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Básica
- Jogos e suas Características: Pedagógicos, de Raciocínio e Psicomotor
Dadas as afirmativas sobre o brincar e as interações infantis, conforme o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil,
I. Para brincar é preciso que as crianças tenham certa independência para escolher seus companheiros e os papéis que irão assumir no interior de um determinado tema e enredo, cujos desenvolvimentos dependem unicamente da vontade de quem brinca.
II. As capacidades de interação, são também desenvolvidas quando as crianças podem ficar sozinhas, quando elaboram suas descobertas e sentimentos e constroem um sentido de propriedade para as ações e pensamentos já compartilhados com outras crianças e com os adultos, o que vai potencializar novas interações.
III. As crianças se desenvolvem em situações de interação social, nos quais conflitos e negociação de sentimentos, ideias e soluções são elementos indispensáveis.
verifica-se que está(ão) correta(s)
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