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O caminho encontrado por vários professores para desenvolver as diferentes áreas do currículo de forma criativa e interdisciplinar tem-se apoiado nas metodologias integradoras, entre elas o trabalho com projetos, porque:
I. É uma forma de vincular o aprendizado escolar aos interesses e preocupações das crianças e possibilitar a ampliação de suas experiências e a sua inserção cultural.
II. É a possibilidade de extrapolar os limites do currículo prescrito, em que tanto os alunos, quanto os professores tornam-se investigadores.
III. O projeto de trabalho para ser eficaz não precisa se articular com o Projeto Político-Pedagógico da escola.
IV. As etapas do trabalho devem ser planejadas pelo professor e negociadas com as crianças, para que possam participar ativamente de todo processo.
V. Cria-se um clima de competição entre os estudantes, pois cada um quer demonstrar seu aprendizado.
Estão corretas as afirmações da sequência
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A resolução n.º 08/2007 do Conselho Estadual de Educação de Alagoas, que regulamenta o Ensino Fundamental de 09 anos, no Sistema Estadual de Ensino de Alagoas, organiza os cinco primeiros anos desta etapa de ensino em Primeira Fase (6 a 8 anos) e Segunda Fase (9 e 10 anos) de Alfabetização e Letramento, estabelecendo a progressão continuada em cada uma das fases. Isto quer dizer que:
I. As crianças serão avaliadas parcialmente a cada ano, com provas e testes.
II. A avaliação dar-se-á apenas no final de cada fase para aferir a promoção do aluno.
III. A avaliação entre os anos letivos de cada fase será formativa e somativa, adotando instrumentos de acompanhamento e diagnóstico no processo de aprendizagem dos alunos.
IV. A promoção dos alunos entre as fases será automática independente do nível de aprendizagem.
V. A avaliação somativa deverá ser global de todos os componentes curriculares da matriz curricular praticada para estabelecer o resultado final sobre a promoção do aluno.
Estão corretas as afirmativas da sequência
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A brincadeira é uma palavra estreitamente associada à infância e às crianças.
Que relações têm o brincar com o desenvolvimento, a aprendizagem, a cultura e os conhecimentos?
I. O brincar é uma atividade à parte, paralela, de menor importância no contexto da formação escolar da criança.
II. O brincar é um importante processo psicológico, fonte de desenvolvimento e aprendizagem.
III. O brincar é uma atividade que visa, especificamente, à assimilação de códigos e papéis sociais e culturais, objetivando facilitar o processo de socialização da criança e sua integração à sociedade.
IV. O brincar é uma atividade humana criadora, na qual imaginação, fantasia e realidade interagem na produção de novas possibilidades de interpretação, expressão e ação pelas crianças e na construção de novas formas de relações sociais com outros sujeitos.
V. O brincar não apenas requer muitas aprendizagens, mas constitui um espaço significativo de aprendizagem.
Estão corretos os itens
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A questão refere-se ao texto seguinte.
Aprender a conviver
Um estudo da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), publicado na última semana, concluiu que o professor perde muito tempo para manter a ordem em sala de aula. Isso não é novidade para quem trabalha em escola, já que a indisciplina é um dos fatores que mais estorvam o ensino de qualidade.
Suas causas são diversas. Em geral, a ausência da intervenção familiar e algumas características do próprio aluno ganham lugar de destaque ao analisarmos o fenômeno na escola. Vamos pensar a respeito do papel dos pais nessa questão.
A falta de limites na educação familiar tem sido um bordão utilizado por especialistas de diversas áreas para explicar o comportamento ruidoso, incivilizado, transgressor e, por vezes, violento dos alunos em sala de aula. Mas devemos mudar o foco da discussão, já que esse não tem ajudado quase nada.
Podemos pensar, por exemplo, em como tem ocorrido a socialização de nossas crianças.
Cabe aos pais iniciar esse processo: ensinar o filho a falar, a vestir-se, a alimentar-se, a cuidar de seu corpo, por exemplo, são partes fundamentais. Entretanto, nada disso ganha sentido se não ocorre no grupo familiar e com ele. É preciso que a socialização seja coletiva, portanto, mesmo que no âmbito privado.
Por exemplo: o ato de falar. Não basta que os pais ensinem a criança a nomear e a pronunciar as palavras corretamente para se expressar. É preciso que ela aprenda a se comunicar, ou seja, a usar a fala na relação com os outros.
Os pais precisam ensinar a criança a se comunicar com a família. “Espere sua vez para falar”, “Não interrompa sua mãe” e “Fale mais baixo” são exemplos de frases que ajudam a criança, desde pequena, a usar a fala de modo social e dialógico, ou seja, considerando os outros com quem interage e o grupo em que vive. O mesmo vale para o andar, o alimentar-se...
Entretanto, temos hoje dois fatores que atrapalham situações que favorecem esses tipos de intervenção. O centro das famílias passou a ser lugar ocupado pelos filhos e, por isso, os pais priorizam o que eles fazem. Calam-se quando eles falam, acham natural que corram em ambientes fechados, que se alimentem a qualquer hora, não chamam a atenção quando eles tomam atitudes inadequadas na frente dos outros. Mais do que deixar de colocar limites, muitos pais acatam o comportamento dos filhos.
O segundo motivo é que, cada vez menos, as famílias se reúnem para uma refeição ou compartilham períodos juntos. A casa tornou-se um ambiente em que cada integrante da família tem sua própria vida. O individual superou o coletivo também no interior da família.
Por isso, muitas crianças chegam à escola sem saber como estar com os pares, com os adultos e no grupo e lá precisam aprender quase tudo. Essa é nossa realidade.
Por fim: os professores não “perdem” tempo quando colocam ordem na sala de aula. Criar a ambiência positiva para o ensino é parte integrante da aula, afinal.
(SAYÃO. Rosely. Folha de S.Paulo. Equilíbrio, 25 jun. 2009)
A presença predominante de verbos no presente do indicativo
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Os Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Fundamental propõem mudança de enfoque em relação aos conteúdos curriculares nacionais, quais sejam:
I. Determinação prévia dos conteúdos, não levando em consideração as questões sociais e políticas vivenciadas pelos diversos grupos.
II. Entendimento do conteúdo como meio para que os alunos desenvolvam as capacidades que lhes permitam produzir e usufruir dos bens culturais, sociais e econômicos.
III. Ressignificação dos conteúdos para além de fatos e conceitos, incluindo procedimentos, valores, normas e atitudes.
IV. Percepção dos conteúdos especificamente como suporte ao desenvolvimento cognitivo dos alunos.
Estão corretos os itens
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Na abordagem sociocultural o processo de ensinar e aprender tem como foco:
I. O ensino centrado no aluno e assim a aprendizagem tem a qualidade de um envolvimento pessoal.
II. A educação como um constante ato de desvelamento da realidade em que os alunos devem assumir-se, desde o início, como sujeitos críticos e criadores.
III. Educador e educando são sujeitos de um processo em que crescem juntos.
IV. O ensino centrado na capacidade do aluno de integrar informações e processá-las, tendo por base o ensaio e erro para desenvolver o raciocínio.
V. O ensino que consiste num arranjo e planejamento de condições externas que levam o aluno a aprender.
Está correta a opção
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A questão refere-se ao texto seguinte.
Vivia longe dos homens, só se dava bem com os animais. Os seus pés duros quebravam espinhos e não sentiam a quentura da terra. Montado, confundia-se com o cavalo, grudava-se a ele. E falava uma linguagem cantada, monossilábica e gutural, que o companheiro entendia. A pé, não se aguentava bem. Pendia para um lado, para o outro, cambaio, torto e feio. Às vezes utilizava nas relações com as pessoas a mesma língua com que se dirigia aos brutos – exclamações e onomatopeias. Na verdade, falava pouco. Admirava as palavras compridas e difíceis da gente da cidade, tentava reproduzir algumas, em vão, mas sabia que elas eram inúteis e talvez perigosas.
(Graciliano Ramos, Vidas secas).
“Montado, confundia-se com o cavalo, grudava-se a ele.” Por esta referência, a pessoa descrita por Graciliano Ramos
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A questão refere-se ao texto seguinte.
Aprender a conviver
Um estudo da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), publicado na última semana, concluiu que o professor perde muito tempo para manter a ordem em sala de aula. Isso não é novidade para quem trabalha em escola, já que a indisciplina é um dos fatores que mais estorvam o ensino de qualidade.
Suas causas são diversas. Em geral, a ausência da intervenção familiar e algumas características do próprio aluno ganham lugar de destaque ao analisarmos o fenômeno na escola. Vamos pensar a respeito do papel dos pais nessa questão.
A falta de limites na educação familiar tem sido um bordão utilizado por especialistas de diversas áreas para explicar o comportamento ruidoso, incivilizado, transgressor e, por vezes, violento dos alunos em sala de aula. Mas devemos mudar o foco da discussão, já que esse não tem ajudado quase nada.
Podemos pensar, por exemplo, em como tem ocorrido a socialização de nossas crianças.
Cabe aos pais iniciar esse processo: ensinar o filho a falar, a vestir-se, a alimentar-se, a cuidar de seu corpo, por exemplo, são partes fundamentais. Entretanto, nada disso ganha sentido se não ocorre no grupo familiar e com ele. É preciso que a socialização seja coletiva, portanto, mesmo que no âmbito privado.
Por exemplo: o ato de falar. Não basta que os pais ensinem a criança a nomear e a pronunciar as palavras corretamente para se expressar. É preciso que ela aprenda a se comunicar, ou seja, a usar a fala na relação com os outros.
Os pais precisam ensinar a criança a se comunicar com a família. “Espere sua vez para falar”, “Não interrompa sua mãe” e “Fale mais baixo” são exemplos de frases que ajudam a criança, desde pequena, a usar a fala de modo social e dialógico, ou seja, considerando os outros com quem interage e o grupo em que vive. O mesmo vale para o andar, o alimentar-se...
Entretanto, temos hoje dois fatores que atrapalham situações que favorecem esses tipos de intervenção. O centro das famílias passou a ser lugar ocupado pelos filhos e, por isso, os pais priorizam o que eles fazem. Calam-se quando eles falam, acham natural que corram em ambientes fechados, que se alimentem a qualquer hora, não chamam a atenção quando eles tomam atitudes inadequadas na frente dos outros. Mais do que deixar de colocar limites, muitos pais acatam o comportamento dos filhos.
O segundo motivo é que, cada vez menos, as famílias se reúnem para uma refeição ou compartilham períodos juntos. A casa tornou-se um ambiente em que cada integrante da família tem sua própria vida. O individual superou o coletivo também no interior da família.
Por isso, muitas crianças chegam à escola sem saber como estar com os pares, com os adultos e no grupo e lá precisam aprender quase tudo. Essa é nossa realidade.
Por fim: os professores não “perdem” tempo quando colocam ordem na sala de aula. Criar a ambiência positiva para o ensino é parte integrante da aula, afinal.
(SAYÃO. Rosely. Folha de S.Paulo. Equilíbrio, 25 jun. 2009)
Dadas as proposições seguintes sobre o texto,
I. A má qualidade do ensino está na indisciplina do alunado.
II. Se a família interviesse na escola, não haveria desordem em sala de aula.
III. A indisciplina dos alunos nada tem a ver com a falta de limites por parte da família.
IV. A interferência dos pais somente deve acontecer no momento da socialização da criança.
quais são falsas?
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Historicamente, o currículo vem assumindo diferentes concepções.
Hoje, fala-se muito da abordagem do currículo multicultural que tem por princípios:
I. Superar o “daltonismo cultural” que não reconhece a presença o diferente, da diversidade na prática educativa escolar.
II. Adotar uma visão monocultural da dinâmica escolar, com seus esteriótipos e verdades que impregnam a cultura escolar e da escola.
III. Considerar o conhecimento asséptico, despido de qualquer cor ou sabor, tendo por base a cultura padrão e socialmente aceita.
IV. Desvelar os interesses ocultos, culturas negadas e silenciadas, que sejam identificados, evidenciados e subvertidos para que se possa reescrever os conhecimentos escolares.
V. Reconstruir os rumos dos conhecimentos recortados, explicitando as raízes históricas e culturais, usualmente “esquecidas”, reconhecendo as identidades culturais do outro.
Assinale a opção que agrega as afirmações corretas.
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Dados os períodos seguintes,
I. “Uma missão semelhante gastaria não menos que US$ 500 milhões, enquanto o Sunrise não precisou que se investisse nele além de US$ 80 milhões.”
II. “Que os anos de ditadura militar, quando o Congresso permaneceu fechado, nos sirva como exemplo.”
III. “Não se pode comparar ambos.”
IV. “Alguns, de tão devastados pelo sofrimento, nem permite que a única arrumadeira autorizada a entrar na área arrume suas camas.”
quais violam a concordância verbal?
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