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A conquista de uma vida longa
Belo Horizonte, 30 de setembro de 2012. A possibilidade de viver mais é uma conquista que as populações com mais de 60 anos vão comemorar em todo o mundo no Dia Internacional do Idoso. O aumento da expectativa de vida impõe desafios que não se resolvem apenas com o acesso aos avanços da medicina(c). Para garantir que cada um envelheça em seu lugar, usufruindo da liberdade de ir e vir e de participação nas dinâmicas sociais, serão necessários investimentos em todas as esferas e um esforço coletivo e consistente no que se refere à mudança de paradigma e ressignificação da velhice.
Em 2050, seremos 30% de idosos, triplicando, em 40 anos, a quantidade de velhos no montante da população. Crescimento tão acelerado exige ações na mesma velocidade. "Temos que ser rápidos, ou não teremos tempo de fazer as mudanças necessárias", avisa o gerontólogo Alexandre Kalache.
Segundo ele, a conquista de uma vida longa, participativa e saudável é o desafio social do século 21. Para esse objetivo, é preciso pôr em prática o conceito de envelhecimento ativo, desenvolvido pela Organização Mundial de Saúde durante a atuação de Kalache como chefe do Programa de Envelhecimento e Saúde da entidade.
Isso significa que todos os fatores que afetam o modo como os indivíduos e as populações envelhecem devem ser levados em conta. Se, hoje, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfatiza o cuidado "agudo" da doença, vai ser preciso, cada vez mais, pensar nos problemas crônicos que costumam acompanhar o paciente idoso ao longo de todo o seu percurso.
Para promover o envelhecimento ativo, os sistemas de saúde necessitam adotar a perspectiva de curso de vida, justamente para investir na promoção da saúde, prevenção de doenças e acesso equitativo ao cuidado primário e de longo prazo de qualidade. "Nossos profissionais não estão treinados para esse tipo de atividade(b), e os políticos e dirigentes ainda não se deram conta da urgência e importância do tema"(a), desabafa Kalache.
Ao mesmo tempo, políticas e programas de envelhecimento ativo são necessários para permitir que as pessoas continuem a trabalhar de acordo com suas capacidades e preferências à medida que envelhecem. Segundo a psicóloga Lúcia França, é o momento de a sociedade adotar um novo paradigma, que perceba os idosos como participantes de sociedade e contribuintes ativos do seu desenvolvimento. Investir no idoso é investir em toda a população.
Quando políticas sociais de saúde, mercado de trabalho, emprego e educação apoiarem o envelhecimento ativo, ocorrerão menos mortes prematuras em estágios da vida altamente produtivos e menos deficiências associadas às doenças crônicas na terceira idade.
Com políticas focadas em qualidade de vida, as pessoas envelhecerão participando ativamente nos aspectos sociais, culturais, econômicos e políticos da sociedade, em atividades remuneradas ou não, e na vida doméstica, familiar e comunitária, o que representa menos gastos com tratamentos e serviços de assistência médica.
Segundo a presidente do Conselho Nacional dos Direitos dos Idosos, Karla Giacomin, para conquistar o envelhecimento digno até 2050, precisamos garantir que se discuta o assunto em todo o país. Ela sugere a criação da Secretaria Nacional da Pessoa Idosa, que dê conta de pautar o envelhecimento no governo federal, de coordenar a Política Nacional do Idoso, integrando as várias políticas, mas tendo como foco a pessoa idosa, a transição demográfica e epidemiológica e o convívio intergeracional.
A especialista afirma que o engajamento de toda a sociedade é fundamental para essa conquista. À medida que envelhecem, as pessoas precisam se manter motivadas e lutando por seus direitos. "Isso faz toda a diferença. Ter uma cidade acessível e buscar cultura, arte, beleza, amizade, encontros, amores e alegria pode transformar a visão negativa de velhice que a sociedade brasileira admite atualmente(d). O corpo muda, a forma de ver a vida muda. Mas a vida continua sendo uma oportunidade de crescimento e de encontros."
(JACINTO, Vanessa. A conquista de uma vida longa. Jornal Estado de Minas,
Belo Horizonte, 30 de setembro de 2012. Bem Viver, p. 2. Adaptado.)
Ao longo do texto, são apresentadas críticas ao governo e à sociedade em relação ao tratamento que é dispensado ao idoso no Brasil. Assinale a alternativa que NÃO constitui explicitamente uma crítica.
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Belo Horizonte, 30 de setembro de 2012. A possibilidade de viver mais é uma conquista que as populações com mais de 60 anos vão comemorar em todo o mundo no Dia Internacional do Idoso. O aumento da expectativa de vida impõe desafios que não se resolvem apenas com o acesso aos avanços da medicina. Para garantir que cada um envelheça em seu lugar, usufruindo da liberdade de ir e vir e de participação nas dinâmicas sociais, serão necessários investimentos em todas as esferas e um esforço coletivo e consistente no que se refere à mudança de paradigma e ressignificação da velhice.
Em 2050, seremos 30% de idosos, triplicando, em 40 anos, a quantidade de velhos no montante da população. Crescimento tão acelerado exige ações na mesma velocidade. "Temos que ser rápidos, ou não teremos tempo de fazer as mudanças necessárias", avisa o gerontólogo Alexandre Kalache(a).
Segundo ele, a conquista de uma vida longa, participativa e saudável é o desafio social do século 21. Para esse objetivo, é preciso pôr em prática o conceito de envelhecimento ativo, desenvolvido pela Organização Mundial de Saúde durante a atuação de Kalache como chefe do Programa de Envelhecimento e Saúde da entidade.
Isso significa que todos os fatores que afetam o modo como os indivíduos e as populações envelhecem devem ser levados em conta. Se, hoje, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfatiza o cuidado "agudo" da doença, vai ser preciso, cada vez mais, pensar nos problemas crônicos que costumam acompanhar o paciente idoso ao longo de todo o seu percurso.
Para promover o envelhecimento ativo, os sistemas de saúde necessitam adotar a perspectiva de curso de vida, justamente para investir na promoção da saúde, prevenção de doenças e acesso equitativo ao cuidado primário e de longo prazo de qualidade. "Nossos profissionais não estão treinados para esse tipo de atividade, e os políticos e dirigentes ainda não se deram conta da urgência e importância do tema", desabafa Kalache.
Ao mesmo tempo, políticas e programas de envelhecimento ativo são necessários para permitir que as pessoas continuem a trabalhar de acordo com suas capacidades e preferências à medida que envelhecem. Segundo a psicóloga Lúcia França, é o momento de a sociedade adotar um novo paradigma, que perceba os idosos como participantes de sociedade e contribuintes ativos do seu desenvolvimento. Investir no idoso é investir em toda a população.
Quando políticas sociais de saúde, mercado de trabalho, emprego e educação apoiarem o envelhecimento ativo, ocorrerão menos mortes prematuras em estágios da vida altamente produtivos(c) e menos deficiências associadas às doenças crônicas na terceira idade.
Com políticas focadas em qualidade de vida, as pessoas envelhecerão participando ativamente nos aspectos sociais, culturais, econômicos e políticos da sociedade, em atividades remuneradas ou não, e na vida doméstica, familiar e comunitária, o que representa menos gastos com tratamentos e serviços de assistência médica.
Segundo a presidente do Conselho Nacional dos Direitos dos Idosos, Karla Giacomin, para conquistar o envelhecimento digno até 2050, precisamos garantir que se discuta o assunto em todo o país(b). Ela sugere a criação da Secretaria Nacional da Pessoa Idosa, que dê conta de pautar o envelhecimento no governo federal, de coordenar a Política Nacional do Idoso, integrando as várias políticas, mas tendo como foco a pessoa idosa, a transição demográfica e epidemiológica e o convívio intergeracional.
A especialista afirma que o engajamento de toda a sociedade é fundamental para essa conquista. À medida que envelhecem, as pessoas precisam se manter motivadas e lutando por seus direitos(d). "Isso faz toda a diferença. Ter uma cidade acessível e buscar cultura, arte, beleza, amizade, encontros, amores e alegria pode transformar a visão negativa de velhice que a sociedade brasileira admite atualmente. O corpo muda, a forma de ver a vida muda. Mas a vida continua sendo uma oportunidade de crescimento e de encontros."
(JACINTO, Vanessa. A conquista de uma vida longa. Jornal Estado de Minas,
Belo Horizonte, 30 de setembro de 2012. Bem Viver, p. 2. Adaptado.)
Marque o contexto em que há vírgulas separando um aposto explicativo.
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Em 2050, seremos 30% de idosos, triplicando, em 40 anos, a quantidade de velhos no montante da população. Crescimento tão acelerado exige ações na mesma velocidade. "Temos que ser rápidos, ou não teremos tempo de fazer as mudanças necessárias", avisa o gerontólogo Alexandre Kalache.
Segundo ele, a conquista de uma vida longa, participativa e saudável é o desafio social do século 21. Para esse objetivo, é preciso pôr em prática o conceito de envelhecimento ativo, desenvolvido pela Organização Mundial de Saúde durante a atuação de Kalache como chefe do Programa de Envelhecimento e Saúde da entidade.
Isso significa que todos os fatores que afetam o modo como os indivíduos e as populações envelhecem devem ser levados em conta. Se, hoje, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfatiza o cuidado "agudo" da doença, vai ser preciso, cada vez mais, pensar nos problemas crônicos que costumam acompanhar o paciente idoso ao longo de todo o seu percurso.
Para promover o envelhecimento ativo, os sistemas de saúde necessitam adotar a perspectiva de curso de vida, justamente para investir na promoção da saúde, prevenção de doenças e acesso equitativo ao cuidado primário e de longo prazo de qualidade. "Nossos profissionais não estão treinados para esse tipo de atividade, e os políticos e dirigentes ainda não se deram conta da urgência e importância do tema", desabafa Kalache.
Ao mesmo tempo, políticas e programas de envelhecimento ativo são necessários para permitir que as pessoas continuem a trabalhar de acordo com suas capacidades e preferências à medida que envelhecem. Segundo a psicóloga Lúcia França, é o momento de a sociedade adotar um novo paradigma, que perceba os idosos como participantes de sociedade e contribuintes ativos do seu desenvolvimento. Investir no idoso é investir em toda a população.
Quando políticas sociais de saúde, mercado de trabalho, emprego e educação apoiarem o envelhecimento ativo, ocorrerão menos mortes prematuras em estágios da vida altamente produtivos e menos deficiências associadas às doenças crônicas na terceira idade.
Com políticas focadas em qualidade de vida, as pessoas envelhecerão participando ativamente nos aspectos sociais, culturais, econômicos e políticos da sociedade, em atividades remuneradas ou não, e na vida doméstica, familiar e comunitária, o que representa menos gastos com tratamentos e serviços de assistência médica.
Segundo a presidente do Conselho Nacional dos Direitos dos Idosos, Karla Giacomin, para conquistar o envelhecimento digno até 2050, precisamos garantir que se discuta o assunto em todo o país. Ela sugere a criação da Secretaria Nacional da Pessoa Idosa, que dê conta de pautar o envelhecimento no governo federal, de coordenar a Política Nacional do Idoso, integrando as várias políticas, mas tendo como foco a pessoa idosa, a transição demográfica e epidemiológica e o convívio intergeracional.
A especialista afirma que o engajamento de toda a sociedade é fundamental para essa conquista. À medida que envelhecem, as pessoas precisam se manter motivadas e lutando por seus direitos. "Isso faz toda a diferença. Ter uma cidade acessível e buscar cultura, arte, beleza, amizade, encontros, amores e alegria pode transformar a visão negativa de velhice que a sociedade brasileira admite atualmente. O corpo muda, a forma de ver a vida muda. Mas a vida continua sendo uma oportunidade de crescimento e de encontros."
(JACINTO, Vanessa. A conquista de uma vida longa. Jornal Estado de Minas,
Belo Horizonte, 30 de setembro de 2012. Bem Viver, p. 2. Adaptado.)
Leia a frase: “Para esse objetivo, é preciso pôr em prática o conceito de envelhecimento ativo...”
Em relação à acentuação da palavra destacada acima, assinale a alternativa CORRETA.
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Em 2050, seremos 30% de idosos, triplicando, em 40 anos, a quantidade de velhos no montante da população. Crescimento tão acelerado exige ações na mesma velocidade. "Temos que ser rápidos, ou não teremos tempo de fazer as mudanças necessárias", avisa o gerontólogo Alexandre Kalache.
Segundo ele, a conquista de uma vida longa, participativa e saudável é o desafio social do século 21. Para esse objetivo, é preciso pôr em prática o conceito de envelhecimento ativo, desenvolvido pela Organização Mundial de Saúde durante a atuação de Kalache como chefe do Programa de Envelhecimento e Saúde da entidade.
Isso significa que todos os fatores que afetam o modo como os indivíduos e as populações envelhecem devem ser levados em conta. Se, hoje, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfatiza o cuidado "agudo" da doença, vai ser preciso, cada vez mais, pensar nos problemas crônicos que costumam acompanhar o paciente idoso ao longo de todo o seu percurso.
Para promover o envelhecimento ativo, os sistemas de saúde necessitam adotar a perspectiva de curso de vida, justamente para investir na promoção da saúde, prevenção de doenças e acesso equitativo ao cuidado primário e de longo prazo de qualidade. "Nossos profissionais não estão treinados para esse tipo de atividade, e os políticos e dirigentes ainda não se deram conta da urgência e importância do tema", desabafa Kalache.
Ao mesmo tempo, políticas e programas de envelhecimento ativo são necessários para permitir que as pessoas continuem a trabalhar de acordo com suas capacidades e preferências à medida que envelhecem. Segundo a psicóloga Lúcia França, é o momento de a sociedade adotar um novo paradigma, que perceba os idosos como participantes de sociedade e contribuintes ativos do seu desenvolvimento. Investir no idoso é investir em toda a população.
Quando políticas sociais de saúde, mercado de trabalho, emprego e educação apoiarem o envelhecimento ativo, ocorrerão menos mortes prematuras em estágios da vida altamente produtivos e menos deficiências associadas às doenças crônicas na terceira idade.
Com políticas focadas em qualidade de vida, as pessoas envelhecerão participando ativamente nos aspectos sociais, culturais, econômicos e políticos da sociedade, em atividades remuneradas ou não, e na vida doméstica, familiar e comunitária, o que representa menos gastos com tratamentos e serviços de assistência médica.
Segundo a presidente do Conselho Nacional dos Direitos dos Idosos, Karla Giacomin, para conquistar o envelhecimento digno até 2050, precisamos garantir que se discuta o assunto em todo o país. Ela sugere a criação da Secretaria Nacional da Pessoa Idosa, que dê conta de pautar o envelhecimento no governo federal, de coordenar a Política Nacional do Idoso, integrando as várias políticas, mas tendo como foco a pessoa idosa, a transição demográfica e epidemiológica e o convívio intergeracional.
A especialista afirma que o engajamento de toda a sociedade é fundamental para essa conquista. À medida que envelhecem, as pessoas precisam se manter motivadas e lutando por seus direitos. "Isso faz toda a diferença. Ter uma cidade acessível e buscar cultura, arte, beleza, amizade, encontros, amores e alegria pode transformar a visão negativa de velhice que a sociedade brasileira admite atualmente. O corpo muda, a forma de ver a vida muda. Mas a vida continua sendo uma oportunidade de crescimento e de encontros."
(JACINTO, Vanessa. A conquista de uma vida longa. Jornal Estado de Minas,
Belo Horizonte, 30 de setembro de 2012. Bem Viver, p. 2. Adaptado.)
De acordo com o texto, “conquistar o envelhecimento digno” significa, EXCETO
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Em 2050, seremos 30% de idosos, triplicando, em 40 anos, a quantidade de velhos no montante da população. Crescimento tão acelerado exige ações na mesma velocidade. "Temos que ser rápidos, ou não teremos tempo de fazer as mudanças necessárias", avisa o gerontólogo Alexandre Kalache.
Segundo ele, a conquista de uma vida longa, participativa e saudável é o desafio social do século 21. Para esse objetivo, é preciso pôr em prática o conceito de envelhecimento ativo, desenvolvido pela Organização Mundial de Saúde durante a atuação de Kalache como chefe do Programa de Envelhecimento e Saúde da entidade.
Isso significa que todos os fatores que afetam o modo como os indivíduos e as populações envelhecem devem ser levados em conta. Se, hoje, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfatiza o cuidado "agudo" da doença, vai ser preciso, cada vez mais, pensar nos problemas crônicos que costumam acompanhar o paciente idoso ao longo de todo o seu percurso.
Para promover o envelhecimento ativo, os sistemas de saúde necessitam adotar a perspectiva de curso de vida, justamente para investir na promoção da saúde, prevenção de doenças e acesso equitativo ao cuidado primário e de longo prazo de qualidade. "Nossos profissionais não estão treinados para esse tipo de atividade, e os políticos e dirigentes ainda não se deram conta da urgência e importância do tema", desabafa Kalache.
Ao mesmo tempo, políticas e programas de envelhecimento ativo são necessários para permitir que as pessoas continuem a trabalhar de acordo com suas capacidades e preferências à medida que envelhecem. Segundo a psicóloga Lúcia França, é o momento de a sociedade adotar um novo paradigma, que perceba os idosos como participantes de sociedade e contribuintes ativos do seu desenvolvimento. Investir no idoso é investir em toda a população.
Quando políticas sociais de saúde, mercado de trabalho, emprego e educação apoiarem o envelhecimento ativo, ocorrerão menos mortes prematuras em estágios da vida altamente produtivos e menos deficiências associadas às doenças crônicas na terceira idade.
Com políticas focadas em qualidade de vida, as pessoas envelhecerão participando ativamente nos aspectos sociais, culturais, econômicos e políticos da sociedade, em atividades remuneradas ou não, e na vida doméstica, familiar e comunitária, o que representa menos gastos com tratamentos e serviços de assistência médica.
Segundo a presidente do Conselho Nacional dos Direitos dos Idosos, Karla Giacomin, para conquistar o envelhecimento digno até 2050, precisamos garantir que se discuta o assunto em todo o país. Ela sugere a criação da Secretaria Nacional da Pessoa Idosa, que dê conta de pautar o envelhecimento no governo federal, de coordenar a Política Nacional do Idoso, integrando as várias políticas, mas tendo como foco a pessoa idosa, a transição demográfica e epidemiológica e o convívio intergeracional.
A especialista afirma que o engajamento de toda a sociedade é fundamental para essa conquista. À medida que envelhecem, as pessoas precisam se manter motivadas e lutando por seus direitos. "Isso faz toda a diferença. Ter uma cidade acessível e buscar cultura, arte, beleza, amizade, encontros, amores e alegria pode transformar a visão negativa de velhice que a sociedade brasileira admite atualmente. O corpo muda, a forma de ver a vida muda. Mas a vida continua sendo uma oportunidade de crescimento e de encontros."
(JACINTO, Vanessa. A conquista de uma vida longa. Jornal Estado de Minas,
Belo Horizonte, 30 de setembro de 2012. Bem Viver, p. 2. Adaptado.)
Leia o trecho: Para garantir que cada um envelheça em seu lugar, usufruindo da liberdade de ir e vir e de participação nas dinâmicas sociais, serão necessários investimentos em todas as esferas “e um esforço coletivo e consistente no que se refere à mudança de paradigma e ressignificação da velhice.”
Tendo em vista a argumentação do texto, a expressão destacada só NÃO pode significar que
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Em 2050, seremos 30% de idosos(a), triplicando, em 40 anos, a quantidade de velhos no montante da população. Crescimento tão acelerado exige ações na mesma velocidade. "Temos que ser rápidos, ou não teremos tempo de fazer as mudanças necessárias", avisa o gerontólogo Alexandre Kalache.
Segundo ele, a conquista de uma vida longa, participativa e saudável é o desafio social do século 21. Para esse objetivo, é preciso pôr em prática o conceito de envelhecimento ativo, desenvolvido pela Organização Mundial de Saúde durante a atuação de Kalache como chefe do Programa de Envelhecimento e Saúde da entidade.
Isso significa que todos os fatores que afetam o modo como os indivíduos e as populações envelhecem devem ser levados em conta. Se, hoje, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfatiza o cuidado "agudo" da doença, vai ser preciso, cada vez mais, pensar nos problemas crônicos que costumam acompanhar o paciente idoso(c) ao longo de todo o seu percurso.
Para promover o envelhecimento ativo, os sistemas de saúde necessitam adotar a perspectiva de curso de vida, justamente para investir na promoção da saúde, prevenção de doenças e acesso equitativo ao cuidado primário e de longo prazo de qualidade. "Nossos profissionais não estão treinados para esse tipo de atividade, e os políticos e dirigentes ainda não se deram conta da urgência e importância do tema", desabafa Kalache.
Ao mesmo tempo, políticas e programas de envelhecimento ativo são necessários para permitir que as pessoas continuem a trabalhar(d) de acordo com suas capacidades e preferências à medida que envelhecem. Segundo a psicóloga Lúcia França, é o momento de a sociedade adotar um novo paradigma, que perceba os idosos como participantes de sociedade e contribuintes ativos do seu desenvolvimento. Investir no idoso é investir em toda a população.
Quando políticas sociais de saúde, mercado de trabalho, emprego e educação apoiarem o envelhecimento ativo, ocorrerão menos mortes prematuras em estágios da vida altamente produtivos e menos deficiências associadas às doenças crônicas na terceira idade.
Com políticas focadas em qualidade de vida, as pessoas envelhecerão participando ativamente nos aspectos sociais, culturais, econômicos e políticos da sociedade, em atividades remuneradas ou não, e na vida doméstica, familiar e comunitária, o que representa menos gastos com tratamentos e serviços de assistência médica.
Segundo a presidente do Conselho Nacional dos Direitos dos Idosos, Karla Giacomin, para conquistar o envelhecimento digno até 2050, precisamos garantir que se discuta o assunto em todo o país. Ela sugere a criação da Secretaria Nacional da Pessoa Idosa, que dê conta de pautar o envelhecimento no governo federal, de coordenar a Política Nacional do Idoso, integrando as várias políticas, mas tendo como foco a pessoa idosa, a transição demográfica e epidemiológica e o convívio intergeracional.
A especialista afirma que o engajamento de toda a sociedade é fundamental para essa conquista. À medida que envelhecem, as pessoas precisam se manter motivadas e lutando por seus direitos. "Isso faz toda a diferença. Ter uma cidade acessível e buscar cultura, arte, beleza, amizade, encontros, amores e alegria(b) pode transformar a visão negativa de velhice que a sociedade brasileira admite atualmente. O corpo muda, a forma de ver a vida muda. Mas a vida continua sendo uma oportunidade de crescimento e de encontros."
(JACINTO, Vanessa. A conquista de uma vida longa. Jornal Estado de Minas,
Belo Horizonte, 30 de setembro de 2012. Bem Viver, p. 2. Adaptado.)
Em todas as alternativas, a vírgula foi usada pelo mesmo motivo, EXCETO
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Em 2050, seremos 30% de idosos, triplicando, em 40 anos, a quantidade de velhos no montante da população. Crescimento tão acelerado exige ações na mesma velocidade. "Temos que ser rápidos, ou não teremos tempo de fazer as mudanças necessárias", avisa o gerontólogo Alexandre Kalache.
Segundo ele, a conquista de uma vida longa, participativa e saudável é o desafio social do século 21. Para esse objetivo, é preciso pôr em prática o conceito de envelhecimento ativo, desenvolvido pela Organização Mundial de Saúde durante a atuação de Kalache como chefe do Programa de Envelhecimento e Saúde da entidade.
Isso significa que todos os fatores que afetam o modo como os indivíduos e as populações envelhecem devem ser levados em conta. Se, hoje, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfatiza o cuidado "agudo" da doença, vai ser preciso, cada vez mais, pensar nos problemas crônicos que costumam acompanhar o paciente idoso ao longo de todo o seu percurso.
Para promover o envelhecimento ativo, os sistemas de saúde necessitam adotar a perspectiva de curso de vida, justamente para investir na promoção da saúde, prevenção de doenças e acesso equitativo ao cuidado primário e de longo prazo de qualidade. "Nossos profissionais não estão treinados para esse tipo de atividade, e os políticos e dirigentes ainda não se deram conta da urgência e importância do tema", desabafa Kalache.
Ao mesmo tempo, políticas e programas de envelhecimento ativo são necessários para permitir que as pessoas continuem a trabalhar de acordo com suas capacidades e preferências à medida que envelhecem. Segundo a psicóloga Lúcia França, é o momento de a sociedade adotar um novo paradigma, que perceba os idosos como participantes de sociedade e contribuintes ativos do seu desenvolvimento. Investir no idoso é investir em toda a população.
Quando políticas sociais de saúde, mercado de trabalho, emprego e educação apoiarem o envelhecimento ativo, ocorrerão menos mortes prematuras em estágios da vida altamente produtivos e menos deficiências associadas às doenças crônicas na terceira idade.
Com políticas focadas em qualidade de vida, as pessoas envelhecerão participando ativamente nos aspectos sociais, culturais, econômicos e políticos da sociedade, em atividades remuneradas ou não, e na vida doméstica, familiar e comunitária, o que representa menos gastos com tratamentos e serviços de assistência médica.
Segundo a presidente do Conselho Nacional dos Direitos dos Idosos, Karla Giacomin, para conquistar o envelhecimento digno até 2050, precisamos garantir que se discuta o assunto em todo o país. Ela sugere a criação da Secretaria Nacional da Pessoa Idosa, que dê conta de pautar o envelhecimento no governo federal, de coordenar a Política Nacional do Idoso, integrando as várias políticas, mas tendo como foco a pessoa idosa, a transição demográfica e epidemiológica e o convívio intergeracional.
A especialista afirma que o engajamento de toda a sociedade é fundamental para essa conquista. À medida que envelhecem, as pessoas precisam se manter motivadas e lutando por seus direitos. "Isso faz toda a diferença. Ter uma cidade acessível e buscar cultura, arte, beleza, amizade, encontros, amores e alegria pode transformar a visão negativa de velhice que a sociedade brasileira admite atualmente. O corpo muda, a forma de ver a vida muda. Mas a vida continua sendo uma oportunidade de crescimento e de encontros."
(JACINTO, Vanessa. A conquista de uma vida longa. Jornal Estado de Minas,
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O texto afirma que o aumento da expectativa de vida é motivo de comemoração, porém esse aumento gera outras questões que, para serem resolvidas, deve-se, EXCETO
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Uma criança, ao engordar 5kg, passou a ter 20% a mais em seu peso. Qual o seu peso atual?
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Numa padaria, dividiram uma pizza em 6 partes iguais e venderam cada pedaço por R$1,50. Qual o preço de um terço da pizza?
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