Foram encontradas 50 questões.
Observe o mapa a seguir:

A respeito da referida região do MATOPIBA, é correto afirmar que:
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- Geografia do BrasilMeio Ambiente do BrasilSolos e Relevos 2
- Geografia GeralGeografia FísicaGeomorfologia
"As estratégias de conservação dos solos implicam a sua proteção para prevenir a ação dos impactos das gotas de chuva. Isso aumenta a capacidade de infiltração, melhorando a estabilidade dos agregados e aumentando a rugosidade da superfície do solo. Tudo isso tem o objetivo de reduzir a velocidade do runoff e do vento. Existe grande variedade de métodos de controle de erosão do solo." (GUERRA, A. J. T.; CUNHA, S. B. da. Geomorfologia: uma atualização de bases e conceitos. 7ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007, p.195.)
A relação entre o método mecânico e suas características estratégicas de conservação dos solos está corretamente feita em:
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No início da década de 90, Clélio Campolina Diniz (1993) defendia a ideia de que a distribuição da produção industrial brasileira tem mudado significativamente desde a década de 70. A respeito desse processo, são feitas as afirmativas:
I Na primeira fase, o processo de reversão da polarização se fez com um relativo espraiamento industrial para o próprio interior do Estado de São Paulo e para quase todos os demais estados brasileiros.
II Na segunda fase, ocorreu uma relativa reconcentração no polígono definido por Belo Horizonte-UberlândiaLondrina-Maringá-Porto Alegre-Florianópolis-São José dos Campos-Belo Horizonte, dentro do qual estão sendo formados os principais polos de alta tecnologia.
III O Rio de Janeiro fica de fora do “polígono industrial” pois, embora possua tradicionais centros de ensino e pesquisa, além da sede de importantes corporações, especialmente empresas estatais, por ter uma economia local decadente, não apresentou atrativos para a localização industrial, além de outros desestímulos de natureza política e social, que afugentam o capital privado.
IV Com a expansão de setores fortemente sustentados na ciência e na tecnologia, crescem os requisitos locacionais articulados à proximidade de fontes de recursos naturais – à semelhança do Vale do Silício, nos Estados Unidos.
V Em função da lógica neoliberal, a ação do Estado não exerceu influência na condução da política econômica, nem em termos de investimentos diretos, como a concessão de incentivos fiscais e construção de infraestrutura, para o encorajamento da desconcentração geográfica da produção.
Das afirmativas acima, estão corretas apenas:
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As duas metrópoles nacionais passam por uma "involução metropolitana", segundo Milton Santos (1993). A respeito desse processo, são feitas as afirmativas abaixo:
I Contribui cada vez mais para uma desmetropolização, observável na escala nacional, associada às perdas populacionais absolutas nas metrópoles individualmente consideradas e à redução do seu tamanho urbano.
II Caminha paralelamente e em conexão com uma "suburbanização ampliada", também denominada como "exurbanização", entendida como um dos tipos de escapismo da elite econômica e classe média urbana, justificado pela deterioração geral das condições de vida e habitabilidade nas grandes metrópoles.
III Promove um deslocamento do crescimento para as bordas da metrópole, em direção ao campo e à franja periurbana, ou expandindo a área integrada ao espaço metropolitano, com um incremento maior das cidades de porte pequeno e médio em relação às grandes cidades.
IV Apesar das distâncias implicadas, associa-se ao movimento de pendularidade, permitindo uma interação regular com o núcleo metropolitano e a dilatação da metrópole enquanto entidade socioespacial, ainda que os limites da região metropolitana, como entidade formal de planejamento, permaneçam inalterados.
V Tem estreita relação com a autossegregação em condomínios exclusivos, demarcando um enclausuramento opcional da elite e da classe média urbana que solapa o sentido de cidadania e caminha no rumo contrário do que é entendido como vida metropolitana.
Das afirmativas acima, estão corretas apenas:
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“[...] E uma das grandes qualidades de Ab’Saber é a precisão conceitual na Geografia. [...] Em apenas quatro páginas o autor sintetiza opiniões de geógrafos brasileiros e do exterior sobre os grandes quadros de vegetação observáveis no território brasileiro e apresenta sua proposta pessoal, esboçada em um cartograma extremamente simples e didático, onde o grau de generalização é admiravelmente adequado à escala adotada. Estão ali representados os seis domínios por ele identificados e em cuja espacialização (escala cartográfica adotada) os limites não são traçados por linhas, mas sugeridos por faixas, melhor condizentes com a efetiva existência de interfaces. Estas não só exprimem a situação atual, mas também as oscilações, interpenetrações causadas pelas flutuações climáticas neogênicas.”
Fonte: MODENESI-GAUTTIERI, M. C. et al (orgs.). A Obra de Aziz NacibAb'Sáber. São Paulo: Beca-BALL edições, 2010.
Disponível em: http://www.geografia.fflch.usp.br/ graduacao/apoio/Apoio/Apoio_Attila/2s2017/excursoes/A_Obra_de_ Aziz_Ab'Saber.pdf- Acesso em 29/01/2018.)
A respeito da publicação do renomado geógrafo Ab’Saber, em 1967, amplamente utilizada até os dias atuais para fins didáticos, é correto afirmar que:
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Observe os mapas a seguir:
Terremotos no Brasil


Extraído de: https://noticias.uol.com.br/meio-ambiente/ultimasnoticias/redacao/2017/09/20/brasil-registra-quase-um-tremor-por-dia-masefeito-nem-sempre-e-sentido.htm (Acesso em 30/01/2018)
Para uma correta compreensão da ocorrência de terremotos no Brasil, é correto afirmar que:
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“A escala é o artifício analítico que confere visibilidade à parcela ou dimensão do real. Como este só pode ser apreendido por representação e por fragmentação, a escala constitui uma prática, embora intuitiva e não refletida de observação e elaboração do mundo. A simplicidade matemática da escala como medida de representação gráfica esconde a complexidade do conceito quando se trata de recortar a realidade. Esse recorte supõe, consciente ou inconscientemente, uma concepção que informa uma percepção do espaço total e do ‘fragmento’ escolhido.” (CASTRO, I.E. de. Escala e pesquisa na geografia. Problema ou solução?in: “Espaço Aberto”, PPGG - UFRJ, V. 4, N.1, p. 87-100, 2014.)
A questão da escala aparece como uma das questões metodológicas essenciais na Geografia. A respeito da escala geográfica, é correto afirmar que:
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“Em todo o momento de atividade mental acontece em nós um duplo fenômeno de percepção: ao mesmo tempo que temos consciência dum estado de alma, temos diante de nós, impressionando-nos os sentidos que estão virados para o exterior, uma paisagem qualquer, entendendo por paisagem, para conveniência de frases, tudo o que forma o mundo exterior num determinado momento da nossa percepção. Todo o estado de alma é uma paisagem. Isto é, todo o estado de alma é não só representável por uma paisagem, mas verdadeiramente uma paisagem. Há em nós um espaço interior onde a matéria da nossa vida física se agita. Assim uma tristeza é um lago morto dentro de nós, uma alegria um dia de sol no nosso espírito.” (PESSOA, F. Cancioneiro: nota preliminar. In: “Obra poética”. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 3ª ed., 1998 [s.d.].)
Conforme Marcelo Lopes de Souza (2013), toda ferramenta conceitual possui potencialidades e limitações. Uma das potencialidades do conceito de paisagem é a sua integração com outras categorias analíticas da Geografia.
A partir da leitura do trecho de Fernando Pessoa, as possibilidades de leitura da paisagem podem se dar pelo exame de:
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"Quanto às regiões funcionais, a estruturação do espaço não é vista sob o caráter da uniformidade espacial, mas sim das múltiplas relações que circulam e dão forma a um espaço que é internamente diferenciado. Grande parte desta perspectiva surge com a valorização do papel da cidade como centro de organização espacial. [...] Ao estudarmos os fluxos e as trocas que se organizam em um espaço estruturado, ao qual chamamos de região funcional, há naturalmente uma valorização da vida econômica como fundamento dessas trocas e desses fluxos, sejam eles de mercadorias, de serviços, de mão de obra etc." (GOMES, P.C.C. O conceito de região e sua discussão. In: CASTRO, I.E., GOMES, P.C.C. e CORRÊA, R.L. (orgs.). 12ª ed. “Geografia: conceitos e temas”. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007, p. 64.)
A corrente do pensamento geográfico à qual o conceito de região acima abordado vincula-se é:
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O próximo número que completaria a sequência lógica 1, 4, 3, 16, 5, ..., é:
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