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Foram encontradas 60 questões.

2434255 Ano: 2012
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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De acordo com Sommerville, um modelo de desenvolvimento baseia-se na ideia de uma implementação inicial, expondo o resultado aos comentários do usuário e refinando esse resultado por meio de várias versões até que seja desenvolvido um sistema adequado, conforme a figura abaixo.
Enunciado 2862970-1
O modelo da figura é denominado:
 

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2433545 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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A planilha abaixo, foi criada no Excel2010BR.
Enunciado 2842491-1
Essa planilha possui as características descritas a seguir.
• em H6 foi inserida uma expressão que multiplica o valor de F6 por H3, utilizando o conceito de referência absoluta. Em seguida, H6 foi selecionado e, por meio dos recursos arrastar e colar, foram copiadas expressões semelhantes em H7, H8 e H9.
• O valor mostrado em em H10 foi obtido por meio da função =SOMA(H6:H9), inserida em H10 por meio do acionamento de um ícone existente no Excel.
• Em H12 foi inserida uma expressão que determina o maior valor entre todos no intervalo de H6 a H9, enquanto que em H14 uma outra expressão que mostra a média aritmética entre todos no mesmo intervalo.
O ícone acionado e as expressões inseridas em H9, H12 e H14 foram, respectivamente:
 

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2433536 Ano: 2012
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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Todas as tabelas criadas no Oracle 10g ficam armazenadas em estruturas lógicas chamadas tablespaces. Dentre as tablespaces do Oracle 10g, uma contém as tabelas do dicionário de dados, enquanto que em outra ficam os dados de usuários. Esses tablespaces são denominados, respectivamente:
 

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2432995 Ano: 2012
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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Um analista precisa utilizar em um programa, um algoritmo que troque os valores de duas variáveis RJ e SP, do tipo numérica inteira. Para isso, ele dispõe de dois códigos, o primeiro, que usa uma variável auxiliar AX e o segundo, que dispensa o uso dessa variável auxiliar. Sendo RJ igual a 77 e SP 44, esses códigos são, respectivamente:
 

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2432888 Ano: 2012
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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Em programação, uma estrutura de controle muito utilizada é a repetir <comandos> até que <condição verdadeira>. Em PHP, essa estrutura possui a seguinte sintaxe:
 

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2432521 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ

TEXTO 1:

Será que sou bobo?
Walcyr Carrasco

Ando perdido em uma selva de palavras. Existem termos destinados a dar a impressão de que algo não é exatamente o que é. Ou para botar verniz sobre uma atividade banal. Já estão, sim, incorporados no vocabulário. Servem para dar uma impressão enganosa. E também para ajudar as pessoas a parecer inteligentes e chiques porque parecem difíceis. Resolvi desvendar algumas dessas armadilhas verbais.

Seminovo — Já não se fala em carro usado, mas em seminovo. Vendedores adorarn. O termo sugere que o carro não é tão velho assim, mesmo que se trate de uma Brasília sem motor. Ou que o câmbio saia na mão do comprador logo depois da primeira curva. E pura técnica de vendas. Vou guardá-lo para elogiar uma amiga que fez plástica. Talvez ela adore ouvir que está “seminova”. Mas talvez...

Sale — É a boa e velha liquidação. As lojas dos shoppings devem achar liquidação muito chula. Anunciam em inglês. Sale quer dizer que o estoque encalhou. A grife está liquidando, sim! Não se envergonhe de pedir mais descontos. Pode ser que não seja chique, mas aproveite.

Loft — Quando o loft surgiu, nos Estados Unidos, era uma moradia instalada em antigos galpões industriais. Sempre enorme e sem paredes divisórias. Vejo anúncios de lofts a torto e a direito. A maioria corresponde a um antigo conjugado. Só não tem paredes, para lembrar seu similar americano. É preciso ser compreensivo. Qualquer um prefere dizer que está morando em um loft a dizer em uma quitinete de luxo.

Cult — Não aguento mais ouvir falar que alguma porcaria é cult. O cult é o brega que ganhou status. O negócio é o seguinte: um bando de intelectuais adora assistir a filmes de terceira, programas de televisão populares e afins. Mas um intelectual não pode revelar que gosta de algo considerado brega. Então diz que é cult. Assim, se pode divertir com bobagens, como qualquer ser humano normal, sem deixar de parecer inteligente. Como conceito, próximo do cult está o trash. E o lixo elogiado. Trash é muito usado para filmes de terror. Um candidato a intelectual jamais confessa que não perde um episódio da série Sexta-Feira 13, por exemplo. Ergue o nariz e diz que é trash. Depois, agarra um saquinho de pipoca, senta na primeira fila e grita a cada vez que o Jason ergue o machado.

Workshop — E uma espécie de curso intensivo. Existem os bons. Mas o termo se presta a muita empulhação. Pois, ao contrário dos cursos, no workshop ninguém tem a obrigação de aprender alguma coisa específica. Basta participar. Muitas vezes botam um sujeito famoso para dar palestras durante dois dias seguidos. Há alunos que chegam a roncar na sala. Depois fazem bonito dizendo que participaram de um workshop com fulano ou beltrano. A palavra é imponente, não é?

Releitura — Ninguém, no meio artístico ou gastronômico, consegue sobreviver sem usar essa palavra. Está em moda. Fala-se em releitura de tudo: de músicas, de receitas, de livros. Em culinária, releitura serve para falar de alguém que achou uma receita antiga e lhe deu um toque pessoal. Críticos culinários e donos de restaurantes badalados adoram falar em cardápios com releitura disso e daquilo. Ora, um cozinheiro não bota seu tempero até na feijoada? Isso é releitura? Então minha avó fazia releitura e não sabia, coitada. O caso fica mais complicado em outras áreas. Fazer uma releitura de uma história não é disfarçar falta de ideia? Claro que existem casos e casos. Mas que releitura serve para disfarçar cópia e plágio, serve. Seria mais honesto dizer “adaptado de...” ou “inspirado em...”, como faziam antes.

Daria para escrever um livro inteiro a respeito. Fico arrepiado quando alguém vem com uma conversa abarrotada de termos como esses. Parece que vão me passar a perna. Ou a culpa é minha, e não sou capaz de entender a profundidade da conversa. Nessas horas, fico pensando: será que sou bobo? Ou tem gente esperta demais?

(CARRASCO, Walcyr. In: SILVA, Carmem Lucia da & SILVA, Nilson Joaquim da. (orgs.)

Lições de Gramática para quem gosta de Literatura. São Paulo: Panda Books, 2007. p. 77-79.)

A cada nova abordagem sobre uma palavra, a crônica do texto 1 faz destacar sobre as demais a seguinte função da linguagem:

 

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2432288 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ

TEXTO 1:

Será que sou bobo?
Walcyr Carrasco

Ando perdido em uma selva de palavras. Existem termos destinados a dar a impressão de que algo não é exatamente o que é. Ou para botar verniz sobre uma atividade banal. Já estão, sim, incorporados no vocabulário. Servem para dar uma impressão enganosa. E também para ajudar as pessoas a parecer inteligentes e chiques porque parecem difíceis. Resolvi desvendar algumas dessas armadilhas verbais.

Seminovo — Já não se fala em carro usado, mas em seminovo. Vendedores adorarn. O termo sugere que o carro não é tão velho assim, mesmo que se trate de uma Brasília sem motor. Ou que o câmbio saia na mão do comprador logo depois da primeira curva. E pura técnica de vendas. Vou guardá-lo para elogiar uma amiga que fez plástica. Talvez ela adore ouvir que está “seminova”. Mas talvez...

Sale — É a boa e velha liquidação. As lojas dos shoppings devem achar liquidação muito chula. Anunciam em inglês. Sale quer dizer que o estoque encalhou. A grife está liquidando, sim! Não se envergonhe de pedir mais descontos. Pode ser que não seja chique, mas aproveite.

Loft — Quando o loft surgiu, nos Estados Unidos, era uma moradia instalada em antigos galpões industriais. Sempre enorme e sem paredes divisórias. Vejo anúncios de lofts a torto e a direito. A maioria corresponde a um antigo conjugado. Só não tem paredes, para lembrar seu similar americano. É preciso ser compreensivo. Qualquer um prefere dizer que está morando em um loft a dizer em uma quitinete de luxo.

Cult — Não aguento mais ouvir falar que alguma porcaria é cult. O cult é o brega que ganhou status. O negócio é o seguinte: um bando de intelectuais adora assistir a filmes de terceira, programas de televisão populares e afins. Mas um intelectual não pode revelar que gosta de algo considerado brega. Então diz que é cult. Assim, se pode divertir com bobagens, como qualquer ser humano normal, sem deixar de parecer inteligente. Como conceito, próximo do cult está o trash. E o lixo elogiado. Trash é muito usado para filmes de terror. Um candidato a intelectual jamais confessa que não perde um episódio da série Sexta-Feira 13, por exemplo. Ergue o nariz e diz que é trash. Depois, agarra um saquinho de pipoca, senta na primeira fila e grita a cada vez que o Jason ergue o machado.

Workshop — E uma espécie de curso intensivo. Existem os bons. Mas o termo se presta a muita empulhação. Pois, ao contrário dos cursos, no workshop ninguém tem a obrigação de aprender alguma coisa específica. Basta participar. Muitas vezes botam um sujeito famoso para dar palestras durante dois dias seguidos. Há alunos que chegam a roncar na sala. Depois fazem bonito dizendo que participaram de um workshop com fulano ou beltrano. A palavra é imponente, não é?

Releitura — Ninguém, no meio artístico ou gastronômico, consegue sobreviver sem usar essa palavra. Está em moda. Fala-se em releitura de tudo: de músicas, de receitas, de livros. Em culinária, releitura serve para falar de alguém que achou uma receita antiga e lhe deu um toque pessoal. Críticos culinários e donos de restaurantes badalados adoram falar em cardápios com releitura disso e daquilo. Ora, um cozinheiro não bota seu tempero até na feijoada? Isso é releitura? Então minha avó fazia releitura e não sabia, coitada. O caso fica mais complicado em outras áreas. Fazer uma releitura de uma história não é disfarçar falta de ideia? Claro que existem casos e casos. Mas que releitura serve para disfarçar cópia e plágio, serve. Seria mais honesto dizer “adaptado de...” ou “inspirado em...”, como faziam antes.

Daria para escrever um livro inteiro a respeito. Fico arrepiado quando alguém vem com uma conversa abarrotada de termos como esses. Parece que vão me passar a perna. Ou a culpa é minha, e não sou capaz de entender a profundidade da conversa. Nessas horas, fico pensando: será que sou bobo? Ou tem gente esperta demais?

(CARRASCO, Walcyr. In: SILVA, Carmem Lucia da & SILVA, Nilson Joaquim da. (orgs.)

Lições de Gramática para quem gosta de Literatura. São Paulo: Panda Books, 2007. p. 77-79.)

“O caso fica mais complicado em outras áreas.”. A alternativa em que foi corretamente identificado o núcleo do sujeito da oração é a seguinte:

 

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Questão presente nas seguintes provas
2431936 Ano: 2012
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
Provas:
Java disponibiliza operadores aritméticos e relacionais para uso, sendo exemplificados em três situações, caracterizadas a seguir.
I - Obter o resto da divisão de op1 por op2.
II - Avaliar o valor de op e depois incrementar em uma unidade.
III - Retornar TRUE se op1 é diferente de op2.
As sintaxes empregadas nessas situações são, respectivamente:
 

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2431859 Ano: 2012
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
Provas:
PHP suporta dois operadores lógicos, representando valores booleanos, caracterizados a seguir.
não, que inverte o conteúdo de uma variável lógica de true para false e de false para true, conforme o caso.
e, que retorna verdadeiro quando duas condições envolvidas no teste forem verdadeiras e falso, caso contrário.
ou, que retorna falso quando duas condições envolvidas no teste forem falsas e verdadeiro, caso contrário.
Nesse contexto, para não, e e ou, os símbolos usados são, respectivamente:
 

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2431678 Ano: 2012
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
Provas:
Analise o esquema de programa abaixo, codificado na linguagem de programação Pascal, que gera a matriz transposta T5x4 a partir de M4x5.
Enunciado 2810106-1
Para determinar a transposta T, em substituição a Enunciado 2810106-2 deve ser utilizado o seguinte código:
 

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