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Foram encontradas 60 questões.

2435832 Ano: 2012
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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Os princípios de catalogação descritiva, mencionados no Código de Catalogação Anglo-Americano, que estabeleciam a base comum para as regras de catalogação descritiva de todos os tipos de documentos, foram atualizados visando proporcionar diretrizes mais compatíveis à catalogação descritiva em escala mundial. Essa iniciativa resultou no desenvolvimento da/do:
 

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2435760 Ano: 2012
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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O sistema de avaliação que é mais utilizado nas bibliotecas universitárias e que traduz seu desempenho por meio de números e cifras é essencialmente:
 

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2435587 Ano: 2012
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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No sistema de comunicação científica, o processo de revisão por pares compreende:
 

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2434866 Ano: 2012
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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Observe a pergunta abaixo e assinale a fonte de informação mais indicada para que o bibliotecário possa atender à necessidade do usuário:
Qual foi a influência da Marquesa de Santos nas decisões de D. Pedro I?
 

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2434834 Ano: 2012
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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O sistema numérico que permite a identificação única e precisa de informação veiculada na internet é conhecido como:
 

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2434294 Ano: 2012
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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A expressão biblioteca eletrônica define a:
 

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2434035 Ano: 2012
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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Quando em uma unidade de informação, a organização do trabalho é nucleada em torno de suas divisões, tais como: seleção e aquisição de documentos, análise documental, referência e divulgação, circulação, comutação etc., diz-se que sua estrutura obedece à departamentalização por:
 

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2433412 Ano: 2012
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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No Brasil, a sociedade científica que congrega os pesquisadores da área de Ciência da Informação é:
 

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2432758 Ano: 2012
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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Nos serviços manuais de disseminação seletiva de informações, a tarefa de elaboração de perfis dos usuários é exercida em conjunto com os bibliotecários, fazendo-se uso da/do:
 

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2432521 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ

TEXTO 1:

Será que sou bobo?
Walcyr Carrasco

Ando perdido em uma selva de palavras. Existem termos destinados a dar a impressão de que algo não é exatamente o que é. Ou para botar verniz sobre uma atividade banal. Já estão, sim, incorporados no vocabulário. Servem para dar uma impressão enganosa. E também para ajudar as pessoas a parecer inteligentes e chiques porque parecem difíceis. Resolvi desvendar algumas dessas armadilhas verbais.

Seminovo — Já não se fala em carro usado, mas em seminovo. Vendedores adorarn. O termo sugere que o carro não é tão velho assim, mesmo que se trate de uma Brasília sem motor. Ou que o câmbio saia na mão do comprador logo depois da primeira curva. E pura técnica de vendas. Vou guardá-lo para elogiar uma amiga que fez plástica. Talvez ela adore ouvir que está “seminova”. Mas talvez...

Sale — É a boa e velha liquidação. As lojas dos shoppings devem achar liquidação muito chula. Anunciam em inglês. Sale quer dizer que o estoque encalhou. A grife está liquidando, sim! Não se envergonhe de pedir mais descontos. Pode ser que não seja chique, mas aproveite.

Loft — Quando o loft surgiu, nos Estados Unidos, era uma moradia instalada em antigos galpões industriais. Sempre enorme e sem paredes divisórias. Vejo anúncios de lofts a torto e a direito. A maioria corresponde a um antigo conjugado. Só não tem paredes, para lembrar seu similar americano. É preciso ser compreensivo. Qualquer um prefere dizer que está morando em um loft a dizer em uma quitinete de luxo.

Cult — Não aguento mais ouvir falar que alguma porcaria é cult. O cult é o brega que ganhou status. O negócio é o seguinte: um bando de intelectuais adora assistir a filmes de terceira, programas de televisão populares e afins. Mas um intelectual não pode revelar que gosta de algo considerado brega. Então diz que é cult. Assim, se pode divertir com bobagens, como qualquer ser humano normal, sem deixar de parecer inteligente. Como conceito, próximo do cult está o trash. E o lixo elogiado. Trash é muito usado para filmes de terror. Um candidato a intelectual jamais confessa que não perde um episódio da série Sexta-Feira 13, por exemplo. Ergue o nariz e diz que é trash. Depois, agarra um saquinho de pipoca, senta na primeira fila e grita a cada vez que o Jason ergue o machado.

Workshop — E uma espécie de curso intensivo. Existem os bons. Mas o termo se presta a muita empulhação. Pois, ao contrário dos cursos, no workshop ninguém tem a obrigação de aprender alguma coisa específica. Basta participar. Muitas vezes botam um sujeito famoso para dar palestras durante dois dias seguidos. Há alunos que chegam a roncar na sala. Depois fazem bonito dizendo que participaram de um workshop com fulano ou beltrano. A palavra é imponente, não é?

Releitura — Ninguém, no meio artístico ou gastronômico, consegue sobreviver sem usar essa palavra. Está em moda. Fala-se em releitura de tudo: de músicas, de receitas, de livros. Em culinária, releitura serve para falar de alguém que achou uma receita antiga e lhe deu um toque pessoal. Críticos culinários e donos de restaurantes badalados adoram falar em cardápios com releitura disso e daquilo. Ora, um cozinheiro não bota seu tempero até na feijoada? Isso é releitura? Então minha avó fazia releitura e não sabia, coitada. O caso fica mais complicado em outras áreas. Fazer uma releitura de uma história não é disfarçar falta de ideia? Claro que existem casos e casos. Mas que releitura serve para disfarçar cópia e plágio, serve. Seria mais honesto dizer “adaptado de...” ou “inspirado em...”, como faziam antes.

Daria para escrever um livro inteiro a respeito. Fico arrepiado quando alguém vem com uma conversa abarrotada de termos como esses. Parece que vão me passar a perna. Ou a culpa é minha, e não sou capaz de entender a profundidade da conversa. Nessas horas, fico pensando: será que sou bobo? Ou tem gente esperta demais?

(CARRASCO, Walcyr. In: SILVA, Carmem Lucia da & SILVA, Nilson Joaquim da. (orgs.)

Lições de Gramática para quem gosta de Literatura. São Paulo: Panda Books, 2007. p. 77-79.)

A cada nova abordagem sobre uma palavra, a crônica do texto 1 faz destacar sobre as demais a seguinte função da linguagem:

 

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