Foram encontradas 35 questões.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Até tu, chaveirinho?
O chaveiro, muitas vezes ignorado, revela segredos
sobre quem o carrega. Vai além de um simples enfeite:
pode ser espelho da personalidade. Há quem escolha
símbolos místicos como olho grego ou pimenta,
denunciando uma alma supersticiosa; outros exibem
logotipos da empresa, revelando total entrega ao
trabalho. Já os apaixonados por futebol ostentam seus
times com orgulho, quase sempre por meio de presentes
que reforçam sua identidade torcedora.
Alguns preferem a praticidade: chaveiros multifuncionais
com canivete, saca-rolhas e até abridor de lata, como se
estivessem sempre prontos para consertar o mundo. Há
os nostálgicos, que carregam lembranças de viagens
marcantes ou personagens da infância. Outros escolhem
os religiosos, símbolo de fé e superação. E há ainda os
românticos, que usam palavras como "gratidão" ou "te
amo", espalhando afetos silenciosos no dia a dia.
Mas o cotidiano foi capturado pelo luxo. O chaveiro saiu
do bolso e virou grife. Um exemplo é o LaBubu —
bonequinhos de Hong Kong vendidos em
caixas-surpresa, que chegam a custar R$ 900.
Inspirados no folclore nórdico, seus olhos grandes e
sorriso travesso encantaram o mundo, mas também
chamaram atenção de ladrões. O que era para exibir
virou peça escondida, símbolo do consumismo
contraditório.
Diante disso, prefiro a simplicidade do meu chaveiro
escrito "Cê é fí di quem?". Nenhum ladrão vai querer. É
barato, é meu, é sincero. Não ostenta, mas identifica.
Sou filho eterno da humildade — e o meu chaveiro,
ainda que modesto, diz mais sobre mim do que qualquer
luxo importado.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/2025/6/6/ate-tu-c
haveirinho
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Até tu, chaveirinho?
O chaveiro, muitas vezes ignorado, revela segredos
sobre quem o carrega. Vai além de um simples enfeite:
pode ser espelho da personalidade. Há quem escolha
símbolos místicos como olho grego ou pimenta,
denunciando uma alma supersticiosa; outros exibem
logotipos da empresa, revelando total entrega ao
trabalho. Já os apaixonados por futebol ostentam seus
times com orgulho, quase sempre por meio de presentes
que reforçam sua identidade torcedora.
Alguns preferem a praticidade: chaveiros multifuncionais
com canivete, saca-rolhas e até abridor de lata, como se
estivessem sempre prontos para consertar o mundo. Há
os nostálgicos, que carregam lembranças de viagens
marcantes ou personagens da infância. Outros escolhem
os religiosos, símbolo de fé e superação. E há ainda os
românticos, que usam palavras como "gratidão" ou "te
amo", espalhando afetos silenciosos no dia a dia.
Mas o cotidiano foi capturado pelo luxo. O chaveiro saiu
do bolso e virou grife. Um exemplo é o LaBubu —
bonequinhos de Hong Kong vendidos em
caixas-surpresa, que chegam a custar R$ 900.
Inspirados no folclore nórdico, seus olhos grandes e
sorriso travesso encantaram o mundo, mas também
chamaram atenção de ladrões. O que era para exibir
virou peça escondida, símbolo do consumismo
contraditório.
Diante disso, prefiro a simplicidade do meu chaveiro
escrito "Cê é fí di quem?". Nenhum ladrão vai querer. É
barato, é meu, é sincero. Não ostenta, mas identifica.
Sou filho eterno da humildade — e o meu chaveiro,
ainda que modesto, diz mais sobre mim do que qualquer
luxo importado.
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Até tu, chaveirinho?
O chaveiro, muitas vezes ignorado, revela segredos
sobre quem o carrega. Vai além de um simples enfeite:
pode ser espelho da personalidade. Há quem escolha
símbolos místicos como olho grego ou pimenta,
denunciando uma alma supersticiosa; outros exibem
logotipos da empresa, revelando total entrega ao
trabalho. Já os apaixonados por futebol ostentam seus
times com orgulho, quase sempre por meio de presentes
que reforçam sua identidade torcedora.
Alguns preferem a praticidade: chaveiros multifuncionais
com canivete, saca-rolhas e até abridor de lata, como se
estivessem sempre prontos para consertar o mundo. Há
os nostálgicos, que carregam lembranças de viagens
marcantes ou personagens da infância. Outros escolhem
os religiosos, símbolo de fé e superação. E há ainda os
românticos, que usam palavras como "gratidão" ou "te
amo", espalhando afetos silenciosos no dia a dia.
Mas o cotidiano foi capturado pelo luxo. O chaveiro saiu
do bolso e virou grife. Um exemplo é o LaBubu —
bonequinhos de Hong Kong vendidos em
caixas-surpresa, que chegam a custar R$ 900.
Inspirados no folclore nórdico, seus olhos grandes e
sorriso travesso encantaram o mundo, mas também
chamaram atenção de ladrões. O que era para exibir
virou peça escondida, símbolo do consumismo
contraditório.
Diante disso, prefiro a simplicidade do meu chaveiro
escrito "Cê é fí di quem?". Nenhum ladrão vai querer. É
barato, é meu, é sincero. Não ostenta, mas identifica.
Sou filho eterno da humildade — e o meu chaveiro,
ainda que modesto, diz mais sobre mim do que qualquer
luxo importado.
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haveirinho
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símbolos místicos como olho grego ou pimenta,
denunciando uma alma supersticiosa; outros exibem
logotipos da empresa, revelando total entrega ao
trabalho. Já os apaixonados por futebol ostentam seus
times com orgulho, quase sempre por meio de presentes
que reforçam sua identidade torcedora.
Alguns preferem a praticidade: chaveiros multifuncionais
com canivete, saca-rolhas e até abridor de lata, como se
estivessem sempre prontos para consertar o mundo. Há
os nostálgicos, que carregam lembranças de viagens
marcantes ou personagens da infância. Outros escolhem
os religiosos, símbolo de fé e superação. E há ainda os
românticos, que usam palavras como "gratidão" ou "te
amo", espalhando afetos silenciosos no dia a dia.
Mas o cotidiano foi capturado pelo luxo. O chaveiro saiu
do bolso e virou grife. Um exemplo é o LaBubu —
bonequinhos de Hong Kong vendidos em
caixas-surpresa, que chegam a custar R$ 900.
Inspirados no folclore nórdico, seus olhos grandes e
sorriso travesso encantaram o mundo, mas também
chamaram atenção de ladrões. O que era para exibir
virou peça escondida, símbolo do consumismo
contraditório.
Diante disso, prefiro a simplicidade do meu chaveiro
escrito "Cê é fí di quem?". Nenhum ladrão vai querer. É
barato, é meu, é sincero. Não ostenta, mas identifica.
Sou filho eterno da humildade — e o meu chaveiro,
ainda que modesto, diz mais sobre mim do que qualquer
luxo importado.
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O chaveiro, muitas vezes ignorado, revela segredos
sobre quem o carrega. Vai além de um simples enfeite:
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símbolos místicos como olho grego ou pimenta,
denunciando uma alma supersticiosa; outros exibem
logotipos da empresa, revelando total entrega ao
trabalho. Já os apaixonados por futebol ostentam seus
times com orgulho, quase sempre por meio de presentes
que reforçam sua identidade torcedora.
Alguns preferem a praticidade: chaveiros multifuncionais
com canivete, saca-rolhas e até abridor de lata, como se
estivessem sempre prontos para consertar o mundo. Há
os nostálgicos, que carregam lembranças de viagens
marcantes ou personagens da infância. Outros escolhem
os religiosos, símbolo de fé e superação. E há ainda os
românticos, que usam palavras como "gratidão" ou "te
amo", espalhando afetos silenciosos no dia a dia.
Mas o cotidiano foi capturado pelo luxo. O chaveiro saiu
do bolso e virou grife. Um exemplo é o LaBubu —
bonequinhos de Hong Kong vendidos em
caixas-surpresa, que chegam a custar R$ 900.
Inspirados no folclore nórdico, seus olhos grandes e
sorriso travesso encantaram o mundo, mas também
chamaram atenção de ladrões. O que era para exibir
virou peça escondida, símbolo do consumismo
contraditório.
Diante disso, prefiro a simplicidade do meu chaveiro
escrito "Cê é fí di quem?". Nenhum ladrão vai querer. É
barato, é meu, é sincero. Não ostenta, mas identifica.
Sou filho eterno da humildade — e o meu chaveiro,
ainda que modesto, diz mais sobre mim do que qualquer
luxo importado.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/2025/6/6/ate-tu-c
haveirinho
"Sou filho eterno da humildade — e o meu chaveiro, ainda que modesto, diz mais sobre mim do que qualquer luxo importado."
Com base na estrutura sintática e na classificação da predicação verbal dos segmentos destacados, assinale a alternativa correta.
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3735160
Ano: 2025
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Mondaí-SC
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Mondaí-SC
Provas:
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº
9.394/96) estabelece a Educação Física como
componente curricular obrigatório da educação básica,
ajustando-se às faixas etárias e às condições da
população escolar. Contudo, a mesma lei prevê
situações específicas em que sua prática se torna
facultativa. Com base estritamente no texto do Art. 26, §
3º, da LDB, marque V para as afirmativas verdadeiras e
F para as falsas:
(__) A prática da Educação Física é facultativa ao aluno que, comprovadamente, seja atleta de alto rendimento e participe de treinamentos e competições oficiais.
(__) A prática da Educação Física é facultativa ao aluno que cumpra jornada de trabalho igual ou superior a seis horas.
(__) A prática da Educação Física é facultativa ao aluno que tenha prole.
(__) A prática da Educação Física é facultativa ao aluno maior de trinta anos de idade.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
(__) A prática da Educação Física é facultativa ao aluno que, comprovadamente, seja atleta de alto rendimento e participe de treinamentos e competições oficiais.
(__) A prática da Educação Física é facultativa ao aluno que cumpra jornada de trabalho igual ou superior a seis horas.
(__) A prática da Educação Física é facultativa ao aluno que tenha prole.
(__) A prática da Educação Física é facultativa ao aluno maior de trinta anos de idade.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
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A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) estabelece
uma progressão das aprendizagens em Educação Física
ao longo do Ensino Fundamental, com focos
pedagógicos distintos entre os Anos Iniciais e os Anos
Finais para garantir um desenvolvimento integral e
adequado a cada faixa etária. Considerando essa lógica
de progressão, assinale a alternativa que descreve
corretamente a orientação do documento.
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A gestão da heterogeneidade em turmas de Educação
Física exige do professor a aplicação de estratégias
didáticas que contemplem os diversos níveis de
habilidade e interesse dos alunos. Sobre a aplicação de
uma abordagem inclusiva e diferenciada, analise as
afirmativas a seguir:
I. A formação de grupos de nível homogêneo, separando permanentemente os alunos mais habilidosos dos menos habilidosos, é a estratégia mais eficaz de diferenciação, pois permite que o professor ajuste o desafio especificamente para cada grupo e maximize o rendimento dos mais avançados.
II. A diferenciação por processo ocorre quando o professor, dentro de uma mesma atividade-tema, oferece múltiplas estações com variações de complexidade, permitindo que os alunos escolham o nível de desafio ou utilizem equipamentos adaptados para alcançar o mesmo objetivo geral, valorizando o esforço individual.
III. A manutenção de uma única atividade-padrão para todos os alunos, com as mesmas regras e materiais, é fundamental para garantir a igualdade de oportunidades, pois a avaliação se torna mais objetiva e os alunos menos habilidosos são naturalmente incentivados pelo exemplo dos mais avançados.
É correto o que se afirma em:
I. A formação de grupos de nível homogêneo, separando permanentemente os alunos mais habilidosos dos menos habilidosos, é a estratégia mais eficaz de diferenciação, pois permite que o professor ajuste o desafio especificamente para cada grupo e maximize o rendimento dos mais avançados.
II. A diferenciação por processo ocorre quando o professor, dentro de uma mesma atividade-tema, oferece múltiplas estações com variações de complexidade, permitindo que os alunos escolham o nível de desafio ou utilizem equipamentos adaptados para alcançar o mesmo objetivo geral, valorizando o esforço individual.
III. A manutenção de uma única atividade-padrão para todos os alunos, com as mesmas regras e materiais, é fundamental para garantir a igualdade de oportunidades, pois a avaliação se torna mais objetiva e os alunos menos habilidosos são naturalmente incentivados pelo exemplo dos mais avançados.
É correto o que se afirma em:
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3735157
Ano: 2025
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Mondaí-SC
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Mondaí-SC
Provas:
O Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/90)
estabelece um conjunto de normas de proteção que
impactam diretamente a organização de eventos e
atividades esportivas e recreativas. O profissional de
Educação Física, ao planejar tais atividades, deve
conhecer as responsabilidades e vedações impostas
pela lei para garantir a segurança e o bem-estar dos
alunos. Com base estritamente no texto do ECA,
assinale a alternativa que descreve corretamente uma de
suas proibições.
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A prática de exercícios resistidos desencadeia respostas
hormonais agudas que são fundamentais para a
sinalização das adaptações musculares. Sobre essas
respostas imediatas ao treinamento de força, analise as
afirmativas a seguir:
I. O hormônio do crescimento (GH) apresenta uma elevação significativa após sessões de treinamento de força, especialmente em protocolos com múltiplas séries, intensidade moderada e intervalos de descanso curtos, devido ao aumento da concentração de lactato e da estimulação adrenérgica.
II. O aumento agudo nos níveis de testosterona sérica, observado imediatamente após o exercício de força, permanece elevado por várias horas e tem como função principal a promoção direta da síntese proteica muscular nesse período para iniciar a hipertrofia.
III. A resposta do cortisol ao treinamento de força é unicamente catabólica, indicando um estado de estresse excessivo, e sua elevação anula os efeitos anabólicos do GH e da testosterona, devendo ser completamente suprimida em programas de hipertrofia.
É correto o que se afirma em:
I. O hormônio do crescimento (GH) apresenta uma elevação significativa após sessões de treinamento de força, especialmente em protocolos com múltiplas séries, intensidade moderada e intervalos de descanso curtos, devido ao aumento da concentração de lactato e da estimulação adrenérgica.
II. O aumento agudo nos níveis de testosterona sérica, observado imediatamente após o exercício de força, permanece elevado por várias horas e tem como função principal a promoção direta da síntese proteica muscular nesse período para iniciar a hipertrofia.
III. A resposta do cortisol ao treinamento de força é unicamente catabólica, indicando um estado de estresse excessivo, e sua elevação anula os efeitos anabólicos do GH e da testosterona, devendo ser completamente suprimida em programas de hipertrofia.
É correto o que se afirma em:
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