Foram encontradas 40 questões.
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Monte Horebe-PB
A análise química de um solo agrícola tem por princípio básico a determinação dos teores de nutrientes e das características que, possivelmente, podem influenciar esses nutrientes nas plantas.
Sobre os MACRONUTRIENTES, analise as proposições abaixo:
I- A deficiência de N resulta em clorose gradual das folhas mais velhas e redução do crescimento da planta.
II- O P participa de vários processos metabólicos na planta, como a transferência de energia, síntese de ácidos nucleicos, glicose, respiração, ativação de enzimas e metabolismo de carboidratos.
III- O K atua na fotossíntese, favorece um alto estado de energia, mantém o turgor das células, regula a abertura e fechamento dos estômatos.
IV- O Ca é indispensável para a germinação do grão de pólen, para o crescimento do tubo polínico, além de afetar o crescimento das raízes.
Assinale a alternativa que responde CORRETAMENTE.
Provas
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Monte Horebe-PB

Qual a Necessidade de Calagem (NC), em t !$ ha^{-1} !$ de !$ CaCO_3 !$, para se conseguir uma Saturação de Bases (V%) de 70%.
Assinale a alternativa CORRETA.
Provas
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Monte Horebe-PB

Calcule a Saturação de bases (V%).
Assinale a alternativa CORRETA.
Provas
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Monte Horebe-PB
A família botânica das leguminosas é uma das maiores e mais variadas do reino vegetal. A característica típica dessas plantas é a ocorrência de vagem. Além de excelente fonte nutricional, funcionam como adubos verdes, contribuindo para a manutenção da qualidade do solo, garantindo a sustentabilidade dos sistemas de produção agrícolas.
Assinale a alternativa que apresenta APENAS exemplos de espécies leguminosas.
Provas
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Monte Horebe-PB
Os adubos ou fertilizantes minerais são insumos agrícolas que têm por finalidade fornecer nutrientes às plantas e aumentar, de modo geral, a produtividade das culturas. Uma análise do solo estabelece, pelos teores de macronutrientes, a recomendação para a cultura do milho (Zea mays), de 20 kg !$ ha^{-1} !$, 80 kg !$ ha^{-1} !$ e 40 kg !$ ha^{-1} !$, de Nitrogênio, Fósforo e Potássio, respectivamente. Calcule a quantidade em quilogramas (kg) do adubo formulado 04-16-08 necessário para suprir a necessidade nutricional de 01 hectare da cultura do milho. Assinale a alternativa CORRETA.
Provas
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Monte Horebe-PB
A olericultura é uma área da horticultura que estuda e explora racionalmente as hortaliças, além de ser uma atividade agrícola de grande importância social e econômica. Sobre esta prática agrícola, a coluna da esquerda apresenta o nome científico das principais hortaliças produzidas comercialmente no Brasil e a da direita, o nome popular pelo qual é conhecida.
Associe a coluna da direita de acordo com a da esquerda.
A. Lycopersicon esculentum Mill.
B. Daucus carota L
C. Allium cepa L.
D. Capsicum annuum L.
E. Sechium edule Sw.
( ) Cebola.
( ) Chuchu.
( ) Tomate.
( ) Cenoura.
( ) Pimentão.
Marque a alternativa que corresponda a sequência CORRETA.
Provas
NÃO COMERÁS COMO ANTES
Uma nova revolução está em curso e promete transformar a indústria de alimentos e a agropecuária, talvez em menos de duas décadas. Sabemos que as transformações digitais em série tiraram os discos e CDs da estante e obrigaram a indústria fonográfica a reinventar-se. A indústria automotiva debruça-se sobre os efeitos da sociedade uberizada e redesenha seus próximos passos com carros elétricos, autônomos e drones automotivos pelo ar. A febre de aplicativos de bikes e patinetes aponta para a chegada de uma nova geração decidida a desembarcar do sonho de ter um carro e do desejo de dirigir. Os smart-phones não só transformaram o telefone fixo quase em enfeite, mas já obrigam até potentes emissoras de televisão a repensar suas telinhas e modelos de negócio, isso para citar apenas um aspecto. Testemunhamos uma série de mudanças de crenças, valores e certezas. Qual será a próxima onda disruptiva? Possivelmente ela acontecerá pela boca. Ou em torno de todo o modelo que existe hoje para alimentar as pessoas. Não comerás como antes. E não produzirás alimentos da mesma forma que se faz hoje. Em questão de décadas, o que soa agora como um mandamento bíblico poderá fazer todo o sentido.
É possível que a produção de tudo o que se come atualmente seja muito diferente em um futuro não muito distante. O setor econômico que gira ao redor da circunferência de um prato de arroz, feijão, alface, batata, tomate e carne, entre uma garfada geracional e outra, sofrerá impactos estruturais. Chegou a hora de discutir o que a comida disruptiva – e toda a sua fascinante tecnologia – fará com o modus operandi da indústria e da agropecuária e com a próxima etapa do agronegócio, quando a produção de bifes de laboratório ganhar escala e se tornar acessível, por exemplo. Será que, nas próximas décadas, a carne suculenta saboreada no almoço ainda vai depender da criação de gado para o abate, como sempre funcionou no modelo tradicional da pecuária?
[...] (Veja, 12/06/19)
O título do texto apresenta o verbo na forma imperativa, que pode dar à frase um sentido de ordem ou um conselho. Mas, no corpo do texto, ao se referir a algo que está para acontecer, muitas vezes, empregam-se palavras (advérbios ou verbos) que sinalizam dúvida, possibilidade, incerteza. Dito isso, analise as sentenças abaixo elencadas, e assinale a alternativa que, tal como o título, indica certeza.
Provas
NÃO COMERÁS COMO ANTES
Uma nova revolução está em curso e promete transformar a indústria de alimentos e a agropecuária, talvez em menos de duas décadas. Sabemos que as transformações digitais em série tiraram os discos e CDs da estante e obrigaram a indústria fonográfica a reinventar-se. A indústria automotiva debruça-se sobre os efeitos da sociedade uberizada e redesenha seus próximos passos com carros elétricos, autônomos e drones automotivos pelo ar. A febre de aplicativos de bikes e patinetes aponta para a chegada de uma nova geração decidida a desembarcar do sonho de ter um carro e do desejo de dirigir. Os smart-phones não só transformaram o telefone fixo quase em enfeite, mas já obrigam até potentes emissoras de televisão a repensar suas telinhas e modelos de negócio, isso para citar apenas um aspecto. Testemunhamos uma série de mudanças de crenças, valores e certezas. Qual será a próxima onda disruptiva? Possivelmente ela acontecerá pela boca. Ou em torno de todo o modelo que existe hoje para alimentar as pessoas. Não comerás como antes. E não produzirás alimentos da mesma forma que se faz hoje. Em questão de décadas, o que soa agora como um mandamento bíblico poderá fazer todo o sentido.
É possível que a produção de tudo o que se come atualmente seja muito diferente em um futuro não muito distante. O setor econômico que gira ao redor da circunferência de um prato de arroz, feijão, alface, batata, tomate e carne, entre uma garfada geracional e outra, sofrerá impactos estruturais. Chegou a hora de discutir o que a comida disruptiva – e toda a sua fascinante tecnologia – fará com o modus operandi da indústria e da agropecuária e com a próxima etapa do agronegócio, quando a produção de bifes de laboratório ganhar escala e se tornar acessível, por exemplo. Será que, nas próximas décadas, a carne suculenta saboreada no almoço ainda vai depender da criação de gado para o abate, como sempre funcionou no modelo tradicional da pecuária?
[...] (Veja, 12/06/19)
Observe a construção dos períodos abaixo transcritos:
I- “(...) as transformações digitais em série tiraram os discos e CDs da estante e obrigaram a indústria fonográfica a reinventar-se”.
II- “A indústria automotiva debruça-se sobre os efeitos da sociedade uberizada e redesenha seus próximos passos com carros
elétricos, autônomos e drones automotivos pelo ar”.
III- “Os smart-phones não só transformaram o telefone fixo quase em enfeite, mas já obrigam até potentes emissoras de televisão a
repensar suas telinhas e modelos de negócio”.
Em todos os períodos citados, há duas afirmações sobre o tópico inicial, mas, em III, são empregados dois conectores para enfatizar a segunda informação. O mecanismo de construção do período empregado em III se classifica como:
Provas
NÃO COMERÁS COMO ANTES
Uma nova revolução está em curso e promete transformar a indústria de alimentos e a agropecuária, talvez em menos de duas décadas. Sabemos que as transformações digitais em série tiraram os discos e CDs da estante e obrigaram a indústria fonográfica a reinventar-se. A indústria automotiva debruça-se sobre os efeitos da sociedade uberizada e redesenha seus próximos passos com carros elétricos, autônomos e drones automotivos pelo ar. A febre de aplicativos de bikes e patinetes aponta para a chegada de uma nova geração decidida a desembarcar do sonho de ter um carro e do desejo de dirigir. Os smart-phones não só transformaram o telefone fixo quase em enfeite, mas já obrigam até potentes emissoras de televisão a repensar suas telinhas e modelos de negócio, isso para citar apenas um aspecto. Testemunhamos uma série de mudanças de crenças, valores e certezas. Qual será a próxima onda disruptiva? Possivelmente ela acontecerá pela boca. Ou em torno de todo o modelo que existe hoje para alimentar as pessoas. Não comerás como antes. E não produzirás alimentos da mesma forma que se faz hoje. Em questão de décadas, o que soa agora como um mandamento bíblico poderá fazer todo o sentido.
É possível que a produção de tudo o que se come atualmente seja muito diferente em um futuro não muito distante. O setor econômico que gira ao redor da circunferência de um prato de arroz, feijão, alface, batata, tomate e carne, entre uma garfada geracional e outra, sofrerá impactos estruturais. Chegou a hora de discutir o que a comida disruptiva – e toda a sua fascinante tecnologia – fará com o modus operandi da indústria e da agropecuária e com a próxima etapa do agronegócio, quando a produção de bifes de laboratório ganhar escala e se tornar acessível, por exemplo. Será que, nas próximas décadas, a carne suculenta saboreada no almoço ainda vai depender da criação de gado para o abate, como sempre funcionou no modelo tradicional da pecuária?
[...] (Veja, 12/06/19)
O texto acima, que trata de várias mudanças ocorridas em razão da revolução tecnológica, inicia com a menção a “uma nova revolução” em curso. De acordo com o texto, é CORRETO afirmar a respeito dessa nova mudança, que:
I- O novo modelo de produção alimentar, fruto dos avanços do agronegócio não agradará às pessoas, que terão de alterar os hábitos alimentares.
II- A mudança na produção de alimentos, a exemplo da carne produzida em laboratório, acarretará impactos na indústria e no agronegócio.
III- A substituição do modelo tradicional de produzir alimentos decorre da dificuldade em criar gado para o abate.
IV- A produção de carne cultivada em laboratório não apenas evitará o abate do gado como poderá tornar esse alimento mais acessível à população.
É CORRETO o que se afirma em:
Provas
Principais dúvidas sobre previdência privada
A expectativa à reforma da Previdência fez crescer o interesse dos brasileiros pela previdência complementar. De acordo com um levantamento do buscador de aplicações financeiras Yubb, houve um salto de 14 vezes no volume de consultas sobre os planos privados em evereiro deste ano na comparação com o mesmo mês do ano passado – em 2018, foram 66 000; este ano, 987 000. Aumentam as buscas e o interesse, e surgem também as dúvidas.
Perguntamos a três especialistas as principais hesitações dos investidores sobre previdência privada. O economista Sérgio Dias, o consultor tributário Francisco Arrighi e a planejadora financeira Annalisa Dal Zotto responderam;
PREVIDÊNCIA PRIVADA É INDICADA PARA TODO MUNDO?
A previdência privada é indicada para quem não pretende viver somente com o benefício do INSS. Também é indicada para quem não recolhe INSS e para os autônomos.
COM QUE IDADE DEVO COMEÇAR?
O ideal é que se comece com um plano previdenciário o mais cedo possível, pois os valores acumulados serão bem maiores na época da aposentadoria.
EXISTE UM VALOR MÍNIMO PARA INVESTIR NA PREVIDÊNCIA PRIVADA?
O valor mínimo de investimento varia de acordo com cada instituição. Em alguns lugares, pode ser de até 1 real.
(Fragmento textual retirado da Rev. Você/Sa, junho/19)
Os termos que compõem uma oração assumem diferentes funções de acordo com a sua distribuição na estrutura oracional. Nesse
sentido, avalie as proposições abaixo acerca da organização sintática.
I- As formas verbais “fez” e “crescer” não formam locução verbal, pois cada um deles tem sujeito próprio, que são, respectivamente, “A expectativa à reforma da Previdência” e “o interesse dos brasileiros pela previdência complementar”.
II- O verbo “haver” é impessoal, estando acompanhado do objeto direto “um salto de 14 vezes no volume de consultas sobre os planos privados”.
III- A forma verbal “aumentam” apresenta-se no plural porque está em relação de concordância com o sujeito “as buscas e o interesse” que vem posposto.
IV- A forma verbal “surgem” classifica-se como transitivo direto, vindo acompanhado do objeto direto “as dúvidas”.
Estão CORRETAS as proposições:
Provas
Caderno Container