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Doenças Diarreicas Agudas caracterizam-se pela diminuição da consistência das fezes, aumento do número de evacuações, com fezes aquosas; em alguns casos, há presença de muco e sangue (disenteria). São autolimitadas, com duração de até 14 dias. Podem ser classi"cadas em três tipos: diarreia sem desidratação; diarreia com desidratação; e diarreia com desidratação grave. Quando tratadas incorretamente ou não tratadas, podem levar à desidratação grave e ao distúrbio hidroeletrolítico, podendo ocorrer óbito, principalmente quando associadas à desnutrição. O quadro clínico é caracterizado pelo aumento do número de evacuações (3 episódios no período de 24 horas), com alteração da consistência das fezes, geralmente amolecidas ou aquosas. Pode haver presença de sangue ou muco e ser acompanhada de dor abdominal, febre, náusea e vômito. Em geral o quadro clínico é autolimitado, com duração de:
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O Acidente Vascular Cerebral (AVC) acontece quando vasos que levam sangue ao cérebro entopem ou se rompem, provocando a paralisia da área cerebral que ficou sem circulação sanguínea. É uma doença que acomete mais os homens e é uma das principais causas de morte, incapacitação e internações em todo o mundo. O AVC hemorrágico ocorre quando há rompimento de um vaso cerebral, provocando hemorragia. Esta hemorragia pode acontecer dentro do tecido cerebral ou na superfície entre o cérebro e a meninge. É responsável por 15% de todos os casos de AVC, mas pode causar a morte com mais frequência do que o AVC isquêmico. Muitos fatores de risco contribuem para o aparecimento de um AVC e de outras doenças crônicas, como:
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O abscesso mamário, em geral, é causado por mastite não tratada ou com tratamento iniciado tardiamente ou ineficaz. É comum após a interrupção da amamentação na mama afetada pela mastite sem o esvaziamento adequado do leite por ordenha. O diagnóstico é feito basicamente pelo quadro clínico: dor intensa, febre, mal-estar, calafrios e presença de áreas de flutuação à palpação no local afetado. No diagnóstico diferencial do abscesso, devem-se considerar:
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DENGUE, é uma doença infecciosa febril aguda, que pode ser de curso benigno ou grave, dependendo da forma como se apresente. A pri meira manifestação do Dengue é a febre, geralmente alta (39ºC a 40ºC), de início abrupto, associada à cefaleia, adinamia, mialgias, artralgias, dor retro orbitária, com presença ou não de exantema e/ou prurido. Anorexia, náuseas, vômitos e diarreia podem ser observados por 2 a 6 dias. As manifestações hemorrágicas, como epistaxe, petéquias, gengivorragia, metrorragia, hematêmese, melena, hematúria e outras, bem como a plaquetopenia, podem ser observadas em todas as apresentações clínicas de Dengue. Os casos de Febre Hemorrágica por Dengue são classificados de acordo com a sua gravidade em:
I- Grau I: Febre acompanhada de sintomas inespecíficos, em que a única manifestação hemorrágica é a prova do laço positiva.
II- Grau II: Além das manifestações do grau I, hemorragias espontâne as leves (sangramento de pele, epistaxe, gengivorragia e outros.
III- Grau III: Colapso circulatório com pulso fraco e rápido, estreitamento da pressão arterial ou hipotensão, pele pegajosa e fria e inquietação.
IV- Grau IV: Síndrome do Choque da Dengue (SCD), ou seja, choque profundo com ausência de pressão arterial e pressão de pulso imperceptível.
Está correto o que se afirma em:
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A Cólera é uma infecção intestinal aguda, causada pela enterotoxina do bacilo da Cólera Vibrio cholerae, frequentemente assintomática ou oligossintomática, com diarréia leve. Pode se apresentar de forma grave, com diarréia aquosa e profusa, com ou sem vômitos, dor abdominal e câimbras. Esse quadro, quando não tratado prontamente, pode evoluir para desidratação, acidose, colapso circulatório, com choque hipovolêmico e insuficiência renal à infecção. As complicações são decorrentes, fundamentalmente, da depleção hidro-salina imposta pela diarreia e pelos vômitos. A desidratação não corrigida levará a uma deterioração progressiva da circulação, da função renal e do balanço hidroeletrolítico, produzindo dano a todos os sistemas do organismo. Em consequência, sobrevém:
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Quanto ao escorpionismo, o envenenamento ocorre pela inoculação de veneno pelo ferrão ou aguilhão, localizado na cauda de escorpiões. A estimulação de terminações nervosas sensitivas determina o aparecimento do quadro local, de instalação imediata e caracterizada por dor intensa, edema e eritema discretos, sudorese localizada em torno do ponto de picada e piloereção. Eventualmente, mioclonias e fasciculações podem ocorrer. A atividade sobre o sistema nervoso autônomo é responsável pelo quadro sistêmico, observado em crianças, nas quais, após intervalo de minutos até poucas horas (de 2 a 3), podem surgir manifestações sistêmicas como sudorese profusa, agitação psicomotora, tremores, náuseas, vômitos, sialorreia, hipertensão ou hipotensão arterial, arritmia cardíaca, insuficiência cardíaca congestiva, edema pulmonar agudo e choque. A presença dessas manifestações impõe a suspeita do diagnóstico de escorpionismo, mesmo na ausência de história de picada ou identificação do animal. Nos casos leves, onde estão presentes somente as manifestações locais, o tratamento é sintomático com medidas que visem o alívio da dor com:
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São atribuições específicas do médico que atua na Atenção Básica:
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O gênero cândido, compreendendo mais de 20 espécies de leveduras, inclui os patógenos oportunistas mais comuns. Muitas espécies de cândida são da flora humana endógena, bem adaptadas a vida sobre ou dentro do organismo humano. Entretanto, são capazes de provocar doenças quando as defesas do hospedeiro estão comprometidas. As infecções por Cândida dos tecidos profundos são muito menos comuns que as infecções superficiais, mas podem oferecer risco a vida. Os locais mais comuns afetados são:
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Para o clinico, a embolia pulmonar continua a ser um desafio diagnóstico e terapêutico importante. De fato, são relatados tromboêmbolos pulmonares em mais da metade de todas as necropsias. Ademais, essa complicação ocorre em 1 a 2% de todos os pacientes pós-cirúrgicos acima de 40 anos de idade. O risco aumenta com o avançar da idade, obesidade, tempo do procedimento cirúrgico, infecção pós-cirúrgica, presença de câncer e doença venosa preexistente. Os aspectos clínicos da embolia pulmonar aguda variam dependendo do tamanho do êmbolo, da higidez do paciente e de a embolização ocorrer de modo agudo ou crônico. A embolia pulmonar aguda está dividida nas seguintes síndromes:
I- Êmbolos pulmonares pequenos assintomáticos
II- Dispnéia e taquipnéia transitórias sem outros sintomas
III- Infarto pulmonar, com dor torácica pleurítica, hemoptise e derrame pleural
IV- Colapso cardiovascular com morte súbita
Está correto o que se afirma em:
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Herpes Zoster Deve-se à ocorrência da reativação tardia do vírus da varicela zoster, observada em pacientes com comprometimento imunológico, como nas doenças sistêmicas, pacientes em uso de drogas imunossupressoras e ainda naqueles acima dos 60 anos, pela diminuição da imunidade celular. Após um período prodrômico de dor, parestesia e queimação de aproximadamente três dias, observa-se o aparecimento das vesículas, agrupadas, sobre base eritematosa, de distribuição unilateral, seguindo um dermátomo. O rompimento das vesículas deixa a área ulcerada, que será recoberta por crosta, evoluindo para a cura em duas a três semanas. Infecção bacteriana secundária pode complicar o quadro. O local mais acometido é o tronco, mas pode se desenvolver em qualquer parte do corpo, inclusive na face, com comprometimento do nervo trigêmeo. Tem objetivo de diminuir a severidade e duração da dor, o risco de transmissão e as complicações, como a nevralgia pós-herpética. Deve ser iniciado, preferencialmente, nas primeiras 72 horas do aparecimento das vesículas. O tratamento tópico não está recomendado pela baixa eficácia. Os antivirais sistêmicos são:
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