Foram encontradas 32 questões.
A separação intempestiva da placenta do seu sítio de implantação no corpo uterino antes do nascimento do feto, em uma gestação de 20 ou mais semanas completas. É característica:
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Poliúria, polidipsia, perda inexplicada de peso e polifagia são sinais e sintomas característicos que levam o profissional de saúde a suspeitar da doença:
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Processo pelo qual são destruídas todas as formas de vida microbiana mediante aplicação de agentes físicos e químicos. É utilizado no tratamento de artigos críticos. Essa definição refere-se a:
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A incontinência urinária tem amplo impacto sobre a qualidade de vida das pessoas idosas. Comumente, causa grande constrangimento e induz ao isolamento social e à depressão. Geralmente se deve a alterações específicas do corpo em decorrência de doenças, uso de medicamentos ou pode representar o início de uma doença. As causas de incontinência urinária na pessoa idosa podem ser divididas em agudas e crônicas. A fase crônica possui quatro tipos. Associe corretamente os tipos aos seus sintomas.
(1) Esforço
(2) Urgência
(3) Sobrefluxo
(4) Funcional
( ) Extravasamento de urina (quase sempre volumes grandes, ainda que seja variável) pela incapacidade para retardar a micção após perceber a sensação de plenitude vesical.
( ) Escape de urina relacionado com a incapacidade para usar o vaso sanitário por dano da função cognitiva ou física, falta de disposição psicológica ou barreiras no ambiente.
( ) Escape involuntário de urina, quase sempre em pequenas quantidades, com aumentos da pressão intra-abdominal.
( ) Escape de urina, quase sempre em pequenas quantidades, secundária a esforço mecânico sobre a bexiga distendida ou por outros efeitos da retenção urinária e a função esfincteriana.
Marque a sequência correta:
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Segundo as Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial, são hipertensos os adultos cuja pressão arterial sistólica (PAS) atinge valores iguais ou superiores a 140 mmHg, e/ou cuja pressão arterial diastólica (PAD) seja igual ou maior que 90 mmHg. Por ser um fator de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares (DCV), é considerado um dos problemas de saúde pública a ser enfrentado por toda sociedade. Portanto, é imprescindível que o profissional de saúde seja devidamente qualificado para uma apropriada aferição da pressão arterial. Dessa forma, julgue os itens a seguir acerca do preparo do paciente para uma adequada aferição da pressão arterial:
I- Explicar o procedimento ao paciente e deixá-lo em repouso de 15 a 20min em ambiente calmo. Deve ser orientado a não conversar durante a medição.
II- Certificar-se de que o paciente não esteja com a bexiga cheia.
III- A posição corporal do paciente na hora de aferir a pressão não interfere no resultado.
IV- A prática de atividade física há pelo menos 60 minutos não prejudica o resultado da pressão arterial.
V- Certificar-se de que o paciente não tenha fumado nos últimos 30 minutos.
VI- Assegurar que o paciente não tenha ingerido bebidas alcoólicas, café ou alimentos antes da aferição da pressão arterial.
Assinale a alternativa correta:
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De acordo com o Código de Ética dos profissionais de Enfermagem julgue os itens a seguir:
I- É direito do profissional de enfermagem ser informado sobre o diagnóstico provisório ou definitivo de todos os pacientes que estejam sob sua assistência.
II- É responsabilidade do profissional de enfermagem avaliar criteriosamente sua competência técnica e legal e somente aceitar encargos ou atribuições, quando capaz de desempenho seguro para si e para o paciente.
III- É dever do profissional de enfermagem colocar seus serviços profissionais à disposição da comunidade em casos de emergência, epidemia e catástrofe, com o intuito de adquirir vantagens pessoais.
IV- É proibido ao profissional de enfermagem negar assistência de Enfermagem em caso de urgência ou emergência.
V- As penalidades a serem impostas pelos Conselhos Federal e Regionais de Enfermagem são: multa, advertência verbal, suspensão do exercício profissional, cassação do direito ao exercício profissional e censura.
Assinale a alternativa correta:
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Leia a tirinha de Baby blues para responder as questões abaixo.

Sobre o uso dos pronomes demonstrativos em relação à norma padrão é correto afirmar que:
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A onça e a raposa
A raposa e a onça eram inimigas antigas. Cansada de ser enganada pela raposa, sem poder apanhá-la, a onça resolveu atraí-la à sua furna, fazendo correr a notícia de que tinha morrido, e deitando-se no chão da caverna a fingir de cadáver. Todos os bichos vieram olhar a defunta, contentíssimos. A raposa também, mas prudentemente, pondo-se de longe. E, por trás dos outros animais, gritou:
— Minha avó, quando morreu, espirrou três vezes. Espirrar é o único sinal verdadeiro da morte.
Para mostrar que estava morta de verdade, a onça espirrou três vezes e a raposa fugiu às gargalhadas.
A onça ficou furiosa por ter ela descoberto facilmente seu embuste e resolveu agarrá-la, quando fosse beber água. Havia seca no sertão e somente numa cacimba, ao pé duma serra, se encontrava ainda um pouco de água. Todos os bichos eram obrigados a matar a sede ali. A onça ficou à espera da adversária dia e noite, ao pé da bebida.
Nunca a raposa curtira tanta sede em dias de sua vida. Ao fim de uns três, já não aguentava mais. Resolveu empregar astúcia para se desalterar. Procurou um cortiço de abelhas. furou-o e, com o mel que dele escorreu, untou todo o corpo. Espojou-se, depois, num monte de folhas secas, que se grudaram aos seus pelos e a cobriram toda.
Ao cair da tarde, foi à cacimba. A onça montava guarda, olhou-a muito tempo e perguntou-lhe:
— Que bicho és tu que não conheço e nunca vi?
Ela respondeu, disfarçando a voz.
— Sou o bicho Folharal.
— Está bem. Podes beber.
Mais que depressa, a raposa desceu a pequena rampa do bebedouro, meteu-se na água, sorvendo-a com delícia, e a onça, lá de cima, vendo aquela sofreguidão no beber de
animal que trazia sede de vários dias, desconfiou e murmurou:
— Quanto bebes, Folharal!
Mas a água derretia o mel e as folhas iam-se despregando. Quando a raposa se fartou, caíra a última. Então, a onça a reconheceu e, com um urro de triunfo, saltou ferozmente sobre ela. A noite viera, o pulo foi mal calculado no escuro e a raposa escapou, fugindo às gargalhadas.
Marque a alternativa que indica o motivo da concordância do sujeito com o verbo nessa oração: O enxame não atacou a raposa.
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A onça e a raposa
A raposa e a onça eram inimigas antigas. Cansada de ser enganada pela raposa, sem poder apanhá-la, a onça resolveu atraí-la à sua furna, fazendo correr a notícia de que tinha morrido, e deitando-se no chão da caverna a fingir de cadáver. Todos os bichos vieram olhar a defunta, contentíssimos. A raposa também, mas prudentemente, pondo-se de longe. E, por trás dos outros animais, gritou:
— Minha avó, quando morreu, espirrou três vezes. Espirrar é o único sinal verdadeiro da morte.
Para mostrar que estava morta de verdade, a onça espirrou três vezes e a raposa fugiu às gargalhadas.
A onça ficou furiosa por ter ela descoberto facilmente seu embuste e resolveu agarrá-la, quando fosse beber água. Havia seca no sertão e somente numa cacimba, ao pé duma serra, se encontrava ainda um pouco de água. Todos os bichos eram obrigados a matar a sede ali. A onça ficou à espera da adversária dia e noite, ao pé da bebida.
Nunca a raposa curtira tanta sede em dias de sua vida. Ao fim de uns três, já não aguentava mais. Resolveu empregar astúcia para se desalterar. Procurou um cortiço de abelhas. furou-o e, com o mel que dele escorreu, untou todo o corpo. Espojou-se, depois, num monte de folhas secas, que se grudaram aos seus pelos e a cobriram toda.
Ao cair da tarde, foi à cacimba. A onça montava guarda, olhou-a muito tempo e perguntou-lhe:
— Que bicho és tu que não conheço e nunca vi?
Ela respondeu, disfarçando a voz.
— Sou o bicho Folharal.
— Está bem. Podes beber.
Mais que depressa, a raposa desceu a pequena rampa do bebedouro, meteu-se na água, sorvendo-a com delícia, e a onça, lá de cima, vendo aquela sofreguidão no beber de
animal que trazia sede de vários dias, desconfiou e murmurou:
— Quanto bebes, Folharal!
Mas a água derretia o mel e as folhas iam-se despregando. Quando a raposa se fartou, caíra a última. Então, a onça a reconheceu e, com um urro de triunfo, saltou ferozmente sobre ela. A noite viera, o pulo foi mal calculado no escuro e a raposa escapou, fugindo às gargalhadas.
Observe os períodos e suas respectivas análises. Marque a que foi feita corretamente:
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A onça e a raposa
A raposa e a onça eram inimigas antigas. Cansada de ser enganada pela raposa, sem poder apanhá-la, a onça resolveu atraí-la à sua furna, fazendo correr a notícia de que tinha morrido, e deitando-se no chão da caverna a fingir de cadáver. Todos os bichos vieram olhar a defunta, contentíssimos. A raposa também, mas prudentemente, pondo-se de longe. E, por trás dos outros animais, gritou:
— Minha avó, quando morreu, espirrou três vezes. Espirrar é o único sinal verdadeiro da morte.
Para mostrar que estava morta de verdade, a onça espirrou três vezes e a raposa fugiu às gargalhadas.
A onça ficou furiosa por ter ela descoberto facilmente seu embuste e resolveu agarrá-la, quando fosse beber água. Havia seca no sertão e somente numa cacimba, ao pé duma serra, se encontrava ainda um pouco de água. Todos os bichos eram obrigados a matar a sede ali. A onça ficou à espera da adversária dia e noite, ao pé da bebida.
Nunca a raposa curtira tanta sede em dias de sua vida. Ao fim de uns três, já não aguentava mais. Resolveu empregar astúcia para se desalterar. Procurou um cortiço de abelhas. furou-o e, com o mel que dele escorreu, untou todo o corpo. Espojou-se, depois, num monte de folhas secas, que se grudaram aos seus pelos e a cobriram toda.
Ao cair da tarde, foi à cacimba. A onça montava guarda, olhou-a muito tempo e perguntou-lhe:
— Que bicho és tu que não conheço e nunca vi?
Ela respondeu, disfarçando a voz.
— Sou o bicho Folharal.
— Está bem. Podes beber.
Mais que depressa, a raposa desceu a pequena rampa do bebedouro, meteu-se na água, sorvendo-a com delícia, e a onça, lá de cima, vendo aquela sofreguidão no beber de
animal que trazia sede de vários dias, desconfiou e murmurou:
— Quanto bebes, Folharal!
Mas a água derretia o mel e as folhas iam-se despregando. Quando a raposa se fartou, caíra a última. Então, a onça a reconheceu e, com um urro de triunfo, saltou ferozmente sobre ela. A noite viera, o pulo foi mal calculado no escuro e a raposa escapou, fugindo às gargalhadas.
Sobre o gênero e tipologia textual do texto “A onça e a raposa”, analise as afirmativas a seguir.
I. O gênero textual em questão é uma fábula pertencente à tipologia narrativa.
II. A tipologia e o gênero textual se definem igualmente.
III. O gênero textual fábula em questão é pertencente à tipologia descritiva.
IV. São características que definem a fábula: os animais que falam e uma linguagem erudita.
V. Mesmo quando não há uma moral explícita, a fábula busca transmitir alguma lição moral humana.
Assinale a alternativa correta:
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