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Com "efeitos expressivos de usos variados da língua" (linhas 35-36) e "variação socioletal" (linha 37), o texto alude, respectivamente, a:
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Leia os textos abaixo e responda às questões propostas
Texto 1
Aprender a escrever é, em grande parte, se não
principalmente, aprender a pensar, aprender a
encontrar idéias e a concatená-las, pois, assim como
não é possível dar o que não se tem, não se pode
05 transmitir o que a mente não criou ou não
aprovisionou. Quando os professores nos limitamos a
dar aos alunos temas para redação sem lhes
sugerirmos roteiros ou rumos para fontes de idéias,
sem, por assim dizer, lhes "fertilizarmos" a mente, o
10 resultado é quase sempre desanimador: um
aglomerado de frases desconexas, mal redigidas, mal
estruturadas, um acúmulo de palavras que se
atropelam sem sentido e sem propósito; frases em que
procuram fundir idéias que não tinham ou que foram
15mal pensadas ou mal digeridas. Não podiam dar o que
não tinham, mesmo que dispusessem de palavras-
palavras, quer dizer, palavras de dicionário, e de
noções razoáveis sobre a estrutura da frase. É que
palavras não criam idéias; estas, se existem, é que
20 forçosamente, acabam corporificando-se naquelas,
desde que se aprenda como associá-las e concatená-
las, fundindo-as em moldes frasais adequados.
Quando o estudante tem algo a dizer, porque pensou, e
pensou com clareza, sua expressão é geralmente
25 satisfatória.
Todos reconhecemos ser ilusão supor - como já
dissemos - que se está apto a escrever quando se
conhecem as regras gramaticais e suas exceções. Há
evidentemente um mínimo de gramática indispensável
30(grafia, pontuação, um pouco de morfologia e um
pouco de sintaxe), mínimo suficiente para permitir que
o estudante adquira certos hábitos de estruturação de
frases modestas mas claras, coerentes, objetivas. A
experiência nos ensina que as falhas mais graves das
35 redações dos nossos colegiais resultam menos das
incorreções gramaticais do que da falta de idéias ou da
sua má concatenação. Escreve realmente mal o
estudante que não tem o que dizer porque não
aprendeu a pôr em ordem seu pensamento, e porque
40não tem o que dizer, não lhe bastam as regrinhas
gramaticais, nem mesmo o melhor vocabulário de que
possa dispor. Portanto, é preciso fornecer-lhe os
meios de disciplinar o raciocínio, de estimular-lhe o
espírito de observação dos fatos e ensiná-lo a criar ou
45aprovisionar idéias: ensinar, enfim, a pensar.
(GARCIA. Othon M.Comunicação em prosa moderna. 14 ed. Rio de Janeiro: F. G. V., 1988, p. 291.)
Há ERRO na indicação da função sintática do pronome relativo em:
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Texto 1
Aprender a escrever é, em grande parte, se não
principalmente, aprender a pensar, aprender a
encontrar idéias e a concatená-las, pois, assim como
não é possível dar o que não se tem, não se pode
05 transmitir o que a mente não criou ou não
aprovisionou. Quando os professores nos limitamos a
dar aos alunos temas para redação sem lhes
sugerirmos roteiros ou rumos para fontes de idéias,
sem, por assim dizer, lhes "fertilizarmos" a mente, o
10 resultado é quase sempre desanimador: um
aglomerado de frases desconexas, mal redigidas, mal
estruturadas, um acúmulo de palavras que se
atropelam sem sentido e sem propósito; frases em que
procuram fundir idéias que não tinham ou que foram
15mal pensadas ou mal digeridas. Não podiam dar o que
não tinham, mesmo que dispusessem de palavras-
palavras, quer dizer, palavras de dicionário, e de
noções razoáveis sobre a estrutura da frase. É que
palavras não criam idéias; estas, se existem, é que
20 forçosamente, acabam corporificando-se naquelas,
desde que se aprenda como associá-las e concatená-
las, fundindo-as em moldes frasais adequados.
Quando o estudante tem algo a dizer, porque pensou, e
pensou com clareza, sua expressão é geralmente
25 satisfatória.
Todos reconhecemos ser ilusão supor - como já
dissemos - que se está apto a escrever quando se
conhecem as regras gramaticais e suas exceções. Há
evidentemente um mínimo de gramática indispensável
30(grafia, pontuação, um pouco de morfologia e um
pouco de sintaxe), mínimo suficiente para permitir que
o estudante adquira certos hábitos de estruturação de
frases modestas mas claras, coerentes, objetivas. A
experiência nos ensina que as falhas mais graves das
35 redações dos nossos colegiais resultam menos das
incorreções gramaticais do que da falta de idéias ou da
sua má concatenação. Escreve realmente mal o
estudante que não tem o que dizer porque não
aprendeu a pôr em ordem seu pensamento, e porque
40não tem o que dizer, não lhe bastam as regrinhas
gramaticais, nem mesmo o melhor vocabulário de que
possa dispor. Portanto, é preciso fornecer-lhe os
meios de disciplinar o raciocínio, de estimular-lhe o
espírito de observação dos fatos e ensiná-lo a criar ou
45aprovisionar idéias: ensinar, enfim, a pensar.
(GARCIA. Othon M.Comunicação em prosa moderna. 14 ed. Rio de Janeiro: F. G. V., 1988, p. 291.)
Nem sempre é possível reescrever orações subordinadas desenvolvidas como reduzidas, e viceversa. Em relação às orações abaixo, a instrução de reescrita que NÃO pode ser cumprida é:
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Texto 1
Aprender a escrever é, em grande parte, se não
principalmente, aprender a pensar, aprender a
encontrar idéias e a concatená-las, pois, assim como
não é possível dar o que não se tem, não se pode
05 transmitir o que a mente não criou ou não
aprovisionou. Quando os professores nos limitamos a
dar aos alunos temas para redação sem lhes
sugerirmos roteiros ou rumos para fontes de idéias,
sem, por assim dizer, lhes "fertilizarmos" a mente, o
10 resultado é quase sempre desanimador: um
aglomerado de frases desconexas, mal redigidas, mal
estruturadas, um acúmulo de palavras que se
atropelam sem sentido e sem propósito; frases em que
procuram fundir idéias que não tinham ou que foram
15mal pensadas ou mal digeridas. Não podiam dar o que
não tinham, mesmo que dispusessem de palavras-
palavras, quer dizer, palavras de dicionário, e de
noções razoáveis sobre a estrutura da frase. É que
palavras não criam idéias; estas, se existem, é que
20 forçosamente, acabam corporificando-se naquelas,
desde que se aprenda como associá-las e concatená-
las, fundindo-as em moldes frasais adequados.
Quando o estudante tem algo a dizer, porque pensou, e
pensou com clareza, sua expressão é geralmente
25 satisfatória.
Todos reconhecemos ser ilusão supor - como já
dissemos - que se está apto a escrever quando se
conhecem as regras gramaticais e suas exceções. Há
evidentemente um mínimo de gramática indispensável
30(grafia, pontuação, um pouco de morfologia e um
pouco de sintaxe), mínimo suficiente para permitir que
o estudante adquira certos hábitos de estruturação de
frases modestas mas claras, coerentes, objetivas. A
experiência nos ensina que as falhas mais graves das
35 redações dos nossos colegiais resultam menos das
incorreções gramaticais do que da falta de idéias ou da
sua má concatenação. Escreve realmente mal o
estudante que não tem o que dizer porque não
aprendeu a pôr em ordem seu pensamento, e porque
40não tem o que dizer, não lhe bastam as regrinhas
gramaticais, nem mesmo o melhor vocabulário de que
possa dispor. Portanto, é preciso fornecer-lhe os
meios de disciplinar o raciocínio, de estimular-lhe o
espírito de observação dos fatos e ensiná-lo a criar ou
45aprovisionar idéias: ensinar, enfim, a pensar.
(GARCIA. Othon M.Comunicação em prosa moderna. 14 ed. Rio de Janeiro: F. G. V., 1988, p. 291.)
Na língua culta, a regência do verbo em destaque, no contexto em que está empregado, é facultativa em:
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Texto 1
Aprender a escrever é, em grande parte, se não
principalmente, aprender a pensar, aprender a
encontrar idéias e a concatená-las, pois, assim como
não é possível dar o que não se tem, não se pode
05 transmitir o que a mente não criou ou não
aprovisionou. Quando os professores nos limitamos a
dar aos alunos temas para redação sem lhes
sugerirmos roteiros ou rumos para fontes de idéias,
sem, por assim dizer, lhes "fertilizarmos" a mente, o
10 resultado é quase sempre desanimador: um
aglomerado de frases desconexas, mal redigidas, mal
estruturadas, um acúmulo de palavras que se
atropelam sem sentido e sem propósito; frases em que
procuram fundir idéias que não tinham ou que foram
15mal pensadas ou mal digeridas. Não podiam dar o que
não tinham, mesmo que dispusessem de palavras-
palavras, quer dizer, palavras de dicionário, e de
noções razoáveis sobre a estrutura da frase. É que
palavras não criam idéias; estas, se existem, é que
20 forçosamente, acabam corporificando-se naquelas,
desde que se aprenda como associá-las e concatená-
las, fundindo-as em moldes frasais adequados.
Quando o estudante tem algo a dizer, porque pensou, e
pensou com clareza, sua expressão é geralmente
25 satisfatória.
Todos reconhecemos ser ilusão supor - como já
dissemos - que se está apto a escrever quando se
conhecem as regras gramaticais e suas exceções. Há
evidentemente um mínimo de gramática indispensável
30(grafia, pontuação, um pouco de morfologia e um
pouco de sintaxe), mínimo suficiente para permitir que
o estudante adquira certos hábitos de estruturação de
frases modestas mas claras, coerentes, objetivas. A
experiência nos ensina que as falhas mais graves das
35 redações dos nossos colegiais resultam menos das
incorreções gramaticais do que da falta de idéias ou da
sua má concatenação. Escreve realmente mal o
estudante que não tem o que dizer porque não
aprendeu a pôr em ordem seu pensamento, e porque
40não tem o que dizer, não lhe bastam as regrinhas
gramaticais, nem mesmo o melhor vocabulário de que
possa dispor. Portanto, é preciso fornecer-lhe os
meios de disciplinar o raciocínio, de estimular-lhe o
espírito de observação dos fatos e ensiná-lo a criar ou
45aprovisionar idéias: ensinar, enfim, a pensar.
(GARCIA. Othon M.Comunicação em prosa moderna. 14 ed. Rio de Janeiro: F. G. V., 1988, p. 291.)
Em: "Quando os professores nos limitamos a dar aos alunos temas para redação..." (linhas 6-7), observa-se:
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Aprender a escrever é, em grande parte, se não
principalmente, aprender a pensar, aprender a
encontrar idéias e a concatená-las, pois, assim como
não é possível dar o que não se tem, não se pode
05 transmitir o que a mente não criou ou não
aprovisionou. Quando os professores nos limitamos a
dar aos alunos temas para redação sem lhes
sugerirmos roteiros ou rumos para fontes de idéias,
sem, por assim dizer, lhes "fertilizarmos" a mente, o
10 resultado é quase sempre desanimador: um
aglomerado de frases desconexas, mal redigidas, mal
estruturadas, um acúmulo de palavras que se
atropelam sem sentido e sem propósito; frases em que
procuram fundir idéias que não tinham ou que foram
15mal pensadas ou mal digeridas. Não podiam dar o que
não tinham, mesmo que dispusessem de palavras-
palavras, quer dizer, palavras de dicionário, e de
noções razoáveis sobre a estrutura da frase. É que
palavras não criam idéias; estas, se existem, é que
20 forçosamente, acabam corporificando-se naquelas,
desde que se aprenda como associá-las e concatená-
las, fundindo-as em moldes frasais adequados.
Quando o estudante tem algo a dizer, porque pensou, e
pensou com clareza, sua expressão é geralmente
25 satisfatória.
Todos reconhecemos ser ilusão supor - como já
dissemos - que se está apto a escrever quando se
conhecem as regras gramaticais e suas exceções. Há
evidentemente um mínimo de gramática indispensável
30(grafia, pontuação, um pouco de morfologia e um
pouco de sintaxe), mínimo suficiente para permitir que
o estudante adquira certos hábitos de estruturação de
frases modestas mas claras, coerentes, objetivas. A
experiência nos ensina que as falhas mais graves das
35 redações dos nossos colegiais resultam menos das
incorreções gramaticais do que da falta de idéias ou da
sua má concatenação. Escreve realmente mal o
estudante que não tem o que dizer porque não
aprendeu a pôr em ordem seu pensamento, e porque
40não tem o que dizer, não lhe bastam as regrinhas
gramaticais, nem mesmo o melhor vocabulário de que
possa dispor. Portanto, é preciso fornecer-lhe os
meios de disciplinar o raciocínio, de estimular-lhe o
espírito de observação dos fatos e ensiná-lo a criar ou
45aprovisionar idéias: ensinar, enfim, a pensar.
(GARCIA. Othon M.Comunicação em prosa moderna. 14 ed. Rio de Janeiro: F. G. V., 1988, p. 291.)
Emprega-se afixo para exprimir conteúdo próprio da função emotiva da linguagem em:
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Texto 1
Aprender a escrever é, em grande parte, se não
principalmente, aprender a pensar, aprender a
encontrar idéias e a concatená-las, pois, assim como
não é possível dar o que não se tem, não se pode
05 transmitir o que a mente não criou ou não
aprovisionou. Quando os professores nos limitamos a
dar aos alunos temas para redação sem lhes
sugerirmos roteiros ou rumos para fontes de idéias,
sem, por assim dizer, lhes "fertilizarmos" a mente, o
10 resultado é quase sempre desanimador: um
aglomerado de frases desconexas, mal redigidas, mal
estruturadas, um acúmulo de palavras que se
atropelam sem sentido e sem propósito; frases em que
procuram fundir idéias que não tinham ou que foram
15mal pensadas ou mal digeridas. Não podiam dar o que
não tinham, mesmo que dispusessem de palavras-
palavras, quer dizer, palavras de dicionário, e de
noções razoáveis sobre a estrutura da frase. É que
palavras não criam idéias; estas, se existem, é que
20 forçosamente, acabam corporificando-se naquelas,
desde que se aprenda como associá-las e concatená-
las, fundindo-as em moldes frasais adequados.
Quando o estudante tem algo a dizer, porque pensou, e
pensou com clareza, sua expressão é geralmente
25 satisfatória.
Todos reconhecemos ser ilusão supor - como já
dissemos - que se está apto a escrever quando se
conhecem as regras gramaticais e suas exceções. Há
evidentemente um mínimo de gramática indispensável
30(grafia, pontuação, um pouco de morfologia e um
pouco de sintaxe), mínimo suficiente para permitir que
o estudante adquira certos hábitos de estruturação de
frases modestas mas claras, coerentes, objetivas. A
experiência nos ensina que as falhas mais graves das
35 redações dos nossos colegiais resultam menos das
incorreções gramaticais do que da falta de idéias ou da
sua má concatenação. Escreve realmente mal o
estudante que não tem o que dizer porque não
aprendeu a pôr em ordem seu pensamento, e porque
40não tem o que dizer, não lhe bastam as regrinhas
gramaticais, nem mesmo o melhor vocabulário de que
possa dispor. Portanto, é preciso fornecer-lhe os
meios de disciplinar o raciocínio, de estimular-lhe o
espírito de observação dos fatos e ensiná-lo a criar ou
45aprovisionar idéias: ensinar, enfim, a pensar.
(GARCIA. Othon M.Comunicação em prosa moderna. 14 ed. Rio de Janeiro: F. G. V., 1988, p. 291.)
Usam-se aspas em "fertilizarmos" (linha 9) para chamar a atenção do leitor para:
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Texto 1
Aprender a escrever é, em grande parte, se não
principalmente, aprender a pensar, aprender a
encontrar idéias e a concatená-las, pois, assim como
não é possível dar o que não se tem, não se pode
05 transmitir o que a mente não criou ou não
aprovisionou. Quando os professores nos limitamos a
dar aos alunos temas para redação sem lhes
sugerirmos roteiros ou rumos para fontes de idéias,
sem, por assim dizer, lhes "fertilizarmos" a mente, o
10 resultado é quase sempre desanimador: um
aglomerado de frases desconexas, mal redigidas, mal
estruturadas, um acúmulo de palavras que se
atropelam sem sentido e sem propósito; frases em que
procuram fundir idéias que não tinham ou que foram
15mal pensadas ou mal digeridas. Não podiam dar o que
não tinham, mesmo que dispusessem de palavras-
palavras, quer dizer, palavras de dicionário, e de
noções razoáveis sobre a estrutura da frase. É que
palavras não criam idéias; estas, se existem, é que
20 forçosamente, acabam corporificando-se naquelas,
desde que se aprenda como associá-las e concatená-
las, fundindo-as em moldes frasais adequados.
Quando o estudante tem algo a dizer, porque pensou, e
pensou com clareza, sua expressão é geralmente
25 satisfatória.
Todos reconhecemos ser ilusão supor - como já
dissemos - que se está apto a escrever quando se
conhecem as regras gramaticais e suas exceções. Há
evidentemente um mínimo de gramática indispensável
30(grafia, pontuação, um pouco de morfologia e um
pouco de sintaxe), mínimo suficiente para permitir que
o estudante adquira certos hábitos de estruturação de
frases modestas mas claras, coerentes, objetivas. A
experiência nos ensina que as falhas mais graves das
35 redações dos nossos colegiais resultam menos das
incorreções gramaticais do que da falta de idéias ou da
sua má concatenação. Escreve realmente mal o
estudante que não tem o que dizer porque não
aprendeu a pôr em ordem seu pensamento, e porque
40não tem o que dizer, não lhe bastam as regrinhas
gramaticais, nem mesmo o melhor vocabulário de que
possa dispor. Portanto, é preciso fornecer-lhe os
meios de disciplinar o raciocínio, de estimular-lhe o
espírito de observação dos fatos e ensiná-lo a criar ou
45aprovisionar idéias: ensinar, enfim, a pensar.
(GARCIA. Othon M.Comunicação em prosa moderna. 14 ed. Rio de Janeiro: F. G. V., 1988, p. 291.)
Possuem o mesmo valor relacional que "desde que" (linha 21) todos os conectivos relacionados em:
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- MorfologiaConjunçõesClassificação das ConjunçõesConjunções CoordenativasConjunções coordenativas adversativas
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Aprender a escrever é, em grande parte, se não
principalmente, aprender a pensar, aprender a
encontrar idéias e a concatená-las, pois, assim como
não é possível dar o que não se tem, não se pode
05 transmitir o que a mente não criou ou não
aprovisionou. Quando os professores nos limitamos a
dar aos alunos temas para redação sem lhes
sugerirmos roteiros ou rumos para fontes de idéias,
sem, por assim dizer, lhes "fertilizarmos" a mente, o
10 resultado é quase sempre desanimador: um
aglomerado de frases desconexas, mal redigidas, mal
estruturadas, um acúmulo de palavras que se
atropelam sem sentido e sem propósito; frases em que
procuram fundir idéias que não tinham ou que foram
15mal pensadas ou mal digeridas. Não podiam dar o que
não tinham, mesmo que dispusessem de palavras-
palavras, quer dizer, palavras de dicionário, e de
noções razoáveis sobre a estrutura da frase. É que
palavras não criam idéias; estas, se existem, é que
20 forçosamente, acabam corporificando-se naquelas,
desde que se aprenda como associá-las e concatená-
las, fundindo-as em moldes frasais adequados.
Quando o estudante tem algo a dizer, porque pensou, e
pensou com clareza, sua expressão é geralmente
25 satisfatória.
Todos reconhecemos ser ilusão supor - como já
dissemos - que se está apto a escrever quando se
conhecem as regras gramaticais e suas exceções. Há
evidentemente um mínimo de gramática indispensável
30(grafia, pontuação, um pouco de morfologia e um
pouco de sintaxe), mínimo suficiente para permitir que
o estudante adquira certos hábitos de estruturação de
frases modestas mas claras, coerentes, objetivas. A
experiência nos ensina que as falhas mais graves das
35 redações dos nossos colegiais resultam menos das
incorreções gramaticais do que da falta de idéias ou da
sua má concatenação. Escreve realmente mal o
estudante que não tem o que dizer porque não
aprendeu a pôr em ordem seu pensamento, e porque
40não tem o que dizer, não lhe bastam as regrinhas
gramaticais, nem mesmo o melhor vocabulário de que
possa dispor. Portanto, é preciso fornecer-lhe os
meios de disciplinar o raciocínio, de estimular-lhe o
espírito de observação dos fatos e ensiná-lo a criar ou
45aprovisionar idéias: ensinar, enfim, a pensar.
(GARCIA. Othon M.Comunicação em prosa moderna. 14 ed. Rio de Janeiro: F. G. V., 1988, p. 291.)
Para marcar lingüisticamente a relação entre "A experiência nos ensina..." (linha 34) e a orientação discursiva dada anteriormente ao parágrafo, o autor poderia ter empregado:
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- LegislaçãoLei 9.394/1996: Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional
- Temas Educacionais PedagógicosGestão Democrática
Após consulta feita a uma especialista, uma diretora de escola pública do ensino fundamental preparou e apresentou o projeto pedagógico ao corpo docente da sua unidade escolar. Os professores rejeitaram o projeto, alegando ausência de um processo democrático na construção do referido projeto. Considerando a Lei 9394/96, é possível afirmar que:
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Caderno Container