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Foram encontradas 40 questões.

1490223 Ano: 2003
Disciplina: Português
Banca: FEC
Orgão: Pref. Niterói-RJ
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Enunciado 1490223-1

Enunciado 1490223-2

Com "efeitos expressivos de usos variados da língua" (linhas 35-36) e "variação socioletal" (linha 37), o texto alude, respectivamente, a:

 

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1490094 Ano: 2003
Disciplina: Português
Banca: FEC
Orgão: Pref. Niterói-RJ
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Leia os textos abaixo e responda às questões propostas


Texto 1


Aprender a escrever é, em grande parte, se não

principalmente, aprender a pensar, aprender a

encontrar idéias e a concatená-las, pois, assim como

não é possível dar o que não se tem, não se pode

05 transmitir o que a mente não criou ou não

aprovisionou. Quando os professores nos limitamos a

dar aos alunos temas para redação sem lhes

sugerirmos roteiros ou rumos para fontes de idéias,

sem, por assim dizer, lhes "fertilizarmos" a mente, o

10 resultado é quase sempre desanimador: um

aglomerado de frases desconexas, mal redigidas, mal

estruturadas, um acúmulo de palavras que se

atropelam sem sentido e sem propósito; frases em que

procuram fundir idéias que não tinham ou que foram

15mal pensadas ou mal digeridas. Não podiam dar o que

não tinham, mesmo que dispusessem de palavras-

palavras, quer dizer, palavras de dicionário, e de

noções razoáveis sobre a estrutura da frase. É que

palavras não criam idéias; estas, se existem, é que

20 forçosamente, acabam corporificando-se naquelas,

desde que se aprenda como associá-las e concatená-

las, fundindo-as em moldes frasais adequados.

Quando o estudante tem algo a dizer, porque pensou, e

pensou com clareza, sua expressão é geralmente

25 satisfatória.

Todos reconhecemos ser ilusão supor - como já

dissemos - que se está apto a escrever quando se

conhecem as regras gramaticais e suas exceções. Há

evidentemente um mínimo de gramática indispensável

30(grafia, pontuação, um pouco de morfologia e um

pouco de sintaxe), mínimo suficiente para permitir que

o estudante adquira certos hábitos de estruturação de

frases modestas mas claras, coerentes, objetivas. A

experiência nos ensina que as falhas mais graves das

35 redações dos nossos colegiais resultam menos das

incorreções gramaticais do que da falta de idéias ou da

sua má concatenação. Escreve realmente mal o

estudante que não tem o que dizer porque não

aprendeu a pôr em ordem seu pensamento, e porque

40não tem o que dizer, não lhe bastam as regrinhas

gramaticais, nem mesmo o melhor vocabulário de que

possa dispor. Portanto, é preciso fornecer-lhe os

meios de disciplinar o raciocínio, de estimular-lhe o

espírito de observação dos fatos e ensiná-lo a criar ou

45aprovisionar idéias: ensinar, enfim, a pensar.

(GARCIA. Othon M.Comunicação em prosa moderna. 14 ed. Rio de Janeiro: F. G. V., 1988, p. 291.)

Há ERRO na indicação da função sintática do pronome relativo em:

 

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1490093 Ano: 2003
Disciplina: Português
Banca: FEC
Orgão: Pref. Niterói-RJ
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Texto 1


Aprender a escrever é, em grande parte, se não

principalmente, aprender a pensar, aprender a

encontrar idéias e a concatená-las, pois, assim como

não é possível dar o que não se tem, não se pode

05 transmitir o que a mente não criou ou não

aprovisionou. Quando os professores nos limitamos a

dar aos alunos temas para redação sem lhes

sugerirmos roteiros ou rumos para fontes de idéias,

sem, por assim dizer, lhes "fertilizarmos" a mente, o

10 resultado é quase sempre desanimador: um

aglomerado de frases desconexas, mal redigidas, mal

estruturadas, um acúmulo de palavras que se

atropelam sem sentido e sem propósito; frases em que

procuram fundir idéias que não tinham ou que foram

15mal pensadas ou mal digeridas. Não podiam dar o que

não tinham, mesmo que dispusessem de palavras-

palavras, quer dizer, palavras de dicionário, e de

noções razoáveis sobre a estrutura da frase. É que

palavras não criam idéias; estas, se existem, é que

20 forçosamente, acabam corporificando-se naquelas,

desde que se aprenda como associá-las e concatená-

las, fundindo-as em moldes frasais adequados.

Quando o estudante tem algo a dizer, porque pensou, e

pensou com clareza, sua expressão é geralmente

25 satisfatória.

Todos reconhecemos ser ilusão supor - como já

dissemos - que se está apto a escrever quando se

conhecem as regras gramaticais e suas exceções. Há

evidentemente um mínimo de gramática indispensável

30(grafia, pontuação, um pouco de morfologia e um

pouco de sintaxe), mínimo suficiente para permitir que

o estudante adquira certos hábitos de estruturação de

frases modestas mas claras, coerentes, objetivas. A

experiência nos ensina que as falhas mais graves das

35 redações dos nossos colegiais resultam menos das

incorreções gramaticais do que da falta de idéias ou da

sua má concatenação. Escreve realmente mal o

estudante que não tem o que dizer porque não

aprendeu a pôr em ordem seu pensamento, e porque

40não tem o que dizer, não lhe bastam as regrinhas

gramaticais, nem mesmo o melhor vocabulário de que

possa dispor. Portanto, é preciso fornecer-lhe os

meios de disciplinar o raciocínio, de estimular-lhe o

espírito de observação dos fatos e ensiná-lo a criar ou

45aprovisionar idéias: ensinar, enfim, a pensar.

(GARCIA. Othon M.Comunicação em prosa moderna. 14 ed. Rio de Janeiro: F. G. V., 1988, p. 291.)

Nem sempre é possível reescrever orações subordinadas desenvolvidas como reduzidas, e viceversa. Em relação às orações abaixo, a instrução de reescrita que NÃO pode ser cumprida é:

 

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1490092 Ano: 2003
Disciplina: Português
Banca: FEC
Orgão: Pref. Niterói-RJ
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Texto 1


Aprender a escrever é, em grande parte, se não

principalmente, aprender a pensar, aprender a

encontrar idéias e a concatená-las, pois, assim como

não é possível dar o que não se tem, não se pode

05 transmitir o que a mente não criou ou não

aprovisionou. Quando os professores nos limitamos a

dar aos alunos temas para redação sem lhes

sugerirmos roteiros ou rumos para fontes de idéias,

sem, por assim dizer, lhes "fertilizarmos" a mente, o

10 resultado é quase sempre desanimador: um

aglomerado de frases desconexas, mal redigidas, mal

estruturadas, um acúmulo de palavras que se

atropelam sem sentido e sem propósito; frases em que

procuram fundir idéias que não tinham ou que foram

15mal pensadas ou mal digeridas. Não podiam dar o que

não tinham, mesmo que dispusessem de palavras-

palavras, quer dizer, palavras de dicionário, e de

noções razoáveis sobre a estrutura da frase. É que

palavras não criam idéias; estas, se existem, é que

20 forçosamente, acabam corporificando-se naquelas,

desde que se aprenda como associá-las e concatená-

las, fundindo-as em moldes frasais adequados.

Quando o estudante tem algo a dizer, porque pensou, e

pensou com clareza, sua expressão é geralmente

25 satisfatória.

Todos reconhecemos ser ilusão supor - como já

dissemos - que se está apto a escrever quando se

conhecem as regras gramaticais e suas exceções. Há

evidentemente um mínimo de gramática indispensável

30(grafia, pontuação, um pouco de morfologia e um

pouco de sintaxe), mínimo suficiente para permitir que

o estudante adquira certos hábitos de estruturação de

frases modestas mas claras, coerentes, objetivas. A

experiência nos ensina que as falhas mais graves das

35 redações dos nossos colegiais resultam menos das

incorreções gramaticais do que da falta de idéias ou da

sua má concatenação. Escreve realmente mal o

estudante que não tem o que dizer porque não

aprendeu a pôr em ordem seu pensamento, e porque

40não tem o que dizer, não lhe bastam as regrinhas

gramaticais, nem mesmo o melhor vocabulário de que

possa dispor. Portanto, é preciso fornecer-lhe os

meios de disciplinar o raciocínio, de estimular-lhe o

espírito de observação dos fatos e ensiná-lo a criar ou

45aprovisionar idéias: ensinar, enfim, a pensar.

(GARCIA. Othon M.Comunicação em prosa moderna. 14 ed. Rio de Janeiro: F. G. V., 1988, p. 291.)

Na língua culta, a regência do verbo em destaque, no contexto em que está empregado, é facultativa em:

 

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1490091 Ano: 2003
Disciplina: Português
Banca: FEC
Orgão: Pref. Niterói-RJ
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Texto 1


Aprender a escrever é, em grande parte, se não

principalmente, aprender a pensar, aprender a

encontrar idéias e a concatená-las, pois, assim como

não é possível dar o que não se tem, não se pode

05 transmitir o que a mente não criou ou não

aprovisionou. Quando os professores nos limitamos a

dar aos alunos temas para redação sem lhes

sugerirmos roteiros ou rumos para fontes de idéias,

sem, por assim dizer, lhes "fertilizarmos" a mente, o

10 resultado é quase sempre desanimador: um

aglomerado de frases desconexas, mal redigidas, mal

estruturadas, um acúmulo de palavras que se

atropelam sem sentido e sem propósito; frases em que

procuram fundir idéias que não tinham ou que foram

15mal pensadas ou mal digeridas. Não podiam dar o que

não tinham, mesmo que dispusessem de palavras-

palavras, quer dizer, palavras de dicionário, e de

noções razoáveis sobre a estrutura da frase. É que

palavras não criam idéias; estas, se existem, é que

20 forçosamente, acabam corporificando-se naquelas,

desde que se aprenda como associá-las e concatená-

las, fundindo-as em moldes frasais adequados.

Quando o estudante tem algo a dizer, porque pensou, e

pensou com clareza, sua expressão é geralmente

25 satisfatória.

Todos reconhecemos ser ilusão supor - como já

dissemos - que se está apto a escrever quando se

conhecem as regras gramaticais e suas exceções. Há

evidentemente um mínimo de gramática indispensável

30(grafia, pontuação, um pouco de morfologia e um

pouco de sintaxe), mínimo suficiente para permitir que

o estudante adquira certos hábitos de estruturação de

frases modestas mas claras, coerentes, objetivas. A

experiência nos ensina que as falhas mais graves das

35 redações dos nossos colegiais resultam menos das

incorreções gramaticais do que da falta de idéias ou da

sua má concatenação. Escreve realmente mal o

estudante que não tem o que dizer porque não

aprendeu a pôr em ordem seu pensamento, e porque

40não tem o que dizer, não lhe bastam as regrinhas

gramaticais, nem mesmo o melhor vocabulário de que

possa dispor. Portanto, é preciso fornecer-lhe os

meios de disciplinar o raciocínio, de estimular-lhe o

espírito de observação dos fatos e ensiná-lo a criar ou

45aprovisionar idéias: ensinar, enfim, a pensar.

(GARCIA. Othon M.Comunicação em prosa moderna. 14 ed. Rio de Janeiro: F. G. V., 1988, p. 291.)

Em: "Quando os professores nos limitamos a dar aos alunos temas para redação..." (linhas 6-7), observa-se:

 

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1490090 Ano: 2003
Disciplina: Português
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Texto 1


Aprender a escrever é, em grande parte, se não

principalmente, aprender a pensar, aprender a

encontrar idéias e a concatená-las, pois, assim como

não é possível dar o que não se tem, não se pode

05 transmitir o que a mente não criou ou não

aprovisionou. Quando os professores nos limitamos a

dar aos alunos temas para redação sem lhes

sugerirmos roteiros ou rumos para fontes de idéias,

sem, por assim dizer, lhes "fertilizarmos" a mente, o

10 resultado é quase sempre desanimador: um

aglomerado de frases desconexas, mal redigidas, mal

estruturadas, um acúmulo de palavras que se

atropelam sem sentido e sem propósito; frases em que

procuram fundir idéias que não tinham ou que foram

15mal pensadas ou mal digeridas. Não podiam dar o que

não tinham, mesmo que dispusessem de palavras-

palavras, quer dizer, palavras de dicionário, e de

noções razoáveis sobre a estrutura da frase. É que

palavras não criam idéias; estas, se existem, é que

20 forçosamente, acabam corporificando-se naquelas,

desde que se aprenda como associá-las e concatená-

las, fundindo-as em moldes frasais adequados.

Quando o estudante tem algo a dizer, porque pensou, e

pensou com clareza, sua expressão é geralmente

25 satisfatória.

Todos reconhecemos ser ilusão supor - como já

dissemos - que se está apto a escrever quando se

conhecem as regras gramaticais e suas exceções. Há

evidentemente um mínimo de gramática indispensável

30(grafia, pontuação, um pouco de morfologia e um

pouco de sintaxe), mínimo suficiente para permitir que

o estudante adquira certos hábitos de estruturação de

frases modestas mas claras, coerentes, objetivas. A

experiência nos ensina que as falhas mais graves das

35 redações dos nossos colegiais resultam menos das

incorreções gramaticais do que da falta de idéias ou da

sua má concatenação. Escreve realmente mal o

estudante que não tem o que dizer porque não

aprendeu a pôr em ordem seu pensamento, e porque

40não tem o que dizer, não lhe bastam as regrinhas

gramaticais, nem mesmo o melhor vocabulário de que

possa dispor. Portanto, é preciso fornecer-lhe os

meios de disciplinar o raciocínio, de estimular-lhe o

espírito de observação dos fatos e ensiná-lo a criar ou

45aprovisionar idéias: ensinar, enfim, a pensar.

(GARCIA. Othon M.Comunicação em prosa moderna. 14 ed. Rio de Janeiro: F. G. V., 1988, p. 291.)

Emprega-se afixo para exprimir conteúdo próprio da função emotiva da linguagem em:

 

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Questão presente nas seguintes provas
1490089 Ano: 2003
Disciplina: Português
Banca: FEC
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Texto 1


Aprender a escrever é, em grande parte, se não

principalmente, aprender a pensar, aprender a

encontrar idéias e a concatená-las, pois, assim como

não é possível dar o que não se tem, não se pode

05 transmitir o que a mente não criou ou não

aprovisionou. Quando os professores nos limitamos a

dar aos alunos temas para redação sem lhes

sugerirmos roteiros ou rumos para fontes de idéias,

sem, por assim dizer, lhes "fertilizarmos" a mente, o

10 resultado é quase sempre desanimador: um

aglomerado de frases desconexas, mal redigidas, mal

estruturadas, um acúmulo de palavras que se

atropelam sem sentido e sem propósito; frases em que

procuram fundir idéias que não tinham ou que foram

15mal pensadas ou mal digeridas. Não podiam dar o que

não tinham, mesmo que dispusessem de palavras-

palavras, quer dizer, palavras de dicionário, e de

noções razoáveis sobre a estrutura da frase. É que

palavras não criam idéias; estas, se existem, é que

20 forçosamente, acabam corporificando-se naquelas,

desde que se aprenda como associá-las e concatená-

las, fundindo-as em moldes frasais adequados.

Quando o estudante tem algo a dizer, porque pensou, e

pensou com clareza, sua expressão é geralmente

25 satisfatória.

Todos reconhecemos ser ilusão supor - como já

dissemos - que se está apto a escrever quando se

conhecem as regras gramaticais e suas exceções. Há

evidentemente um mínimo de gramática indispensável

30(grafia, pontuação, um pouco de morfologia e um

pouco de sintaxe), mínimo suficiente para permitir que

o estudante adquira certos hábitos de estruturação de

frases modestas mas claras, coerentes, objetivas. A

experiência nos ensina que as falhas mais graves das

35 redações dos nossos colegiais resultam menos das

incorreções gramaticais do que da falta de idéias ou da

sua má concatenação. Escreve realmente mal o

estudante que não tem o que dizer porque não

aprendeu a pôr em ordem seu pensamento, e porque

40não tem o que dizer, não lhe bastam as regrinhas

gramaticais, nem mesmo o melhor vocabulário de que

possa dispor. Portanto, é preciso fornecer-lhe os

meios de disciplinar o raciocínio, de estimular-lhe o

espírito de observação dos fatos e ensiná-lo a criar ou

45aprovisionar idéias: ensinar, enfim, a pensar.

(GARCIA. Othon M.Comunicação em prosa moderna. 14 ed. Rio de Janeiro: F. G. V., 1988, p. 291.)

Usam-se aspas em "fertilizarmos" (linha 9) para chamar a atenção do leitor para:

 

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Questão presente nas seguintes provas
1490088 Ano: 2003
Disciplina: Português
Banca: FEC
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Texto 1


Aprender a escrever é, em grande parte, se não

principalmente, aprender a pensar, aprender a

encontrar idéias e a concatená-las, pois, assim como

não é possível dar o que não se tem, não se pode

05 transmitir o que a mente não criou ou não

aprovisionou. Quando os professores nos limitamos a

dar aos alunos temas para redação sem lhes

sugerirmos roteiros ou rumos para fontes de idéias,

sem, por assim dizer, lhes "fertilizarmos" a mente, o

10 resultado é quase sempre desanimador: um

aglomerado de frases desconexas, mal redigidas, mal

estruturadas, um acúmulo de palavras que se

atropelam sem sentido e sem propósito; frases em que

procuram fundir idéias que não tinham ou que foram

15mal pensadas ou mal digeridas. Não podiam dar o que

não tinham, mesmo que dispusessem de palavras-

palavras, quer dizer, palavras de dicionário, e de

noções razoáveis sobre a estrutura da frase. É que

palavras não criam idéias; estas, se existem, é que

20 forçosamente, acabam corporificando-se naquelas,

desde que se aprenda como associá-las e concatená-

las, fundindo-as em moldes frasais adequados.

Quando o estudante tem algo a dizer, porque pensou, e

pensou com clareza, sua expressão é geralmente

25 satisfatória.

Todos reconhecemos ser ilusão supor - como já

dissemos - que se está apto a escrever quando se

conhecem as regras gramaticais e suas exceções. Há

evidentemente um mínimo de gramática indispensável

30(grafia, pontuação, um pouco de morfologia e um

pouco de sintaxe), mínimo suficiente para permitir que

o estudante adquira certos hábitos de estruturação de

frases modestas mas claras, coerentes, objetivas. A

experiência nos ensina que as falhas mais graves das

35 redações dos nossos colegiais resultam menos das

incorreções gramaticais do que da falta de idéias ou da

sua má concatenação. Escreve realmente mal o

estudante que não tem o que dizer porque não

aprendeu a pôr em ordem seu pensamento, e porque

40não tem o que dizer, não lhe bastam as regrinhas

gramaticais, nem mesmo o melhor vocabulário de que

possa dispor. Portanto, é preciso fornecer-lhe os

meios de disciplinar o raciocínio, de estimular-lhe o

espírito de observação dos fatos e ensiná-lo a criar ou

45aprovisionar idéias: ensinar, enfim, a pensar.

(GARCIA. Othon M.Comunicação em prosa moderna. 14 ed. Rio de Janeiro: F. G. V., 1988, p. 291.)

Possuem o mesmo valor relacional que "desde que" (linha 21) todos os conectivos relacionados em:

 

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Questão presente nas seguintes provas
1490087 Ano: 2003
Disciplina: Português
Banca: FEC
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Texto 1


Aprender a escrever é, em grande parte, se não

principalmente, aprender a pensar, aprender a

encontrar idéias e a concatená-las, pois, assim como

não é possível dar o que não se tem, não se pode

05 transmitir o que a mente não criou ou não

aprovisionou. Quando os professores nos limitamos a

dar aos alunos temas para redação sem lhes

sugerirmos roteiros ou rumos para fontes de idéias,

sem, por assim dizer, lhes "fertilizarmos" a mente, o

10 resultado é quase sempre desanimador: um

aglomerado de frases desconexas, mal redigidas, mal

estruturadas, um acúmulo de palavras que se

atropelam sem sentido e sem propósito; frases em que

procuram fundir idéias que não tinham ou que foram

15mal pensadas ou mal digeridas. Não podiam dar o que

não tinham, mesmo que dispusessem de palavras-

palavras, quer dizer, palavras de dicionário, e de

noções razoáveis sobre a estrutura da frase. É que

palavras não criam idéias; estas, se existem, é que

20 forçosamente, acabam corporificando-se naquelas,

desde que se aprenda como associá-las e concatená-

las, fundindo-as em moldes frasais adequados.

Quando o estudante tem algo a dizer, porque pensou, e

pensou com clareza, sua expressão é geralmente

25 satisfatória.

Todos reconhecemos ser ilusão supor - como já

dissemos - que se está apto a escrever quando se

conhecem as regras gramaticais e suas exceções. Há

evidentemente um mínimo de gramática indispensável

30(grafia, pontuação, um pouco de morfologia e um

pouco de sintaxe), mínimo suficiente para permitir que

o estudante adquira certos hábitos de estruturação de

frases modestas mas claras, coerentes, objetivas. A

experiência nos ensina que as falhas mais graves das

35 redações dos nossos colegiais resultam menos das

incorreções gramaticais do que da falta de idéias ou da

sua má concatenação. Escreve realmente mal o

estudante que não tem o que dizer porque não

aprendeu a pôr em ordem seu pensamento, e porque

40não tem o que dizer, não lhe bastam as regrinhas

gramaticais, nem mesmo o melhor vocabulário de que

possa dispor. Portanto, é preciso fornecer-lhe os

meios de disciplinar o raciocínio, de estimular-lhe o

espírito de observação dos fatos e ensiná-lo a criar ou

45aprovisionar idéias: ensinar, enfim, a pensar.

(GARCIA. Othon M.Comunicação em prosa moderna. 14 ed. Rio de Janeiro: F. G. V., 1988, p. 291.)

Para marcar lingüisticamente a relação entre "A experiência nos ensina..." (linha 34) e a orientação discursiva dada anteriormente ao parágrafo, o autor poderia ter empregado:

 

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Após consulta feita a uma especialista, uma diretora de escola pública do ensino fundamental preparou e apresentou o projeto pedagógico ao corpo docente da sua unidade escolar. Os professores rejeitaram o projeto, alegando ausência de um processo democrático na construção do referido projeto. Considerando a Lei 9394/96, é possível afirmar que:

 

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