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1999307
Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: AV MOREIRA
Orgão: Pref. Nossa Senhora Nazaré-PI
Disciplina: Português
Banca: AV MOREIRA
Orgão: Pref. Nossa Senhora Nazaré-PI
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Os produtos derivados de soja sempre foram conhecidos por duas características.
A primeira é a fama de que fazem bem à saúde. Essa fama é justificada pelos
nutricionistas. Eles dizem que bebidas ou alimentos feitos a partir da soja aumentam o
colesterol bom no sangue e são indicados como fonte de cálcio, entre outros nutrientes. A
segunda característica é bem menos lisonjeira para o grão, nativo da China. Pelo menos
no Brasil, a soja sempre foi tida como um alimento de sabor desagradável. E é por isso
que as bebidas derivadas de soja nunca fizeram muito sucesso por aqui.
Então como se explica que as vendas de sucos de soja tenham crescido em torno
de 25% ao ano desde 2002? É uma taxa oito vezes maior que a dos refrigerantes
comuns, segundo o instituto A/C Nielsen, especializado em pesquisas de mercado. A
explicação está nos pesados investimentos que a indústria de bebidas fez na soja, nos
últimos cinco anos. O que moveu os grandes fabricantes foi o crescente mercado de
produtos saudáveis no mundo inteiro. Além disso, as bebidas derivadas de soja são mais
elaboradas e podem ser vendidas por um preço maior que os sucos comuns – e dar mais
lucro.
(Disponível em:< http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDR80476-
8056,00.html>. Acesso em: 15 fev 2020.)
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Dentre as classificações presentes no quadro de relações intertextualis de Piègay-Gros (1996), encontram-se: citação, menção, referência, plágio e alusão.
Nas tiras apresentadas fica evidente a presença de um(a):
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“Não existe nada que impeça as pessoas de escrecer em um, eu uma etc. Só não
devemos alegar que essas formas são mais “elegantes” ou mais “corretas” do que
num, numa etc., que estão registradas na língua há mais de 700 anos! Além do mais,
tem uma grande incoerência aí: se ninguém escreve em ela, em o, em esse, em aquela
etc., por que dar esse tratamento somente ao num?”
(BAGNO, Marcos. Gramática de bolso do português brasileiro. São Paulo:
Parábola Editorial, 2013, p. 293.)
Conforme o que foi discutido no texto:
Conforme o que foi discutido no texto:
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1999302
Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: AV MOREIRA
Orgão: Pref. Nossa Senhora Nazaré-PI
Disciplina: Português
Banca: AV MOREIRA
Orgão: Pref. Nossa Senhora Nazaré-PI
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- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de Linguagem
- Interpretação de TextosIntertextualidade
Os produtos derivados de soja sempre foram conhecidos por duas características.
A primeira é a fama de que fazem bem à saúde. Essa fama é justificada pelos
nutricionistas. Eles dizem que bebidas ou alimentos feitos a partir da soja aumentam o
colesterol bom no sangue e são indicados como fonte de cálcio, entre outros nutrientes. A
segunda característica é bem menos lisonjeira para o grão, nativo da China. Pelo menos
no Brasil, a soja sempre foi tida como um alimento de sabor desagradável. E é por isso
que as bebidas derivadas de soja nunca fizeram muito sucesso por aqui.
Então como se explica que as vendas de sucos de soja tenham crescido em torno
de 25% ao ano desde 2002? É uma taxa oito vezes maior que a dos refrigerantes
comuns, segundo o instituto A/C Nielsen, especializado em pesquisas de mercado. A
explicação está nos pesados investimentos que a indústria de bebidas fez na soja, nos
últimos cinco anos. O que moveu os grandes fabricantes foi o crescente mercado de
produtos saudáveis no mundo inteiro. Além disso, as bebidas derivadas de soja são mais
elaboradas e podem ser vendidas por um preço maior que os sucos comuns – e dar mais
lucro.
(Disponível em:< http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDR80476-
8056,00.html>. Acesso em: 15 fev 2020.)
“É de conhecimento de todos que, os produtos extraídos dos grãos de soja são possuidores de pelo menos duas características bastante pecuriares”.
Na retextualização foi utilizado um recurso intertextual conhecido como:
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1999301
Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: AV MOREIRA
Orgão: Pref. Nossa Senhora Nazaré-PI
Disciplina: Português
Banca: AV MOREIRA
Orgão: Pref. Nossa Senhora Nazaré-PI
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O evento
“O pai lia o jornal – notícias do mundo. O telefone tocou tirrim-tirrim. A mocinha, filha dele, dezoito, vinte, vinte e dois anos, sei lá, veio lá de dentro, atendeu: ‘Alô. Dois quatro sete um dois cinco quatro. Mauro!!! Puxa, onde é que você andou? Há quanto tempo! Que coisa! Pensei que tinha morrido! Sumiu! Diz! Não!?! É mesmo? Que maravilha! Meus parabéns!!! Homem ou mulher? Ah! Que bom!... Vem logo. Não vou sair não’. Desligou o telefone. O pai perguntou: ‘Mauro teve um filho?’ A mocinha respondeu: ‘Não. Casou’.”
MORAL: JÁ NÃO SE ENTENDEM OS DIÁLOGOS COMO ANTIGAMENTE(FERNANDES, Millôr.
Evento. In: FÁVERO, L. L. Coesão e coerência textuais. 11. ed. São Paulo: Ática, 2006. p. 78-79.)
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“A bela bola rola: A bela bola do Raul.
Rosa amarela, a da Arabela. A do Raul, azul.
Rola a amarela e pula a azul. A bola é mole, é mole e rola. A bola é bela, é bela e pula.
É bela, rola e pula, é mole, amarela, azul.
A do Raul é de Arabela e a de Arabela é de Raul.”
(MEIRELES, C. Jogo de bola. In: FÁVERO, L. L. Coesão e coerência textuais. 11. ed. São Paulo: Ática, 2006. p. 32.)
Para se manter a literariedade, a autora utiliza a seguinte repetição sonora:
Rosa amarela, a da Arabela. A do Raul, azul.
Rola a amarela e pula a azul. A bola é mole, é mole e rola. A bola é bela, é bela e pula.
É bela, rola e pula, é mole, amarela, azul.
A do Raul é de Arabela e a de Arabela é de Raul.”
(MEIRELES, C. Jogo de bola. In: FÁVERO, L. L. Coesão e coerência textuais. 11. ed. São Paulo: Ática, 2006. p. 32.)
Para se manter a literariedade, a autora utiliza a seguinte repetição sonora:
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Em “gêneros multimodais” a relação de hiperonímia é encontrada no seguinte grupo
de palavras:
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1999298
Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: AV MOREIRA
Orgão: Pref. Nossa Senhora Nazaré-PI
Disciplina: Português
Banca: AV MOREIRA
Orgão: Pref. Nossa Senhora Nazaré-PI
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O evento
“O pai lia o jornal – notícias do mundo. O telefone tocou tirrim-tirrim. A mocinha, filha dele, dezoito, vinte, vinte e dois anos, sei lá, veio lá de dentro, atendeu: ‘Alô. Dois quatro sete um dois cinco quatro. Mauro!!! Puxa, onde é que você andou? Há quanto tempo! Que coisa! Pensei que tinha morrido! Sumiu! Diz! Não!?! É mesmo? Que maravilha! Meus parabéns!!! Homem ou mulher? Ah! Que bom!... Vem logo. Não vou sair não’. Desligou o telefone. O pai perguntou: ‘Mauro teve um filho?’ A mocinha respondeu: ‘Não. Casou’.”
MORAL: JÁ NÃO SE ENTENDEM OS DIÁLOGOS COMO ANTIGAMENTE(FERNANDES, Millôr.
Evento. In: FÁVERO, L. L. Coesão e coerência textuais. 11. ed. São Paulo: Ática, 2006. p. 78-79.)
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“Paulo, te amo, me ligue o mais rápido que puder. Te espero no fone 55 44 33 22. Verônica”.
(MARCURSCHI, Luiz Antônio. Produção textual, análise de gênero e compreensão. São Paulo: Parábola Editora, 2008. p. 174.)
Dentro da teoria de gêneros textuais defendida por Marcuschi (2008), o suporte de um gênero, locus físico ou virtual, não é capaz de determinar o gênero, e sim o gênero exige um suporte específico.
Tomando como base as diversas situações comunicativas com o uso da sequência textual apresentada, relacione o nome do gênero textual ao seu respectivo suporte.
I. Se o texto estiver escrito em um papel colocado sobre a mesa da pessoa indicada (Paulo), pode ser um convite. II. Se o texto for passado pela secretária eletrônica de Verônica a Paulo, trata-se de um bilhete. III. Se o texto estiver escrito em um papel colocado sobre a mesa da pessoa indicada (Paulo), pode ser um bilhete. IV. Se o texto for remetido pelos correios, em um formulário próprio, pode ser um recado. V. Se o texto for remetido pelos correios, em um formulário próprio, pode ser um telegrama.
Aponte a alternativa em que todas as afirmativas são FALSAS.
(MARCURSCHI, Luiz Antônio. Produção textual, análise de gênero e compreensão. São Paulo: Parábola Editora, 2008. p. 174.)
Dentro da teoria de gêneros textuais defendida por Marcuschi (2008), o suporte de um gênero, locus físico ou virtual, não é capaz de determinar o gênero, e sim o gênero exige um suporte específico.
Tomando como base as diversas situações comunicativas com o uso da sequência textual apresentada, relacione o nome do gênero textual ao seu respectivo suporte.
I. Se o texto estiver escrito em um papel colocado sobre a mesa da pessoa indicada (Paulo), pode ser um convite. II. Se o texto for passado pela secretária eletrônica de Verônica a Paulo, trata-se de um bilhete. III. Se o texto estiver escrito em um papel colocado sobre a mesa da pessoa indicada (Paulo), pode ser um bilhete. IV. Se o texto for remetido pelos correios, em um formulário próprio, pode ser um recado. V. Se o texto for remetido pelos correios, em um formulário próprio, pode ser um telegrama.
Aponte a alternativa em que todas as afirmativas são FALSAS.
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O que é erro?
Como vimos na primeira parte do livro, o Mito nº 6 expressa a prática milenar de confundir língua em geral com escrita e, mais reduzidamente ainda, com ortografia oficial. A tal ponto que uma elevada porcentagem do que se rotula de “erro de português” é, na verdade, mero desvio da ortografia oficial. O vigor desse mito se depreende, por exemplo, num exercício de pesquisa sugerido por um livro didático chamado Nossa palavra. Após apresentar o poema “Erro de português”, de Oswald de Andrade, os autores (CARVALHO; RIBEIRO, 1998) pedem ao aluno:
1. Procure localizar erros de português em cartazes, placas, ou até mesmo na fala de pessoas que você conhece. Transcreva-os em seu caderno (p.125).
Ora, em cartazes e placas não aparecem “erros de português” e, sim, “erros” de ortografia. (BAGNO, Marcos. Preconceito linguístico: o que é, como se faz. 52. ed. São Paulo: Edições Loyola, 2009. p. 147-148.)
Conforme o texto, “erro de português” e “erro” de ortografia, na visão do teórico apresentado:
Como vimos na primeira parte do livro, o Mito nº 6 expressa a prática milenar de confundir língua em geral com escrita e, mais reduzidamente ainda, com ortografia oficial. A tal ponto que uma elevada porcentagem do que se rotula de “erro de português” é, na verdade, mero desvio da ortografia oficial. O vigor desse mito se depreende, por exemplo, num exercício de pesquisa sugerido por um livro didático chamado Nossa palavra. Após apresentar o poema “Erro de português”, de Oswald de Andrade, os autores (CARVALHO; RIBEIRO, 1998) pedem ao aluno:
1. Procure localizar erros de português em cartazes, placas, ou até mesmo na fala de pessoas que você conhece. Transcreva-os em seu caderno (p.125).
Ora, em cartazes e placas não aparecem “erros de português” e, sim, “erros” de ortografia. (BAGNO, Marcos. Preconceito linguístico: o que é, como se faz. 52. ed. São Paulo: Edições Loyola, 2009. p. 147-148.)
Conforme o texto, “erro de português” e “erro” de ortografia, na visão do teórico apresentado:
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