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Foram encontradas 25 questões.

1635125 Ano: 2014
Disciplina: Informática
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Nova Esperança Piriá-PA
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No Microsoft Windows Explorer 6, a __________ permite navegar em outra pasta sem fechar a janela da pasta atual.

- A expressão que preenche corretamente a lacuna acima é

 

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1635124 Ano: 2014
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Nova Esperança Piriá-PA
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A prova objetiva de um concurso público tem 30 questões que totalizam 40 pontos e o edital determina: “Para não ser eliminado na prova objetiva, o candidato deverá obter um total de pontos igual ou superior a 40% (quarenta por cento) do total de pontos da prova objetiva”. Em relação a esse concurso, podemos afirmar que

 

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1635123 Ano: 2014
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Nova Esperança Piriá-PA
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Os servidores Araújo, Branco e Costa trabalham em 3 Secretarias distintas: Saúde, Educação ou Infraestrutura; ocupando cargos, também distintos, de: Servente, Auxiliar ou Técnico. Araújo não trabalha na Secretaria de Saúde nem é Servente. Branco é o Auxiliar e Costa trabalha na Secretaria de Infraestrutura. É correto afirmar que

 

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1635122 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Nova Esperança Piriá-PA
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Um terreno retangular, cujo comprimento excedia a largura em 60m, foi comprado por R$ 960.000,00, tendo o metro quadrado custado R$ 600,00. O comprimento desse terreno é de

 

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1635121 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Nova Esperança Piriá-PA
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Determinado serviço foi realizado por 10 pessoas, que trabalharam 6 horas por dia durante 6 dias. Para realizar o mesmo serviço em apenas 5 dias, trabalhando 8 horas por dia, a quantidade de pessoas

 

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1635120 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Nova Esperança Piriá-PA
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As questões de 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.


As três experiências


  • Há três coisas para as quais eu nasci e para as quais eu dou a minha vida. Nasci
  • para amar os outros, nasci para criar meus filhos, e nasci para escrever. "O amar os outros"
  • é tão vasto que inclui até o perdão para mim mesma com o que sobra. As três coisas são
  • tão importantes que minha vida é curta para tanto. Tenho que me apressar, o tempo urge.
  • Não posso perder um minuto do tempo que faz minha vida. Amar os outros é a única
  • salvação individual que conheço: ninguém estará perdido se der amor e às vezes receber
  • amor em troca.
  • E nasci para escrever. A palavra é meu domínio sobre o mundo. Eu tive desde a
  • infância várias vocações que me chamavam ardentemente. Uma das vocações era
  • escrever. E não sei por que, foi esta que eu segui. Talvez porque para outras vocações eu
  • precisaria de um longo aprendizado, enquanto que para escrever o aprendizado é a própria
  • vida se vivendo em nós e ao redor de nós. É que não sei estudar. E, para escrever, o único
  • estudo é mesmo escrever. Adestrei-me desde os sete anos de idade para que um dia eu
  • tivesse a língua em meu poder. E no entanto cada vez que eu vou escrever, é como se
  • fosse a primeira vez. Cada livro meu é uma estreia penosa e feliz. Essa capacidade de me
  • renovar toda à medida que o tempo passa é o que eu chamo de viver e escrever.
  • Quanto aos meus filhos, o nascimento deles não foi casual. Eu quis ser mãe. Meus
  • dois filhos foram gerados voluntariamente. Os dois meninos estão aqui, ao meu lado. Eu me
  • orgulho deles, eu me renovo neles, eu acompanho seus sofrimentos e angústias, eu lhes
  • dou o que é possível dar. Se eu não fosse mãe, seria sozinha no mundo. Mas tenho uma
  • descendência, e para eles no futuro eu preparo meu nome dia a dia. Sei que um dia abrirão
  • as asas para o voo necessário, e eu ficarei sozinha: É fatal, porque a gente não cria os filhos
  • para a gente, nós os criamos para eles mesmos. Quando eu ficar sozinha, estarei seguindo
  • o destino de todas as mulheres.
  • Sempre me restará amar. Escrever é alguma coisa extremamente forte mas que
  • pode me trair e me abandonar: posso um dia sentir que já escrevi o que é meu lote neste
  • mundo e que eu devo aprender também a parar. Em escrever eu não tenho nenhuma
  • garantia.
  • Ao passo que amar eu posso até a hora de morrer. Amar não acaba. É como se o
  • mundo estivesse a minha espera. E eu vou ao encontro do que me espera. [...]
  • LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999, p. 101.

    A ideia expressa pela palavra em destaque está corretamente indicada em

     

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    1635119 Ano: 2014
    Disciplina: Português
    Banca: FADESP
    Orgão: Pref. Nova Esperança Piriá-PA
    Provas:

    As questões de 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.


    As três experiências


  • Há três coisas para as quais eu nasci e para as quais eu dou a minha vida. Nasci
  • para amar os outros, nasci para criar meus filhos, e nasci para escrever. "O amar os outros"
  • é tão vasto que inclui até o perdão para mim mesma com o que sobra. As três coisas são
  • tão importantes que minha vida é curta para tanto. Tenho que me apressar, o tempo urge.
  • Não posso perder um minuto do tempo que faz minha vida. Amar os outros é a única
  • salvação individual que conheço: ninguém estará perdido se der amor e às vezes receber
  • amor em troca.
  • E nasci para escrever. A palavra é meu domínio sobre o mundo. Eu tive desde a
  • infância várias vocações que me chamavam ardentemente. Uma das vocações era
  • escrever. E não sei por que, foi esta que eu segui. Talvez porque para outras vocações eu
  • precisaria de um longo aprendizado, enquanto que para escrever o aprendizado é a própria
  • vida se vivendo em nós e ao redor de nós. É que não sei estudar. E, para escrever, o único
  • estudo é mesmo escrever. Adestrei-me desde os sete anos de idade para que um dia eu
  • tivesse a língua em meu poder. E no entanto cada vez que eu vou escrever, é como se
  • fosse a primeira vez. Cada livro meu é uma estreia penosa e feliz. Essa capacidade de me
  • renovar toda à medida que o tempo passa é o que eu chamo de viver e escrever.
  • Quanto aos meus filhos, o nascimento deles não foi casual. Eu quis ser mãe. Meus
  • dois filhos foram gerados voluntariamente. Os dois meninos estão aqui, ao meu lado. Eu me
  • orgulho deles, eu me renovo neles, eu acompanho seus sofrimentos e angústias, eu lhes
  • dou o que é possível dar. Se eu não fosse mãe, seria sozinha no mundo. Mas tenho uma
  • descendência, e para eles no futuro eu preparo meu nome dia a dia. Sei que um dia abrirão
  • as asas para o voo necessário, e eu ficarei sozinha: É fatal, porque a gente não cria os filhos
  • para a gente, nós os criamos para eles mesmos. Quando eu ficar sozinha, estarei seguindo
  • o destino de todas as mulheres.
  • Sempre me restará amar. Escrever é alguma coisa extremamente forte mas que
  • pode me trair e me abandonar: posso um dia sentir que já escrevi o que é meu lote neste
  • mundo e que eu devo aprender também a parar. Em escrever eu não tenho nenhuma
  • garantia.
  • Ao passo que amar eu posso até a hora de morrer. Amar não acaba. É como se o
  • mundo estivesse a minha espera. E eu vou ao encontro do que me espera. [...]
  • LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999, p. 101.

    A relação de sentido introduzida pelo conectivo não está corretamente identificada em

     

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    1635118 Ano: 2014
    Disciplina: Português
    Banca: FADESP
    Orgão: Pref. Nova Esperança Piriá-PA
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    As questões de 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.


    As três experiências


  • Há três coisas para as quais eu nasci e para as quais eu dou a minha vida. Nasci
  • para amar os outros, nasci para criar meus filhos, e nasci para escrever. "O amar os outros"
  • é tão vasto que inclui até o perdão para mim mesma com o que sobra. As três coisas são
  • tão importantes que minha vida é curta para tanto. Tenho que me apressar, o tempo urge.
  • Não posso perder um minuto do tempo que faz minha vida. Amar os outros é a única
  • salvação individual que conheço: ninguém estará perdido se der amor e às vezes receber
  • amor em troca.
  • E nasci para escrever. A palavra é meu domínio sobre o mundo. Eu tive desde a
  • infância várias vocações que me chamavam ardentemente. Uma das vocações era
  • escrever. E não sei por que, foi esta que eu segui. Talvez porque para outras vocações eu
  • precisaria de um longo aprendizado, enquanto que para escrever o aprendizado é a própria
  • vida se vivendo em nós e ao redor de nós. É que não sei estudar. E, para escrever, o único
  • estudo é mesmo escrever. Adestrei-me desde os sete anos de idade para que um dia eu
  • tivesse a língua em meu poder. E no entanto cada vez que eu vou escrever, é como se
  • fosse a primeira vez. Cada livro meu é uma estreia penosa e feliz. Essa capacidade de me
  • renovar toda à medida que o tempo passa é o que eu chamo de viver e escrever.
  • Quanto aos meus filhos, o nascimento deles não foi casual. Eu quis ser mãe. Meus
  • dois filhos foram gerados voluntariamente. Os dois meninos estão aqui, ao meu lado. Eu me
  • orgulho deles, eu me renovo neles, eu acompanho seus sofrimentos e angústias, eu lhes
  • dou o que é possível dar. Se eu não fosse mãe, seria sozinha no mundo. Mas tenho uma
  • descendência, e para eles no futuro eu preparo meu nome dia a dia. Sei que um dia abrirão
  • as asas para o voo necessário, e eu ficarei sozinha: É fatal, porque a gente não cria os filhos
  • para a gente, nós os criamos para eles mesmos. Quando eu ficar sozinha, estarei seguindo
  • o destino de todas as mulheres.
  • Sempre me restará amar. Escrever é alguma coisa extremamente forte mas que
  • pode me trair e me abandonar: posso um dia sentir que já escrevi o que é meu lote neste
  • mundo e que eu devo aprender também a parar. Em escrever eu não tenho nenhuma
  • garantia.
  • Ao passo que amar eu posso até a hora de morrer. Amar não acaba. É como se o
  • mundo estivesse a minha espera. E eu vou ao encontro do que me espera. [...]
  • LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999, p. 101.

    Julgue as afirmações abaixo com base nos fatos de língua.

    I. No terceiro parágrafo do texto, os pronomes “deles”, “neles”, “lhes”, “eles” referem-se a “meus filhos”.

    II. As orações iniciadas por “que”, nas linhas 6 e 9, exercem a mesma função sintática nos períodos em que ocorrem.

    III. Há um erro de grafia em “E não sei por que, foi esta que eu segui” (linha 10): o correto seria grafar o vocábulo “porque” junto, e não separado.

    IV. As locuções “à medida que” (linha 16) e “ao passo que” (linha 29) introduzem, nos períodos em que ocorrem, a ideia de proporcionalidade.

    Está correto o que se afirma em

     

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    1635117 Ano: 2014
    Disciplina: Português
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    As questões de 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.


    As três experiências


  • Há três coisas para as quais eu nasci e para as quais eu dou a minha vida. Nasci
  • para amar os outros, nasci para criar meus filhos, e nasci para escrever. "O amar os outros"
  • é tão vasto que inclui até o perdão para mim mesma com o que sobra. As três coisas são
  • tão importantes que minha vida é curta para tanto. Tenho que me apressar, o tempo urge.
  • Não posso perder um minuto do tempo que faz minha vida. Amar os outros é a única
  • salvação individual que conheço: ninguém estará perdido se der amor e às vezes receber
  • amor em troca.
  • E nasci para escrever. A palavra é meu domínio sobre o mundo. Eu tive desde a
  • infância várias vocações que me chamavam ardentemente. Uma das vocações era
  • escrever. E não sei por que, foi esta que eu segui. Talvez porque para outras vocações eu
  • precisaria de um longo aprendizado, enquanto que para escrever o aprendizado é a própria
  • vida se vivendo em nós e ao redor de nós. É que não sei estudar. E, para escrever, o único
  • estudo é mesmo escrever. Adestrei-me desde os sete anos de idade para que um dia eu
  • tivesse a língua em meu poder. E no entanto cada vez que eu vou escrever, é como se
  • fosse a primeira vez. Cada livro meu é uma estreia penosa e feliz. Essa capacidade de me
  • renovar toda à medida que o tempo passa é o que eu chamo de viver e escrever.
  • Quanto aos meus filhos, o nascimento deles não foi casual. Eu quis ser mãe. Meus
  • dois filhos foram gerados voluntariamente. Os dois meninos estão aqui, ao meu lado. Eu me
  • orgulho deles, eu me renovo neles, eu acompanho seus sofrimentos e angústias, eu lhes
  • dou o que é possível dar. Se eu não fosse mãe, seria sozinha no mundo. Mas tenho uma
  • descendência, e para eles no futuro eu preparo meu nome dia a dia. Sei que um dia abrirão
  • as asas para o voo necessário, e eu ficarei sozinha: É fatal, porque a gente não cria os filhos
  • para a gente, nós os criamos para eles mesmos. Quando eu ficar sozinha, estarei seguindo
  • o destino de todas as mulheres.
  • Sempre me restará amar. Escrever é alguma coisa extremamente forte mas que
  • pode me trair e me abandonar: posso um dia sentir que já escrevi o que é meu lote neste
  • mundo e que eu devo aprender também a parar. Em escrever eu não tenho nenhuma
  • garantia.
  • Ao passo que amar eu posso até a hora de morrer. Amar não acaba. É como se o
  • mundo estivesse a minha espera. E eu vou ao encontro do que me espera. [...]
  • LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999, p. 101.

    O uso da vírgula não seria necessário em

     

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    Questão presente nas seguintes provas
    1635116 Ano: 2014
    Disciplina: Português
    Banca: FADESP
    Orgão: Pref. Nova Esperança Piriá-PA
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    As questões de 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.


    As três experiências


  • Há três coisas para as quais eu nasci e para as quais eu dou a minha vida. Nasci
  • para amar os outros, nasci para criar meus filhos, e nasci para escrever. "O amar os outros"
  • é tão vasto que inclui até o perdão para mim mesma com o que sobra. As três coisas são
  • tão importantes que minha vida é curta para tanto. Tenho que me apressar, o tempo urge.
  • Não posso perder um minuto do tempo que faz minha vida. Amar os outros é a única
  • salvação individual que conheço: ninguém estará perdido se der amor e às vezes receber
  • amor em troca.
  • E nasci para escrever. A palavra é meu domínio sobre o mundo. Eu tive desde a
  • infância várias vocações que me chamavam ardentemente. Uma das vocações era
  • escrever. E não sei por que, foi esta que eu segui. Talvez porque para outras vocações eu
  • precisaria de um longo aprendizado, enquanto que para escrever o aprendizado é a própria
  • vida se vivendo em nós e ao redor de nós. É que não sei estudar. E, para escrever, o único
  • estudo é mesmo escrever. Adestrei-me desde os sete anos de idade para que um dia eu
  • tivesse a língua em meu poder. E no entanto cada vez que eu vou escrever, é como se
  • fosse a primeira vez. Cada livro meu é uma estreia penosa e feliz. Essa capacidade de me
  • renovar toda à medida que o tempo passa é o que eu chamo de viver e escrever.
  • Quanto aos meus filhos, o nascimento deles não foi casual. Eu quis ser mãe. Meus
  • dois filhos foram gerados voluntariamente. Os dois meninos estão aqui, ao meu lado. Eu me
  • orgulho deles, eu me renovo neles, eu acompanho seus sofrimentos e angústias, eu lhes
  • dou o que é possível dar. Se eu não fosse mãe, seria sozinha no mundo. Mas tenho uma
  • descendência, e para eles no futuro eu preparo meu nome dia a dia. Sei que um dia abrirão
  • as asas para o voo necessário, e eu ficarei sozinha: É fatal, porque a gente não cria os filhos
  • para a gente, nós os criamos para eles mesmos. Quando eu ficar sozinha, estarei seguindo
  • o destino de todas as mulheres.
  • Sempre me restará amar. Escrever é alguma coisa extremamente forte mas que
  • pode me trair e me abandonar: posso um dia sentir que já escrevi o que é meu lote neste
  • mundo e que eu devo aprender também a parar. Em escrever eu não tenho nenhuma
  • garantia.
  • Ao passo que amar eu posso até a hora de morrer. Amar não acaba. É como se o
  • mundo estivesse a minha espera. E eu vou ao encontro do que me espera. [...]
  • LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999, p. 101.

    A inversão da ordem das palavras provocaria mudança de sentido em

     

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