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2890015
Ano: 2023
Disciplina: Educação Artística
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Nova Odessa-SP
Disciplina: Educação Artística
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Nova Odessa-SP
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“(...) A pesquisadora e professora Ana Mae Barbosa, refletindo sobre a democratização do
conhecimento em arte vinculado a uma educação descontextualizada, percebeu a relevância de
conhecer o processo histórico do ensino no Brasil e no mundo para intervir no mesmo conscientemente.
Com base em seus estudos, Ana Mae Barbosa, no final da década de 80, por meio de reflexões sobre o
contexto modernista e seguindo os ensinamentos de Paulo Freire (2010) de recusa à colonização
hegemônica, sistematizou um posicionamento teórico-metodológico, conhecido como Metodologia
Triangular, Proposta Triangular, ou ainda Abordagem Triangular. Barbosa, em seu livro A imagem no
ensino da arte (2014), afirma:
“A Abordagem Triangular se referiu à melhoria do ensino de arte, tendo por base um trabalho pedagógico integrador, em que o fazer artístico, a análise ou leitura de imagens (compreendendo o campo de sentido da arte) e a contextualização interagem ao desenvolvimento crítico, reflexivo e dialógico do estudante em uma dinâmica contextual sociocultural. (...)”.
DA SILVA, THARCIANA GOULART & LAMPERT, JOCIELE. Reflexões sobre a Abordagem Triangular no Ensino Básico de Artes Visuais no contexto brasileiro.
A respeito da Abordagem Triangular, proposta por Ana Mae Barbosa, pode-se afirmar que:
“A Abordagem Triangular se referiu à melhoria do ensino de arte, tendo por base um trabalho pedagógico integrador, em que o fazer artístico, a análise ou leitura de imagens (compreendendo o campo de sentido da arte) e a contextualização interagem ao desenvolvimento crítico, reflexivo e dialógico do estudante em uma dinâmica contextual sociocultural. (...)”.
DA SILVA, THARCIANA GOULART & LAMPERT, JOCIELE. Reflexões sobre a Abordagem Triangular no Ensino Básico de Artes Visuais no contexto brasileiro.
A respeito da Abordagem Triangular, proposta por Ana Mae Barbosa, pode-se afirmar que:
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2890014
Ano: 2023
Disciplina: Educação Artística
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Nova Odessa-SP
Disciplina: Educação Artística
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Nova Odessa-SP
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Lucimar Bello P. Frange, em Inquietações e mudanças no ensino da arte, afirma:
“(...) O multiculturalismo no ensino da Arte tem chegado ao Brasil por muitos caminhos, vindo de preocupações e discussões que se iniciaram nos Estados Unidos e na Europa, a partir dos problemas sociais que se acumulam naquelas sociedades. Como essas preocupações relacionavam-se principalmente com os conflitos étnicos presentes naqueles países a educação multicultural enfocou especialmente esse aspecto. No entanto, tal enfoque foi sendo ampliado, tendo em vista as numerosas culturas presentes em toda sociedade, baseadas em aspectos como religião, idade, gênero, ocupação, classe social, etc, sendo que a questão étnica é apenas uma das características de um indivíduo. Ana Mae Barbosa salienta “a ideia de reforçar a herança artística e estética dos alunos com base em seu meio ambiente” e adverte que se essa proposta “não for bem conduzida, pode criar guetos culturais e manter grupos amarrados aos códigos de sua própria cultura sem possibilitar a decodificação de outras culturas (...)”.
A respeito do multiculturalismo, na perspectiva das autoras Lucimar Bello e Ana Mae Barbosa, é correto afirmar:
“(...) O multiculturalismo no ensino da Arte tem chegado ao Brasil por muitos caminhos, vindo de preocupações e discussões que se iniciaram nos Estados Unidos e na Europa, a partir dos problemas sociais que se acumulam naquelas sociedades. Como essas preocupações relacionavam-se principalmente com os conflitos étnicos presentes naqueles países a educação multicultural enfocou especialmente esse aspecto. No entanto, tal enfoque foi sendo ampliado, tendo em vista as numerosas culturas presentes em toda sociedade, baseadas em aspectos como religião, idade, gênero, ocupação, classe social, etc, sendo que a questão étnica é apenas uma das características de um indivíduo. Ana Mae Barbosa salienta “a ideia de reforçar a herança artística e estética dos alunos com base em seu meio ambiente” e adverte que se essa proposta “não for bem conduzida, pode criar guetos culturais e manter grupos amarrados aos códigos de sua própria cultura sem possibilitar a decodificação de outras culturas (...)”.
A respeito do multiculturalismo, na perspectiva das autoras Lucimar Bello e Ana Mae Barbosa, é correto afirmar:
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2890013
Ano: 2023
Disciplina: Educação Artística
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Nova Odessa-SP
Disciplina: Educação Artística
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Nova Odessa-SP
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“(...) O compromisso com a diversidade cultural é enfatizado pela Arte-Educação Pós-moderna. Não
mais somente os códigos europeus e norte-americanos brancos, porém mais atenção à diversidade de
códigos em função de raças, etnias, gênero, classe social, etc. (...) Enquanto os termos “Multicultural”
e “Pluricultural” pressupõem a coexistência e mútuo entendimento de diferentes culturas na mesma
sociedade, o termo “Intercultural” significa a interação entre as diferentes culturas. Esse deveria ser o
objetivo da Arte-Educação interessada no desenvolvimento cultural. (...) Todas as classes têm o direito
de acesso aos códigos da cultura erudita, porque esses são os códigos dominantes – os códigos do
poder. (...) A mobilidade social depende da inter-relação entre os códigos culturais das diferentes
classes sociais e o entendimento do mundo depende de uma ampla visão que integre o erudito e o
popular. (...)”.
BARBOSA, Ana Mae (org.), Inquietações e mudanças no ensino da arte. São Paulo: Cortez, 2002.
A respeito das tendências da Arte-Educação Pós-moderna contemporânea, na perspectiva de Ana Mae Barbosa, assinale V (verdadeiro) ou F (falso) para as afirmações a seguir:
( ) Grande ênfase vem sendo dada aos projetos de Arte-Educação que demonstram o mesmo valor apreciativo pela produção erudita e pela produção do povo e que estabelecem um relacionamento entre a Cultura da Escola e a Cultura da Comunidade, por mais pobre que seja a Comunidade.
( ) O conceito de criatividade permanece inalterado desde o século XX. A criatividade deve ser desenvolvida por intermédio do fazer artístico, sendo para isso prescindíveis a leitura e a interpretação das obras de Arte, bem como a elaboração e a flexibilidade. A visão Modernista prevalece e dos fatores envolvidos na criatividade o de máximo valor é a originalidade.
( ) A necessidade de alfabetização visual se relaciona com a importância do papel da Arte na Escola na medida em que a leitura do discurso visual prioriza a análise de forma, cor, linha, volume, equilíbrio, movimento e ritmo, sendo secundário, portanto, considerar a significação que esses atributos, em diferentes contextos, conferem à imagem.
( ) Arte-Educação baseada na Comunidade é uma tendência contemporânea que tem apresentado resultados muito positivos em projetos de educação para a reconstrução social, quando não isolam a cultura local, mas a discutem em relação com outras culturas.
A sequência correta para preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
BARBOSA, Ana Mae (org.), Inquietações e mudanças no ensino da arte. São Paulo: Cortez, 2002.
A respeito das tendências da Arte-Educação Pós-moderna contemporânea, na perspectiva de Ana Mae Barbosa, assinale V (verdadeiro) ou F (falso) para as afirmações a seguir:
( ) Grande ênfase vem sendo dada aos projetos de Arte-Educação que demonstram o mesmo valor apreciativo pela produção erudita e pela produção do povo e que estabelecem um relacionamento entre a Cultura da Escola e a Cultura da Comunidade, por mais pobre que seja a Comunidade.
( ) O conceito de criatividade permanece inalterado desde o século XX. A criatividade deve ser desenvolvida por intermédio do fazer artístico, sendo para isso prescindíveis a leitura e a interpretação das obras de Arte, bem como a elaboração e a flexibilidade. A visão Modernista prevalece e dos fatores envolvidos na criatividade o de máximo valor é a originalidade.
( ) A necessidade de alfabetização visual se relaciona com a importância do papel da Arte na Escola na medida em que a leitura do discurso visual prioriza a análise de forma, cor, linha, volume, equilíbrio, movimento e ritmo, sendo secundário, portanto, considerar a significação que esses atributos, em diferentes contextos, conferem à imagem.
( ) Arte-Educação baseada na Comunidade é uma tendência contemporânea que tem apresentado resultados muito positivos em projetos de educação para a reconstrução social, quando não isolam a cultura local, mas a discutem em relação com outras culturas.
A sequência correta para preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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2890012
Ano: 2023
Disciplina: Educação Artística
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Nova Odessa-SP
Disciplina: Educação Artística
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Nova Odessa-SP
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Em Inquietações e mudanças no ensino da arte, Ana Mae Barbosa sustenta que a mera obrigatoriedade
não basta para garantir a exitência da Arte no currículo e tampouco as leis garantem um ensino-aprendizagem que torne os estudantes aptos para entender a Arte ou a imagem na condição pós-moderna contemporânea. A autora afirma que “os poderes públicos, além de reservarem um lugar para
a Arte no currículo, precisam propiciar meios para que os professores desenvolvam a capacidade de
compreender, conceber e fruir arte. Sem a experiência do prazer da Arte, por parte de professores e
alunos, nenhuma teoria da Arte-Educação será reconstrutora. (...) A chamada livre-expressão, praticada
por um professor realmente expressionista ainda é uma alternativa melhor que as anteriores, mas
sabemos que o espontaneísmo apenas não basta, pois o mundo de hoje e a Arte de hoje exigem um
leitor informado e um produtor consciente. A falta de uma preparação escolar para entender Arte antes
de ensiná-la é um problema crucial, nos levando muitas vezes a confundir improvisação com
criatividade. (...)”.
A respeito da formação de professores de Arte, segundo a autora:
A respeito da formação de professores de Arte, segundo a autora:
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“(...) Com a Lei Diretrizes e Bases da Educação
Nacional (LDB) 5.692/1971 (BRASIL, 1971),
desaparecem termos referentes a música,
desenho e canto orfeônico das LDB’s anteriores
e surge o termo Arte-educação. Era exigido um
professor polivalente que poderia ter ou não
uma habilitação em uma determinada
linguagem artística (...). Ao optar por uma
habilitação, o currículo também contemplava as
demais para que o professor fosse polivalente
nas quatro áreas. Atualmente ainda há cursos de
arte-educação sem formação em uma
linguagem e consequentemente professores de
arte-educação ou arte sem nenhuma habilitação
específica. Tal fato persiste até a atualidade. Por
mais de 46 anos as leis ainda são pensadas de
forma a preservar esta prática. (...)”.
PEREIRA, Fabiano Lemos. AS LINGUAGENS DO COMPONENTE CURRICULAR ARTE: UMA REFLEXÃO SOBRE A LEI 13.278 E A BNCC. Universidade Estadual do Rio de Janeiro.
Analise o texto a seguir atentando-se às lacunas:
“(...) A partir da atual a Arte passa a ser componente curricular . Os Parâmetros Nacionais Curriculares (PCNs) realizado em 1997 através das Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) classificam a arte em quatro linguagens artísticas: . A lei 13.278 de 2016 divide oficialmente estas quatro linguagens ao componente curricular arte, devendo entrar em vigor a partir do ano de 2021 (BRASIL, 2016b), reproduzido na Base Nacional Curricular Comum (BNCC).
A alternativa que preenche corretamente as lacunas é:
PEREIRA, Fabiano Lemos. AS LINGUAGENS DO COMPONENTE CURRICULAR ARTE: UMA REFLEXÃO SOBRE A LEI 13.278 E A BNCC. Universidade Estadual do Rio de Janeiro.
Analise o texto a seguir atentando-se às lacunas:
“(...) A partir da atual a Arte passa a ser componente curricular . Os Parâmetros Nacionais Curriculares (PCNs) realizado em 1997 através das Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) classificam a arte em quatro linguagens artísticas: . A lei 13.278 de 2016 divide oficialmente estas quatro linguagens ao componente curricular arte, devendo entrar em vigor a partir do ano de 2021 (BRASIL, 2016b), reproduzido na Base Nacional Curricular Comum (BNCC).
A alternativa que preenche corretamente as lacunas é:
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Os Parâmetros Curriculares Nacionais consideram que as formas artísticas apresentam uma síntese
subjetiva de significações construídas por meio de imagens poéticas (visuais, sonoras, corporais, ou de
conjuntos de palavras, como no texto literário ou teatral).
“(...) Não é um discurso linear sobre objetos, fatos, questões, idéias e sentimentos. A forma artística é antes uma combinação de imagens que são objetos, fatos, questões, idéias e sentimentos, ordenados não pelas leis da lógica objetiva, mas por uma lógica intrínseca ao domínio do imaginário. O artista faz com que dois e dois possam ser cinco, uma árvore possa ser azul, uma tartaruga possa voar. A arte não representa ou reflete a realidade, ela é realidade percebida de um outro ponto de vista. O artista desafia as coisas como são, para revelar como poderiam ser, segundo um certo modo de significar o mundo que lhe é próprio. O conhecimento artístico se realiza em momentos singulares, intraduzíveis, do artista ou do espectador com aquela obra particular, num instante particular. (...)”.
Ministério da Educação, Parâmetros Curriculares Nacionais. Arte/ Secretaria de Educação Fundamental - Brasília: MEC/SEF, 1997.
Nessa perspectiva, compreende-se que:
“(...) Não é um discurso linear sobre objetos, fatos, questões, idéias e sentimentos. A forma artística é antes uma combinação de imagens que são objetos, fatos, questões, idéias e sentimentos, ordenados não pelas leis da lógica objetiva, mas por uma lógica intrínseca ao domínio do imaginário. O artista faz com que dois e dois possam ser cinco, uma árvore possa ser azul, uma tartaruga possa voar. A arte não representa ou reflete a realidade, ela é realidade percebida de um outro ponto de vista. O artista desafia as coisas como são, para revelar como poderiam ser, segundo um certo modo de significar o mundo que lhe é próprio. O conhecimento artístico se realiza em momentos singulares, intraduzíveis, do artista ou do espectador com aquela obra particular, num instante particular. (...)”.
Ministério da Educação, Parâmetros Curriculares Nacionais. Arte/ Secretaria de Educação Fundamental - Brasília: MEC/SEF, 1997.
Nessa perspectiva, compreende-se que:
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“(...) A questão central do ensino de Arte no Brasil diz respeito a um enorme descompasso entre a
produção teórica, que tem um trajeto de constantes perguntas e formulações, e o acesso dos professores
a essa produção, que é dificultado pela fragilidade de sua formação, pela pequena quantidade de livros
editados sobre o assunto, sem falar nas inúmeras visões preconcebidas que reduzem a atividade artística
na escola a um verniz de superfície, que visa as comemorações de datas cívicas e enfeitar o cotidiano
escolar. Em muitas escolas ainda se utiliza, por exemplo, o desenho mimeografado com formas
estereotipadas para as crianças colorirem, ou se apresentam “musiquinhas” indicando ações para a
rotina escolar (hora do lanche, hora da saída). Em outras, trabalha-se apenas com a auto-expressão; ou,
ainda os professores estão ávidos por ensinar história da arte e levar os alunos a museus, teatros e
apresentações musicais ou de dança. Há outras tantas possibilidades em que o professor polivalente
inventa maneiras originais de trabalhar, munido apenas de sua própria iniciativa e pesquisa autodidata.
Essa pluralidade de ações individuais representa experiências isoladas que têm pouca oportunidade de
troca, o que se realiza nos eventos, congressos regionais, onde cada vez mais professores se reúnem,
mas aos quais a grande maioria não tem acesso. O que se observa, então, é uma espécie de círculo
vicioso no qual um sistema extremamente precário de formação reforça o espaço pouco definido da
área com relação às outras disciplinas do currículo escolar. Sem uma consciência clara de sua função
e sem uma fundamentação consistente de arte como área de conhecimento com conteúdos específicos,
os professores não conseguem formular um quadro de referências conceituais e metodológicas para
alicerçar sua ação pedagógica; não há material adequado para as aulas práticas, nem material didático
de qualidade para dar suporte às aulas teóricas. (...)”
Ministério da Educação, Parâmetros Curriculares Nacionais. Arte/ Secretaria de Educação Fundamental - Brasília: MEC/SEF, 1997.
A partir dessas constatações, os Parâmetros Curriculares Nacionais:
Ministério da Educação, Parâmetros Curriculares Nacionais. Arte/ Secretaria de Educação Fundamental - Brasília: MEC/SEF, 1997.
A partir dessas constatações, os Parâmetros Curriculares Nacionais:
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Em 1963, a publicação de Improvisação para o Teatro introduziu pela primeira vez os jogos teatrais
de Viola Spolin e sua filosofia para o teatro nos Estados Unidos. Spolin figura seguramente entre os
maiores professores de teatro do mundo. Onde quer que seu método e seus ensinamentos tenham
chegado, não importando o país ou a língua, eles fizeram escola. Improvisação para o Teatro, sua
famosa coleção de jogos, exercícios de atuação e comentários, continua tão atual hoje quanto na época
de sua aparição inicial, como sua crescente difusão na rede escolar brasileira vem comprovando.
A respeito das múltiplas dimensões dos jogos teatrais e da abordagem de Viola Spolin para o
ensino/aprendizagem é correto afirmar que:
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O sistema de Jogos Teatrais desenvolvido por
Viola Spolin é estendido até hoje a um número
cada vez maior de áreas de conhecimento e
ações sociais, sendo utilizados tanto para a
formação de atores (amadores e profissionais),
quanto na educação de crianças e adolescentes,
em escolas e instituições sociais, programas
voltados para saúde mental e centros de
reabilitação. Viola Spolin foi uma das pioneiras
do teatro improvisacional, influenciando até
hoje diversas companhias. Em 1938, Spolin
assume a supervisão de teatro no Works
Progress Administration’s Recreational Project
(WPA), que buscava combater a recessão
econômica e seus efeitos por meio de aulas de
arte e artesanato para trabalhadores. Foi neste
trabalho que Spolin percebeu a necessidade de
um sistema de treinamento teatral que fosse de
fácil entendimento e que pudesse superar as
barreiras culturais e étnicas.
O texto a seguir são palavras da própria Spolin. Leia-o atentando-se às lacunas.
“(...) A maioria dos jogos é altamente e propõe um que deve ser – um ponto objetivo com o qual cada indivíduo se envolve e interage na busca de atingi-lo. Muitas aprendidas por meio do jogo são sociais. (SPOLIN, 2010).”
A alternativa que apresenta a sequência correta para preenchimento das lacunas é
O texto a seguir são palavras da própria Spolin. Leia-o atentando-se às lacunas.
“(...) A maioria dos jogos é altamente e propõe um que deve ser – um ponto objetivo com o qual cada indivíduo se envolve e interage na busca de atingi-lo. Muitas aprendidas por meio do jogo são sociais. (SPOLIN, 2010).”
A alternativa que apresenta a sequência correta para preenchimento das lacunas é
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O teatrólogo e diretor Augusto Boal, refletindo sobre as funções da arte e da ciência, em seu livro
Teatro do Oprimido observa que, segundo Aristóteles, a Natureza tende à perfeição, mas nem sempre
a alcança. Nas palavras do autor, “o corpo humano tende à saúde, mas pode enfermar-se. Os homens
tendem gregariamente ao Estado perfeito e à vida comunitária, mas podem ocorrer guerras. Diríamos
melhor, portanto, que a Natureza tem certos fins em vista, perfeitos, e a eles tende, mas às vezes
fracassa. Para isso serve a arte e serve a ciência: para, recriando o princípio criador das coisas criadas,
corrigir a natureza naquilo em que haja fracasso. Alguns exemplos: o corpo humano tenderia a resistir
à chuva, ao vento e ao sol, mas tal não se dá e a pele não é suficientemente resistente para isso. Entra,
pois, em ação a arte da tecelagem, que permite a fabricação de tecidos para a proteção da pele. A arte
da arquitetura constrói edifícios e pontes para a habitação do homem e para que cruze os rios. A
medicina prepara os medicamentos necessários quando determinado órgão deixe de funcionar como
deve. E a política serve igualmente para corrigir as falhas que os homens possam cometer, ainda que
tendam todos à vida comunitária perfeita. Esta é a função da arte e da ciência: corrigir as falhas da
natureza, utilizando para isso as próprias sugestões da Natureza. (...)”.
BOAL, Augusto. Teatro do oprimido. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1991.
A partir da análise do texto, pode-se afirmar corretamente que, na perspectiva do Teatro do Oprimido:
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