Foram encontradas 40 questões.
Maria limpou 3 salas e ainda tem 7 salas para limpar.
Quantas salas há no total para Maria limpar?
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João, o vigia do estacionamento, faz rondas a cada 15
minutos. Se o turno de João dura 8 horas, quantas vezes ele
fará a ronda durante seu turno?
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Marcos é um auxiliar de manutenção e precisa trocar as
lâmpadas de um prédio de 4 andares. Se ele trocar 5 lâmpadas
por andar, quantas lâmpadas ele trocará no total?
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Ana é uma motorista de caminhão que faz entregas. Ela
viaja a uma velocidade média de 60 km/h e precisa entregar um
carregamento a 180 km de distância. Quanto tempo ela levará
para chegar ao destino?
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Carlos é um operador em uma fábrica e precisa
supervisionar o funcionamento de duas máquinas. Cada
máquina produz 50 peças por hora. Se Carlos trabalha 8 horas
por dia, quantas peças são produzidas em um dia?
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Joana, que trabalha como auxiliar de serviços gerais, é
responsável por limpar três andares de um prédio. Se ela leva
2 horas para limpar cada andar, quanto tempo ela levará para
limpar todos os andares?
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Portugália
Era uma cidade como todas as outras. A gente
importante morava no centro e a gente de baixa condição, ou
decrépita, morava nos subúrbios. Os meninos entraram por
um desses bairros pobres, chamado o bairro do Refugo, e
viram grande número de palavras muito velhas, bem corocas,
que ficavam tomando sol à porta de seus casebres. Umas
permaneciam imóveis, de cócoras, como os índios das fitas
americanas; outras coçavam-se.
— Essas coitadas são bananeiras que já deram cacho
— explicou Quindim. — Ninguém as usa mais, salvo por
fantasia e de longe em longe. Estão morrendo. Os gramáticos
classificam essas palavras de ARCAÍSMOS. Arcaico quer dizer
coisa velha, caduca.
— Então, Dona Benta e Tia Nastácia são arcaísmos!
—
lembrou Emília.
— Mais respeito com vovó, Emília! Ao menos na
cidade da língua tenha compostura — protestou Narizinho.
O rinoceronte prosseguiu:
— As coitadas que ficam arcaicas são expulsas do
centro da cidade e passam a morar aqui, até que morram e
sejam enterradas naquele cemitério, lá no alto do morro.
Porque as palavras também nascem, crescem e morrem, como
tudo mais.
Narizinho parou diante duma palavra muito velha,
bem coroca, que estava catando pulgas históricas à porta dum
casebre. Era a palavra Bofé.
— Então, como vai a senhora? — perguntou a
menina, mirando-a de alto a baixo.
— Mal, muito mal — respondeu a velha. — No tempo
de dantes fui moça das mais faceiras e fiz o papel de
ADVÉRBIO. Os homens gostavam de empregar-me sempre
que queriam dizer Em verdade, Francamente. Mas começaram
a aparecer uns Advérbios novos, que caíram no gosto das
gentes e tomaram o meu lugar. Fui sendo esquecida. Por fim,
tocaram-me lá do centro. "Já que está velha e inútil, que fica
fazendo aqui?", disseram-me. "Mude-se para os subúrbios dos
Arcaísmos", e eu tive de mudar-me para cá.
Fonte: Monteiro Lobato – Emília no País da Gramática (adaptado).
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Portugália
Era uma cidade como todas as outras. A gente
importante morava no centro e a gente de baixa condição, ou
decrépita, morava nos subúrbios. Os meninos entraram por
um desses bairros pobres, chamado o bairro do Refugo, e
viram grande número de palavras muito velhas, bem corocas,
que ficavam tomando sol à porta de seus casebres. Umas
permaneciam imóveis, de cócoras, como os índios das fitas
americanas; outras coçavam-se.
— Essas coitadas são bananeiras que já deram cacho
— explicou Quindim. — Ninguém as usa mais, salvo por
fantasia e de longe em longe. Estão morrendo. Os gramáticos
classificam essas palavras de ARCAÍSMOS. Arcaico quer dizer
coisa velha, caduca.
— Então, Dona Benta e Tia Nastácia são arcaísmos!
—
lembrou Emília.
— Mais respeito com vovó, Emília! Ao menos na
cidade da língua tenha compostura — protestou Narizinho.
O rinoceronte prosseguiu:
— As coitadas que ficam arcaicas são expulsas do
centro da cidade e passam a morar aqui, até que morram e
sejam enterradas naquele cemitério, lá no alto do morro.
Porque as palavras também nascem, crescem e morrem, como
tudo mais.
Narizinho parou diante duma palavra muito velha,
bem coroca, que estava catando pulgas históricas à porta dum
casebre. Era a palavra Bofé.
— Então, como vai a senhora? — perguntou a
menina, mirando-a de alto a baixo.
— Mal, muito mal — respondeu a velha. — No tempo
de dantes fui moça das mais faceiras e fiz o papel de
ADVÉRBIO. Os homens gostavam de empregar-me sempre
que queriam dizer Em verdade, Francamente. Mas começaram
a aparecer uns Advérbios novos, que caíram no gosto das
gentes e tomaram o meu lugar. Fui sendo esquecida. Por fim,
tocaram-me lá do centro. "Já que está velha e inútil, que fica
fazendo aqui?", disseram-me. "Mude-se para os subúrbios dos
Arcaísmos", e eu tive de mudar-me para cá.
Fonte: Monteiro Lobato – Emília no País da Gramática (adaptado).
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Portugália
Era uma cidade como todas as outras. A gente
importante morava no centro e a gente de baixa condição, ou
decrépita, morava nos subúrbios. Os meninos entraram por
um desses bairros pobres, chamado o bairro do Refugo, e
viram grande número de palavras muito velhas, bem corocas,
que ficavam tomando sol à porta de seus casebres. Umas
permaneciam imóveis, de cócoras, como os índios das fitas
americanas; outras coçavam-se.
— Essas coitadas são bananeiras que já deram cacho
— explicou Quindim. — Ninguém as usa mais, salvo por
fantasia e de longe em longe. Estão morrendo. Os gramáticos
classificam essas palavras de ARCAÍSMOS. Arcaico quer dizer
coisa velha, caduca.
— Então, Dona Benta e Tia Nastácia são arcaísmos!
—
lembrou Emília.
— Mais respeito com vovó, Emília! Ao menos na
cidade da língua tenha compostura — protestou Narizinho.
O rinoceronte prosseguiu:
— As coitadas que ficam arcaicas são expulsas do
centro da cidade e passam a morar aqui, até que morram e
sejam enterradas naquele cemitério, lá no alto do morro.
Porque as palavras também nascem, crescem e morrem, como
tudo mais.
Narizinho parou diante duma palavra muito velha,
bem coroca, que estava catando pulgas históricas à porta dum
casebre. Era a palavra Bofé.
— Então, como vai a senhora? — perguntou a
menina, mirando-a de alto a baixo.
— Mal, muito mal — respondeu a velha. — No tempo
de dantes fui moça das mais faceiras e fiz o papel de
ADVÉRBIO. Os homens gostavam de empregar-me sempre
que queriam dizer Em verdade, Francamente. Mas começaram
a aparecer uns Advérbios novos, que caíram no gosto das
gentes e tomaram o meu lugar. Fui sendo esquecida. Por fim,
tocaram-me lá do centro. "Já que está velha e inútil, que fica
fazendo aqui?", disseram-me. "Mude-se para os subúrbios dos
Arcaísmos", e eu tive de mudar-me para cá.
Fonte: Monteiro Lobato – Emília no País da Gramática (adaptado).
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Portugália
Era uma cidade como todas as outras. A gente
importante morava no centro e a gente de baixa condição, ou
decrépita, morava nos subúrbios. Os meninos entraram por
um desses bairros pobres, chamado o bairro do Refugo, e
viram grande número de palavras muito velhas, bem corocas,
que ficavam tomando sol à porta de seus casebres. Umas
permaneciam imóveis, de cócoras, como os índios das fitas
americanas; outras coçavam-se.
— Essas coitadas são bananeiras que já deram cacho
— explicou Quindim. — Ninguém as usa mais, salvo por
fantasia e de longe em longe. Estão morrendo. Os gramáticos
classificam essas palavras de ARCAÍSMOS. Arcaico quer dizer
coisa velha, caduca.
— Então, Dona Benta e Tia Nastácia são arcaísmos!
—
lembrou Emília.
— Mais respeito com vovó, Emília! Ao menos na
cidade da língua tenha compostura — protestou Narizinho.
O rinoceronte prosseguiu:
— As coitadas que ficam arcaicas são expulsas do
centro da cidade e passam a morar aqui, até que morram e
sejam enterradas naquele cemitério, lá no alto do morro.
Porque as palavras também nascem, crescem e morrem, como
tudo mais.
Narizinho parou diante duma palavra muito velha,
bem coroca, que estava catando pulgas históricas à porta dum
casebre. Era a palavra Bofé.
— Então, como vai a senhora? — perguntou a
menina, mirando-a de alto a baixo.
— Mal, muito mal — respondeu a velha. — No tempo
de dantes fui moça das mais faceiras e fiz o papel de
ADVÉRBIO. Os homens gostavam de empregar-me sempre
que queriam dizer Em verdade, Francamente. Mas começaram
a aparecer uns Advérbios novos, que caíram no gosto das
gentes e tomaram o meu lugar. Fui sendo esquecida. Por fim,
tocaram-me lá do centro. "Já que está velha e inútil, que fica
fazendo aqui?", disseram-me. "Mude-se para os subúrbios dos
Arcaísmos", e eu tive de mudar-me para cá.
Fonte: Monteiro Lobato – Emília no País da Gramática (adaptado).
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