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Foram encontradas 65 questões.

1033021 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: Itame
Orgão: Pref. Palminópolis-GO
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Ana, entrou em uma loja com 13 cédulas de R$ 50,00 em sua carteira e pediu 13 metros de um tecido específico.
Sabe-se que 7 metros do tecido que Ana adquiriu custa R$ 259,00 e que após a compra foi direto para sua casa.
De acordo com as informações apresentadas, a quantia, em reais, com que Ana voltou para casa é um valor
 

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1030602 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: Itame
Orgão: Pref. Palminópolis-GO
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O cérebro declina muito mais rápido do que você
imagina
Gisela Blanco
Aos 27 anos de idade, você ainda é jovem. Seu coração está zerado, a pele quase perfeita e os músculos não doem. Mas, no seu cérebro, a decadência já começou. Os neurônios ainda estão lá, mas as conexões entre eles (as sinapses) começaram a piorar. E isso afeta várias habilidades mentais. A primeira a ir embora é a inteligência espacial: sua capacidade de desenhar objetos e visualizá-los mentalmente. Funções mais primordiais, como o raciocínio e a memória, também perdem força rapidamente – e já estão bem mais fracas quando as pessoas chegam aos 30 anos de idade [veja no quadro ao lado]. Essas são as conclusões de um estudo gigantesco, que foi realizado pela Universidade da Virgínia e mediu as habilidades cognitivas de 2 mil pessoas de várias faixas etárias. Você pode achar que ainda é muito jovem para ficar gagá. Mas a natureza não. “Do ponto de vista evolutivo, por volta dessa idade você já deveria ter se reproduzido. E, por isso, já estaria chegando a hora de se aposentar”, explica o neurologista Paulo Henrique Bertolucci, da Unifesp. Afinal, o homem das cavernas não vivia muito mais que 30 anos. E seu cérebro é idêntico ao dele. Mas não se desespere. Os cientistas também descobriram que algumas habilidades, como a verbal, continuam crescendo até os 60 anos. E aprender coisas novas, aumentando o número de informações no cérebro, compensa parcialmente as perdas cognitivas. A velhice mental existe. Mas ela é só uma coisa da sua cabeça.
Disponível em: <http://super.abril.com.br/ciencia/a-velhice-comeca-aos-27/>. Acesso em 20 de abr. 2017.
O texto em seu sentido global apresenta:
 

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1030581 Ano: 2017
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: Itame
Orgão: Pref. Palminópolis-GO
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Durante seu turno de trabalho o Guarda-Vidas deve primar pela integridade física de todos os banhistas, para tanto deverá sempre proferir recomendações para se evitar afogamentos, todos as recomendações abaixo são corretas, EXCETO:
 

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1028093 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: Itame
Orgão: Pref. Palminópolis-GO
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Medo e preconceito

Lya Luft

O tema é espinhoso. Todos somos por ele atingidos de uma forma ou de outra, como autores ou como objetos dele. O preconceito nasce do medo, sua raiz cultural, psíquica, antropológica está nos tempos mais primitivos – por isso é uma postura primitiva -, em que todo diferente era um provável inimigo. Precisávamos atacar antes que ele nos destruísse. Assim, se de um lado aniquilava, de outro esse medo nos protegia – a perpetuação da espécie era o impulso primeiro.

Hoje, quando de trogloditas passamos a ditos civilizados, o medo se revela no preconceito e continua atacando, mas não para nossa sobrevivência natural; para expressar nossa inferioridade assustada, vestida de arrogância. Que mata sob muitas formas, em guerras frequentes, por questões de raça, crença e outras, e na agressão a pessoas vitimadas pela calúnia, injustiça, isolamento e desonra. Às vezes, por um gesto fatal.

Que medo é esse que nos mostra tão destrutivos? Talvez a ideia de que “ele é diferente, pode me ameaçar”, estimulada pela inata maldade do nosso lado de sombra (ele existe, sim). (...)

Lembremos que termos usados para agredir também podem ser expressões de afeto. “Meu nego”, “minha neguinha”, pode chamar uma pessoa amada, ainda que loura. “Gordo”, tanto usado para bullying, frequentemente é o apelido carinhoso de um amigo, que assim vai assinar bilhetes a pessoas queridas. Ao mesmo tempo, palavras como “judeu, turco, alemão” carregam, mais do que ignorância, um odioso preconceito.

De momento está em evidência a agressão racial em campos esportivos: “negro”, “macaco” e outros termos, usados como chibata para massacrar alguém, revelam nosso lado pior, que em outras circunstâncias gostaríamos de disfarçar – a grosseria, e a nossa própria inferioridade. Nesses casos, como em agressões devidas à orientação sexual, a atitude é crime, e precisamos da lei.

No país da impunidade, necessitamos de punição imediata, severa e radical. Me perdoem os seguidores da ideia de que até na escola devemos eliminar punições, a teoria do “sem limites”. Não vale a desculpa habitual de “não foi com má intenção, foi no calor da hora, não deem importância”. Temos de nos importar, sim, e de cuidar da nossa turma, grupo, comunidade, equipe ou país. Algumas doenças precisam de remédios fortes: preconceito é uma delas.

(...)

Disponível em: < http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/tema-livre/lya-luft-medo-epreconceito>. Acesso em 20 de abr. 2017.

No trecho: “No país da impunidade, necessitamos de punição imediata, severa e radical.” O termo “punição” que integra a oração é:

 

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1028028 Ano: 2017
Disciplina: Informática
Banca: Itame
Orgão: Pref. Palminópolis-GO
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Qual a função deste botão no Microsoft Excel:
Enunciado 1028028-1
 

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1028020 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: Itame
Orgão: Pref. Palminópolis-GO
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Relacione as afirmativas a seguir quanto ao modo verbal e em seguida assinale a sequência correta.
(1) MODO INDICATIVO.
(2) MODO SUBJUNTIVO.
(3) MODO IMPERATIVO
( ) Espero que você esteja bem.
( ) Sinto-me bem agora.
( ) Eu gosto de chocolate.
( ) Não cante agora.
( ) Venha ao hospital agora, seu amigo vai ser operado.
 

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1026540 Ano: 2017
Disciplina: Medicina
Banca: Itame
Orgão: Pref. Palminópolis-GO
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As drogas “Digitálicas” são fármacos inotrópicos positivos e cronotrópicos negativos, frequentemente, utilizadas em pacientes com cardiopatias. A intoxicação digitálica é um quadro clinico comum, sendo caracterizado por:
 

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1026320 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: Itame
Orgão: Pref. Palminópolis-GO
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Em que oração o verbo assistir foi utilizado com regência incorreta?
 

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1024259 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: Itame
Orgão: Pref. Palminópolis-GO
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“Todos temos, dentro de nós, um aventureiro em potencial. Todos ansiamos por uma aventura, pequena ou grande. É o antídoto contra a monotonia da rotina, que é necessária – sem rotina nada conseguiríamos - , mas que às vezes se torna mortalmente aborrecida.”
(Moacyr Scliar)
As palavras antídoto e monotonia têm, em sua formação, elementos sinônimos dos prefixos presentes, respectivamente, em:
 

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1021375 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: Itame
Orgão: Pref. Palminópolis-GO
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Medo e preconceito

Lya Luft

O tema é espinhoso. Todos somos por ele atingidos de uma forma ou de outra, como autores ou como objetos dele. O preconceito nasce do medo, sua raiz cultural, psíquica, antropológica está nos tempos mais primitivos – por isso é uma postura primitiva -, em que todo diferente era um provável inimigo. Precisávamos atacar antes que ele nos destruísse. Assim, se de um lado aniquilava, de outro esse medo nos protegia – a perpetuação da espécie era o impulso primeiro.

Hoje, quando de trogloditas passamos a ditos civilizados, o medo se revela no preconceito e continua atacando, mas não para nossa sobrevivência natural; para expressar nossa inferioridade assustada, vestida de arrogância. Que mata sob muitas formas, em guerras frequentes, por questões de raça, crença e outras, e na agressão a pessoas vitimadas pela calúnia, injustiça, isolamento e desonra. Às vezes, por um gesto fatal.

Que medo é esse que nos mostra tão destrutivos? Talvez a ideia de que “ele é diferente, pode me ameaçar”, estimulada pela inata maldade do nosso lado de sombra (ele existe, sim). (...)

Lembremos que termos usados para agredir também podem ser expressões de afeto. “Meu nego”, “minha neguinha”, pode chamar uma pessoa amada, ainda que loura. “Gordo”, tanto usado para bullying, frequentemente é o apelido carinhoso de um amigo, que assim vai assinar bilhetes a pessoas queridas. Ao mesmo tempo, palavras como “judeu, turco, alemão” carregam, mais do que ignorância, um odioso preconceito.

De momento está em evidência a agressão racial em campos esportivos: “negro”, “macaco” e outros termos, usados como chibata para massacrar alguém, revelam nosso lado pior, que em outras circunstâncias gostaríamos de disfarçar – a grosseria, e a nossa própria inferioridade. Nesses casos, como em agressões devidas à orientação sexual, a atitude é crime, e precisamos da lei.

No país da impunidade, necessitamos de punição imediata, severa e radical. Me perdoem os seguidores da ideia de que até na escola devemos eliminar punições, a teoria do “sem limites”. Não vale a desculpa habitual de “não foi com má intenção, foi no calor da hora, não deem importância”. Temos de nos importar, sim, e de cuidar da nossa turma, grupo, comunidade, equipe ou país. Algumas doenças precisam de remédios fortes: preconceito é uma delas.

(...)

Disponível em: < http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/tema-livre/lya-luft-medo-epreconceito>. Acesso em 20 de abr. 2017.

No fragmento: “Às vezes, por um gesto fatal.” Há sintaticamente uma:

 

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