Foram encontradas 20 questões.
Assinale a opção que completa a sequência:
2– 3 – 4 – 11 – 12 – 13 – 17 – 18 – ( )
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Durante a pandemia de covid-19, uma das medidas para se conter as contaminações foi o fechamento dos comércios não essenciais. Para atender a demanda dos seus clientes, uma empresa de consórcios passou a atendê-los via telefone e por e-mail. No atendimento, os funcionários se revezam entre responder e-mails e atender os telefonemas. Sabendo que 12 atendentes responderam, em 1 dia, o total de 114 e-mails e atenderam 180 telefonemas, o número de telefonemas atendidos, em 1 dia, por 20 funcionários, que também responderam a 76 e-mails, será de:
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Uma imagem tem 2,5 cm de largura e 4,5 cm de comprimento para a confecção de um porta-retratos. Sabendo que essa imagem será ampliada de modo que o lado maior meça 18 cm e preservando as mesmas medidas, a área ocupada pela imagem vai ser de?
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Disciplina: Matemática Financeira
Banca: Pref. Pejuçara-RS
Orgão: Pref. Pejuçara-RS
Durante quanto tempo um capital deve ser mantido em investimento a juros simples com taxa de 2% a.m. para que ele gere um montante que seja o dobro do capital investido?
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Analise as sequências a seguir:
A – (1, 4, 7, 10, 13)
B – (1, 1, 1, 1, 1, 1)
C – (9, 3, -3, -9, -15...
D – (1, 0, -1, 2, -2, 3, -3)
Sobre as sequências, podemos afirmar que:
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Texto alusivo às questões 6, 7 e 8
466
“cresci nas ruas da vila leopoldina, subdistrito lapeano. ali jogava bola, taco e quebrava vidros de janelas de lindas fábricas abandonadas que hoje deram lugar a breguíssimos prédios cujos apartamentos tem varanda gourmet, três quartos e sala com dois ambientes. tudo isso num espaço minúsculo. das casas térreas e clássicos sobradinhos, pouca coisa sobrou.
na real a cidade tal como eu conheci não existe mais. os lindos cinemas do centro, o mappin, o playcenter, grupo sérgio, tem mais nada disso não. até a garoa nos tiraram, tornou-se algo raro de se apreciar.
viver é se despedir das suas lembranças enquanto o corpo padece. a vida é composta de batalhas inglórias, já que no final a morte sempre vence.
hoje moro no centro da cidade e a poluição que bate por aqui não faz nada bem ao portador de esclerose múltipla que vos escreve.
mas aprendi a me reconhecer nas ruínas da cidade. até porque algumas coisas nem tem como mudar muito.
me identifico com a são paulo do joão antônio, que percorre a linha ferroviária desde a estação da luz, passando pela lapa e chegando até presidente altino, osasco. uma cidade operária e sem barrancos.
morar na frente de uma estação de metrô no centro significa que não se atravessa a cidade pra nada. no máximo se desloca até uma região para logo voltar ao ponto de partida.
mas o ideal é nem pegar condução pra nada. caminhando com meu cachorro procuro resolver tudo na área. mercado, feira, bar, restaurante, tudo. tal como um aldeão. isso é sinônimo de qualidade de vida pra mim.
a são paulo que gosto não tem pegadinhas pra turista no mercado da cantareira e nem bauru bosta no largo do paissandu.
agora são 13h e só estou esperando o sol baixar um pouco pra comemorar o aniversário da cidade mandando um rangão armênio, coreano ou japonês.
silenciosamente.”
Autor: Júlio Bernardo, 2020
Fonte: botecodojb.com/2020/01
Assinale a alternativa em que todas as palavras têm, em sua sílaba tônica, uma vogal nasal:
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- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualGêneros TextuaisArtigo Científico
- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualGêneros TextuaisArtigo de Opinião
- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualGêneros TextuaisCrônica
- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualGêneros TextuaisPropaganda
Texto alusivo às questões 6, 7 e 8
466
“cresci nas ruas da vila leopoldina, subdistrito lapeano. ali jogava bola, taco e quebrava vidros de janelas de lindas fábricas abandonadas que hoje deram lugar a breguíssimos prédios cujos apartamentos tem varanda gourmet, três quartos e sala com dois ambientes. tudo isso num espaço minúsculo. das casas térreas e clássicos sobradinhos, pouca coisa sobrou.
na real a cidade tal como eu conheci não existe mais. os lindos cinemas do centro, o mappin, o playcenter, grupo sérgio, tem mais nada disso não. até a garoa nos tiraram, tornou-se algo raro de se apreciar.
viver é se despedir das suas lembranças enquanto o corpo padece. a vida é composta de batalhas inglórias, já que no final a morte sempre vence.
hoje moro no centro da cidade e a poluição que bate por aqui não faz nada bem ao portador de esclerose múltipla que vos escreve.
mas aprendi a me reconhecer nas ruínas da cidade. até porque algumas coisas nem tem como mudar muito.
me identifico com a são paulo do joão antônio, que percorre a linha ferroviária desde a estação da luz, passando pela lapa e chegando até presidente altino, osasco. uma cidade operária e sem barrancos.
morar na frente de uma estação de metrô no centro significa que não se atravessa a cidade pra nada. no máximo se desloca até uma região para logo voltar ao ponto de partida.
mas o ideal é nem pegar condução pra nada. caminhando com meu cachorro procuro resolver tudo na área. mercado, feira, bar, restaurante, tudo. tal como um aldeão. isso é sinônimo de qualidade de vida pra mim.
a são paulo que gosto não tem pegadinhas pra turista no mercado da cantareira e nem bauru bosta no largo do paissandu.
agora são 13h e só estou esperando o sol baixar um pouco pra comemorar o aniversário da cidade mandando um rangão armênio, coreano ou japonês.
silenciosamente.”
Autor: Júlio Bernardo, 2020
Fonte: botecodojb.com/2020/01
O texto pode ser identificável como:
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Texto alusivo às questões 6, 7 e 8
466
“cresci nas ruas da vila leopoldina, subdistrito lapeano. ali jogava bola, taco e quebrava vidros de janelas de lindas fábricas abandonadas que hoje deram lugar a breguíssimos prédios cujos apartamentos tem varanda gourmet, três quartos e sala com dois ambientes. tudo isso num espaço minúsculo. das casas térreas e clássicos sobradinhos, pouca coisa sobrou.
na real a cidade tal como eu conheci não existe mais. os lindos cinemas do centro, o mappin, o playcenter, grupo sérgio, tem mais nada disso não. até a garoa nos tiraram, tornou-se algo raro de se apreciar.
viver é se despedir das suas lembranças enquanto o corpo padece. a vida é composta de batalhas inglórias, já que no final a morte sempre vence.
hoje moro no centro da cidade e a poluição que bate por aqui não faz nada bem ao portador de esclerose múltipla que vos escreve.
mas aprendi a me reconhecer nas ruínas da cidade. até porque algumas coisas nem tem como mudar muito.
me identifico com a são paulo do joão antônio, que percorre a linha ferroviária desde a estação da luz, passando pela lapa e chegando até presidente altino, osasco. uma cidade operária e sem barrancos.
morar na frente de uma estação de metrô no centro significa que não se atravessa a cidade pra nada. no máximo se desloca até uma região para logo voltar ao ponto de partida.
mas o ideal é nem pegar condução pra nada. caminhando com meu cachorro procuro resolver tudo na área. mercado, feira, bar, restaurante, tudo. tal como um aldeão. isso é sinônimo de qualidade de vida pra mim.
a são paulo que gosto não tem pegadinhas pra turista no mercado da cantareira e nem bauru bosta no largo do paissandu.
agora são 13h e só estou esperando o sol baixar um pouco pra comemorar o aniversário da cidade mandando um rangão armênio, coreano ou japonês.
silenciosamente.”
Autor: Júlio Bernardo, 2020
Fonte: botecodojb.com/2020/01
Qual a mensagem que deixa o autor após a leitura do texto:
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Texto alusivo às questões 6, 7 e 8
466
“cresci nas ruas da vila leopoldina, subdistrito lapeano. ali jogava bola, taco e quebrava vidros de janelas de lindas fábricas abandonadas que hoje deram lugar a breguíssimos prédios cujos apartamentos tem varanda gourmet, três quartos e sala com dois ambientes. tudo isso num espaço minúsculo. das casas térreas e clássicos sobradinhos, pouca coisa sobrou.
na real a cidade tal como eu conheci não existe mais. os lindos cinemas do centro, o mappin, o playcenter, grupo sérgio, tem mais nada disso não. até a garoa nos tiraram, tornou-se algo raro de se apreciar.
viver é se despedir das suas lembranças enquanto o corpo padece. a vida é composta de batalhas inglórias, já que no final a morte sempre vence.
hoje moro no centro da cidade e a poluição que bate por aqui não faz nada bem ao portador de esclerose múltipla que vos escreve.
mas aprendi a me reconhecer nas ruínas da cidade. até porque algumas coisas nem tem como mudar muito.
me identifico com a são paulo do joão antônio, que percorre a linha ferroviária desde a estação da luz, passando pela lapa e chegando até presidente altino, osasco. uma cidade operária e sem barrancos.
morar na frente de uma estação de metrô no centro significa que não se atravessa a cidade pra nada. no máximo se desloca até uma região para logo voltar ao ponto de partida.
mas o ideal é nem pegar condução pra nada. caminhando com meu cachorro procuro resolver tudo na área. mercado, feira, bar, restaurante, tudo. tal como um aldeão. isso é sinônimo de qualidade de vida pra mim.
a são paulo que gosto não tem pegadinhas pra turista no mercado da cantareira e nem bauru bosta no largo do paissandu.
agora são 13h e só estou esperando o sol baixar um pouco pra comemorar o aniversário da cidade mandando um rangão armênio, coreano ou japonês.
silenciosamente.”
Autor: Júlio Bernardo, 2020
Fonte: botecodojb.com/2020/01
A opção do autor em não utilizar letras maiúsculas no início dos parágrafos, ou após pontuações, nos transmite sua intenção em proporcionar um texto repleto de:
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Assinale a alternativa em que deve ser empregada a primeira das duas palavras que estão entre parênteses.
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