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Foram encontradas 30 questões.

2076800 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: FACAPE
Orgão: Pref. Petrolina-PE
Cinco estudantes de uma turma fizeram uma prova de matemática. André acertou um quarto da prova; Bia acertou dois quintos da prova; Carlos acertou sete vinte avos da prova; Daniel acertou nove vinte avos da prova; Edna acertou três décimos da prova. O aluno que teve a maior quantidade de acertos foi:
 

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2076799 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: FACAPE
Orgão: Pref. Petrolina-PE
Deseja-se saber qual a taxa de porcentagem que está representada pelo número decimal 0,045. Essa taxa é:
 

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2076798 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: FACAPE
Orgão: Pref. Petrolina-PE
O número de alunos matriculados em uma escola do ensino fundamental, no ano de 2020, foi 300. Suponha que no ano de 2021 essa quantidade de aluno matriculado teve um acréscimo de 22%. Portanto, o novo número de alunos é igual a:
 

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2075442 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FACAPE
Orgão: Pref. Petrolina-PE

TEXTO 1

Leitura e escola


As situações de ensino, no formato oficinas de leitura, círculos literários, projetos de narrativas de ficção, sequências didáticas com diferentes gêneros na escola, dentre outras atividades, permitem, ou deveriam permitir a comunicação, o estar com o outro, a interlocução, a dialogia da leitura (Bakhtin, 1995 e 2003), o fazer-ser leitor em seus modos de ler, conhecendo seus princípios e operações ao/para ler variados escritos. O que representa um modo de sair de seu cotidiano e retornar a ele mais enriquecido, pois pleno de possibilidades de um ensino desenvolvente, que permita a humanização do indivíduo (Davidov, 1986; Libâneo, 2004).
Para Davidov (1986), crianças e jovens vão à escola para aprender a cultura e internalizar os meios cognitivos de compreender o mundo e transformá-lo. Para isso, é necessário pensar - estimular a capacidade de raciocínio e julgamento, melhorar a capacidade reflexiva. Nessa direção, Libâneo (2004) aponta que a "didática", hoje, precisa comprometer-se com a qualidade cognitiva das aprendizagens e esta, por sua vez, está associada à aprendizagem do pensar. Cabe-lhe investigar como se pode ajudar os alunos a se constituírem como sujeitos pensantes, capazes de pensar e lidar com conceitos, argumentar, resolver problemas, para se defrontarem com dilemas e dificuldades da vida prática. A razão pedagógica está também, associada, inerentemente, ao valor, a um valor intrínseco, que é a formação humana, visando ajudar os outros a se constituírem como sujeitos, a se educarem, a serem pessoas dignas, justas, cultas.
Para adequar-se às necessidades contemporâneas relacionadas com as formas de aprendizagem, a "didática" precisa fortalecer a investigação sobre o papel mediador do professor na preparação dos alunos para o pensar - problematiza Libâneo (2004). Mais precisamente: será fundamental entender que o conhecimento supõe o desenvolvimento do pensamento e que desenvolver o pensamento supõe metodologia e procedimentos sistemáticos do pensar. Para essa empreitada, a teoria do ensino desenvolvente é oportuna. Nesse caso, a questão está em como o ensino pode impulsionar o desenvolvimento das capacidades cognitivas mediante a formação de conceitos teóricos. Ou, em outras palavras, o que fazer para estimular as capacidades investigadoras dos alunos ajudando-os a desenvolver habilidades mentais (Libâneo, 2004, p.1-4).
Assim, falamos do sujeito aprendiz na constituição de si mesmo, como agente de sua personalidade, já na relação com as diversas conquistas humanas, no processo de confrontação com as obras de arte (Snyders, 1993) - em nossa delimitação de estudo, o tornar-se membro efetivo de uma comunidade de leitores em vista de uma "cultura em si, para uma cultura para si", de uma "literatura em si para uma literatura para si", de um "leitor em si' para um leitor para si" (...)
GIROTTO, CGGS., SOUZA, RJ., and DAVIS, CL. Metodologias de ensino – Educação literária e o ensino da leitura: a abordagem das estratégias de leitura na formação de professores e crianças. In: DAVID, CM., et al., orgs. Desafios contemporâneos da educação [online]. São Paulo: Editora UNESP; São Paulo: Cultura Acadêmica, 2015. Desafios contemporâneos collection, pp. 277-308
O Texto 01 apresenta uma concepção pedagógica que considera as atividades de leitura, nas mais diversas situações de ensino, fundamentais à formação humana das crianças e jovens. A partir do que o referido texto apresenta, pode-se compreender como papel fundamental da escola, no tocante à formação de leitores:
 

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2075441 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FACAPE
Orgão: Pref. Petrolina-PE

TEXTO 03

O incômodo com o meio literário

Adhailton Lacet Porto - Magistrado

Publicado em: 05/04/2021 03:00 Atualizado em: 04/04/2021 20:39


(I) Quando comecei a ler com regularidade, ainda na adolescência, fiz algumas leituras desordenadas, sem orientação, para as quais ainda não estava preparado, lendo de Thomas Mann a Hermann Hesse, sem entender patavina, mesmo assim segui em frente. Achava escritores pessoas encantadas, livres de defeitos, imunes a picuinhas. Via o chamado “meio literário”, como verdadeiro paraíso da cultura e das amizades recíprocas e ajuda mútua.

(II) Estava enganado. Foram os próprios escritores que emitiram suas opiniões sobre o tal “meio literário”. Alguns famosos, com textos traduzidos para vários idiomas, outros nem tanto. O jornal literário “Rascunho” formulou a seguinte indagação: “O que mais te incomoda no meio literário?” Eis as respostas:

(III) Raphael Montes: “O esnobismo, as picuinhas e a hierarquia entre a dita ‘alta literatura’ e a literatura popular, de gênero”. Já Tabajara Ruas foi enfático: “Não frequento”.

(IV) A pernambucana ganhadora do Jabuti 2020, poeta Cida Pedrosa foi objetiva e genial: O “ninguém me ama, ninguém me quer, ninguém me chama de Baudelaire”.

(V) Edney Silvestre: “A falta de reconhecimento e apoio a outros escritores brasileiros, à maneira que autores e músicos baianos fazem entre si, tal como os mineiros e gaúchos, dando sempre prioridade, inclusive em seus festivais, a autores de seus estados. Pergunte a um mineiro, um gaúcho ou um baiano qual o melhor escritor do país e verá: o citado será um conterrâneo”.

(VI) A poeta mineira Mônica de Aquino: “A necessidade atual, aumentada pelas redes sociais, de o próprio escritor fazer propaganda de si, de ser uma espécie de promoter e relações públicas, tendo que responder também a todos os acontecimentos públicos e políticos, em um engajamento obrigatório que, no entanto, muitas vezes não cria ou muda nada — já que falamos, nas redes, majoritariamente para quem já tem o pensamento próximo ao nosso”. Já o escritor vencedor do Jabuti 2020, categoria infantil, Otávio Júnior respondeu “A arrogância dos autores que não entendem o seu papel social no país, um país de não leitores”.

(VII) O escritor paulistano Tiago Ferro entende que no meio literário o incomoda a falta de um debate crítico. Por sua vez o carioca Maurício Lyrio, que também é diplomata assegura que “Convivo com o meio literário mais como diplomata do que como escritor. Como embaixador no México, me cabe promover a literatura brasileira, e tenho o prazer de juntar trabalho e arte apoiando a publicação de obras clássicas nossas, a participação de autores em eventos como a Feira de Guadalajara ou em leituras no Centro Cultural Brasil-México. Por ter outra profissão e não depender materialmente da literatura e de suas atividades (prêmios, bolsas, vendas), meu olhar talvez seja um pouco benigno em relação ao meio. Mas a verdade é que tenho mais prazer em conviver com o meio literário do que com muitos outros”.

(VIII) A curitibana radicada em São Paulo Sabina Anzuategui, que também ministra aula em oficina literária, disse que “Cresci apaixonada por livros, achando que escritores e editores eram pessoas especiais. Foi meio chocante descobrir que são pessoas como as outras. Por exemplo, amores literários não são recíprocos. Você pode adorar o livro de alguém, mas isso não significa que ele/a se interessará pelo seu”.

(IX) O carioca Paulo Lins que ficou bastante conhecido com o seu livro Cidade de Deus, também adaptado para o cinema e televisão, é outro que tem suas queixas: “São esses humanos que se acham melhores do que os outros. Acho ridículo gente que se acha importante porque é famosa. Também tenho bronca daqueles que se acham injustiçados”.

(X) Por esse pequeno mosaico podemos ver que a maioria dos profissionais da escrita carrega consigo um pouco de mágoa desse efervescente ambiente que é o literário. Tenho para mim que em outras profissões as queixas sobre o “meio” não diferem muito da dos literatos. Porque, como já disse o filósofo, sobre humanos, demasiadamente humanos.

(Acesso em 6 de abril de 2021 – com Adaptações). https://www.diariodepernambuco.com.br/noticia/o piniao/2021/04/o-incomodo- com-o-meio-literario.html

Observe os seguintes trechos adaptados do Texto 03 “O incômodo com o meio literário”:

I. Achava escritores pessoas encantadas, livres de defeitos, imunes________ provocações banais do dia a dia.

II. A falta de apoio______ outras escritoras brasileiras. Como embaixador no México, me cabe fomentar______ .

III. São pessoas se acham superiores________ outras.

No tocante ao fenômeno da crase, assinale a alternativa abaixo em que se verifica corretamente o preenchimento das lacunas, levando-se em conta a ordem numérica na qual se apresentam:

 

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2032118 Ano: 2021
Disciplina: Pedagogia
Banca: FACAPE
Orgão: Pref. Petrolina-PE
Nos discursos educacionais, são enfáticas as afirmações em defesa do ensino voltado para a construção de competências. Essa sustentação, quase sempre, está pautada nas abordagens de Perrenoud (1999), ao propor a pedagogia das competências como “uma possível resposta à crise da escola”, ao evidenciar o quanto o currículo e as práticas pedagógicas centrados na transmissão de conhecimentos terminam por não ter um valor útil na vida do sujeito.
PERRENOUD, P. Construir competências desde a escola. Tradução. Bruno Charles Magne. Porto Alegre: Artmed, 1999a.
Nesse contexto, a partir do fragmento acima, avalie as afirmações que descrevem com precisão a noção de competências como tendência na produção dos currículos na perspectiva da pedagogia das competências a seguir:
I. A pedagogia das competências foca sua atenção na imprescindível condição de transmissão dos conhecimentos historicamente construídos e transmitidos de geração a geração. II. Na perspectiva da pedagogia das competências, o currículo é concebido como um agrupamento de assuntos para serem memorizados e uma sequência de exercícios a serem praticados até serem dominados pelos alunos. III. Competência é a capacidade de agir eficazmente em um determinado tipo de situação, apoiada em conhecimentos, mas sem limitar-se a eles. IV. Uma abordagem por competências determina o lugar dos conhecimentos - eruditos ou não - na ação: eles constituem recursos, frequentemente determinantes, para identificar e resolver problemas, para preparar e para tomar decisões. V. Na pedagogia das competências, o papel da escola é ensinar conteúdos que o meio produtivo elegeu como importantes.
Está correto o que é afirmado em:
 

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2032117 Ano: 2021
Disciplina: Pedagogia
Banca: FACAPE
Orgão: Pref. Petrolina-PE
A educação é um fenômeno social, portanto impossível de ser pensada de forma isolada, distante de sua ação e influência social. Com efeito, retomar a função social da escola no cenário contemporâneo é condição imprescindível na ressignificação de sua constituição como espaço formativo de empoderamento de crianças e adolescentes e propiciador de sua elevação a sujeitos de direitos e protagonistas de sua própria história.
SANTOS, Emina Márcia Nery dos; LIMA, Francisco Willams Campos; VALE, Cassio. Decálogo da escola como espaço de proteção social: consolidando a função social da escola como espaço democratizante. Eccos - Revista Cientifica, São Paulo, n. 54, p. 1-18, e8338, jul./set. 2020. Disponível em: https://doi.org/10.5585/eccos.n54.8338
O trecho acima é parte do artigo que, ao referenciar sobre o tema, classifica algumas condições estruturantes que podem potencializar a escola como espaço de proteção social. Pelo exposto, a função social da escola está pautada na:
I. Universalidade e obrigatoriedade. II. Inclusão. III. Linearidade e hierarquização curricular. IV. Meritocracia. V. Democratização.
Está correto apenas o que é afirmado em:
 

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2032116 Ano: 2021
Disciplina: Pedagogia
Banca: FACAPE
Orgão: Pref. Petrolina-PE
No ano de 2020, com o alastramento da COVID - 19 (coronavírus) e, consequentemente, a decretação de calamidade pública no país e a necessidade de isolamento social, suscitou grandes desafios educativos e sociais que, consequentemente, ocasionou mudanças quanto ao uso e à importância das inovações produzidas pelas Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) e das competências mediáticas nas escolas. De todos os cenários, o da educação foi foco de grandes discussões, preocupações e difícil solução, uma vez que a escola é constituída de aglomerações de sujeitos aprendentes. Enfim, resultando no cancelamento das atividades educativas presenciais, a educação revestiu-se de adequações e esforços tecnológicos na transição do ensino presencial para o ensino remoto de maneira emergencial. Gerando assim, uma metamoforse educativa pós-coronavírus: uma leitura com as tecnologias e a metodologia dos Episódios de Aprendizagem Situados (EAS), de autoria do professor italiano Pier Cesare Rivoltella (2013).
Sousa, G. R. de, Borges, E. M., & Colpas, R. D. (2020). Em defesa das tecnologias de informação e comunicação na educação básica: diálogos em tempos de pandemia. Plurais Revista Multidisciplinar, 5(1), 146-169. https://doi.org/10.29378/plurais.2447- 9373.2020.v5.n1.146-169
Considerando a situação apresentada e o método de ensino à luz dos Episódio de Aprendizagem Situados (EAS), como contribuição necessária de renovação educativa, tecnológica e crítica, avalie as afirmações a seguir.
I. O conceito de Episódio de Aprendizagem Situados (EAS) se origina no interior da reflexão do Mobile Learning/Aprendizagem móvel e nas atividades de microlearning/microatividades, impulsionadas pela cultura digital e suas fragmentações e recombinações de formatos textuais e transmidiáticos. II. Com a gênese no conceito de mobile learning e raízes na neurociência, no enativismo e na teoria da simplexidade, a proposta de ensinar por EAS parte dos fundamentos das neurociências para atualizar os saberes sobre como aprendemos. III. A aprendizagem nos fundamentos da EAS remete a três modalidades fundamentais que têm como pano de fundo as emoções: experiência/ensaio e erro, repetição/e exercício e imitação. IV. Os EAS inspiram-se nas concepções de Freinet, cuja principal ideia está na ligação a posteriori e no trabalho cooperativo entre os pares. V. Na metodologia EAS, os elementos estruturantes estão organicamente articulados, cujo ritmo o ternário da didática resultante da combinação: “encontre, elabore e compartilhe”, “compreenda, aja e reflita”, e “pesquise, compartilhe e apresente".
É correto o afirmado em:
 

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2032115 Ano: 2021
Disciplina: Pedagogia
Banca: FACAPE
Orgão: Pref. Petrolina-PE
O Projeto Político Pedagógico, ou simplesmente PPP, é como um dos principais documentos norteadores do trabalho pedagógico escolar. Nessa perspectiva, ao promover a (re) elaboração do PPP da escola, implica compreendê-lo como compromisso coletivo e dialógico fundamentado no exercício e na definição da identidade institucional sob o princípio democrático. Veiga (2005), ao abordar as perspectivas para reflexão em torno do PPC e seus conceitos fundamentais, reforça a importância quanto aos pressupostos legais, princípios, aspectos teórico-metodológicos e elementos constituintes para que o projeto traga mudanças significativas para o desenvolvimento educacional e, consequentemente, a construção do indivíduo cidadão.
REZENDE, Lúcia Maria Gonçalves de; VEIGA, Ilma Passos Alencastro (Orgs.). Escola: espaço o projeto político-pedagógico. 8.ed. Campinas: Papirus, 2005. 200 p.
Nessa perspectiva, acerca dos enfoques apresentados acima sobre Projeto Político Pedagógico, avalie as afirmações a seguir.
I. O projeto político pedagógico, ao dar uma nova identidade à escola, deve contemplar a qualidade do ensino que se busca e implica em duas dimensões indissociáveis: a formal ou técnica e a política. II. Um projeto pedagógico de qualidade deve ser um processo participativo de decisões. III. A (re) elaboração do PPP da escola é atribuição exclusiva do gestor escolar, de forma a assegurar a dimensão administrativa. IV. Os movimentos do processo de construção do projeto pedagógico estão marcados por três movimentos distintos, porém interdependentes: ato situacional, ato conceitual e ato operativo. V. O projeto pedagógico é um exercício de autonomia da escola na busca pela qualidade com equidade e fortalecimento da escola através de práticas antiautoritárias baseada em quatro dimensões: administrativa, jurídica, financeira e pedagógica.
É correto apenas o afirmado em:
 

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2032114 Ano: 2021
Disciplina: Pedagogia
Banca: FACAPE
Orgão: Pref. Petrolina-PE
Educação inclusiva, como concepção de ensino contemporâneo, contribui significativamente na evolução das políticas, nas práticas pedagógicas e no sistema de ensino ao instituir como princípio a "igualdade nas possibilidades de escolarização". O que implica, acesso igualitário a oportunidades, valorização das diferenças e as diversidades sociais, étnicas, intelectuais, culturais, físicas, sensoriais e de gênero. O ponto de inclusão nessas possibilidades, são pertinentes as afirmações de Mantoan (2003) ao inferir que é " preciso mudar a escola e, mais precisamente o ensino nela ministrado".
Inclusão escolar: o que é? por quê? como fazer? / Maria Teresa Eglér Mantoan. — São Paulo: Moderna, 2003. — (Coleção cotidiano escolar)
Considerando o texto e os pressupostos de Mantoan quanto às tarefas fundamentais que a escola deve assumir na perspectiva da educação inclusiva, avalie as afirmações a seguir.
I. Recriar o modelo educativo escolar, tendo como eixo o ensino para todos. II. Reorganizar pedagogicamente as escolas, abrindo espaços para que a cooperação, o diálogo, a solidariedade, a criatividade e o espírito crítico sejam exercitados nas escolas, por professores, administradores, funcionários e alunos, porque são habilidades mínimas para o exercício da verdadeira cidadania. III. A inclusão é uma provocação, cuja intenção é melhorar a qualidade do ensino das escolas, atingindo todos os alunos a partir do processo da individualização de habilidades. IV. Garantir aos alunos tempo e liberdade para aprender, bem como um ensino que não segrega e que reprova a repetência. V. Formar, aprimorar continuamente e valorizar o professor, para que tenha condições e estímulo para ensinar a todos, sem exclusões e exceções.
É correto o que se afirma em:
 

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