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Texto 1
Educar, pensar e agir.
Não há como falar em Escola Cidadã sem lembrar que educar é impregnar de sentido cada ato do cotidiano, conforme estudiosos renomados.
Com esse pensamento, este texto se propõe tecer algumas conjugações possíveis no campo da educação. A terminologia gramatical é empregada não para explicar a língua e suas articulações, mas como figura metafórica para, numa metalinguagem, figurativizar as ações possíveis e desejáveis em uma Escola Cidadã, entendendo que essa escola é toda aquela que permite as relações abertas e igualitárias de poder.
Pensar em uma escola que garanta a manutenção da cidadania, não como um lugar em que se adquira a cidadania, deveria ser objetivo precípuo de toda e qualquer instituição, seja ela pública ou privada, do primeiro ou do terceiro setor. Mas pensar simplesmente não basta, é preciso agir. Verbos essenciais e necessários à conquista da manutenção da cidadania, via escola. São verbos de ação. Ação que demanda participação.
Para que essa proposição seja tomada como valor de verdade (pelo menos dentro de provisorieridade das verdades) há que se perguntar: qual o objeto da educação na vida presente e na vida futura que nos cabe conjugar para pensar e antecipar as possibilidades de uma escola cidadã? Qual o lugar da educação no processo de manutenção das condições de cidadania?
(…)
(Ormezinda Maria Ribeiro, in: Na teia de Penélope – Metáforas na educação - adaptado)
Na frase: “Projetaram escolas que elegi como pioneiras nessa proposição.”, assinale a alternativa que apresenta corretamente a análise morfossintática da palavra “que”.
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Qual a denominação do recurso de propriedade do mouse em sistemas operacionais Windows 10 Pro em português que permite destacar ou arrastar itens sem ter de manter o botão do mouse pressionado?
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São configurações possíveis dentre as opções do MS Word do Microsoft 365 em português:
- A Barra de Ferramentas de Acesso Rápido pode ser exibida acima ou abaixo da Faixa de Opções.
- Pode-se configurar o Word para salvar automaticamente ou não os documentos salvos no disco rígido do computador.
- Mostrar ou não a Mini Barra de Ferramentas após a seleção de um determinado texto.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Pinhalzinho-SC
Nos Estados Unidos, no período pós-Covid, muitas empresas como, por exemplo, o Walmart, enfrentam um sério problema que atrapalha seus planos de crescimento.
Assinale a alternativa que indica a dificuldade de que trata o texto.
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Leia o texto.
Carta a uma jovem senhora que, estando em uma roda em que dava aos presentes o tratamento de “você” se dirigiu ao autor chamando-o “o senhor”:
— Senhora.
Aquele a quem chamastes senhor aqui está, de peito magoado, a cara triste, para vos dizer que senhor ele não é, de nada, nem de ninguém.
Bem o sabeis, por certo, que a única nobreza do plebeu está em não querer esconder sua condição, e esta nobreza tenho eu. Assim se entre tantos senhores ricos e nobres a quem chamáveis «você» escolhestes a mim para tratar de «senhor», é bem de ver que só poderíeis ter encontrado essa senhoria nas rugas de minha testa e na prata dos meus cabelos. Senhor de muitos anos, eis aí; o território onde eu mando é no país do tempo que foi. Essa palavra “senhor”, no meio de uma frase, ergueu entre nós dois um muro frio e triste.
Vi o muro, e calei. Não é de muito, eu juro, que me acontece essa tristeza; mas também não era a vez primeira. De começo eram apenas os «brotos» ainda mal núbeis que me davam senhoria; depois assim começaram a tratar-me as moças de dezoito a vinte, com essa mistura de respeito, confiança, distância e desprezo que é o sabor dessa palavra melancólica. Sim, eu vi o muro; e, astuto ou desanimado, calei. Mas havia na roda um rapaz de ouvido fino e coração cruel; ele instou para que repetisses a palavra; fingistes não entender o que ele pedia, e voltastes a dizer a frase sem usar nem «senhor», nem «você». Mas o danado insistiu, e denunciou o que ouvira, e que, no embaraço de vossa delicadeza, evitáveis repetir. Todos riram, inclusive nós dois. A roda era íntima, e o caso era de riso.
O que não quer dizer que fosse alegre; é das tristezas que rimos de coração mais leve. Vim para casa, e como sou um homem forte, olhei-me ao espelho; e como tenho minhas fraquezas, fiz um soneto. Não vou escrevê-lo aqui; não cabe na coluna. Para vos dar o tom, direi que no fim do segundo quarteto eu confesso que às vezes já me falece valor «para enfrentar o tédio dos espelhos”; e no último terceto digo a mim mesmo: “Volta, portanto a cara e vê de perto – a cara, a tua cara verdadeira – ó Braga envelhecido, envilecido”.
Sim, a velhice é coisa vil; Bilac o disse em prosa, numa crônica, ainda que nos sonetos ele almejasse envelhecer sorrindo. Não sou Bilac; e nem me dá consolo, mas tristeza, pensar que as musas desse poeta andam por aí hoje encanecidas e murchas, se é que ainda andam e já não desceram todas à escuridão do túmulo. Vivem apenas, eternamente moças e lindas, na música de seus versos, cheios de sol e outras estrelas. Mas a verdade (ouvi, senhora, esta confissão de um senhor ido e vivido, ainda que mal e tristemente), a verdade é o instante. E vosso instante é de graça, juventude e extraordinária beleza. Tendes todos os direitos; sois um belo momento da aventura do gênero humano sobre a terra. De trás de meu muro frio eu vos saúdo e canto. Mas ser senhor é triste; eu sou, senhora, e humildemente, o vosso servo.
(Rubem Braga)
Observe o uso da vírgula nas duas frases retiradas do texto.
I. “Vi o muro, e calei”.
II. A roda era íntima, e o caso era de riso.
Analise as afirmativas abaixo sobre o uso da vírgula.
- Em I, o uso da vírgula não encontra abrigo na norma-padrão, já que a conjunção “e” liga duas orações com sujeitos idênticos.
- Em II, o uso da vírgula está correto.
- A frase: “Vi a garota, e achei-a bonita” apresenta o mesmo uso indevido da vírgula, como posto em I.
- Como em II, está correto o uso da vírgula na frase: “O cronista foi chamado de “senhor”, e um jovem de coração cruel instou esse tratamento.
- A vírgula usada na frase: “O soldado estava ferido, e continuou lutando.” está correta.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
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Leia o texto.
Carta a uma jovem senhora que, estando em uma roda em que dava aos presentes o tratamento de “você” se dirigiu ao autor chamando-o “o senhor”:
— Senhora.
Aquele a quem chamastes senhor aqui está, de peito magoado, a cara triste, para vos dizer que senhor ele não é, de nada, nem de ninguém.
Bem o sabeis, por certo, que a única nobreza do plebeu está em não querer esconder sua condição, e esta nobreza tenho eu. Assim se entre tantos senhores ricos e nobres a quem chamáveis «você» escolhestes a mim para tratar de «senhor», é bem de ver que só poderíeis ter encontrado essa senhoria nas rugas de minha testa e na prata dos meus cabelos. Senhor de muitos anos, eis aí; o território onde eu mando é no país do tempo que foi. Essa palavra “senhor”, no meio de uma frase, ergueu entre nós dois um muro frio e triste.
Vi o muro, e calei. Não é de muito, eu juro, que me acontece essa tristeza; mas também não era a vez primeira. De começo eram apenas os «brotos» ainda mal núbeis que me davam senhoria; depois assim começaram a tratar-me as moças de dezoito a vinte, com essa mistura de respeito, confiança, distância e desprezo que é o sabor dessa palavra melancólica. Sim, eu vi o muro; e, astuto ou desanimado, calei. Mas havia na roda um rapaz de ouvido fino e coração cruel; ele instou para que repetisses a palavra; fingistes não entender o que ele pedia, e voltastes a dizer a frase sem usar nem «senhor», nem «você». Mas o danado insistiu, e denunciou o que ouvira, e que, no embaraço de vossa delicadeza, evitáveis repetir. Todos riram, inclusive nós dois. A roda era íntima, e o caso era de riso.
O que não quer dizer que fosse alegre; é das tristezas que rimos de coração mais leve. Vim para casa, e como sou um homem forte, olhei-me ao espelho; e como tenho minhas fraquezas, fiz um soneto. Não vou escrevê-lo aqui; não cabe na coluna. Para vos dar o tom, direi que no fim do segundo quarteto eu confesso que às vezes já me falece valor «para enfrentar o tédio dos espelhos”; e no último terceto digo a mim mesmo: “Volta, portanto a cara e vê de perto – a cara, a tua cara verdadeira – ó Braga envelhecido, envilecido”.
Sim, a velhice é coisa vil; Bilac o disse em prosa, numa crônica, ainda que nos sonetos ele almejasse envelhecer sorrindo. Não sou Bilac; e nem me dá consolo, mas tristeza, pensar que as musas desse poeta andam por aí hoje encanecidas e murchas, se é que ainda andam e já não desceram todas à escuridão do túmulo. Vivem apenas, eternamente moças e lindas, na música de seus versos, cheios de sol e outras estrelas. Mas a verdade (ouvi, senhora, esta confissão de um senhor ido e vivido, ainda que mal e tristemente), a verdade é o instante. E vosso instante é de graça, juventude e extraordinária beleza. Tendes todos os direitos; sois um belo momento da aventura do gênero humano sobre a terra. De trás de meu muro frio eu vos saúdo e canto. Mas ser senhor é triste; eu sou, senhora, e humildemente, o vosso servo.
(Rubem Braga)
Analise as afirmativas abaixo sobre o texto.
- O tratamento cerimonioso que recebeu o autor da crônica lhe causou um dissabor.
- Ao autor, por vezes, falta-lhe a valentia para afrontar o aborrecimento dos espelhos.
- Sutilmente, o autor lembra à jovem que o chamou de “senhor” que a juventude é efêmera.
- O autor, além de se reconhecer velho, também se considera “envilecido”, ou seja, a idade o transformou em “vilão” para a juventude.
- As leitoras do autor já estão encanecidas e murchas, vivem apenas como musas em seus poemas.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas
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Texto 1
Educar, pensar e agir.
Não há como falar em Escola Cidadã sem lembrar que educar é impregnar de sentido cada ato do cotidiano, conforme estudiosos renomados.
Com esse pensamento, este texto se propõe tecer algumas conjugações possíveis no campo da educação. A terminologia gramatical é empregada não para explicar a língua e suas articulações, mas como figura metafórica para, numa metalinguagem, figurativizar as ações possíveis e desejáveis em uma Escola Cidadã, entendendo que essa escola é toda aquela que permite as relações abertas e igualitárias de poder.
Pensar em uma escola que garanta a manutenção da cidadania, não como um lugar em que se adquira a cidadania, deveria ser objetivo precípuo de toda e qualquer instituição, seja ela pública ou privada, do primeiro ou do terceiro setor. Mas pensar simplesmente não basta, é preciso agir. Verbos essenciais e necessários à conquista da manutenção da cidadania, via escola. São verbos de ação. Ação que demanda participação.
Para que essa proposição seja tomada como valor de verdade (pelo menos dentro de provisorieridade das verdades) há que se perguntar: qual o objeto da educação na vida presente e na vida futura que nos cabe conjugar para pensar e antecipar as possibilidades de uma escola cidadã? Qual o lugar da educação no processo de manutenção das condições de cidadania?
(…)
(Ormezinda Maria Ribeiro, in: Na teia de Penélope – Metáforas na educação - adaptado)
Analise as afirmativas abaixo, considerando o primeiro parágrafo do texto 1.
- Há uma oração subordinada adjetiva, com função de objeto direto.
- O verbo lembrar apresenta-se na sua forma não pronominal e com regência verbal adequada.
- Há um adjunto adverbial.
- É um período composto por subordinação e, entre outras, apresenta uma oração subordinada adverbial que denota conformidade.
- Não há a presença de adjuntos adnominais.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
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Considerando a análise sintática, assinale a alternativa correta, observando a seguinte frase: “Chego à conclusão de que o contrato só beneficiou os diretores.”
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Texto 1
Educar, pensar e agir.
Não há como falar em Escola Cidadã sem lembrar que educar é impregnar de sentido cada ato do cotidiano, conforme estudiosos renomados.
Com esse pensamento, este texto se propõe tecer algumas conjugações possíveis no campo da educação. A terminologia gramatical é empregada não para explicar a língua e suas articulações, mas como figura metafórica para, numa metalinguagem, figurativizar as ações possíveis e desejáveis em uma Escola Cidadã, entendendo que essa escola é toda aquela que permite as relações abertas e igualitárias de poder.
Pensar em uma escola que garanta a manutenção da cidadania, não como um lugar em que se adquira a cidadania, deveria ser objetivo precípuo de toda e qualquer instituição, seja ela pública ou privada, do primeiro ou do terceiro setor. Mas pensar simplesmente não basta, é preciso agir. Verbos essenciais e necessários à conquista da manutenção da cidadania, via escola. São verbos de ação. Ação que demanda participação.
Para que essa proposição seja tomada como valor de verdade (pelo menos dentro de provisorieridade das verdades) há que se perguntar: qual o objeto da educação na vida presente e na vida futura que nos cabe conjugar para pensar e antecipar as possibilidades de uma escola cidadã? Qual o lugar da educação no processo de manutenção das condições de cidadania?
(…)
(Ormezinda Maria Ribeiro, in: Na teia de Penélope – Metáforas na educação - adaptado)
Assinale a alternativa correta considerando o texto 1.
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Qual o nome da funcionalidade do Firefox que permite ao usuário salvar artigos da internet e lê-los com tranquilidade e sem distrações posteriormente?
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