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Foram encontradas 40 questões.

3719074 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Pombal-PB
Oliveira (2010, p. 113) afirma:
A leitura não é uma atividade exclusivamente linguística. A escrita também não é. E isso tem de ficar claro para o professor de português. Afinal, para escrever, necessitamos de conhecimentos linguísticos, mas também precisamos ter conhecimentos enciclopédicos e textuais. Se não possuirmos esses conhecimentos, nossa tarefa de escrever se torna muito difícil e, às vezes, impossível.
Fonte: OLIVEIRA, Luciano Amaral. O ensino pragmático da escrita. In: OLIVEIRA, Luciano Amaral. Coisas que todo professor de português precisa saber: a teoria na prática. São Paulo: Parábola Editorial, 2010 (Coleção Estratégias de Ensino, v. 17).
Acerca da habilidade da escrita, É CORRETO afirmar que:
 

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3719073 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Pombal-PB
Leia o seguinte posicionamento de Miguel et al. (2012, p. 215):
[...] qualquer prática de linguagem pressupõe uma situação de comunicação específica que se constitui de acordo com a esfera de produção, circulação e recepção a que está ligada. Essas esferas são espaços sócio-históricos e ideológicos de recorte do mundo onde se dão as relações discursivas entre os sujeitos.
Fonte: MIGUEL, Ely Alves; FERREIRA, Jefferson; CAMPOS, Jucelina Ferreira de; LEMES, Lezinete Regina; BENEVIDES, Louredir Rodrigues; SANTOS, Shirlei Neves dos. As múltiplas faces do Brasil em curta metragem. In: ROJO, Roxane; MOURA, Eduardo (Orgs.). Multiletramentos na escola. São Paulo: Parábola Editorial, 2012 (Coleção Estratégias de Ensino; v. 29).
Acerca da leitura na perspectiva dos gêneros textuais/discursivos, considere as seguintes assertivas.
I- A leitura é uma capacidade a ser desenvolvida através do trabalho com gêneros textuais/discursivos na sala de aula, conforme assinala, inclusive, a BNCC.
II- As condições de produção dos textos são fundamentais para a compreensão dos sentidos que eles mobilizam.
III- A esfera da interação entre os sujeitos não participa da interpretação dos sentidos do texto.

É CORRETO o que se afirma em:
 

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3719072 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Pombal-PB

Leia os textos 1, 2 e 3 para responder a questão

TEXTO 1

[...] o objetivo do ensino tradicional na escola brasileira sempre foi transmitir aos alunos uma língua digna desse nome, uma NP[norma padrão] que é identificada com o nome de “português”. Para alcançar esse objetivo, a escola sempre se guiou pela ideia de que para alguém falar e escrever bem era necessário, previamente, adquirir um saber gramatical, um conhecimento integral dos mecanismos de funcionamento da língua, tal como codificado nas gramáticas normativas. Trata-se de um mito [...] (Bagno, 2002, p. 47-48, grifo do autor).

Fonte: BAGNO, Marcos. A inevitável travessia: da prescrição gramatical à educação linguística. In: BAGNO, Marcos; STUBBS, Michael; GAGNÉ, Giles. Língua materna: letramento, variação & ensino. São Paulo: Parábola, 2002.

TEXTO 2

[...] toda questão linguística vai além de constituir um simples rol de palavras e regras; é, portanto, mais que um inventário de erros e acertos. É algo que entra pelo terreno do social, do cultural, do político, do simbólico, de suas representações e valores. Não pode, pois, engessar-se na imobilidade de um tempo, de um grupo, de uma classe (Antunes, 2007, p. 91, grifos da autora).

Fonte: ANTUNES, Irandé. A norma socialmente privilegiada não é a única norma linguisticamente válida. In:ANTUNES, Irandé. Muito além da gramática: por um ensino de línguas sem pedras no caminho. São Paulo: Parábola, 2007 (Coleção Estratégias de Ensino; v. 5).

TEXTO 3

Tal proposta assume a centralidade do texto como unidade de trabalho e as perspectivas enunciativo-discursivas na abordagem, de forma a sempre relacionar os textos a seus contextos de produção e o desenvolvimento de habilidades ao uso significativo da linguagem em atividades de leitura, escuta e produção de textos em várias mídias e semioses. Ao componente Língua Portuguesa cabe, então, proporcionar aos estudantes experiências que contribuam para a ampliação dos letramentos, de forma a possibilitar a participação significativa e crítica nas diversas práticas sociais permeadas/constituídas pela oralidade, pela escrita e por outras linguagens (Brasil, 2017, p. 67-68).

Fonte: BRASIL. Base Nacional Comum Curricular: Língua Portuguesa: Ensino Fundamental II. Brasília: Ministério da Educação, 2017.

Do ponto de vista da Linguística (Bagno, 2002; Antunes, 2007) e do discurso oficial em torno do ensino de Língua Portuguesa (Brasil, 2017), para traçar um perfil acurado e atual do ensino de português na Educação Básica, considere as assertivas abaixo.
I- A Linguística, assim como a BNCC, preconiza um ensino de português que não privilegia apenas uma forma de usar a língua, proveniente de uma classe social específica.
II- A Linguística e o discurso oficial discordam sobre como a língua materna deve ser ensinada nas escolas.
III- A dicotomia certo e errado, tão em voga no ensino tradicional, não dá conta da complexidade que caracteriza a relação do sujeito aluno com a Língua Portuguesa.
É CORRETO o que se afirma em:
 

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3719071 Ano: 2025
Disciplina: Pedagogia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Pombal-PB

Leia os textos 1, 2 e 3 para responder a questão

TEXTO 1

[...] o objetivo do ensino tradicional na escola brasileira sempre foi transmitir aos alunos uma língua digna desse nome, uma NP[norma padrão] que é identificada com o nome de “português”. Para alcançar esse objetivo, a escola sempre se guiou pela ideia de que para alguém falar e escrever bem era necessário, previamente, adquirir um saber gramatical, um conhecimento integral dos mecanismos de funcionamento da língua, tal como codificado nas gramáticas normativas. Trata-se de um mito [...] (Bagno, 2002, p. 47-48, grifo do autor).

Fonte: BAGNO, Marcos. A inevitável travessia: da prescrição gramatical à educação linguística. In: BAGNO, Marcos; STUBBS, Michael; GAGNÉ, Giles. Língua materna: letramento, variação & ensino. São Paulo: Parábola, 2002.

TEXTO 2

[...] toda questão linguística vai além de constituir um simples rol de palavras e regras; é, portanto, mais que um inventário de erros e acertos. É algo que entra pelo terreno do social, do cultural, do político, do simbólico, de suas representações e valores. Não pode, pois, engessar-se na imobilidade de um tempo, de um grupo, de uma classe (Antunes, 2007, p. 91, grifos da autora).

Fonte: ANTUNES, Irandé. A norma socialmente privilegiada não é a única norma linguisticamente válida. In:ANTUNES, Irandé. Muito além da gramática: por um ensino de línguas sem pedras no caminho. São Paulo: Parábola, 2007 (Coleção Estratégias de Ensino; v. 5).

TEXTO 3

Tal proposta assume a centralidade do texto como unidade de trabalho e as perspectivas enunciativo-discursivas na abordagem, de forma a sempre relacionar os textos a seus contextos de produção e o desenvolvimento de habilidades ao uso significativo da linguagem em atividades de leitura, escuta e produção de textos em várias mídias e semioses. Ao componente Língua Portuguesa cabe, então, proporcionar aos estudantes experiências que contribuam para a ampliação dos letramentos, de forma a possibilitar a participação significativa e crítica nas diversas práticas sociais permeadas/constituídas pela oralidade, pela escrita e por outras linguagens (Brasil, 2017, p. 67-68).

Fonte: BRASIL. Base Nacional Comum Curricular: Língua Portuguesa: Ensino Fundamental II. Brasília: Ministério da Educação, 2017.

Considerando especificamente o ensino de gramática, com base nos textos de referência (1, 2 e 3), é CORRETO afirmar que:
 

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3719070 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Pombal-PB

Leia os textos 1, 2 e 3 para responder a questão

TEXTO 1

[...] o objetivo do ensino tradicional na escola brasileira sempre foi transmitir aos alunos uma língua digna desse nome, uma NP[norma padrão] que é identificada com o nome de “português”. Para alcançar esse objetivo, a escola sempre se guiou pela ideia de que para alguém falar e escrever bem era necessário, previamente, adquirir um saber gramatical, um conhecimento integral dos mecanismos de funcionamento da língua, tal como codificado nas gramáticas normativas. Trata-se de um mito [...] (Bagno, 2002, p. 47-48, grifo do autor).

Fonte: BAGNO, Marcos. A inevitável travessia: da prescrição gramatical à educação linguística. In: BAGNO, Marcos; STUBBS, Michael; GAGNÉ, Giles. Língua materna: letramento, variação & ensino. São Paulo: Parábola, 2002.

TEXTO 2

[...] toda questão linguística vai além de constituir um simples rol de palavras e regras; é, portanto, mais que um inventário de erros e acertos. É algo que entra pelo terreno do social, do cultural, do político, do simbólico, de suas representações e valores. Não pode, pois, engessar-se na imobilidade de um tempo, de um grupo, de uma classe (Antunes, 2007, p. 91, grifos da autora).

Fonte: ANTUNES, Irandé. A norma socialmente privilegiada não é a única norma linguisticamente válida. In:ANTUNES, Irandé. Muito além da gramática: por um ensino de línguas sem pedras no caminho. São Paulo: Parábola, 2007 (Coleção Estratégias de Ensino; v. 5).

TEXTO 3

Tal proposta assume a centralidade do texto como unidade de trabalho e as perspectivas enunciativo-discursivas na abordagem, de forma a sempre relacionar os textos a seus contextos de produção e o desenvolvimento de habilidades ao uso significativo da linguagem em atividades de leitura, escuta e produção de textos em várias mídias e semioses. Ao componente Língua Portuguesa cabe, então, proporcionar aos estudantes experiências que contribuam para a ampliação dos letramentos, de forma a possibilitar a participação significativa e crítica nas diversas práticas sociais permeadas/constituídas pela oralidade, pela escrita e por outras linguagens (Brasil, 2017, p. 67-68).

Fonte: BRASIL. Base Nacional Comum Curricular: Língua Portuguesa: Ensino Fundamental II. Brasília: Ministério da Educação, 2017.

A respeito do ensino de Língua Portuguesa, considere as seguintes assertivas.
I- ABNCC endossa a diretriz do ensino de Língua Portuguesa tendo a gramática normativa ou tradicional como carro-chefe.
II- Saber gramática normativa não deve ser a única possibilidade para que os alunos aprendam português na escola.
III- O ensino tradicional de Língua Portuguesa tem suas atividades centradas no texto.
IV- Conforme preconiza a BNCC, o ensino de Língua Portuguesa deve partir do texto, levando em conta o desenvolvimento de habilidades com relação à leitura, escrita e escuta de gêneros diversos no âmbito das práticas sociais e linguístico-discursivas nas quais se inscreve.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
 

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A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um documento que define o conjunto orgânico e progressivo de aprendizagens essenciais que todos os alunos devem desenvolver ao longo das etapas e modalidades da Educação Básica. Nesse contexto, analise as afirmativas abaixo sobre a versão vigente da BNCC:
I- ALei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/1996) é o único marco legal que embasa a BNCC.
II- Uma das noções fundantes da BNCC é a noção do que é básico-comum e o que é diverso em matéria curricular. Nesse contexto, as competências e diretrizes representam o que é diverso e os currículos o que é básico-comum.
III- ABNCC é um documento normativo que se aplica exclusivamente à educação escolar, tal como a define o § 1° do Artigo 1º da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/1996).
IV- As aprendizagens essenciais da BNCC devem garantir o desenvolvimento de competências gerais, que concretizam, no âmbito pedagógico, os direitos de aprendizagem e desenvolvimento na educação básica.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
 

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Reconhecendo as limitações de qualquer tentativa de classificação, Libâneo (1985), em seu livro Democratização da Escola Pública: A Pedagogia Crítico-Social dos Conteúdos, classifica as tendências pedagógicas em liberais e progressistas, com base na forma como essas tendências se posicionam em relação aos condicionantes sociopolíticos da escola.
Fonte: LIBÂNEO, J.C. Democratização da escola pública: a pedagogia crítico-social dos conteúdos. São Paulo: Edições Loyola, 1985.
No quadro abaixo, é apresentado um exemplo de como os conteúdos de ensino são vistos em umas das tendências pedagógicas evidenciadas pelo autor.
Conteúdo de ensino – são os conhecimentos e valores sociais acumulados pelas gerações adultas e repassados ao aluno como verdades. As matérias de estudo visam preparar o aluno para a vida, são determinadas pela sociedade e ordenadas na legislação. Os conteúdos são separados da experiência do aluno e das realidades sociais, valendo pelo valor intelectual, razão pela qual essa pedagogia é criticada como intelectualista e, às vezes, como enciclopédica (Libâneo , 1985, p. 24).
Fonte: LIBÂNEO, J. C. Democratização da escola pública: a pedagogia crítico-social dos conteúdos. São Paulo: Edições Loyola, 1985.
De acordo com Libâneo (1985), a tendência pedagógica que concebe os conteúdos de ensino da forma como apresentada no quadro anterior é:
 

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Ao falar sobre planejamento escolar, Libâneo (2017) destaca três modalidades de planejamento que estão articuladas entre si: o plano da escola, o plano de ensino e o plano de aulas.
Fonte: LIBÂNEO, J. C. Didática [livro eletrônico]. São Paulo: Cortez, 2017.
Com base no que o referido autor menciona sobre o plano de ensino, assinale a alternativa que corresponde a uma pergunta que pode ser respondida a partir desta modalidade de planejamento.
 

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No dia 7 de fevereiro de 2025, foi celebrado o Dia Nacional de Luta dos Povos Indígenas. Conforme texto disponível na sua página oficial do Instagram, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) destaca que a data busca enfatizar a importância dos povos originários na história do Brasil, além de conscientizar sobre os direitos dos indígenas no que diz respeito a territórios, cultura saúde e educação. Nesse contexto, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) - Lei nº 9.394/1996 - dedica um artigo específico à educação indígena, o artigo 78. Nele, são estabelecidos os objetivos da educação escolar bilíngue e intercultural aos povos indígenas. Esses objetivos são:
I- proporcionar aos indígenas, suas comunidades e povos, a recuperação de suas memórias históricas.
II- reafirmar as identidades indígenas e valorizar suas línguas e ciências.
III- manter programas de formação de pessoal especializado, destinados à educação escolar nas comunidades indígenas.
IV- elaborar e publicar sistematicamente material didático específico e diferenciado, que garanta o direito à educação escolar aos povos indígenas, em exclusivo, na Educação Básica.
V- garantir aos indígenas, suas comunidades e povos, o acesso às informações, conhecimentos técnicos e científicos da sociedade nacional e demais sociedades indígenas e não indígenas.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
 

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O título IV da Lei nº 9.394/1996 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) – dispõe sobre a organização da educação nacional. O primeiro artigo deste título diz que a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios organizarão, em regime de colaboração, os respectivos sistemas de ensino. Nesse contexto, de acordo com a referida lei, os Municípios incumbir-se-ão de:
 

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