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A leitura não é uma atividade exclusivamente linguística. A escrita também não é. E isso tem de ficar claro para o professor de português. Afinal, para escrever, necessitamos de conhecimentos linguísticos, mas também precisamos ter conhecimentos enciclopédicos e textuais. Se não possuirmos esses conhecimentos, nossa tarefa de escrever se torna muito difícil e, às vezes, impossível.
Fonte: OLIVEIRA, Luciano Amaral. O ensino pragmático da escrita. In: OLIVEIRA, Luciano Amaral. Coisas que todo professor de português precisa saber: a teoria na prática. São Paulo: Parábola Editorial, 2010 (Coleção Estratégias de Ensino, v. 17).
Acerca da habilidade da escrita, É CORRETO afirmar que:
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[...] qualquer prática de linguagem pressupõe uma situação de comunicação específica que se constitui de acordo com a esfera de produção, circulação e recepção a que está ligada. Essas esferas são espaços sócio-históricos e ideológicos de recorte do mundo onde se dão as relações discursivas entre os sujeitos.
Fonte: MIGUEL, Ely Alves; FERREIRA, Jefferson; CAMPOS, Jucelina Ferreira de; LEMES, Lezinete Regina; BENEVIDES, Louredir Rodrigues; SANTOS, Shirlei Neves dos. As múltiplas faces do Brasil em curta metragem. In: ROJO, Roxane; MOURA, Eduardo (Orgs.). Multiletramentos na escola. São Paulo: Parábola Editorial, 2012 (Coleção Estratégias de Ensino; v. 29).
Acerca da leitura na perspectiva dos gêneros textuais/discursivos, considere as seguintes assertivas.
I- A leitura é uma capacidade a ser desenvolvida através do trabalho com gêneros textuais/discursivos na sala de aula, conforme assinala, inclusive, a BNCC.
II- As condições de produção dos textos são fundamentais para a compreensão dos sentidos que eles mobilizam.
III- A esfera da interação entre os sujeitos não participa da interpretação dos sentidos do texto.
É CORRETO o que se afirma em:
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Leia os textos 1, 2 e 3 para responder a questão
TEXTO 1
[...] o objetivo do ensino tradicional na escola brasileira sempre foi transmitir aos alunos uma língua digna desse nome, uma NP[norma padrão] que é identificada com o nome de “português”. Para alcançar esse objetivo, a escola sempre se guiou pela ideia de que para alguém falar e escrever bem era necessário, previamente, adquirir um saber gramatical, um conhecimento integral dos mecanismos de funcionamento da língua, tal como codificado nas gramáticas normativas. Trata-se de um mito [...] (Bagno, 2002, p. 47-48, grifo do autor).
Fonte: BAGNO, Marcos. A inevitável travessia: da prescrição gramatical à educação linguística. In: BAGNO, Marcos; STUBBS, Michael; GAGNÉ, Giles. Língua materna: letramento, variação & ensino. São Paulo: Parábola, 2002.
TEXTO 2
[...] toda questão linguística vai além de constituir um simples rol de palavras e regras; é, portanto, mais que um inventário de erros e acertos. É algo que entra pelo terreno do social, do cultural, do político, do simbólico, de suas representações e valores. Não pode, pois, engessar-se na imobilidade de um tempo, de um grupo, de uma classe (Antunes, 2007, p. 91, grifos da autora).
Fonte: ANTUNES, Irandé. A norma socialmente privilegiada não é a única norma linguisticamente válida. In:ANTUNES, Irandé. Muito além da gramática: por um ensino de línguas sem pedras no caminho. São Paulo: Parábola, 2007 (Coleção Estratégias de Ensino; v. 5).
TEXTO 3
Tal proposta assume a centralidade do texto como unidade de trabalho e as perspectivas enunciativo-discursivas na abordagem, de forma a sempre relacionar os textos a seus contextos de produção e o desenvolvimento de habilidades ao uso significativo da linguagem em atividades de leitura, escuta e produção de textos em várias mídias e semioses. Ao componente Língua Portuguesa cabe, então, proporcionar aos estudantes experiências que contribuam para a ampliação dos letramentos, de forma a possibilitar a participação significativa e crítica nas diversas práticas sociais permeadas/constituídas pela oralidade, pela escrita e por outras linguagens (Brasil, 2017, p. 67-68).
Fonte: BRASIL. Base Nacional Comum Curricular: Língua Portuguesa: Ensino Fundamental II. Brasília: Ministério da Educação, 2017.
I- A Linguística, assim como a BNCC, preconiza um ensino de português que não privilegia apenas uma forma de usar a língua, proveniente de uma classe social específica.
II- A Linguística e o discurso oficial discordam sobre como a língua materna deve ser ensinada nas escolas.
III- A dicotomia certo e errado, tão em voga no ensino tradicional, não dá conta da complexidade que caracteriza a relação do sujeito aluno com a Língua Portuguesa.
É CORRETO o que se afirma em:
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Leia os textos 1, 2 e 3 para responder a questão
TEXTO 1
[...] o objetivo do ensino tradicional na escola brasileira sempre foi transmitir aos alunos uma língua digna desse nome, uma NP[norma padrão] que é identificada com o nome de “português”. Para alcançar esse objetivo, a escola sempre se guiou pela ideia de que para alguém falar e escrever bem era necessário, previamente, adquirir um saber gramatical, um conhecimento integral dos mecanismos de funcionamento da língua, tal como codificado nas gramáticas normativas. Trata-se de um mito [...] (Bagno, 2002, p. 47-48, grifo do autor).
Fonte: BAGNO, Marcos. A inevitável travessia: da prescrição gramatical à educação linguística. In: BAGNO, Marcos; STUBBS, Michael; GAGNÉ, Giles. Língua materna: letramento, variação & ensino. São Paulo: Parábola, 2002.
TEXTO 2
[...] toda questão linguística vai além de constituir um simples rol de palavras e regras; é, portanto, mais que um inventário de erros e acertos. É algo que entra pelo terreno do social, do cultural, do político, do simbólico, de suas representações e valores. Não pode, pois, engessar-se na imobilidade de um tempo, de um grupo, de uma classe (Antunes, 2007, p. 91, grifos da autora).
Fonte: ANTUNES, Irandé. A norma socialmente privilegiada não é a única norma linguisticamente válida. In:ANTUNES, Irandé. Muito além da gramática: por um ensino de línguas sem pedras no caminho. São Paulo: Parábola, 2007 (Coleção Estratégias de Ensino; v. 5).
TEXTO 3
Tal proposta assume a centralidade do texto como unidade de trabalho e as perspectivas enunciativo-discursivas na abordagem, de forma a sempre relacionar os textos a seus contextos de produção e o desenvolvimento de habilidades ao uso significativo da linguagem em atividades de leitura, escuta e produção de textos em várias mídias e semioses. Ao componente Língua Portuguesa cabe, então, proporcionar aos estudantes experiências que contribuam para a ampliação dos letramentos, de forma a possibilitar a participação significativa e crítica nas diversas práticas sociais permeadas/constituídas pela oralidade, pela escrita e por outras linguagens (Brasil, 2017, p. 67-68).
Fonte: BRASIL. Base Nacional Comum Curricular: Língua Portuguesa: Ensino Fundamental II. Brasília: Ministério da Educação, 2017.
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Leia os textos 1, 2 e 3 para responder a questão
TEXTO 1
[...] o objetivo do ensino tradicional na escola brasileira sempre foi transmitir aos alunos uma língua digna desse nome, uma NP[norma padrão] que é identificada com o nome de “português”. Para alcançar esse objetivo, a escola sempre se guiou pela ideia de que para alguém falar e escrever bem era necessário, previamente, adquirir um saber gramatical, um conhecimento integral dos mecanismos de funcionamento da língua, tal como codificado nas gramáticas normativas. Trata-se de um mito [...] (Bagno, 2002, p. 47-48, grifo do autor).
Fonte: BAGNO, Marcos. A inevitável travessia: da prescrição gramatical à educação linguística. In: BAGNO, Marcos; STUBBS, Michael; GAGNÉ, Giles. Língua materna: letramento, variação & ensino. São Paulo: Parábola, 2002.
TEXTO 2
[...] toda questão linguística vai além de constituir um simples rol de palavras e regras; é, portanto, mais que um inventário de erros e acertos. É algo que entra pelo terreno do social, do cultural, do político, do simbólico, de suas representações e valores. Não pode, pois, engessar-se na imobilidade de um tempo, de um grupo, de uma classe (Antunes, 2007, p. 91, grifos da autora).
Fonte: ANTUNES, Irandé. A norma socialmente privilegiada não é a única norma linguisticamente válida. In:ANTUNES, Irandé. Muito além da gramática: por um ensino de línguas sem pedras no caminho. São Paulo: Parábola, 2007 (Coleção Estratégias de Ensino; v. 5).
TEXTO 3
Tal proposta assume a centralidade do texto como unidade de trabalho e as perspectivas enunciativo-discursivas na abordagem, de forma a sempre relacionar os textos a seus contextos de produção e o desenvolvimento de habilidades ao uso significativo da linguagem em atividades de leitura, escuta e produção de textos em várias mídias e semioses. Ao componente Língua Portuguesa cabe, então, proporcionar aos estudantes experiências que contribuam para a ampliação dos letramentos, de forma a possibilitar a participação significativa e crítica nas diversas práticas sociais permeadas/constituídas pela oralidade, pela escrita e por outras linguagens (Brasil, 2017, p. 67-68).
Fonte: BRASIL. Base Nacional Comum Curricular: Língua Portuguesa: Ensino Fundamental II. Brasília: Ministério da Educação, 2017.
I- ABNCC endossa a diretriz do ensino de Língua Portuguesa tendo a gramática normativa ou tradicional como carro-chefe.
II- Saber gramática normativa não deve ser a única possibilidade para que os alunos aprendam português na escola.
III- O ensino tradicional de Língua Portuguesa tem suas atividades centradas no texto.
IV- Conforme preconiza a BNCC, o ensino de Língua Portuguesa deve partir do texto, levando em conta o desenvolvimento de habilidades com relação à leitura, escrita e escuta de gêneros diversos no âmbito das práticas sociais e linguístico-discursivas nas quais se inscreve.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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I- ALei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/1996) é o único marco legal que embasa a BNCC.
II- Uma das noções fundantes da BNCC é a noção do que é básico-comum e o que é diverso em matéria curricular. Nesse contexto, as competências e diretrizes representam o que é diverso e os currículos o que é básico-comum.
III- ABNCC é um documento normativo que se aplica exclusivamente à educação escolar, tal como a define o § 1° do Artigo 1º da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/1996).
IV- As aprendizagens essenciais da BNCC devem garantir o desenvolvimento de competências gerais, que concretizam, no âmbito pedagógico, os direitos de aprendizagem e desenvolvimento na educação básica.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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Fonte: LIBÂNEO, J.C. Democratização da escola pública: a pedagogia crítico-social dos conteúdos. São Paulo: Edições Loyola, 1985.
No quadro abaixo, é apresentado um exemplo de como os conteúdos de ensino são vistos em umas das tendências pedagógicas evidenciadas pelo autor.
Conteúdo de ensino – são os conhecimentos e valores sociais acumulados pelas gerações adultas e repassados ao aluno como verdades. As matérias de estudo visam preparar o aluno para a vida, são determinadas pela sociedade e ordenadas na legislação. Os conteúdos são separados da experiência do aluno e das realidades sociais, valendo pelo valor intelectual, razão pela qual essa pedagogia é criticada como intelectualista e, às vezes, como enciclopédica (Libâneo , 1985, p. 24).
Fonte: LIBÂNEO, J. C. Democratização da escola pública: a pedagogia crítico-social dos conteúdos. São Paulo: Edições Loyola, 1985.
De acordo com Libâneo (1985), a tendência pedagógica que concebe os conteúdos de ensino da forma como apresentada no quadro anterior é:
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Fonte: LIBÂNEO, J. C. Didática [livro eletrônico]. São Paulo: Cortez, 2017.
Com base no que o referido autor menciona sobre o plano de ensino, assinale a alternativa que corresponde a uma pergunta que pode ser respondida a partir desta modalidade de planejamento.
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I- proporcionar aos indígenas, suas comunidades e povos, a recuperação de suas memórias históricas.
II- reafirmar as identidades indígenas e valorizar suas línguas e ciências.
III- manter programas de formação de pessoal especializado, destinados à educação escolar nas comunidades indígenas.
IV- elaborar e publicar sistematicamente material didático específico e diferenciado, que garanta o direito à educação escolar aos povos indígenas, em exclusivo, na Educação Básica.
V- garantir aos indígenas, suas comunidades e povos, o acesso às informações, conhecimentos técnicos e científicos da sociedade nacional e demais sociedades indígenas e não indígenas.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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