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O trabalho educacional, por sua natureza, demanda um esforço compartilhado, realizado a partir da
participação coletiva e integrada de todos os segmentos da unidade escolar (Lück, 2017). Com base na
citação, é função social da escola
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A discussão sobre o Projeto Político-Pedagógico tem sido objeto de estudos para pesquisadores e
instituições educacionais em nível nacional, estadual e municipal, em busca da melhoria da qualidade
de ensino e aprendizagem (Veiga, 2002). O PPP se alicerça em princípios que devem nortear a escola
democrática, pública e gratuita. Sobre eles, analise os itens abaixo:
I. Igualdade de condições para acesso e permanência dos estudantes na escola. II. Qualidade para todos, principalmente para aqueles que demonstrem mais potencial de desenvolvimento escolar. III. Gestão democrática, tendo em vista a socialização das reflexões, decisões e ações. IV. Autonomia, considerando os saberes e as experiências da comunidade escolar, em consonância com a legislação educacional vigente. V. Valorização do magistério, focando na formação continuada, nas condições de trabalho e em uma remuneração digna.
Estão CORRETOS, apenas,
I. Igualdade de condições para acesso e permanência dos estudantes na escola. II. Qualidade para todos, principalmente para aqueles que demonstrem mais potencial de desenvolvimento escolar. III. Gestão democrática, tendo em vista a socialização das reflexões, decisões e ações. IV. Autonomia, considerando os saberes e as experiências da comunidade escolar, em consonância com a legislação educacional vigente. V. Valorização do magistério, focando na formação continuada, nas condições de trabalho e em uma remuneração digna.
Estão CORRETOS, apenas,
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A dimensão social das práticas pedagógicas, comprometida com a cidadania e com a formação de uma
sociedade democrática, necessariamente
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- Currículo (Teoria e Prática)Teorias curriculares
- Currículo: planejamento, seleção e organização dos conteúdos
O currículo centrado na pedagogia de projetos tem alguns objetivos e critérios prioritários em termos
da aprendizagem a serem alcançados pelos alunos, tais como:
I. construir o seu próprio conhecimento, desenvolvendo investigação ampla sobre os temas estudados.
II. levantar problematizações de questões com e pelos alunos, consultando diversas mídias.
III. integrar os saberes adquiridos a atitudes participativas na escola e na comunidade.
IV. sistematizar os conhecimentos com base nas informações trazidas e compartilhadas entre alunos-alunos
e alunos-professor.
V. partir da exposição do assunto pelo professor, seguida de exercícios de fixação e pesquisas na internet.
Estão CORRETOS, apenas, os itens
Estão CORRETOS, apenas, os itens
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- Autores da Educação
- Planejamento na EducaçãoNíveis e tipos de planejamentoPlanejamento Educacional
- Tipos de Planos de Ensino
- Elaboração do Planejamento de Ensino
- Zabala
O planejamento pedagógico é um instrumento, que auxilia o professor na estruturação da prática do
ensino. Para que o planejamento escolar objetive a aprendizagem significativa dos conhecimentos, é
necessário, segundo Zabala (1998), que se elaborem sequências didáticas que priorizem
I. aulas expositivas e textos para leitura e interpretação exigida pelo professor. II. os conhecimentos prévios dos alunos e a realidade social. III. atividades que apresentem um desafio alcançável pelos estudantes, considerando as competências dos estudantes. IV. exercícios de fixação como um recurso para o alcance do aprendizado significativo. V. conteúdos organizados e trabalhados de forma significativa e interdisciplinar.
Estão CORRETOS os itens
I. aulas expositivas e textos para leitura e interpretação exigida pelo professor. II. os conhecimentos prévios dos alunos e a realidade social. III. atividades que apresentem um desafio alcançável pelos estudantes, considerando as competências dos estudantes. IV. exercícios de fixação como um recurso para o alcance do aprendizado significativo. V. conteúdos organizados e trabalhados de forma significativa e interdisciplinar.
Estão CORRETOS os itens
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A Escola Inclusiva é uma tendência internacional do final do século XX. O principal desafio dessa
escola é
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Libâneo (1995) divide as tendências pedagógicas em dois grupos: 1- “pedagogia liberal” e 2-
“pedagogia progressista”. No grupo 1, estão as vertentes que concebem a educação como
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Os níveis de ensino, conforme a Lei, 9394/96 de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, podem ser
distinguidos em educação básica e educação superior. A educação básica abrange
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(1) O sempre surpreendente Guimarães Rosa dizia: “O animal satisfeito dorme”. Por trás dessa aparente
obviedade está um dos mais fundos alertas contra o risco de cairmos na monotonia existencial, na redundância
afetiva e na indigência intelectual. O que o escritor tão bem percebeu é que a condição humana perde
substância e energia vital toda vez que se sente plenamente confortável com a maneira como as coisas já
estão, rendendo-se à sedução do repouso e imobilizando-se na acomodação.
(2) A advertência é preciosa: não devemos esquecer que a satisfação conclui, encerra, termina; a satisfação
não deixa margem para a continuidade, para o prosseguimento, para a persistência, para o desdobramento. A
satisfação acalma, limita, amortece.
(3) Por isso, quando alguém diz “fiquei muito satisfeito com você” ou “estou muito satisfeita com teu trabalho”, é
assustador. O que se quer dizer com isso? Que nada mais de mim se deseja? Que o ponto atual é meu limite
e, portanto, minha possibilidade? Que de mim nada mais além se pode esperar? Que está bom como está?
Assim seria apavorante; passaria a ideia de que desse jeito já basta. Ora, o agradável é quando alguém diz:
“Teu trabalho (ou carinho, ou comida, ou aula, ou texto, ou música etc.) é bom; fiquei muito insatisfeito e,
portanto, quero mais, quero continuar, quero conhecer outras coisas”.
(4) Um bom filme não é exatamente aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando,
quietos, para a tela, enquanto passam os letreiros, desejando que não cesse? Um bom livro não é aquele que,
quando encerramos a leitura, deixamos um pouco apoiado no colo, absortos e distantes, pensando que não
poderia terminar? Uma boa festa, um bom jogo, um bom passeio, uma boa cerimônia não é aquela que
queremos que se prolongue?
(5) Com a vida de cada um e de cada uma também tem de ser assim. Afinal de contas, não nascemos prontos
e acabados. Ainda bem, pois estar satisfeitos conosco mesmos é considerar-nos terminados e constrangidos
ao possível da condição do momento.
(6) Quando crianças (só as crianças?), muitas vezes, diante da tensão provocada por algum desafio que exigia
esforço (estudar, treinar, EMAGRECER etc.), ficávamos preocupados e irritados, sonhando e pensando: Por
que a gente já não nasce pronto, sabendo todas as coisas? Bela e ingênua perspectiva. É fundamental não
nascermos sabendo e nem prontos; o ser que nasce sabendo não terá novidades, só reiterações. Somos seres
de insatisfação e precisamos ter nisso alguma dose de ambição. Todavia, ambição é diferente de ganância,
dado que o ambicioso quer mais e melhor, enquanto que o ganancioso quer só para si próprio.
(7) Nascer sabendo é uma limitação porque obriga a apenas repetir e, nunca, a criar, inovar, refazer, modificar.
Quanto mais se nasce pronto, mais refém do que já se sabe e, portanto, do passado; aprender sempre é o que
mais impede que nos tornemos prisioneiros de situações que, por serem inéditas, não saberíamos enfrentar.
(8) Diante dessa realidade, é absurdo acreditar na ideia de que uma pessoa, quanto mais vive, mais velha fica.
Para que alguém quanto mais vivesse mais velho ficasse, teria de ter nascido pronto e ir se gastando… Isso
não ocorre com gente, e sim com fogão, sapato, geladeira. Gente não nasce pronta e vai se gastando; gente
nasce „não pronta", e vai se fazendo. Eu, no ano em que estamos, sou a minha mais nova edição (revista e, às
vezes, um pouco ampliada). O mais velho de mim (se é o tempo a medida) está no meu passado, e não no
presente.
(9) Demora um pouco para entender tudo isso. Aliás, como falou o mesmo Guimarães, “não convém fazer
escândalo de começo; só aos poucos é que o escuro é claro”…
Mário Sérgio Cortella. Disponível em: http://www.contioutra.com/o-animal-satisfeito-dorme-texto-de-mario-sergio-cortella. Acesso em:
30/09/17. Adaptado.
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(1) O sempre surpreendente Guimarães Rosa dizia: “O animal satisfeito dorme”. Por trás dessa aparente
obviedade está um dos mais fundos alertas contra o risco de cairmos na monotonia existencial, na redundância
afetiva e na indigência intelectual. O que o escritor tão bem percebeu é que a condição humana perde
substância e energia vital toda vez que se sente plenamente confortável com a maneira como as coisas já
estão, rendendo-se à sedução do repouso e imobilizando-se na acomodação.
(2) A advertência é preciosa: não devemos esquecer que a satisfação conclui, encerra, termina; a satisfação
não deixa margem para a continuidade, para o prosseguimento, para a persistência, para o desdobramento. A
satisfação acalma, limita, amortece.
(3) Por isso, quando alguém diz “fiquei muito satisfeito com você” ou “estou muito satisfeita com teu trabalho”, é
assustador. O que se quer dizer com isso? Que nada mais de mim se deseja? Que o ponto atual é meu limite
e, portanto, minha possibilidade? Que de mim nada mais além se pode esperar? Que está bom como está?
Assim seria apavorante; passaria a ideia de que desse jeito já basta. Ora, o agradável é quando alguém diz:
“Teu trabalho (ou carinho, ou comida, ou aula, ou texto, ou música etc.) é bom; fiquei muito insatisfeito e,
portanto, quero mais, quero continuar, quero conhecer outras coisas”.
(4) Um bom filme não é exatamente aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando,
quietos, para a tela, enquanto passam os letreiros, desejando que não cesse? Um bom livro não é aquele que,
quando encerramos a leitura, deixamos um pouco apoiado no colo, absortos e distantes, pensando que não
poderia terminar? Uma boa festa, um bom jogo, um bom passeio, uma boa cerimônia não é aquela que
queremos que se prolongue?
(5) Com a vida de cada um e de cada uma também tem de ser assim. Afinal de contas, não nascemos prontos
e acabados. Ainda bem, pois estar satisfeitos conosco mesmos é considerar-nos terminados e constrangidos
ao possível da condição do momento.
(6) Quando crianças (só as crianças?), muitas vezes, diante da tensão provocada por algum desafio que exigia
esforço (estudar, treinar, EMAGRECER etc.), ficávamos preocupados e irritados, sonhando e pensando: Por
que a gente já não nasce pronto, sabendo todas as coisas? Bela e ingênua perspectiva. É fundamental não
nascermos sabendo e nem prontos; o ser que nasce sabendo não terá novidades, só reiterações. Somos seres
de insatisfação e precisamos ter nisso alguma dose de ambição. Todavia, ambição é diferente de ganância,
dado que o ambicioso quer mais e melhor, enquanto que o ganancioso quer só para si próprio.
(7) Nascer sabendo é uma limitação porque obriga a apenas repetir e, nunca, a criar, inovar, refazer, modificar.
Quanto mais se nasce pronto, mais refém do que já se sabe e, portanto, do passado; aprender sempre é o que
mais impede que nos tornemos prisioneiros de situações que, por serem inéditas, não saberíamos enfrentar.
(8) Diante dessa realidade, é absurdo acreditar na ideia de que uma pessoa, quanto mais vive, mais velha fica.
Para que alguém quanto mais vivesse mais velho ficasse, teria de ter nascido pronto e ir se gastando… Isso
não ocorre com gente, e sim com fogão, sapato, geladeira. Gente não nasce pronta e vai se gastando; gente
nasce „não pronta", e vai se fazendo. Eu, no ano em que estamos, sou a minha mais nova edição (revista e, às
vezes, um pouco ampliada). O mais velho de mim (se é o tempo a medida) está no meu passado, e não no
presente.
(9) Demora um pouco para entender tudo isso. Aliás, como falou o mesmo Guimarães, “não convém fazer
escândalo de começo; só aos poucos é que o escuro é claro”…
Mário Sérgio Cortella. Disponível em: http://www.contioutra.com/o-animal-satisfeito-dorme-texto-de-mario-sergio-cortella. Acesso em:
30/09/17. Adaptado.
I. No 1º parágrafo, para compreender a informação de que “o que o escritor tão bem percebeu é que...” o leitor deve inferir que “o escritor” faz referência a “Guimarães Rosa”, citado no início do texto. II. No exemplo inserido no 3º parágrafo – “Por isso, quando alguém diz „fiquei muito satisfeito com você"” –, o termo sublinhado, claramente, faz referência explícita ao leitor do texto. III. No seguinte trecho do 4º parágrafo: “Um bom filme não é exatamente aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando, quietos, para a tela...”, a compreensão do segmento destacado é possibilitada pela relação que, na nossa cultura, fazemos entre “tela” e “filme”. IV. No 8º parágrafo, na afirmação de que “Isso não ocorre com gente, e sim com fogão, sapato, geladeira.”, o leitor deve compreender que o termo sublinhado, apesar da ausência do artigo, corresponde à forma pronominal “a gente”.
Estão CORRETAS, apenas:
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