Magna Concursos

Foram encontradas 60 questões.

Leia o texto a seguir e depois responda à questão.

Diálogos da fé

800 anos depois, islâmicos e católicos relembram

diálogo marcante.

Em 1219, São Francisco de Assis e o sultão do Egito

al-Malik fizeram um encontro histórico em busca da paz e da harmonia.

O início deste ano de 2019 foi marcado por um evento inter-religiosamente importante. O líder da Igreja Católica, Papa Francisco, e o Sheikh da Universidade de Al-azhar, Prof. Dr. Ahmad al-Tayeb, realizaram o Encontro da Fraternidade Humana em Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos, e em consequência disso assinaram o Documento Sobre a Fraternidade Humana em prol da paz e da convivência comum. O documento não se restringiu apenas aos membros das duas comunidades, cujos líderes estavam ali assinando o documento, mas sim a toda humanidade sem nenhuma restrição. Os tópicos principais deste documento tratavam de direitos humanos, liberdade religiosa/fé/crença e sacralidade da vida humana, e condenava-se a barbaridade que das guerras e do terrorismo resulta. Estes, porém, são apenas alguns dos assuntos abordados pelo documento. Além desta ocorrência histórica, em meio a tantas turbulências e problemas, este ano remete à memória de algum outro marco histórico para ambas as comunidades. Oitocentos anos atrás, o outro Francisco, que hoje é santo da Igreja, em meio às turbulentas batalhas das cruzadas, cruzou as linhas de guerra e foi ao encontro com o sultão do Egito, al -Malik al-Kamil al-Ayoubi, em 1219. A história é marcante, pois homem sedento de paz e de harmonia foi ao encontro do outro que também era sedento da paz e cansado de ver o sangue dos filhos dos outros. Este evento histórico marcou a amizade de um frade católico e um sultão muçulmano. Esta amizade, segundo o cardeal Odilo Pedro Scherer, arcebispo metropolitano de São Paulo, deu a oportunidade de os frades franciscanos até hoje trabalharem no Egito e na região ao redor.

No último sábado, dia 28 de setembro, as entidades islâmicas Federação das Associações Muçulmanas no Brasil (FAMRAS) e União Nacional das Entidades Islâmicas (UNI), e as entidades representativas dos frades franciscanos Conferência da Família Franciscana no Brasil (CFFB) e a Ordem dos Frades Menores (OFM), realizaram o evento em memória do encontro entre o sultão e São Francisco de Assis na Mesquita da Misericórdia, situada na região de Santo Amaro. O evento iniciou-se com a plantação da Árvore da Fraternidade. Nesta ocasião, os líderes religiosos da comunidade islâmica e das entidades franciscanas plantaram uma árvore de ipê desejando que gere muitos frutos de diálogo e da irmandade junto as suas cheirosas flores. Logo depois, passou-se ao Salão Multiuso da Mesquita, onde aconteceram as palestras, mostras artísticas e homenagens aos líderes religiosos que estavam presentes.

As palestras foram marcadas com as falas de irmã Cleusa Aparecida Neves, frade César Külkamp e Sheikh Muhammad al-Bukai.

A irmã Cleusa, presidente da CFFB, denunciou a falta do diálogo e o autoritarismo que está crescente. O frei César, provincial da Província Franciscana, usou das palavras de Dom Helder Câmara, afirmando que devemos adotar a humanidade toda por família.

Já o Sheikh Muhammad al-Bukai afirmou que o ser humano tem tendências à eternidade, mas o que dura eternamente são as nossas ações. Em continuidade de sua fala, o Sheikh afirmou que nas guerras não há vitória, todos perdem. Lembrando do ato de São Francisco e do Sultão al-Malik em busca da paz, ressaltou que este é um ato que durará eternamente.

Ao finalizar, faço das palavras deles as minhas e ressalto que o que foi realizado na noite do dia 28 de setembro é uma semente que gerará muitos frutos pela frente. Mas nenhum de nós recolhê-las-á, esta é a parte mais importante do que se faz em prol do diálogo. Desejo que as futuras gerações possam colher os frutos da árvore de irmandade.

KUS, Atilla. Diálogos de fé. CartaCapital, 1º out. 2019.

Disponível em: <https:// www.cartacapital.com.br/blogs/dialogos-da-fe/800-anos-depois-islamicos- e-catolicos-relembram-dialogo-marcante/>. Acesso em: 2 out. 2019.

Analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.

I – No segundo parágrafo, no segundo período, a oração “[...] que hoje é santo da Igreja [...]” foi pontuada adequadamente entre vírgulas

PORQUE

II – se trata de uma oração subordinada adjetiva explicativa.

A respeito das asserções, é correto afirmar que

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Laura, Carlos e mais quatro amigos compraram seis lugares consecutivos (numerados) em uma mesma fileira de uma sessão de cinema. No momento de ocuparem os lugares, Laura e Carlos disseram que gostariam de sentar um ao lado do outro. Assim, atendendo a esse pedido, o número de maneiras distintas que todos os seis amigos podem se distribuir nos lugares adquiridos é igual a

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Sobre a Lei Orgânica do Município de Ponte Nova, avalie as afirmações abaixo, e marque (V) para verdadeiro ou (F) para falso.

( ) – A Câmara Municipal, por decisão da maioria de seus membros, poderá convocar plebiscito ou referendo popular sobre matérias relevantes e de interesse geral.

( ) – As reivindicações oficiais de Associações ao Poder Executivo deverão facultativamente passar pelo Poder Legislativo.

( ) – É vedada concessão com cláusula de monopólio, sob qualquer hipótese.

( ) – A publicação das leis, decretos, balancetes e quaisquer outros atos oficiais do Poder Público Municipal, deverá ser feita em órgãos da imprensa local ou em órgãos de divulgação do Poder Público Municipal.

A sequência correta é

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1034339 Ano: 2019
Disciplina: Geologia
Banca: FCM
Orgão: Pref. Ponte Nova-MG
Provas:

A Tectônica Global ou Tectônica de Placas é a chave para a compreensão da história geológica da Terra e de como será o futuro do planeta em que vivemos. A constatação da existência das placas tectônicas deu uma nova roupagem às antigas ideias da teoria da Deriva Continental, explicando satisfatoriamente muitas das grandes feições geológicas da Terra. Com base no histórico do desenvolvimento da Teoria da Deriva Continental até chegar à moderna Tectônica de Placas, informe se é verdadeiro ( V ) ou falso ( F ) o que se afirma.

( ) A teoria da Tectônica de Placas nasceu quando surgiram os primeiros mapas das linhas das costas atlânticas da América do Sul e da África, em 1620, quando Alfred Wegener apontou o perfeito encaixe entre estas duas costas.

( ) A presença de fósseis de Glossopteris (tipo de gimnosperma primitiva) em regiões do Brasil e da África, cujas ocorrências se correlacionavam perfeitamente ao se juntarem os continentes, contribuiu para a validação da teoria da ruptura das placas tectônicas.

( ) No início do século XX, Francis Bacon, observando um mapa-múndi, imaginou que todos os continentes estiveram juntos, formando um único supercontinente denominado Pangea, dividido posteriormente em dois continentes, Laurásia e Gondwana.

( ) O conceito da Deriva Continental explica o surgimento de grandes feições geomorfológicas na Terra, mas não explica sobre as concentrações dos sismos e vulcões atuais.

( ) A Deriva Continental proposta no início do século XX é a teoria que explica a fragmentação da parte externa da crosta (litosfera) em placas tectônicas, mas não explica que forças seriam capazes de mover os imensos blocos continentais.

( ) As evidências da glaciação ocorrida há aproximadamente 300 Ma. no sudeste do Brasil, no sul da África, na Índia, no oeste da Austrália e na Antártica reforçam a teoria da existência do supercontinente Pangea.

De acordo com as afirmações, a sequência correta é

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Leia o texto a seguir e depois responda à questão.

Diálogos da fé

800 anos depois, islâmicos e católicos relembram

diálogo marcante.

Em 1219, São Francisco de Assis e o sultão do Egito

al-Malik fizeram um encontro histórico em busca da paz e da harmonia.

O início deste ano de 2019 foi marcado por um evento inter-religiosamente importante. O líder da Igreja Católica, Papa Francisco, e o Sheikh da Universidade de Al-azhar, Prof. Dr. Ahmad al-Tayeb, realizaram o Encontro da Fraternidade Humana em Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos, e em consequência disso assinaram o Documento Sobre a Fraternidade Humana em prol da paz e da convivência comum. O documento não se restringiu apenas aos membros das duas comunidades, cujos líderes estavam ali assinando o documento, mas sim a toda humanidade sem nenhuma restrição. Os tópicos principais deste documento tratavam de direitos humanos, liberdade religiosa/fé/crença e sacralidade da vida humana, e condenava-se a barbaridade que das guerras e do terrorismo resulta. Estes, porém, são apenas alguns dos assuntos abordados pelo documento. Além desta ocorrência histórica, em meio a tantas turbulências e problemas, este ano remete à memória de algum outro marco histórico para ambas as comunidades.(III) Oitocentos anos atrás, o outro Francisco, que hoje é santo da Igreja, em meio às turbulentas batalhas das cruzadas, cruzou as linhas de guerra e foi ao encontro com o sultão do Egito, al -Malik al-Kamil al-Ayoubi, em 1219. A história é marcante, pois homem sedento de paz e de harmonia foi ao encontro do outro que também era sedento da paz e cansado de ver o sangue dos filhos dos outros. Este evento histórico marcou a amizade de um frade católico e um sultão muçulmano. Esta amizade, segundo o cardeal Odilo Pedro Scherer, arcebispo metropolitano de São Paulo, deu a oportunidade de os frades franciscanos até hoje trabalharem no Egito e na região ao redor.

No último sábado, dia 28 de setembro, as entidades islâmicas Federação das Associações Muçulmanas no Brasil (FAMRAS) e União Nacional das Entidades Islâmicas (UNI), e as entidades representativas dos frades franciscanos Conferência da Família Franciscana no Brasil (CFFB) e a Ordem dos Frades Menores (OFM), realizaram o evento em memória do encontro entre o sultão e São Francisco de Assis na Mesquita da Misericórdia, situada na região de Santo Amaro. O evento iniciou-se com a plantação da Árvore da Fraternidade. Nesta ocasião, os líderes religiosos da comunidade islâmica e das entidades franciscanas plantaram uma árvore de ipê desejando que gere muitos frutos de diálogo e da irmandade junto as suas cheirosas flores. Logo depois, passou-se ao Salão Multiuso da Mesquita, onde aconteceram as palestras, mostras artísticas e homenagens aos líderes religiosos que estavam presentes.

As palestras foram marcadas com as falas de irmã Cleusa Aparecida Neves, frade César Külkamp e Sheikh Muhammad al-Bukai.(II)

A irmã Cleusa, presidente da CFFB, denunciou a falta do diálogo e o autoritarismo que está crescente. O frei César, provincial da Província Franciscana, usou das palavras de Dom Helder Câmara, afirmando que devemos adotar a humanidade toda por família.(I)

Já o Sheikh Muhammad al-Bukai afirmou que o ser humano tem tendências à eternidade, mas o que dura eternamente são as nossas ações. Em continuidade de sua fala, o Sheikh afirmou que nas guerras não há vitória, todos perdem. Lembrando do ato de São Francisco e do Sultão al-Malik em busca da paz, ressaltou que este é um ato que durará eternamente.(IV)

Ao finalizar, faço das palavras deles as minhas e ressalto que o que foi realizado na noite do dia 28 de setembro é uma semente que gerará muitos frutos pela frente(V). Mas nenhum de nós recolhê-las-á, esta é a parte mais importante do que se faz em prol do diálogo. Desejo que as futuras gerações possam colher os frutos da árvore de irmandade.

KUS, Atilla. Diálogos de fé. CartaCapital, 1º out. 2019.

Disponível em: <https:// www.cartacapital.com.br/blogs/dialogos-da-fe/800-anos-depois-islamicos- e-catolicos-relembram-dialogo-marcante/>. Acesso em: 2 out. 2019.

Sobre sinais de pontuação, avalie as afirmações abaixo.

I – No período: “O frei César, provincial da Província Franciscana, usou das palavras de Dom Helder Câmara, afirmando que devemos adotar a humanidade toda por família.”, o termo “provincial da Província Franciscana” foi posto entre vírgulas porque se trata de um vocativo.

II – No período: “As palestras foram marcadas com as falas de irmã Cleusa Aparecida Neves, frade César Külkamp e Sheikh Muhammad al-Bukai.”, a vírgula usada depois de “Neves” é justificada, na norma-padrão, pelo fato de que se trata de uma sequência de termos enumerados e coordenados assindeticamente.

III – No período: “Além desta ocorrência histórica, em meio a tantas turbulências e problemas, este ano remete à memória de algum outro marco histórico para ambas as comunidades.”, a vírgula usada depois de “histórica” é justificada, na norma-padrão, pelo fato de o termo “Além desta ocorrência histórica” ser um complemento nominal anteposto.

IV – No período: “Lembrando do ato de São Francisco e do Sultão al-Malik em busca da paz, ressaltou que este é um ato que durará eternamente.”, a vírgula foi empregada para separar a primeira oração, que é principal, da segunda oração, iniciada pelo verbo “ressaltou”, que é subordinada.

V – No período: “Ao finalizar, faço das palavras deles as minhas e ressalto que o que foi realizado na noite do dia 28 de setembro é uma semente que gerará muitos frutos pela frente.”, a vírgula foi usada após a oração “Ao finalizar”, conforme a norma-padrão, porque se trata de oração subordinada adverbial, reduzida de infinitivo.

Está correto apenas o que se afirma em

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Uma pessoa deseja inserir o texto Concurso Público em várias células, não adjacentes, de uma planilha do Microsoft Excel 2016, instalado em um computador com Windows 10. Para isto, a pessoa pode selecionar as células em que o texto será inserido, digitar o texto na célula ativa, e pressionar

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Leia o texto a seguir e depois responda à questão.

Diálogos da fé

800 anos depois, islâmicos e católicos relembram

diálogo marcante.

Em 1219, São Francisco de Assis e o sultão do Egito

al-Malik fizeram um encontro histórico em busca da paz e da harmonia.

O início deste ano de 2019 foi marcado por um evento inter-religiosamente importante. O líder da Igreja Católica, Papa Francisco, e o Sheikh da Universidade de Al-azhar, Prof. Dr. Ahmad al-Tayeb, realizaram o Encontro da Fraternidade Humana em Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos, e em consequência disso assinaram o Documento Sobre a Fraternidade Humana em prol da paz e da convivência comum. O documento não se restringiu apenas aos membros das duas comunidades, cujos líderes estavam ali assinando o documento, mas sim a toda humanidade sem nenhuma restrição. Os tópicos principais deste documento tratavam de direitos humanos, liberdade religiosa/fé/crença e sacralidade da vida humana, e condenava-se a barbaridade que das guerras e do terrorismo resulta. Estes, porém, são apenas alguns dos assuntos abordados pelo documento. Além desta ocorrência histórica, em meio a tantas turbulências e problemas, este ano remete à memória de algum outro marco histórico para ambas as comunidades. Oitocentos anos atrás, o outro Francisco, que hoje é santo da Igreja, em meio às turbulentas batalhas das cruzadas, cruzou as linhas de guerra e foi ao encontro com o sultão do Egito, al -Malik al-Kamil al-Ayoubi, em 1219. A história é marcante, pois homem sedento de paz e de harmonia foi ao encontro do outro que também era sedento da paz e cansado de ver o sangue dos filhos dos outros. Este evento histórico marcou a amizade de um frade católico e um sultão muçulmano. Esta amizade, segundo o cardeal Odilo Pedro Scherer, arcebispo metropolitano de São Paulo, deu a oportunidade de os frades franciscanos até hoje trabalharem no Egito e na região ao redor.

No último sábado, dia 28 de setembro, as entidades islâmicas Federação das Associações Muçulmanas no Brasil (FAMRAS) e União Nacional das Entidades Islâmicas (UNI), e as entidades representativas dos frades franciscanos Conferência da Família Franciscana no Brasil (CFFB) e a Ordem dos Frades Menores (OFM), realizaram o evento em memória do encontro entre o sultão e São Francisco de Assis na Mesquita da Misericórdia, situada na região de Santo Amaro. O evento iniciou-se com a plantação da Árvore da Fraternidade. Nesta ocasião, os líderes religiosos da comunidade islâmica e das entidades franciscanas plantaram uma árvore de ipê desejando que gere muitos frutos de diálogo e da irmandade junto as suas cheirosas flores. Logo depois, passou-se ao Salão Multiuso da Mesquita, onde aconteceram as palestras, mostras artísticas e homenagens aos líderes religiosos que estavam presentes.

As palestras foram marcadas com as falas de irmã Cleusa Aparecida Neves, frade César Külkamp e Sheikh Muhammad al-Bukai.

A irmã Cleusa, presidente da CFFB, denunciou a falta do diálogo e o autoritarismo que está crescente. O frei César, provincial da Província Franciscana, usou das palavras de Dom Helder Câmara, afirmando que devemos adotar a humanidade toda por família.

Já o Sheikh Muhammad al-Bukai afirmou que o ser humano tem tendências à eternidade, mas o que dura eternamente são as nossas ações. Em continuidade de sua fala, o Sheikh afirmou que nas guerras não há vitória, todos perdem. Lembrando do ato de São Francisco e do Sultão al-Malik em busca da paz, ressaltou que este é um ato que durará eternamente.

Ao finalizar, faço das palavras deles as minhas e ressalto que o que foi realizado na noite do dia 28 de setembro é uma semente que gerará muitos frutos pela frente. Mas nenhum de nós recolhê-las-á, esta é a parte mais importante do que se faz em prol do diálogo. Desejo que as futuras gerações possam colher os frutos da árvore de irmandade.

KUS, Atilla. Diálogos de fé. CartaCapital, 1º out. 2019.

Disponível em: <https:// www.cartacapital.com.br/blogs/dialogos-da-fe/800-anos-depois-islamicos- e-catolicos-relembram-dialogo-marcante/>. Acesso em: 2 out. 2019.

Sobre a ortografia oficial, conforme a Academia Brasileira de Letras, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma abaixo.

( ) No primeiro parágrafo, o autor usou corretamente o hífen no vocábulo “inter- religiosamente”.

( ) No segundo parágrafo, no segundo período, o autor grafou incorretamente o vocábulo “santo”, pois este deveria ser escrito obrigatoriamente com a inicial maiúscula: Santo.

( ) No segundo parágrafo, no último período, o autor grafou incorretamente a sequência “[...] a oportunidade de os frades [...]”. Deveria ter escrito: a oportunidade dos frades.

( ) No terceiro parágrafo, o autor grafou corretamente as siglas CFFB e OFM.

De acordo com as afirmações, a sequência correta é

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
975752 Ano: 2019
Disciplina: Geologia
Banca: FCM
Orgão: Pref. Ponte Nova-MG
Provas:

As rochas fazem parte de um planeta cheio de energia que promove, com sua alta temperatura e alta pressão interna, todos os processos de abalos sísmicos, movimentos tectônicos de placas e atividades vulcânicas em uma dinâmica muito intensa. As atividades de intemperismo e de erosão externa também atuam sobre estas rochas, causando constantes alterações. A esse respeito, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma.

( ) A rocha metamórfica, como consequência de eventos tectônicos relacionados com o fenômeno de subducção, não pode transformar-se numa rocha magmática.

( ) A relação de interdependência entre as rochas em superfície e em profundidade da Terra permite afirmar que a rocha magmática pode transformar-se numa rocha sedimentar, mas não pode transformarse em outra rocha magmática.

( ) Quando os sedimentos alcançam profundidades elevadas da crosta terrestre, ocorrem fenômenos de metamorfismo, originando rochas metamórficas, ou podem fundir-se originando um magma.

( ) Os processos geodinâmicos externos originam sedimentos a partir de qualquer rocha preexistente e dão origem, ao longo do tempo geológico, às rochas sedimentares por diagênese.

( ) Como consequência de eventos tectônicos relacionados com a movimentação de placas tectônicas, as rochas metamórficas e as rochas ígneas podem entrar em fusão dando origem ao magma.

( ) As rochas terrestres não constituem massas estáticas, o planeta está vivo e em contínua modificação; por este motivo, a rocha sedimentar não pode transformar- se numa rocha metamórfica.

De acordo com as afirmações, a sequência correta é

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Leia o texto a seguir e depois responda à questão.

Diálogos da fé

800 anos depois, islâmicos e católicos relembram

diálogo marcante.

Em 1219, São Francisco de Assis e o sultão do Egito

al-Malik fizeram um encontro histórico em busca da paz e da harmonia.

O início deste ano de 2019 foi marcado por um evento inter-religiosamente importante. O líder da Igreja Católica, Papa Francisco, e o Sheikh da Universidade de Al-azhar, Prof. Dr. Ahmad al-Tayeb, realizaram(v) o Encontro da Fraternidade Humana em Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos, e em consequência disso assinaram o Documento Sobre a Fraternidade Humana em prol da paz e da convivência comum. O documento não se restringiu apenas aos membros das duas comunidades, cujos líderes estavam ali assinando o documento, mas sim a toda humanidade sem nenhuma restrição. Os tópicos principais deste documento tratavam de direitos humanos, liberdade religiosa/fé/crença e sacralidade da vida humana, e condenava-se a barbaridade que das guerras e do terrorismo resulta. Estes, porém, são apenas alguns dos assuntos abordados pelo documento. Além desta ocorrência histórica, em meio a tantas turbulências e problemas, este ano remete à memória de algum outro marco histórico para ambas as comunidades. Oitocentos anos atrás, o outro Francisco, que hoje é santo da Igreja, em meio às turbulentas batalhas das cruzadas, cruzou as linhas de guerra e foi ao encontro com o sultão do Egito, al -Malik al-Kamil al-Ayoubi, em 1219. A história é marcante, pois homem sedento de paz e de harmonia foi ao encontro do outro que também era sedento da paz e cansado de ver o sangue dos filhos dos outros. Este evento histórico marcou a amizade de um frade católico e um sultão muçulmano. Esta amizade, segundo o cardeal Odilo Pedro Scherer, arcebispo metropolitano de São Paulo, deu a oportunidade de os frades franciscanos até hoje trabalharem no Egito e na região ao redor.

No último sábado, dia 28 de setembro, as entidades islâmicas Federação das Associações Muçulmanas no Brasil (FAMRAS) e União Nacional das Entidades Islâmicas (UNI), e as entidades representativas dos frades franciscanos Conferência da Família Franciscana no Brasil (CFFB) e a Ordem dos Frades Menores (OFM), realizaram o evento em memória do encontro entre o sultão e São Francisco de Assis na Mesquita da Misericórdia, situada na região de Santo Amaro. O evento iniciou-se com a plantação da Árvore da Fraternidade. Nesta ocasião, os líderes religiosos da comunidade islâmica e das entidades franciscanas plantaram uma árvore de ipê desejando que gere muitos frutos de diálogo e da irmandade junto as suas cheirosas flores. Logo depois, passou-se ao Salão Multiuso da Mesquita, onde aconteceram as palestras(I), mostras artísticas e homenagens aos líderes religiosos que estavam presentes.

As palestras foram marcadas(II) com as falas de irmã Cleusa Aparecida Neves, frade César Külkamp e Sheikh Muhammad al-Bukai.

A irmã Cleusa, presidente da CFFB, denunciou a falta do diálogo e o autoritarismo que está crescente. O frei César, provincial da Província Franciscana, usou das palavras de Dom Helder Câmara, afirmando que devemos adotar a humanidade toda por família.

Já o Sheikh Muhammad al-Bukai afirmou que o ser humano tem tendências à eternidade, mas o que dura eternamente são as nossas ações. Em continuidade de sua fala, o Sheikh afirmou que nas guerras não há vitória, todos perdem. Lembrando do ato de São Francisco e do Sultão al-Malik em busca da paz, ressaltou que este é um ato que durará eternamente.

Ao finalizar, faço das palavras deles as minhas e ressalto que o que foi realizado na noite do dia 28 de setembro é uma semente que gerará muitos frutos pela frente. Mas nenhum de nós recolhê-las-á, esta é a parte mais importante do que se faz em prol do diálogo. Desejo que as futuras gerações possam(IV) colher os frutos da árvore de irmandade.

KUS, Atilla. Diálogos de fé. CartaCapital, 1º out. 2019.

Disponível em: . Acesso em: 2 out. 2019.

Sobre sintaxe de concordância, avalie as afirmações abaixo.

I – No último período do terceiro parágrafo do texto, na oração “[...] onde aconteceram as palestras [...]”, o verbo não foi flexionado conforme a norma-padrão, pois ele teria de ficar no singular, “aconteceu”, visto que o termo seguinte, “palestras”, é objeto direto.

II – No quarto parágrafo, na frase “As palestras foram marcadas [...]”, o verbo foi flexionado conforme a norma-padrão, haja vista que o sujeito “As palestras” está no plural.

III – No último parágrafo, no segundo período, na oração “Mas nenhum de nós recolhê-las-á [...]”, o verbo não foi flexionado conforme a norma-padrão, pois o verbo “recolher” tem de concordar com o pronome “nós”.

IV – No último parágrafo, no último período, o verbo “possam” foi flexionado de acordo com a norma-padrão, pois concorda com o sujeito “futuras gerações”.

V – No primeiro parágrafo, no segundo período, o verbo “realizaram” foi flexionado conforme a norma- padrão, pois concorda com o sujeito composto e anteposto a que se refere.

Está correto apenas o que se afirma em

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
874497 Ano: 2019
Disciplina: Geologia
Banca: FCM
Orgão: Pref. Ponte Nova-MG
Provas:

Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma, tendo como referência o conceito de que os agregados para a construção civil são materiais inertes, com dimensões e propriedades adequadas para a obra.

( ) Os agregados podem ser utilizados na preparação de argamassas e de concretos hidráulicos e betuminosos e utilizados como lastros ferroviários, enroscamentos e filtros.

( ) Os agregados podem ser pétreos ou orgânicos, sendo utilizados como encontrados na natureza, constituindo os agregados naturais.

( ) Os agregados podem resultar de fragmentação mecânica de rochas, constituindo a pedra britada e o pó de pedra.

( ) Os agregados podem ser obtidos a partir de subprodutos ou resíduos de processos industriais, de atividades minerárias e da construção civil, constituindo os agregados reciclados.

( ) Os agregados compostos de calcários sedimentares são de baixa resistência e, por este motivo, são muito especificados como material de construção. ( ) Os agregados constituem-se num dos bens minerais mais consumidos no mundo para satisfazer as elementares necessidades de moradia, mas não são indicados para as obras de infraestrutura mais elaboradas.

( ) Os agregados são produzidos por empresas de mineração situadas, comumente, próximas aos consumidores, ou seja, no entorno dos núcleos urbanos.

( ) As rochas ígneas são, na sua maioria, ótimos materiais de construção devido às suas características de alta resistência e durabilidade.

( ) Entre as rochas metamórficas, os mármores, as ardósias, os gnaisses, os granitos e os quartzitos são os mais usados como materiais de construção, com destaque para os gnaisses.

De acordo com as afirmações, a sequência correta é

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas