Magna Concursos

Foram encontradas 60 questões.

Leia o texto a seguir e depois responda à questão.

Diálogos da fé

800 anos depois, islâmicos e católicos relembram

diálogo marcante.

Em 1219, São Francisco de Assis e o sultão do Egito

al-Malik fizeram um encontro histórico em busca da paz e da harmonia.

O início deste ano de 2019 foi marcado por um evento inter-religiosamente importante. O líder da Igreja Católica, Papa Francisco, e o Sheikh da Universidade de Al-azhar, Prof. Dr. Ahmad al-Tayeb, realizaram o Encontro da Fraternidade Humana em Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos, e em consequência disso assinaram o Documento Sobre a Fraternidade Humana em prol da paz e da convivência comum. O documento não se restringiu apenas aos membros das duas comunidades, cujos líderes estavam ali assinando o documento, mas sim a toda humanidade sem nenhuma restrição. Os tópicos principais deste documento tratavam de direitos humanos, liberdade religiosa/fé/crença e sacralidade da vida humana, e condenava-se a barbaridade que das guerras e do terrorismo resulta. Estes, porém, são apenas alguns dos assuntos abordados pelo documento. Além desta ocorrência histórica, em meio a tantas turbulências e problemas, este ano remete à memória de algum outro marco histórico para ambas as comunidades. Oitocentos anos atrás, o outro Francisco, que hoje é santo da Igreja, em meio às turbulentas batalhas das cruzadas, cruzou as linhas de guerra e foi ao encontro com o sultão do Egito, al -Malik al-Kamil al-Ayoubi, em 1219. A história é marcante, pois homem sedento de paz e de harmonia foi ao encontro do outro que também era sedento da paz e cansado de ver o sangue dos filhos dos outros. Este evento histórico marcou a amizade de um frade católico e um sultão muçulmano. Esta amizade, segundo o cardeal Odilo Pedro Scherer, arcebispo metropolitano de São Paulo, deu a oportunidade de os frades franciscanos até hoje trabalharem no Egito e na região ao redor.

No último sábado, dia 28 de setembro, as entidades islâmicas Federação das Associações Muçulmanas no Brasil (FAMRAS) e União Nacional das Entidades Islâmicas (UNI), e as entidades representativas dos frades franciscanos Conferência da Família Franciscana no Brasil (CFFB) e a Ordem dos Frades Menores (OFM), realizaram o evento em memória do encontro entre o sultão e São Francisco de Assis na Mesquita da Misericórdia, situada na região de Santo Amaro. O evento iniciou-se com a plantação da Árvore da Fraternidade. Nesta ocasião, os líderes religiosos da comunidade islâmica e das entidades franciscanas plantaram uma árvore de ipê desejando que gere muitos frutos de diálogo e da irmandade junto as suas cheirosas flores. Logo depois, passou-se ao Salão Multiuso da Mesquita, onde aconteceram as palestras, mostras artísticas e homenagens aos líderes religiosos que estavam presentes.

As palestras foram marcadas com as falas de irmã Cleusa Aparecida Neves, frade César Külkamp e Sheikh Muhammad al-Bukai.

A irmã Cleusa, presidente da CFFB, denunciou a falta do diálogo e o autoritarismo que está crescente. O frei César, provincial da Província Franciscana, usou das palavras de Dom Helder Câmara, afirmando que devemos adotar a humanidade toda por família.

Já o Sheikh Muhammad al-Bukai afirmou que o ser humano tem tendências à eternidade, mas o que dura eternamente são as nossas ações. Em continuidade de sua fala, o Sheikh afirmou que nas guerras não há vitória, todos perdem. Lembrando do ato de São Francisco e do Sultão al-Malik em busca da paz, ressaltou que este é um ato que durará eternamente.

Ao finalizar, faço das palavras deles as minhas e ressalto que o que foi realizado na noite do dia 28 de setembro é uma semente que gerará muitos frutos pela frente. Mas nenhum de nós recolhê-las-á, esta é a parte mais importante do que se faz em prol do diálogo. Desejo que as futuras gerações possam colher os frutos da árvore de irmandade.

KUS, Atilla. Diálogos de fé. CartaCapital, 1º out. 2019.

Disponível em: <https:// www.cartacapital.com.br/blogs/dialogos-da-fe/800-anos-depois-islamicos- e-catolicos-relembram-dialogo-marcante/>. Acesso em: 2 out. 2019.

A respeito da crase, no penúltimo parágrafo do texto, no primeiro período, o autor empregou adequadamente o acento indicativo da crase porque

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1362879 Ano: 2019
Disciplina: Educação Artística
Banca: FCM
Orgão: Pref. Ponte Nova-MG
Provas:

Ao estudar as poéticas visuais, Sandra Rey, em seu artigo "Da prática à teoria: três instâncias metodológicas sobre a pesquisa em Poéticas Visuais", apresenta uma divisão metodológica entre pesquisa em arte e pesquisa sobre arte. Dessa maneira, a pensadora estabelece critérios que dirigem os métodos para o estudo das artes plásticas em sua expressão imagética contemporânea.

Observe o período a seguir e preencha corretamente as lacunas do texto que esclarece a diferença entre esses modos de pesquisar a arte visual.

A pesquisa arte é aquela que referencia o do artista a partir da pesquisa constituída pelo do pesquisador. Já a pesquisa arte enfatiza o , referenciado pelo que é a obra de arte.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Uma pessoa pode preservar seus arquivos pessoais, tais como fotos, vídeos e documentos, para que sejam recuperados em situações como falha de disco rígido, exclusão ou substituição acidental de arquivos, ou furto do dispositivos de armazenamento por meio da utilização de

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Em três faces de um cubo, cujas arestas medem 4 m, foram traçadas três diagonais DE, EG e GD, conforme a figura abaixo.

Enunciado 2964156-1

A área do triângulo DEG, em metros quadrados, é

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Ao abrir o Explorador de arquivos do Windows 10 e selecionar Este computador, será exibido(a), dentre outras coisas,

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Preencha corretamente as lacunas do texto a seguir, a respeito da gerência do histórico e de outros dados de navegação na internet, utilizando o Google Chrome. No computador, abra o Google Chrome.

No canto superior direito, clique em Mais. Clique em e depois em Limpar dados de navegação. Escolha o período como, por exemplo, . Selecione os tipos de informações que serão removidas, tais como e clique em Limpar dados.

A sequência que preenche corretamente as lacunas é

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1183613 Ano: 2019
Disciplina: Educação Artística
Banca: FCM
Orgão: Pref. Ponte Nova-MG
Provas:

O plano original, P.O., como é nomeado por Wassily Kandinsky em seu livro, Ponto e linha sobre o plano, é a superfície material que suporta a obra, esquematicamente, sendo limitado por duas linhas verticais e outras duas linhas horizontais. Essa modelagem aponta para uma definição do P.O. como um ser autônomo no domínio daquilo que o rodeia. Atentando para essa definição, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma sobre o P.O.

( ) A compreensão relativa de um P.O. perfeito determina que a objetividade absoluta é atingida pelo objeto.

( ) A linha horizontal superior evoca a ideia de maior flexibilidade, leveza, ascensão e liberdade.

( ) A noção de peso corresponde a um peso material, equivalendo a uma tensão interior da obra.

( ) A linha horizontal inferior evoca a ideia de maior flexibilidade, leveza, ascensão e liberdade.

( ) A forma mais objetiva de um P.O. esquemático é o quadrado.

De acordo com as afirmações, a sequência correta é

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Atualmente, a população brasileira e a quantidade de smartphones ativos no Brasil é de aproximadamente

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Leia o texto a seguir e depois responda à questão.

Diálogos da fé

800 anos depois, islâmicos e católicos relembram

diálogo marcante.

Em 1219, São Francisco de Assis e o sultão do Egito

al-Malik fizeram um encontro histórico em busca da paz e da harmonia.

O início deste ano de 2019 foi marcado por um evento inter-religiosamente importante. O líder da Igreja Católica, Papa Francisco, e o Sheikh da Universidade de Al-azhar, Prof. Dr. Ahmad al-Tayeb, realizaram o Encontro da Fraternidade Humana em Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos, e em consequência disso assinaram o Documento Sobre a Fraternidade Humana em prol da paz e da convivência comum. O documento não se restringiu apenas aos membros das duas comunidades, cujos líderes estavam ali assinando o documento, mas sim a toda humanidade sem nenhuma restrição. Os tópicos principais deste documento tratavam de direitos humanos, liberdade religiosa/fé/crença e sacralidade da vida humana, e condenava-se a barbaridade que das guerras e do terrorismo resulta. Estes, porém, são apenas alguns dos assuntos abordados pelo documento. Além desta ocorrência histórica, em meio a tantas turbulências e problemas, este ano remete à memória de algum outro marco histórico para ambas as comunidades. Oitocentos anos atrás, o outro Francisco, que hoje é santo da Igreja, em meio às turbulentas batalhas das cruzadas, cruzou as linhas de guerra e foi ao encontro com o sultão do Egito, al -Malik al-Kamil al-Ayoubi, em 1219. A história é marcante, pois homem sedento de paz e de harmonia foi ao encontro do outro que também era sedento da paz e cansado de ver o sangue dos filhos dos outros. Este evento histórico marcou a amizade de um frade católico e um sultão muçulmano. Esta amizade, segundo o cardeal Odilo Pedro Scherer, arcebispo metropolitano de São Paulo, deu a oportunidade de os frades franciscanos até hoje trabalharem no Egito e na região ao redor.

No último sábado, dia 28 de setembro, as entidades islâmicas Federação das Associações Muçulmanas no Brasil (FAMRAS) e União Nacional das Entidades Islâmicas (UNI), e as entidades representativas dos frades franciscanos Conferência da Família Franciscana no Brasil (CFFB) e a Ordem dos Frades Menores (OFM), realizaram o evento em memória do encontro entre o sultão e São Francisco de Assis na Mesquita da Misericórdia, situada na região de Santo Amaro. O evento iniciou-se com a plantação da Árvore da Fraternidade. Nesta ocasião, os líderes religiosos da comunidade islâmica e das entidades franciscanas plantaram uma árvore de ipê desejando que gere muitos frutos de diálogo e da irmandade junto as suas cheirosas flores. Logo depois, passou-se ao Salão Multiuso da Mesquita, onde aconteceram as palestras, mostras artísticas e homenagens aos líderes religiosos que estavam presentes.

As palestras foram marcadas com as falas de irmã Cleusa Aparecida Neves, frade César Külkamp e Sheikh Muhammad al-Bukai.

A irmã Cleusa, presidente da CFFB, denunciou a falta do diálogo e o autoritarismo que está crescente. O frei César, provincial da Província Franciscana, usou das palavras de Dom Helder Câmara, afirmando que devemos adotar a humanidade toda por família.

Já o Sheikh Muhammad al-Bukai afirmou que o ser humano tem tendências à eternidade, mas o que dura eternamente são as nossas ações. Em continuidade de sua fala, o Sheikh afirmou que nas guerras não há vitória, todos perdem. Lembrando do ato de São Francisco e do Sultão al-Malik em busca da paz, ressaltou que este é um ato que durará eternamente.

Ao finalizar, faço das palavras deles as minhas e ressalto que o que foi realizado na noite do dia 28 de setembro é uma semente que gerará muitos frutos pela frente. Mas nenhum de nós recolhê-las-á, esta é a parte mais importante do que se faz em prol do diálogo. Desejo que as futuras gerações possam colher os frutos da árvore de irmandade.

KUS, Atilla. Diálogos de fé. CartaCapital, 1º out. 2019.

Disponível em: <https:// www.cartacapital.com.br/blogs/dialogos-da-fe/800-anos-depois-islamicos- e-catolicos-relembram-dialogo-marcante/>. Acesso em: 2 out. 2019.

Sobre classes de palavras, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma abaixo.

( ) No primeiro parágrafo, no terceiro período, o autor usou o artigo “o” antes do substantivo “documento”, mas seria também adequado à norma-padrão se ele usasse o artigo “um”.

( ) No sexto parágrafo, no primeiro período, a palavra “eternamente” é um advérbio de tempo.

( ) No sexto parágrafo, no terceiro período, no segmento “[...] ressaltou que este é um ato que durará eternamente”, o primeiro “que” é conjunção integrante; o segundo, pronome relativo.

( ) No segundo parágrafo, no segundo período, classifica- se o “que” da oração “[...] que hoje é santo da Igreja [...]” como conjunção integrante.

De acordo com as afirmações, a sequência correta é

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1171918 Ano: 2019
Disciplina: Educação Artística
Banca: FCM
Orgão: Pref. Ponte Nova-MG
Provas:

Georges Didi-Huberman, no capítulo "História e legibilidade da imagem", de seu livro Remontagens do tempo sofrido: o olho da história, II, desenvolve uma reflexão sobre os modos de ler uma imagem a partir da historicidade daquela. Avalie as afirmações sobre o ato de produzir e de ler historicamente as imagens.

I- A infância e a história apresentam uma relação fundamental.

II- A experiência e a imaginação marcam o olhar infantil para com as imagens.

III- A montagem e a legibilidade operam uma redução das dimensões constitutivas da imagem.

IV- A escritura e a montagem afirmam uma condição dialética de síntese e de regulação da imagem.

V- A reflexão ética, o saber, o ponto de vista e o ato de escritura fundam a "conhecibilidade" da imagem.

Está correto apenas o que se afirma em

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas