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Foram encontradas 40 questões.

1925773 Ano: 2019
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: CONSULPAM
Orgão: Pref. Quadra-SP
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A secretaria escolar é a ponte entre as ações da gestão escolar e os demais integrantes da escola e da comunidade escolar. Integrar o grupo gestor de uma escola implica numa ação refletida, consciente e comprometida com a construção da escola que todos queremos. O trabalho neste setor exige que os funcionários:

 

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1925445 Ano: 2019
Disciplina: Informática
Banca: CONSULPAM
Orgão: Pref. Quadra-SP

No Word 2013, se um documento estiver aberto e for pressionada a tecla F1, abrirá a janela:

 

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1925444 Ano: 2019
Disciplina: Informática
Banca: CONSULPAM
Orgão: Pref. Quadra-SP

O correio eletrônico (e-mail) é o serviço básico de comunicação na rede. Ele é muito rápido, envia e recebe mensagens em questão de minutos. Enviar dados via correio eletrônico é muito fácil. Tudo o que você precisa é ter acesso a rede, dispor de um programa de correio eletrônico e conhecer o endereço da pessoa com quem deseja se comunicar. NÃO é um programa de correio eletrônico:

 

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1925443 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: CONSULPAM
Orgão: Pref. Quadra-SP

Uma cozinheira começou a fazer o jantar às 16h e 30min. Logo esse tempo em horas é:

 

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1925442 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: CONSULPAM
Orgão: Pref. Quadra-SP

Uma mãe tem 42 anos e seus filhos 9, 10 e 11 anos. Daqui a 11 anos, a soma das idades dos três filhos menos a idade da mãe será de:

 

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1925441 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: CONSULPAM
Orgão: Pref. Quadra-SP

Um redator digitou em certo dia, as 40 primeiras páginas de um livro. A partir desse dia, ele digitou a cada dia tantas páginas quanto havia digitado no dia anterior mais 10 páginas. Se o redator trabalhou 5 dias, então ele digitou:

 

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1925435 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CONSULPAM
Orgão: Pref. Quadra-SP

De 10% a 15% dos que sofrem de depressão tentam acabar com a vida

De fato, entre todos os fatores de risco, o maior previsor de suicídio é a ocorrência de doenças mentais. Segundo a OMS, 90% das pessoas que se suicidam apresentavam algum desequilíbrio, como depressão, transtorno bipolar, dependência de substâncias e esquizofrenia – e 10% a 15% dos que sofrem de depressão tentam acabar com a vida.

Ainda assim, a OMS defende que 90% dos suicídios poderiam ser evitados. O desafio é cuidar das doenças mentais como cuidamos das outras doenças. Cerca de 60% das pessoas que se suicidam nunca se consultaram com um psicólogo ou psiquiatra. Imagine que estranho seria, por exemplo, se seis entre dez pessoas que quebram uma perna simplesmente não fossem a um ortopedista. Doença mental é apenas mais uma doença – e uma que pode causar o suicídio. Parece óbvio que o assunto deve ser visto como um problema de saúde pública.

“O primeiro passo para a prevenção é falar sobre o suicídio. Ele deveria ser tratado como a aids e o câncer de mama, cujas campanhas de prevenção foram fundamentais para diminuir a incidência das doenças”, diz a psicóloga e coordenadora do Instituto Vita Alere, que faz prevenção ao suicídio, Karen Scavacini. Essa é também a visão da OMS. Em 2013, seus membros se comprometeram a desenvolver estratégias para reduzir a incidência de casos em 10% até 2020.

O Japão é um exemplo de sucesso – e que tem índices historicamente altos. Até o fim dos anos 1990, o suicídio era considerado tabu. Não se deveria discuti-lo publicamente. Até que, em 1998, a incidência de casos cresceu mais de 8 mil em um ano e beirou as 33 mil mortes. A partir desse pico, filhos de vítimas foram à imprensa pedir atenção para o assunto, e o governo decidiu desenvolver medidas de saúde pública no país, que avaliavam fatores psicológicos, culturais e econômicos. Deu certo.

Apesar de ainda ser alto, o número de japoneses que se suicidam ao ano caiu gradativamente, e em 2012 ficou abaixo dos 30 mil pela primeira vez em 14 anos.

MITOS E VERDADES

&

VERDADES

QUEM AMEAÇA SE MATAR NÃO SE MATA, SÓ QUER CHAMAR A ATENÇÃO.

X

A maioria das pessoas que se mata dá sinais: muda de comportamento e fala a respeito a amigos ou profissionais de saúde. Leve-as a sério.

FALAR DE SUICÍDIO INCENTIVA A PESSOA A TIRAR A PRÓPRIA VIDA.

X

Não. Conversar abertamente sobre suicídio ajuda a preveni-lo, porque alivia a angústia e o desespero.

QUEM QUER SE MATAR VAI SE MATAR.

X

Ao contrário. Pessoas costumam ser ambivalentes sobre viver ou morrer. Muitos tomam veneno impulsivamente, mas logo depois se arrependem. Daí a importância do apoio emocional.

QUEM SOBREVIVE A UMA TENTATIVA DE SUICÍDIO ESTÁ FORA DE PERIGO

X

Um dos períodos mais

críticos é quando a

pessoa está melhorando

da crise que motivou a

tentativa, ou quando

ainda está no hospital.

SÓ PESSOAS

COM DOENÇAS

MENTAIS SE

MATAM.

X

Não. A maior parte das pessoas que sofrem de depressão, ansiedade ou esquizofrenia não sente vontade de acabar com a própria vida – e nem todos que se suicidam têm doenças mentais.

Disponível em: https://super.abril.com.br/sociedade/sim-omelhor-e-falar-sobre-suicidio/ Acessado em: 24 de set. de 2018 (com adaptações).

A substituição da expressão destacada pela expressão posta entre parênteses mantém a correção gramatical do período e os sentidos originais do texto somente no item:

 

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1925434 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CONSULPAM
Orgão: Pref. Quadra-SP

De 10% a 15% dos que sofrem de depressão tentam acabar com a vida

De fato, entre todos os fatores de risco, o maior previsor de suicídio é a ocorrência de doenças mentais. Segundo a OMS, 90% das pessoas que se suicidam apresentavam algum desequilíbrio, como depressão, transtorno bipolar, dependência de substâncias e esquizofrenia – e 10% a 15% dos que sofrem de depressão tentam acabar com a vida.

Ainda assim, a OMS defende que 90% dos suicídios poderiam ser evitados. O desafio é cuidar das doenças mentais como cuidamos das outras doenças. Cerca de 60% das pessoas que se suicidam nunca se consultaram com um psicólogo ou psiquiatra. Imagine que estranho seria, por exemplo, se seis entre dez pessoas que quebram uma perna simplesmente não fossem a um ortopedista. Doença mental é apenas mais uma doença – e uma que pode causar o suicídio. Parece óbvio que o assunto deve ser visto como um problema de saúde pública.

“O primeiro passo para a prevenção é falar sobre o suicídio. Ele deveria ser tratado como a aids e o câncer de mama, cujas campanhas de prevenção foram fundamentais para diminuir a incidência das doenças”, diz a psicóloga e coordenadora do Instituto Vita Alere, que faz prevenção ao suicídio, Karen Scavacini. Essa é também a visão da OMS. Em 2013, seus membros se comprometeram a desenvolver estratégias para reduzir a incidência de casos em 10% até 2020.

O Japão é um exemplo de sucesso – e que tem índices historicamente altos. Até o fim dos anos 1990, o suicídio era considerado tabu. Não se deveria discuti-lo publicamente. Até que, em 1998, a incidência de casos cresceu mais de 8 mil em um ano e beirou as 33 mil mortes. A partir desse pico, filhos de vítimas foram à imprensa pedir atenção para o assunto, e o governo decidiu desenvolver medidas de saúde pública no país, que avaliavam fatores psicológicos, culturais e econômicos. Deu certo.

Apesar de ainda ser alto, o número de japoneses que se suicidam ao ano caiu gradativamente, e em 2012 ficou abaixo dos 30 mil pela primeira vez em 14 anos.

MITOS E VERDADES

&

VERDADES

QUEM AMEAÇA SE MATAR NÃO SE MATA, SÓ QUER CHAMAR A ATENÇÃO.

X

A maioria das pessoas que se mata dá sinais: muda de comportamento e fala a respeito a amigos ou profissionais de saúde. Leve-as a sério.

FALAR DE SUICÍDIO INCENTIVA A PESSOA A TIRAR A PRÓPRIA VIDA.

X

Não. Conversar abertamente sobre suicídio ajuda a preveni-lo, porque alivia a angústia e o desespero.

QUEM QUER SE MATAR VAI SE MATAR.

X

Ao contrário. Pessoas costumam ser ambivalentes sobre viver ou morrer. Muitos tomam veneno impulsivamente, mas logo depois se arrependem. Daí a importância do apoio emocional.

QUEM SOBREVIVE A UMA TENTATIVA DE SUICÍDIO ESTÁ FORA DE PERIGO

X

Um dos períodos mais

críticos é quando a

pessoa está melhorando

da crise que motivou a

tentativa, ou quando

ainda está no hospital.

SÓ PESSOAS

COM DOENÇAS

MENTAIS SE

MATAM.

X

Não. A maior parte das pessoas que sofrem de depressão, ansiedade ou esquizofrenia não sente vontade de acabar com a própria vida – e nem todos que se suicidam têm doenças mentais.

Disponível em: https://super.abril.com.br/sociedade/sim-omelhor-e-falar-sobre-suicidio/ Acessado em: 24 de set. de 2018 (com adaptações).

Os sinais de pontuação estão CORRETAMENTE empregados somente no item:

 

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Questão presente nas seguintes provas
1925433 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CONSULPAM
Orgão: Pref. Quadra-SP

De 10% a 15% dos que sofrem de depressão tentam acabar com a vida

De fato, entre todos os fatores de risco, o maior previsor de suicídio é a ocorrência de doenças mentais. Segundo a OMS, 90% das pessoas que se suicidam apresentavam algum desequilíbrio, como depressão, transtorno bipolar, dependência de substâncias e esquizofrenia – e 10% a 15% dos que sofrem de depressão tentam acabar com a vida.

Ainda assim, a OMS defende que 90% dos suicídios poderiam ser evitados. O desafio é cuidar das doenças mentais como cuidamos das outras doenças. Cerca de 60% das pessoas que se suicidam nunca se consultaram com um psicólogo ou psiquiatra. Imagine que estranho seria, por exemplo, se seis entre dez pessoas que quebram uma perna simplesmente não fossem a um ortopedista. Doença mental é apenas mais uma doença – e uma que pode causar o suicídio. Parece óbvio que o assunto deve ser visto como um problema de saúde pública.

“O primeiro passo para a prevenção é falar sobre o suicídio. Ele deveria ser tratado como a aids e o câncer de mama, cujas campanhas de prevenção foram fundamentais para diminuir a incidência das doenças”, diz a psicóloga e coordenadora do Instituto Vita Alere, que faz prevenção ao suicídio, Karen Scavacini. Essa é também a visão da OMS. Em 2013, seus membros se comprometeram a desenvolver estratégias para reduzir a incidência de casos em 10% até 2020.

O Japão é um exemplo de sucesso – e que tem índices historicamente altos. Até o fim dos anos 1990, o suicídio era considerado tabu. Não se deveria discuti-lo publicamente. Até que, em 1998, a incidência de casos cresceu mais de 8 mil em um ano e beirou as 33 mil mortes. A partir desse pico, filhos de vítimas foram à imprensa pedir atenção para o assunto, e o governo decidiu desenvolver medidas de saúde pública no país, que avaliavam fatores psicológicos, culturais e econômicos. Deu certo.

Apesar de ainda ser alto, o número de japoneses que se suicidam ao ano caiu gradativamente, e em 2012 ficou abaixo dos 30 mil pela primeira vez em 14 anos.

MITOS E VERDADES

&

VERDADES

QUEM AMEAÇA SE MATAR NÃO SE MATA, SÓ QUER CHAMAR A ATENÇÃO.

X

A maioria das pessoas que se mata dá sinais: muda de comportamento e fala a respeito a amigos ou profissionais de saúde. Leve-as a sério.

FALAR DE SUICÍDIO INCENTIVA A PESSOA A TIRAR A PRÓPRIA VIDA.

X

Não. Conversar abertamente sobre suicídio ajuda a preveni-lo, porque alivia a angústia e o desespero.

QUEM QUER SE MATAR VAI SE MATAR.

X

Ao contrário. Pessoas costumam ser ambivalentes sobre viver ou morrer. Muitos tomam veneno impulsivamente, mas logo depois se arrependem. Daí a importância do apoio emocional.

QUEM SOBREVIVE A UMA TENTATIVA DE SUICÍDIO ESTÁ FORA DE PERIGO

X

Um dos períodos mais

críticos é quando a

pessoa está melhorando

da crise que motivou a

tentativa, ou quando

ainda está no hospital.

SÓ PESSOAS

COM DOENÇAS

MENTAIS SE

MATAM.

X

Não. A maior parte das pessoas que sofrem de depressão, ansiedade ou esquizofrenia não sente vontade de acabar com a própria vida – e nem todos que se suicidam têm doenças mentais.

Disponível em: https://super.abril.com.br/sociedade/sim-omelhor-e-falar-sobre-suicidio/ Acessado em: 24 de set. de 2018 (com adaptações).

O sinal indicativo de crase está CORRETAMENTE empregado somente no item:

 

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Questão presente nas seguintes provas
1925432 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CONSULPAM
Orgão: Pref. Quadra-SP

De 10% a 15% dos que sofrem de depressão tentam acabar com a vida

De fato, entre todos os fatores de risco, o maior previsor de suicídio é a ocorrência de doenças mentais. Segundo a OMS, 90% das pessoas que se suicidam apresentavam algum desequilíbrio, como depressão, transtorno bipolar, dependência de substâncias e esquizofrenia – e 10% a 15% dos que sofrem de depressão tentam acabar com a vida.

Ainda assim, a OMS defende que 90% dos suicídios poderiam ser evitados. O desafio é cuidar das doenças mentais como cuidamos das outras doenças. Cerca de 60% das pessoas que se suicidam nunca se consultaram com um psicólogo ou psiquiatra. Imagine que estranho seria, por exemplo, se seis entre dez pessoas que quebram uma perna simplesmente não fossem a um ortopedista. Doença mental é apenas mais uma doença – e uma que pode causar o suicídio. Parece óbvio que o assunto deve ser visto como um problema de saúde pública.

“O primeiro passo para a prevenção é falar sobre o suicídio. Ele deveria ser tratado como a aids e o câncer de mama, cujas campanhas de prevenção foram fundamentais para diminuir a incidência das doenças”, diz a psicóloga e coordenadora do Instituto Vita Alere, que faz prevenção ao suicídio, Karen Scavacini. Essa é também a visão da OMS. Em 2013, seus membros se comprometeram a desenvolver estratégias para reduzir a incidência de casos em 10% até 2020.

O Japão é um exemplo de sucesso – e que tem índices historicamente altos. Até o fim dos anos 1990, o suicídio era considerado tabu. Não se deveria discuti-lo publicamente. Até que, em 1998, a incidência de casos cresceu mais de 8 mil em um ano e beirou as 33 mil mortes. A partir desse pico, filhos de vítimas foram à imprensa pedir atenção para o assunto, e o governo decidiu desenvolver medidas de saúde pública no país, que avaliavam fatores psicológicos, culturais e econômicos. Deu certo.

Apesar de ainda ser alto, o número de japoneses que se suicidam ao ano caiu gradativamente, e em 2012 ficou abaixo dos 30 mil pela primeira vez em 14 anos.

MITOS E VERDADES

&

VERDADES

QUEM AMEAÇA SE MATAR NÃO SE MATA, SÓ QUER CHAMAR A ATENÇÃO.

X

A maioria das pessoas que se mata dá sinais: muda de comportamento e fala a respeito a amigos ou profissionais de saúde. Leve-as a sério.

FALAR DE SUICÍDIO INCENTIVA A PESSOA A TIRAR A PRÓPRIA VIDA.

X

Não. Conversar abertamente sobre suicídio ajuda a preveni-lo, porque alivia a angústia e o desespero.

QUEM QUER SE MATAR VAI SE MATAR.

X

Ao contrário. Pessoas costumam ser ambivalentes sobre viver ou morrer. Muitos tomam veneno impulsivamente, mas logo depois se arrependem. Daí a importância do apoio emocional.

QUEM SOBREVIVE A UMA TENTATIVA DE SUICÍDIO ESTÁ FORA DE PERIGO

X

Um dos períodos mais

críticos é quando a

pessoa está melhorando

da crise que motivou a

tentativa, ou quando

ainda está no hospital.

SÓ PESSOAS

COM DOENÇAS

MENTAIS SE

MATAM.

X

Não. A maior parte das pessoas que sofrem de depressão, ansiedade ou esquizofrenia não sente vontade de acabar com a própria vida – e nem todos que se suicidam têm doenças mentais.

Disponível em: https://super.abril.com.br/sociedade/sim-omelhor-e-falar-sobre-suicidio/ Acessado em: 24 de set. de 2018 (com adaptações).

Assinale a alternativa em que as alterações feitas no período mantêm a correção gramatical e o sentido original do texto.

 

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