Foram encontradas 63 questões.
Observe os textos a seguir:
Texto I:

Aglomerações urbanas – 2015-2030
Texto II: “Entre as maiores aglomerações urbanas do mundo, destacam-se aquelas que combinam a desconcentração de atividades produtivas e o controle econômico, desempenhando um papel estratégico na escala planetária. Essas cidades exercem funções de comando, organizando a vida política, social e econômica dentro e fora de seus estados. Essas aglomerações concentram atividades produtivas sofisticadas e a formação de mão de obra qualificada, sobressaindo-se no setor financeiro e nas inovações tecnológicas do mundo contemporâneo.” (ALMEIDA; RIGOLIN, 2014) |
As aglomerações urbanas descritas no texto são denominadas:
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Analise o texto sobre o atual processo de globalização:
“Fala-se, hoje, muito em violência e é geralmente admitido que é quase um estado, uma situação característica do nosso tempo. Todavia, dentre as violências de que se fala, a maior parte é sobretudo formada de violências funcionais derivadas, enquanto a ação é menos voltada para o que preferimos chamar de violência estrutural, que está na base da produção das outras e constitui a violência central original. Por isso, acabamos por apenas condenar as violências periféricas particulares. Ao nosso ver, a violência estrutural resulta da presença e das manifestações conjuntas, nessa era da globalização, do dinheiro em estado puro, da competitividade em estado puro e da potência em estado puro, cuja associação conduz à emergência de novos totalitarismos e permite pensar que vivemos numa época de globalitarismo muito mais que de globalização.” (SANTOS, 2000, p. 55) |
O globalitarismo mencionado no texto resulta diretamente da crítica à globalização, concebida como:
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Analise o texto a seguir sobre a relação entre a China e os Estados Unidos:
“Como você vai negociar com pulso firme com o seu banqueiro?, perguntava-se em 2009 a então secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton. Esta frase, citada em um telegrama revelado pelo Wikileaks, resumia a complicada relação de Washington com a China, que controlava a dívida pública da maior potência mundial num valor de um trilhão de dólares. Uma década depois, o país asiático aumentou ligeiramente sua carteira de bônus norte-americanos. Mas isso não impediu que o hoje presidente Donald Trump usasse todas as armas contra seu grande competidor global, que além disso continua sendo seu maior banqueiro. Neste conflito, a China lançou mão de uma nova arma nesta semana: a taxa de câmbio. Depois do anúncio de Trump sobre novas tarifas a partir de setembro — uma alíquota de 10% para produtos chineses num valor de 300 bilhões de dólares —, Pequim respondeu pondo fim ao que até então parecia um tabu: seu banco central deixou o dólar passar da barreira psicológica de sete yuans.” (El País, 2019) |
A denominada “guerra comercial” entre China e Estados Unidos é resultado do(a):
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Compare os textos I e II a seguir sobre a China:
Texto I: “Ainda hoje a China é acusada de utilizar como mão de obra gratuita milhares de prisioneiros cuja produção acaba sendo exportada e competindo com preços praticamente sem rivais no mercado internacional. Além disso, muitos trabalhadores, migrantes do campo, vivem sob a condição de semiservidão, afastados de suas famílias e reclusos no interior de fábricas das grandes cidades litorâneas. As prisões no deserto da província de Qinghai revelam bem as duras condições de vida dos prisioneiros (políticos e “comuns”) sob o atual autoritarismo chinês.” (HAESBAERT, 1998, p.195) |
Texto II: Há oito anos, Frekat Jawdat não vê a mãe, Minaiwaier Tuersan. O jovem uigur, minoria étnica predominantemente muçulmana do Noroeste da China, mora nos Estados Unidos desde 2011. Mas Pequim não autorizou a emissão de passaporte de Minaiwaier. A mãe ficou na China, enquanto o pai e os quatro filhos nos EUA lutam para reunir a família. Em 2017, Miniwaier foi detida e levada a um centro de treinamento e educação vocacional, como a China chama locais onde professores ensinam a língua chinesa, a lei, técnicas vocacionais e cursos sobre a erradicação do extremismo. (Adaptado de Horte, O Globo, 2019, p.35) |
A partir da leitura comparativa dos textos, conclui-se que na China há:
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Analise o texto a seguir acerca da epistemologia geográfica:
O geógrafo não se satisfaz mais em descrever o mundo; apreende o jogo dos poderes que se depreendem, e a maneira como desenham seus contornos. A virada linguística convida a disciplina a encarar com um olho crítico as categorias nas quais se baseava: realidades socialmente construídas, feitas tanto de matéria quanto de representações. Nada demonstra melhor a amplitude das transformações provocadas pelo pós-modernismo na geografia do que o desenvolvimento da corrente pós-colonial e as discussões que suscita. (Adaptado de Claval, 2011, p.309-310) |
Na origem da corrente pós-colonial da geografia está a seguinte obra literária:
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Considere o texto a seguir sobre o conceito de região:
O termo região não apenas faz parte do linguajar do homem comum, como também é dos mais tradicionais em geografia. Tanto num como noutro caso, o conceito de região está ligado à noção fundamental de diferenciação de área. A utilização do termo entre os geógrafos, no entanto, não se faz de modo harmônico: ele é muito complexo. Queremos dizer que há diferentes conceituações de região. A nova geografia, fundamentada no positivismo lógico, tem a sua própria versão de região, que se opõe àquelas associadas aos paradigmas do determinismo ambiental e do possibilismo. (Adaptado de Corrêa, 1986, p.22-3) |
O conceito regional associado ao determinismo ambiental e sua concepção, respectivamente, são:
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Compare os textos I e II a seguir:
Texto I: O ordenamento de espaço capitalista maduro diferencia-se segundo os três períodos de revolução industrial com que estruturalmente se desenvolve. A terceira revolução industrial rompe com as características que nascem e se formam a primeira e a segunda, a revolução técnica – a revolução industrial é, na verdade, uma revolução técnica – saindo do útero histórico da indústria para o útero do mundo dos serviços. Mudam a natureza e o formato dos arranjos de espaço. (Adaptado de Moreira, 2016, p.53) Texto II: Os objetos técnicos tendem a ser ao mesmo tempo técnicos e informacionais, já que, graças à extrema intencionalidade de sua produção e de sua localização, eles já surgem como informação; e, na verdade, a energia principal de seu funcionamento é também a informação. Já hoje, quando nos referimos às manifestações geográficas decorrentes dos novos progressos, não é mais de meio técnico que se trata. Estamos diante da produção de algo novo. (Adaptado de Santos, 1996, p.190) |
A partir da leitura comparada dos textos acima conclui-se que o:
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Considere o texto a seguir sobre o espaço geográfico:
O que caracteriza o arranjo do espaço geográfico em qualquer sociedade é que espelha a ordem interna que preside a sua organização, isto é, a estrutura real da sociedade. O que caracteriza a distribuição territorial das populações na ordem espacial do capitalismo avançado é a livre mobilidade do capital e do trabalho. Uma relação empurra a outra: a livre mobilidade territorial do capital só é possível com cada vez mais plena mobilidade territorial do trabalho. A construção do capitalismo tem seu fio evolutivo na criação do mercado de moeda, de terra e de força de trabalho. Cada criação de mercado se apoia na criação anterior, de modo que a culminância do processo é a instituição do mercado global, cujo elo-chave é o mercado da força de trabalho. (Adaptado de Moreira, 2007, p.98-99) |
A abordagem do texto acima pertence à corrente de pensamento da geografia:
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Esteban (2014) aponta a existência de um descompasso entre o projeto educacional em curso, no que se refere à avaliação educacional, pensado sob uma ótica monocultural, e a dinâmica social de nosso país, cuja sociedade é essencialmente pluricultural, além de desigual. É correto afirmar que esse projeto em questão:
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Leia a charge a seguir:

O debate sobre questões de gênero na escola tem como um de seus objetivos colocar em pauta atribuições de gênero na busca por igualdade de oportunidades, tanto na escola quanto no conjunto da vida social – acesso e permanência na escola, acesso ao mundo do trabalho, divisão igualitária de tarefas e responsabilidades domésticas. O tema tem causado muita polêmica, mas há amparo legal, na medida em que a lei nº 9.394/1996 estabelece que a educação deve:
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