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Foram encontradas 39 questões.

2116681 Ano: 2021
Disciplina: Informática
Banca: IVIN
Orgão: Pref. Redenção-PA
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Vírus é um programa ou parte de um programa de computador, normalmente malicioso, que se propaga inserindo cópias de si mesmo e se tornando parte de outros programas e arquivos. Desta maneira, marque a alternativa que contém o nome do tipo de vírus, muito comum em arquivos do Word e do Excel, ao contrário de muitos outros vírus, este tipo de vírus não infecta programas; eles infectam documentos e modelos:

 

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2116680 Ano: 2021
Disciplina: Informática
Banca: IVIN
Orgão: Pref. Redenção-PA
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Um usuário utilizando o Microsoft Excel 2016, resolve digitar somente números em uma célula vazia (Ex: C3), e somente letras em outra célula (Ex: C4) que também encontra-se vazia. A posição padrão de alinhamento dos conteúdos destas duas células na respectiva ordem apresentada na questão (C3 e C4), serão:

 

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2116679 Ano: 2021
Disciplina: Informática
Banca: IVIN
Orgão: Pref. Redenção-PA
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Os comandos do teclado que permitem a um usuário: 1- Abrir um arquivo, 2- Localizar uma palavra em um texto e 3- Inserir uma quebra de página, estão localizados na alternativa de letra?

 

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2116678 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IVIN
Orgão: Pref. Redenção-PA
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QUARENTENA, GIM-TONICA E SERASA


Escrevo esta coluna bêbado, 10 kg acima do meu peso, num teclado besuntado de maionese e com o nome no Serasa: sou um quarento, mas pode me chamar de quarentener.


Em março eu estava na melhor forma da minha vida. Vinha treinando havia meses para uma meia maratona. Bebia moderadamente. Comia quinoa. Brócolis. Kiwi. Faria ginástica funcional. Meu assoalho pélvico tava tinindo como um porcelanato com Pinho Sol. Cheguei perto, juro, de ter uma barriga de tanquinho. Então veio o corona.


No primeiro mês, tentei manter a normalidade. Para mim e para as crianças. Aquela pose austera e meio boba, tipo: não é porque estou sozinho que posso comer de boca aberta.


Tudo mudou em abril, quando li uma matéria no New York Times. No artigo, uma nutricionista sugeria que a quarentena só era o momento de educar as crianças para uma alimentação saudável. Elas já estavam sem escola, sem avós, sem a pracinha, sem amigos; talvez, nos dois meses que deveria durar a quarentena, fosse mais importante reconfortar suas pequenas almas com batata frita e ovo de páscoa recheado de chocotone do que proporcionar aos seus diminutos corpos a quantidade ideal de fibras, betacaroteno e flavonoides


Fechei o iPad, abri um Diamante Negro de 500 gramas pros meus filhos e - numa regra de três autoindulgente - escancarei um caminho sem volta pra mim.


Ué, se as crianças merecem açúcar e afeto, pensei, eu também mereço os meus correlatos. Começava ai um mergulho perigoso no alcoolismo, no hamburguismo, no pizzismo, no sedentarismo e no amazonismo - o vicio de entrar na Amazon quase todo dia e comprar coisas absolutamente inúteis.


Comprei: um estilingue que seria aprovado pelo COI, caso estilingue fosse esporte olímpico, um microscópio, uma barraca de camping, uma luminária a energia solar, um pandeiro, formas de gelo que parecem ter sido desenvolvidas pela Nasa, um saca-rolhas elétrico, um fone de ouvidos sem fio, outro fone de ouvidos sem fio, mais um fone de ouvidos sem fio, um moedor de carne manual, um moedor de carne elétrico. umas rodelas de metal pra moldar hambúrguer, umas minitampas de panela pra derreter o queijo do hambúrguer e uma quantidade de livros que três gerações dos meus descendentes não darão conta de ler.


Pros meus filhos: bastões luminescentes de camping. 28 bonecos dos Power Rangers, 189 mil jogos de iPad, caixa de lápis de cor, caixa de massinha, caixa de argila, 25 bonecas LOL (aí que entrei pro Serasa: uma Ferrari é mais barata do que as bonecas LOL).


Foi emocionante e divertido no começo. Eu trabalhava de casa todo dia, das dez as cinco e cinquenta e nove. Assim que dava seis da tarde, porém, eu sextava furiosamente


Por dois meses, como disse a nutricionista do NYT, tudo bem. Mas a pandemia, ao contrário do que ela previa, não acabou. E essa existência mezzo saloon de velho oeste, mezzo Passaporte da Alegria no Playcenter, oito meses depois, tá cobrando seu preço. Pro meu cartão de crédito. Pras minhas coronárias. Pra educação dos meus filhos.


Num mesmo dia o Dani perguntou: "Papai, o que a gente vai comprar hoje?". E a Olivia: "Papai, se eu te falar uma coisa, você no vai ficar bravo?". "Claro que não, filhota, o que é?." "E que a sua barriga tá ficando engraçada."


Decidi que tinha chegado ao fundo do poço. Precisava tomar uma atitude. Botei os dois pra dormir, fiz uma gim-tônica entre na Amazon e comprei um telescópio.


Antonio Proto


Escritor e roteirista, autor de "Nu, de Botas"

https://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2020/10/quarentena-gim-tonica-e-serasa.shtml

Apenas em uma das opções abaixo a ocorrência de crase está de acordo com as regras da norma culta, assinale-a

 

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2116677 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IVIN
Orgão: Pref. Redenção-PA
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QUARENTENA, GIM-TONICA E SERASA


Escrevo esta coluna bêbado, 10 kg acima do meu peso, num teclado besuntado de maionese e com o nome no Serasa: sou um quarento, mas pode me chamar de quarentener.


Em março eu estava na melhor forma da minha vida. Vinha treinando havia meses para uma meia maratona. Bebia moderadamente. Comia quinoa. Brócolis. Kiwi. Faria ginástica funcional. Meu assoalho pélvico tava tinindo como um porcelanato com Pinho Sol. Cheguei perto, juro, de ter uma barriga de tanquinho. Então veio o corona.


No primeiro mês, tentei manter a normalidade. Para mim e para as crianças. Aquela pose austera e meio boba, tipo: não é porque estou sozinho que posso comer de boca aberta.


Tudo mudou em abril, quando li uma matéria no New York Times. No artigo, uma nutricionista sugeria que a quarentena só era o momento de educar as crianças para uma alimentação saudável. Elas já estavam sem escola, sem avós, sem a pracinha, sem amigos; talvez, nos dois meses que deveria durar a quarentena, fosse mais importante reconfortar suas pequenas almas com batata frita e ovo de páscoa recheado de chocotone do que proporcionar aos seus diminutos corpos a quantidade ideal de fibras, betacaroteno e flavonoides


Fechei o iPad, abri um Diamante Negro de 500 gramas pros meus filhos e - numa regra de três autoindulgente - escancarei um caminho sem volta pra mim.


Ué, se as crianças merecem açúcar e afeto, pensei, eu também mereço os meus correlatos. Começava ai um mergulho perigoso no alcoolismo, no hamburguismo, no pizzismo, no sedentarismo e no amazonismo - o vicio de entrar na Amazon quase todo dia e comprar coisas absolutamente inúteis.


Comprei: um estilingue que seria aprovado pelo COI, caso estilingue fosse esporte olímpico, um microscópio, uma barraca de camping, uma luminária a energia solar, um pandeiro, formas de gelo que parecem ter sido desenvolvidas pela Nasa, um saca-rolhas elétrico, um fone de ouvidos sem fio, outro fone de ouvidos sem fio, mais um fone de ouvidos sem fio, um moedor de carne manual, um moedor de carne elétrico. umas rodelas de metal pra moldar hambúrguer, umas minitampas de panela pra derreter o queijo do hambúrguer e uma quantidade de livros que três gerações dos meus descendentes não darão conta de ler.


Pros meus filhos: bastões luminescentes de camping. 28 bonecos dos Power Rangers, 189 mil jogos de iPad, caixa de lápis de cor, caixa de massinha, caixa de argila, 25 bonecas LOL (aí que entrei pro Serasa: uma Ferrari é mais barata do que as bonecas LOL).


Foi emocionante e divertido no começo. Eu trabalhava de casa todo dia, das dez as cinco e cinquenta e nove. Assim que dava seis da tarde, porém, eu sextava furiosamente


Por dois meses, como disse a nutricionista do NYT, tudo bem. Mas a pandemia, ao contrário do que ela previa, não acabou. E essa existência mezzo saloon de velho oeste, mezzo Passaporte da Alegria no Playcenter, oito meses depois, tá cobrando seu preço. Pro meu cartão de crédito. Pras minhas coronárias. Pra educação dos meus filhos.


Num mesmo dia o Dani perguntou: "Papai, o que a gente vai comprar hoje?". E a Olivia: "Papai, se eu te falar uma coisa, você no vai ficar bravo?". "Claro que não, filhota, o que é?." "E que a sua barriga tá ficando engraçada."


Decidi que tinha chegado ao fundo do poço. Precisava tomar uma atitude. Botei os dois pra dormir, fiz uma gim-tônica entre na Amazon e comprei um telescópio.


Antonio Proto


Escritor e roteirista, autor de "Nu, de Botas"

https://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2020/10/quarentena-gim-tonica-e-serasa.shtml

Em: "Papai, o que a gente vai comprar hoje?", sobre essa passagem do texto é correto afirmar que:

 

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2116676 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IVIN
Orgão: Pref. Redenção-PA
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QUARENTENA, GIM-TONICA E SERASA


Escrevo esta coluna bêbado, 10 kg acima do meu peso, num teclado besuntado de maionese e com o nome no Serasa: sou um quarento, mas pode me chamar de quarentener.


Em março eu estava na melhor forma da minha vida. Vinha treinando havia meses para uma meia maratona. Bebia moderadamente. Comia quinoa. Brócolis. Kiwi. Faria ginástica funcional. Meu assoalho pélvico tava tinindo como um porcelanato com Pinho Sol. Cheguei perto, juro, de ter uma barriga de tanquinho. Então veio o corona.


No primeiro mês, tentei manter a normalidade. Para mim e para as crianças. Aquela pose austera e meio boba, tipo: não é porque estou sozinho que posso comer de boca aberta.


Tudo mudou em abril, quando li uma matéria no New York Times. No artigo, uma nutricionista sugeria que a quarentena só era o momento de educar as crianças para uma alimentação saudável. Elas já estavam sem escola, sem avós, sem a pracinha, sem amigos; talvez, nos dois meses que deveria durar a quarentena, fosse mais importante reconfortar suas pequenas almas com batata frita e ovo de páscoa recheado de chocotone do que proporcionar aos seus diminutos corpos a quantidade ideal de fibras, betacaroteno e flavonoides


Fechei o iPad, abri um Diamante Negro de 500 gramas pros meus filhos e - numa regra de três autoindulgente - escancarei um caminho sem volta pra mim.


Ué, se as crianças merecem açúcar e afeto, pensei, eu também mereço os meus correlatos. Começava ai um mergulho perigoso no alcoolismo, no hamburguismo, no pizzismo, no sedentarismo e no amazonismo - o vicio de entrar na Amazon quase todo dia e comprar coisas absolutamente inúteis.


Comprei: um estilingue que seria aprovado pelo COI, caso estilingue fosse esporte olímpico, um microscópio, uma barraca de camping, uma luminária a energia solar, um pandeiro, formas de gelo que parecem ter sido desenvolvidas pela Nasa, um saca-rolhas elétrico, um fone de ouvidos sem fio, outro fone de ouvidos sem fio, mais um fone de ouvidos sem fio, um moedor de carne manual, um moedor de carne elétrico. umas rodelas de metal pra moldar hambúrguer, umas minitampas de panela pra derreter o queijo do hambúrguer e uma quantidade de livros que três gerações dos meus descendentes não darão conta de ler.


Pros meus filhos: bastões luminescentes de camping. 28 bonecos dos Power Rangers, 189 mil jogos de iPad, caixa de lápis de cor, caixa de massinha, caixa de argila, 25 bonecas LOL (aí que entrei pro Serasa: uma Ferrari é mais barata do que as bonecas LOL).


Foi emocionante e divertido no começo. Eu trabalhava de casa todo dia, das dez as cinco e cinquenta e nove. Assim que dava seis da tarde, porém, eu sextava furiosamente


Por dois meses, como disse a nutricionista do NYT, tudo bem. Mas a pandemia, ao contrário do que ela previa, não acabou. E essa existência mezzo saloon de velho oeste, mezzo Passaporte da Alegria no Playcenter, oito meses depois, tá cobrando seu preço. Pro meu cartão de crédito. Pras minhas coronárias. Pra educação dos meus filhos.


Num mesmo dia o Dani perguntou: "Papai, o que a gente vai comprar hoje?". E a Olivia: "Papai, se eu te falar uma coisa, você no vai ficar bravo?". "Claro que não, filhota, o que é?." "E que a sua barriga tá ficando engraçada."


Decidi que tinha chegado ao fundo do poço. Precisava tomar uma atitude. Botei os dois pra dormir, fiz uma gim-tônica entre na Amazon e comprei um telescópio.


Antonio Proto


Escritor e roteirista, autor de "Nu, de Botas"

https://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2020/10/quarentena-gim-tonica-e-serasa.shtml

Com base no 2º parágrafo pode-se afirmar corretamente que a justificativa dada para o autor começar a perder a sua melhor forma foi:

 

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2116675 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IVIN
Orgão: Pref. Redenção-PA
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QUARENTENA, GIM-TONICA E SERASA


Escrevo esta coluna bêbado, 10 kg acima do meu peso, num teclado besuntado de maionese e com o nome no Serasa: sou um quarento, mas pode me chamar de quarentener.


Em março eu estava na melhor forma da minha vida. Vinha treinando havia meses para uma meia maratona. Bebia moderadamente. Comia quinoa. Brócolis. Kiwi. Faria ginástica funcional. Meu assoalho pélvico tava tinindo como um porcelanato com Pinho Sol. Cheguei perto, juro, de ter uma barriga de tanquinho. Então veio o corona.


No primeiro mês, tentei manter a normalidade. Para mim e para as crianças. Aquela pose austera e meio boba, tipo: não é porque estou sozinho que posso comer de boca aberta.


Tudo mudou em abril, quando li uma matéria no New York Times. No artigo, uma nutricionista sugeria que a quarentena só era o momento de educar as crianças para uma alimentação saudável. Elas já estavam sem escola, sem avós, sem a pracinha, sem amigos; talvez, nos dois meses que deveria durar a quarentena, fosse mais importante reconfortar suas pequenas almas com batata frita e ovo de páscoa recheado de chocotone do que proporcionar aos seus diminutos corpos a quantidade ideal de fibras, betacaroteno e flavonoides


Fechei o iPad, abri um Diamante Negro de 500 gramas pros meus filhos e - numa regra de três autoindulgente - escancarei um caminho sem volta pra mim.


Ué, se as crianças merecem açúcar e afeto, pensei, eu também mereço os meus correlatos. Começava ai um mergulho perigoso no alcoolismo, no hamburguismo, no pizzismo, no sedentarismo e no amazonismo - o vicio de entrar na Amazon quase todo dia e comprar coisas absolutamente inúteis.


Comprei: um estilingue que seria aprovado pelo COI, caso estilingue fosse esporte olímpico, um microscópio, uma barraca de camping, uma luminária a energia solar, um pandeiro, formas de gelo que parecem ter sido desenvolvidas pela Nasa, um saca-rolhas elétrico, um fone de ouvidos sem fio, outro fone de ouvidos sem fio, mais um fone de ouvidos sem fio, um moedor de carne manual, um moedor de carne elétrico. umas rodelas de metal pra moldar hambúrguer, umas minitampas de panela pra derreter o queijo do hambúrguer e uma quantidade de livros que três gerações dos meus descendentes não darão conta de ler.


Pros meus filhos: bastões luminescentes de camping. 28 bonecos dos Power Rangers, 189 mil jogos de iPad, caixa de lápis de cor, caixa de massinha, caixa de argila, 25 bonecas LOL (aí que entrei pro Serasa: uma Ferrari é mais barata do que as bonecas LOL).


Foi emocionante e divertido no começo. Eu trabalhava de casa todo dia, das dez as cinco e cinquenta e nove. Assim que dava seis da tarde, porém, eu sextava furiosamente


Por dois meses, como disse a nutricionista do NYT, tudo bem. Mas a pandemia, ao contrário do que ela previa, não acabou. E essa existência mezzo saloon de velho oeste, mezzo Passaporte da Alegria no Playcenter, oito meses depois, tá cobrando seu preço. Pro meu cartão de crédito. Pras minhas coronárias. Pra educação dos meus filhos.


Num mesmo dia o Dani perguntou: "Papai, o que a gente vai comprar hoje?". E a Olivia: "Papai, se eu te falar uma coisa, você no vai ficar bravo?". "Claro que não, filhota, o que é?." "E que a sua barriga tá ficando engraçada."


Decidi que tinha chegado ao fundo do poço. Precisava tomar uma atitude. Botei os dois pra dormir, fiz uma gim-tônica entre na Amazon e comprei um telescópio.


Antonio Proto


Escritor e roteirista, autor de "Nu, de Botas"

https://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2020/10/quarentena-gim-tonica-e-serasa.shtml

Neste trecho do texto: "Começava ai um mergulho perigoso no alcoolismo, no hamburguismo, no pizzismo, no sedentarismo, e no amazonismo.", temos em destaque claramente três exemplos de:

 

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2090940 Ano: 2021
Disciplina: Arquivologia
Banca: IVIN
Orgão: Pref. Redenção-PA
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Poliana foi aprovada recentemente em concurso público e nomeada para cargo no Arquivo Municipal de sua cidade. Ao receber treinamento, foi orientada pela chefia que todos os documentos de arquivo que chegassem ao setor deveria ser reclassificados de acordo com o assunto de que tratasse, independentemente de suas origens ou da forma como estavam organizados quando chegaram. Essa orientação, recebida por Poliana, reflete o princípio arquivístico

 

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Questão presente nas seguintes provas
2090939 Ano: 2021
Disciplina: Informática
Banca: IVIN
Orgão: Pref. Redenção-PA
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Sobre o uso do e-mail nas comunicações da Administração Pública, assinale a alternativa correta:

 

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2090938 Ano: 2021
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: IVIN
Orgão: Pref. Redenção-PA
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Observe as afirmações abaixo e assinale a alternativa correta:

 

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