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Foram encontradas 20 questões.

3200235 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Ápice
Orgão: Pref. Riacho dos Cavalos-PB
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Pensando na concordância nominal (PESTANA, 2013), entre substantivos e seus determinantes, analise as afirmativas a seguir:

I. Depois de comer meia fruta daquela barraca, comprou frutas bastante para umaceia farta – concordância entre pronome e substantivo

II. As crianças ficaram em casa. – concordância entre palavra com valor de adjetivo e substantivo

III. Estão inclusos os prejuízos. – concordância entre palavra com valor de adjetivo e substantivo

IV. Ela está meia nervosa por causa do acidente.– concordância entre palavra com valor de adjetivo e substantivo

V. A gasolina está custando caro. – não há concordância entre advérbio e substantivo.

Após analisar as afirmativas acima, conclui-se que estão incorretas:

 

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3200233 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Ápice
Orgão: Pref. Riacho dos Cavalos-PB
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Levando em conta a concordância entre sujeito e verbo (PESTANA, 2013), assinale, abaixo, a alternativa cuja frase apresenta um erro de concordância verbal:

 

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3200232 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Ápice
Orgão: Pref. Riacho dos Cavalos-PB
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Conforme Pestana (2013, p.706), “O predicado é a soma de todos os termos da oração, exceto o sujeito e o vocativo. É tudo o que se declara na oração referindo-se ao sujeito (quando há sujeito)”. Ciente disso, analise os tipos de predicados nas frases abaixo.

I.Os alunos parecem bem interessados ultimamente;

II.Todos nós visamos a uma carreira estável por meio do concurso;

III.Na condição de padrinho, tive que dar um presente significativo aos noivos.

Após análise das afirmativas, conclui0se que temos os seguintes tipos de predicado:

 

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3200230 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Ápice
Orgão: Pref. Riacho dos Cavalos-PB
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De acordo com Pestana (2013, p.693), “Sujeito é não só o termo que representa o ser ou o fato sobre o qual se declara alguma coisa, mas também o termo que faz o verbo ser conjugado”. Sabendo disso, analise os tipos de sujeito nas frases abaixo:

I. As despesas da casa são divididas entre o casal;

II. Não consigo parar de assistir àquela série;

III. Tanto a felicidade como a tristeza são estados de espírito;

IV. Esconderam toda a verdade do filho;

V. Havia poucas pessoas na hora do assalto;

VI. Não é saudável comer batata frita todos os dias.

Após análise das afirmativas, conclui-se que temos os seguintes tipos de sujeito:

 

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3200228 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Ápice
Orgão: Pref. Riacho dos Cavalos-PB
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Considerando a diferença entre denotação e conotação, assinale, abaixo, a alternativa cuja frase apresenta sentido conotativo.

 

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3200226 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Ápice
Orgão: Pref. Riacho dos Cavalos-PB
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Assinale, abaixo, a alternativa cuja palavra destacada trata-se de um pronome:

 

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3200225 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Ápice
Orgão: Pref. Riacho dos Cavalos-PB
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Leia a crônica abaixo e responda às questões de 1 a 4.

Aprenda a chamar a polícia

Luís Fernando Veríssimo

Eu tenho o sono muito leve, e numa noite dessas notei que havia alguém andando sorrateiramente no quintal de casa. Levantei em silêncio e fiquei acompanhando os leves ruídos que vinham lá de fora, até ver uma silhueta passando pela janela do banheiro. Como minha casa era muito segura, com grades nas janelas e trancas internas nas portas, não fiquei muito preocupado, mas era claro que eu não ia deixar um ladrão ali, espiando tranquilamente.

Liguei baixinho para a polícia, informei a situação e o meu endereço.

Perguntaram-me se o ladrão estava armado ou se já estava no interior da casa.

Esclareci que não e disseram-me que não havia nenhuma viatura por perto para ajudar, mas que iriam mandar alguém assim que fosse possível.

Um minuto depois, liguei de novo e disse com a voz calma:

— Oi, eu liguei há pouco porque tinha alguém no meu quintal. Não precisa mais ter pressa. Eu já matei o ladrão com um tiro da escopeta calibre 12, que tenho guardada em casa para estas situações. O tiro fez um estrago danado no cara!

Passados menos de três minutos, estavam na minha rua cinco carros da polícia, um helicóptero, uma unidade do resgate, uma equipe de TV e a turma dos direitos humanos, que não perderiam isso por nada neste mundo.

Eles prenderam o ladrão em flagrante, que ficava olhando tudo com cara de assombrado. Talvez ele estivesse pensando que aquela era a casa do Comandante da Polícia.

No meio do tumulto, um tenente se aproximou de mim e disse:

— Pensei que tivesse dito que tinha matado o ladrão.

Eu respondi:

— Pensei que tivesse dito que não havia ninguém disponível

Fonte: https://www.refletirpararefletir.com.br/4-cronicas-de-luis-fernando-verissimo

Na frase “No meio do tumulto, um tenente se aproximou de mim e disse:”, retirada da crônica acima, a razão que justifica o uso da vírgula é:

 

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3200224 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Ápice
Orgão: Pref. Riacho dos Cavalos-PB
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Leia a crônica abaixo e responda às questões de 1 a 4.

Aprenda a chamar a polícia

Luís Fernando Veríssimo

Eu tenho o sono muito leve, e numa noite dessas notei que havia alguém andando sorrateiramente no quintal de casa. Levantei em silêncio e fiquei acompanhando os leves ruídos que vinham lá de fora, até ver uma silhueta passando pela janela do banheiro. Como minha casa era muito segura, com grades nas janelas e trancas internas nas portas, não fiquei muito preocupado, mas era claro que eu não ia deixar um ladrão ali, espiando tranquilamente.

Liguei baixinho para a polícia, informei a situação e o meu endereço.

Perguntaram-me se o ladrão estava armado ou se já estava no interior da casa.

Esclareci que não e disseram-me que não havia nenhuma viatura por perto para ajudar, mas que iriam mandar alguém assim que fosse possível.

Um minuto depois, liguei de novo e disse com a voz calma:

— Oi, eu liguei há pouco porque tinha alguém no meu quintal. Não precisa mais ter pressa. Eu já matei o ladrão com um tiro da escopeta calibre 12, que tenho guardada em casa para estas situações. O tiro fez um estrago danado no cara!

Passados menos de três minutos, estavam na minha rua cinco carros da polícia, um helicóptero, uma unidade do resgate, uma equipe de TV e a turma dos direitos humanos, que não perderiam isso por nada neste mundo.

Eles prenderam o ladrão em flagrante, que ficava olhando tudo com cara de assombrado. Talvez ele estivesse pensando que aquela era a casa do Comandante da Polícia.

No meio do tumulto, um tenente se aproximou de mim e disse:

— Pensei que tivesse dito que tinha matado o ladrão.

Eu respondi:

— Pensei que tivesse dito que não havia ninguém disponível

Fonte: https://www.refletirpararefletir.com.br/4-cronicas-de-luis-fernando-verissimo

No trecho “O tiro fez um estrago danado no cara!”, da crônica acima, temos, no que diz respeito à classificação morfológica das palavras, na ordem em que aparecem, respectivamente:

 

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3200223 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Ápice
Orgão: Pref. Riacho dos Cavalos-PB
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Leia a crônica abaixo e responda às questões de 1 a 4.

Aprenda a chamar a polícia

Luís Fernando Veríssimo

Eu tenho o sono muito leve, e numa noite dessas notei que havia alguém andando sorrateiramente no quintal de casa. Levantei em silêncio e fiquei acompanhando os leves ruídos que vinham lá de fora, até ver uma silhueta passando pela janela do banheiro. Como minha casa era muito segura, com grades nas janelas e trancas internas nas portas, não fiquei muito preocupado, mas era claro que eu não ia deixar um ladrão ali, espiando tranquilamente.

Liguei baixinho para a polícia, informei a situação e o meu endereço.

Perguntaram-me se o ladrão estava armado ou se já estava no interior da casa.

Esclareci que não e disseram-me que não havia nenhuma viatura por perto para ajudar, mas que iriam mandar alguém assim que fosse possível.

Um minuto depois, liguei de novo e disse com a voz calma:

— Oi, eu liguei há pouco porque tinha alguém no meu quintal. Não precisa mais ter pressa. Eu já matei o ladrão com um tiro da escopeta calibre 12, que tenho guardada em casa para estas situações. O tiro fez um estrago danado no cara!

Passados menos de três minutos, estavam na minha rua cinco carros da polícia, um helicóptero, uma unidade do resgate, uma equipe de TV e a turma dos direitos humanos, que não perderiam isso por nada neste mundo.

Eles prenderam o ladrão em flagrante, que ficava olhando tudo com cara de assombrado. Talvez ele estivesse pensando que aquela era a casa do Comandante da Polícia.

No meio do tumulto, um tenente se aproximou de mim e disse:

— Pensei que tivesse dito que tinha matado o ladrão.

Eu respondi:

— Pensei que tivesse dito que não havia ninguém disponível

Fonte: https://www.refletirpararefletir.com.br/4-cronicas-de-luis-fernando-verissimo

A sinonímia é um recurso linguístico muito utilizado na substituição lexical, a fim de evitarmos as repetições das palavras. Sabendo disso, dentre as alternativas abaixo, assinale a opção cuja palavra substitui, sem prejuízo de sentido ao texto, o termo destacado no seguinte trecho: “Eu tenho o sono muito leve, e numa noite dessas notei que havia alguém andando sorrateiramente no quintal de casa”.

 

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3200221 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Ápice
Orgão: Pref. Riacho dos Cavalos-PB
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Leia a crônica abaixo e responda às questões de 1 a 4.

Aprenda a chamar a polícia

Luís Fernando Veríssimo

Eu tenho o sono muito leve, e numa noite dessas notei que havia alguém andando sorrateiramente no quintal de casa. Levantei em silêncio e fiquei acompanhando os leves ruídos que vinham lá de fora, até ver uma silhueta passando pela janela do banheiro. Como minha casa era muito segura, com grades nas janelas e trancas internas nas portas, não fiquei muito preocupado, mas era claro que eu não ia deixar um ladrão ali, espiando tranquilamente.

Liguei baixinho para a polícia, informei a situação e o meu endereço.

Perguntaram-me se o ladrão estava armado ou se já estava no interior da casa.

Esclareci que não e disseram-me que não havia nenhuma viatura por perto para ajudar, mas que iriam mandar alguém assim que fosse possível.

Um minuto depois, liguei de novo e disse com a voz calma:

— Oi, eu liguei há pouco porque tinha alguém no meu quintal. Não precisa mais ter pressa. Eu já matei o ladrão com um tiro da escopeta calibre 12, que tenho guardada em casa para estas situações. O tiro fez um estrago danado no cara!

Passados menos de três minutos, estavam na minha rua cinco carros da polícia, um helicóptero, uma unidade do resgate, uma equipe de TV e a turma dos direitos humanos, que não perderiam isso por nada neste mundo.

Eles prenderam o ladrão em flagrante, que ficava olhando tudo com cara de assombrado. Talvez ele estivesse pensando que aquela era a casa do Comandante da Polícia.

No meio do tumulto, um tenente se aproximou de mim e disse:

— Pensei que tivesse dito que tinha matado o ladrão.

Eu respondi:

— Pensei que tivesse dito que não havia ninguém disponível

Fonte: https://www.refletirpararefletir.com.br/4-cronicas-de-luis-fernando-verissimo

A crônica é um gênero narrativo que aborda um fato social, a fim de expor uma crítica à sociedade. Na crônica de Luís Fernando Veríssimo acima, intitulada “Aprenda a chamar a polícia”, o autor faz menção:

 

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