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Pensando na concordância nominal (PESTANA, 2013), entre substantivos e seus determinantes, analise as afirmativas a seguir:
I. Depois de comer meia fruta daquela barraca, comprou frutas bastante para umaceia farta – concordância entre pronome e substantivo
II. As crianças ficaram só em casa. – concordância entre palavra com valor de adjetivo e substantivo
III. Estão inclusos os prejuízos. – concordância entre palavra com valor de adjetivo e substantivo
IV. Ela está meia nervosa por causa do acidente.– concordância entre palavra com valor de adjetivo e substantivo
V. A gasolina está custando caro. – não há concordância entre advérbio e substantivo.
Após analisar as afirmativas acima, conclui-se que estão incorretas:
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Levando em conta a concordância entre sujeito e verbo (PESTANA, 2013), assinale, abaixo, a alternativa cuja frase apresenta um erro de concordância verbal:
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Conforme Pestana (2013, p.706), “O predicado é a soma de todos os termos da oração, exceto o sujeito e o vocativo. É tudo o que se declara na oração referindo-se ao sujeito (quando há sujeito)”. Ciente disso, analise os tipos de predicados nas frases abaixo.
I.Os alunos parecem bem interessados ultimamente;
II.Todos nós visamos a uma carreira estável por meio do concurso;
III.Na condição de padrinho, tive que dar um presente significativo aos noivos.
Após análise das afirmativas, conclui0se que temos os seguintes tipos de predicado:
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De acordo com Pestana (2013, p.693), “Sujeito é não só o termo que representa o ser ou o fato sobre o qual se declara alguma coisa, mas também o termo que faz o verbo ser conjugado”. Sabendo disso, analise os tipos de sujeito nas frases abaixo:
I. As despesas da casa são divididas entre o casal;
II. Não consigo parar de assistir àquela série;
III. Tanto a felicidade como a tristeza são estados de espírito;
IV. Esconderam toda a verdade do filho;
V. Havia poucas pessoas na hora do assalto;
VI. Não é saudável comer batata frita todos os dias.
Após análise das afirmativas, conclui-se que temos os seguintes tipos de sujeito:
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Considerando a diferença entre denotação e conotação, assinale, abaixo, a alternativa cuja frase apresenta sentido conotativo.
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Assinale, abaixo, a alternativa cuja palavra destacada trata-se de um pronome:
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Leia a crônica abaixo e responda às questões de 1 a 4.
Aprenda a chamar a polícia
Luís Fernando Veríssimo
Eu tenho o sono muito leve, e numa noite dessas notei que havia alguém andando sorrateiramente no quintal de casa. Levantei em silêncio e fiquei acompanhando os leves ruídos que vinham lá de fora, até ver uma silhueta passando pela janela do banheiro. Como minha casa era muito segura, com grades nas janelas e trancas internas nas portas, não fiquei muito preocupado, mas era claro que eu não ia deixar um ladrão ali, espiando tranquilamente.
Liguei baixinho para a polícia, informei a situação e o meu endereço.
Perguntaram-me se o ladrão estava armado ou se já estava no interior da casa.
Esclareci que não e disseram-me que não havia nenhuma viatura por perto para ajudar, mas que iriam mandar alguém assim que fosse possível.
Um minuto depois, liguei de novo e disse com a voz calma:
— Oi, eu liguei há pouco porque tinha alguém no meu quintal. Não precisa mais ter pressa. Eu já matei o ladrão com um tiro da escopeta calibre 12, que tenho guardada em casa para estas situações. O tiro fez um estrago danado no cara!
Passados menos de três minutos, estavam na minha rua cinco carros da polícia, um helicóptero, uma unidade do resgate, uma equipe de TV e a turma dos direitos humanos, que não perderiam isso por nada neste mundo.
Eles prenderam o ladrão em flagrante, que ficava olhando tudo com cara de assombrado. Talvez ele estivesse pensando que aquela era a casa do Comandante da Polícia.
No meio do tumulto, um tenente se aproximou de mim e disse:
— Pensei que tivesse dito que tinha matado o ladrão.
Eu respondi:
— Pensei que tivesse dito que não havia ninguém disponível
Fonte: https://www.refletirpararefletir.com.br/4-cronicas-de-luis-fernando-verissimo
Na frase “No meio do tumulto, um tenente se aproximou de mim e disse:”, retirada da crônica acima, a razão que justifica o uso da vírgula é:
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Leia a crônica abaixo e responda às questões de 1 a 4.
Aprenda a chamar a polícia
Luís Fernando Veríssimo
Eu tenho o sono muito leve, e numa noite dessas notei que havia alguém andando sorrateiramente no quintal de casa. Levantei em silêncio e fiquei acompanhando os leves ruídos que vinham lá de fora, até ver uma silhueta passando pela janela do banheiro. Como minha casa era muito segura, com grades nas janelas e trancas internas nas portas, não fiquei muito preocupado, mas era claro que eu não ia deixar um ladrão ali, espiando tranquilamente.
Liguei baixinho para a polícia, informei a situação e o meu endereço.
Perguntaram-me se o ladrão estava armado ou se já estava no interior da casa.
Esclareci que não e disseram-me que não havia nenhuma viatura por perto para ajudar, mas que iriam mandar alguém assim que fosse possível.
Um minuto depois, liguei de novo e disse com a voz calma:
— Oi, eu liguei há pouco porque tinha alguém no meu quintal. Não precisa mais ter pressa. Eu já matei o ladrão com um tiro da escopeta calibre 12, que tenho guardada em casa para estas situações. O tiro fez um estrago danado no cara!
Passados menos de três minutos, estavam na minha rua cinco carros da polícia, um helicóptero, uma unidade do resgate, uma equipe de TV e a turma dos direitos humanos, que não perderiam isso por nada neste mundo.
Eles prenderam o ladrão em flagrante, que ficava olhando tudo com cara de assombrado. Talvez ele estivesse pensando que aquela era a casa do Comandante da Polícia.
No meio do tumulto, um tenente se aproximou de mim e disse:
— Pensei que tivesse dito que tinha matado o ladrão.
Eu respondi:
— Pensei que tivesse dito que não havia ninguém disponível
Fonte: https://www.refletirpararefletir.com.br/4-cronicas-de-luis-fernando-verissimo
No trecho “O tiro fez um estrago danado no cara!”, da crônica acima, temos, no que diz respeito à classificação morfológica das palavras, na ordem em que aparecem, respectivamente:
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Aprenda a chamar a polícia
Luís Fernando Veríssimo
Eu tenho o sono muito leve, e numa noite dessas notei que havia alguém andando sorrateiramente no quintal de casa. Levantei em silêncio e fiquei acompanhando os leves ruídos que vinham lá de fora, até ver uma silhueta passando pela janela do banheiro. Como minha casa era muito segura, com grades nas janelas e trancas internas nas portas, não fiquei muito preocupado, mas era claro que eu não ia deixar um ladrão ali, espiando tranquilamente.
Liguei baixinho para a polícia, informei a situação e o meu endereço.
Perguntaram-me se o ladrão estava armado ou se já estava no interior da casa.
Esclareci que não e disseram-me que não havia nenhuma viatura por perto para ajudar, mas que iriam mandar alguém assim que fosse possível.
Um minuto depois, liguei de novo e disse com a voz calma:
— Oi, eu liguei há pouco porque tinha alguém no meu quintal. Não precisa mais ter pressa. Eu já matei o ladrão com um tiro da escopeta calibre 12, que tenho guardada em casa para estas situações. O tiro fez um estrago danado no cara!
Passados menos de três minutos, estavam na minha rua cinco carros da polícia, um helicóptero, uma unidade do resgate, uma equipe de TV e a turma dos direitos humanos, que não perderiam isso por nada neste mundo.
Eles prenderam o ladrão em flagrante, que ficava olhando tudo com cara de assombrado. Talvez ele estivesse pensando que aquela era a casa do Comandante da Polícia.
No meio do tumulto, um tenente se aproximou de mim e disse:
— Pensei que tivesse dito que tinha matado o ladrão.
Eu respondi:
— Pensei que tivesse dito que não havia ninguém disponível
Fonte: https://www.refletirpararefletir.com.br/4-cronicas-de-luis-fernando-verissimo
A sinonímia é um recurso linguístico muito utilizado na substituição lexical, a fim de evitarmos as repetições das palavras. Sabendo disso, dentre as alternativas abaixo, assinale a opção cuja palavra substitui, sem prejuízo de sentido ao texto, o termo destacado no seguinte trecho: “Eu tenho o sono muito leve, e numa noite dessas notei que havia alguém andando sorrateiramente no quintal de casa”.
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- Interpretação de TextosPressupostos e Subentendidos
- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualGêneros TextuaisCrônica
Leia a crônica abaixo e responda às questões de 1 a 4.
Aprenda a chamar a polícia
Luís Fernando Veríssimo
Eu tenho o sono muito leve, e numa noite dessas notei que havia alguém andando sorrateiramente no quintal de casa. Levantei em silêncio e fiquei acompanhando os leves ruídos que vinham lá de fora, até ver uma silhueta passando pela janela do banheiro. Como minha casa era muito segura, com grades nas janelas e trancas internas nas portas, não fiquei muito preocupado, mas era claro que eu não ia deixar um ladrão ali, espiando tranquilamente.
Liguei baixinho para a polícia, informei a situação e o meu endereço.
Perguntaram-me se o ladrão estava armado ou se já estava no interior da casa.
Esclareci que não e disseram-me que não havia nenhuma viatura por perto para ajudar, mas que iriam mandar alguém assim que fosse possível.
Um minuto depois, liguei de novo e disse com a voz calma:
— Oi, eu liguei há pouco porque tinha alguém no meu quintal. Não precisa mais ter pressa. Eu já matei o ladrão com um tiro da escopeta calibre 12, que tenho guardada em casa para estas situações. O tiro fez um estrago danado no cara!
Passados menos de três minutos, estavam na minha rua cinco carros da polícia, um helicóptero, uma unidade do resgate, uma equipe de TV e a turma dos direitos humanos, que não perderiam isso por nada neste mundo.
Eles prenderam o ladrão em flagrante, que ficava olhando tudo com cara de assombrado. Talvez ele estivesse pensando que aquela era a casa do Comandante da Polícia.
No meio do tumulto, um tenente se aproximou de mim e disse:
— Pensei que tivesse dito que tinha matado o ladrão.
Eu respondi:
— Pensei que tivesse dito que não havia ninguém disponível
Fonte: https://www.refletirpararefletir.com.br/4-cronicas-de-luis-fernando-verissimo
A crônica é um gênero narrativo que aborda um fato social, a fim de expor uma crítica à sociedade. Na crônica de Luís Fernando Veríssimo acima, intitulada “Aprenda a chamar a polícia”, o autor faz menção:
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