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Foram encontradas 40 questões.

2143892 Ano: 2022
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: UFG
Orgão: Pref. Rialma-GO

Observe a figura a seguir:

enunciado 1670660-1

A figura representa a sinalização de:

 

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2143891 Ano: 2022
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: UFG
Orgão: Pref. Rialma-GO

Segundo o Código brasileiro de trânsito, conduzir veículo sem habilitação necessária, constitui infração de natureza

 

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2143890 Ano: 2022
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: UFG
Orgão: Pref. Rialma-GO

Segundo o Código de trânsito brasileiro, para condução de veículos escolares, o motorista deve ser habilitado na categoria

 

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2143889 Ano: 2022
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: UFG
Orgão: Pref. Rialma-GO

Segundo o Código brasileiro de trânsito, ao motorista profissional é

 

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2143888 Ano: 2022
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: UFG
Orgão: Pref. Rialma-GO

Segundo o Código brasileiro de trânsito, onde não existir sinalização regulamentadora, a velocidade máxima será de

 

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Leio o texto a seguir.

Não, lá não tinha organização não. Lá era barranca mesmo, organização era aqui. Aqui era a Colônia, não era Ceres, era Colônia, era bem organizado, não existia nada de “contrário”. Não tinha, não tinha lazer. Alguns que gostavam de pescaria, que gostavam de pescar e tinha as varinhas. Não tinha lazer, não tinha clube, não tinha cinema, depois é que surgiu o cinema né. (Aqui) Pra trabalhar, trabalhar. [...] Tinha um ônibus, um circular velho que vinha de Rialma pr’aqui e a gente ia passear, entende? Lá do plantão (do hospital), ia passear nesse ônibus velho que saia daqui do Hospital da Colônia, ia até lá e voltava. A gente ia passear nesse ônibus e voltava. E então, não tinha rixa não. Lá era comércio, mais comércio.

Dona Floripes Ortega. In: SILVA, Sandro Dutra. Os estigmatizados: distinções urbanas às margens do Rio das Almas em Goiás (1941-1959). 2008. Tese (Doutorado em História). UnB, Brasília, 2008.

De acordo com o relato, o que diferenciava Rialma nas suas origens do seu entorno era sua característica de lugar de

 

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Leia o texto a seguir.

Bandeirante do século XX agora tem parte de sua história contada no museu.

Bernardo Sayão é considerado o Bandeirante do século XX e modernizou toda a região do Vale São Patrício até a Região Norte do País, abrindo estradas e construindo pontes, fazendo a ligação com o resto do Brasil.

Juvenal Junior. Jornal Diário do Norte. 11/07/2016 (Adaptado).

A comparação entre Bernardo Sayão e os Bandeirantes é possível, pois ambos

 

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Analise a imagem seguir.

enunciado 1670322-1

LOWELL, Joan. s/d. In: In: SILVA, Sandro Dutra e. Os estigmatizados: distinções urbanas às margens do Rio das Almas em Goiás (1941-1959). 2008. Tese (Doutorado em História)-UnB, Brasília, 2008. (Adaptado)

A atriz americana Joan Lowell queria, com este mapa, representar a região de Goiás como:

 

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Leia o texto a seguir.

Em linhas gerais, ao adentrar no território goiano via sudeste, a ferrovia não apenas fundou municípios, como Pires do Rio (1930) e Leopoldo de Bulhões (1948), mas também dinamizou aqueles existentes, a exemplo de Ipameri e Anápolis, bem como transformou as relações mercantis com a classe de comerciantes do Triângulo Mineiro. Contudo, na década de 1930, próximo a Anápolis surgiu Goiânia, o que repercutiu na urbanização e na valorização fundiária, processos que alteraram o perfil socioeconômico na faixa oeste de Mato Grosso de Goiás.

ARRAIS, T. A. A produção do território goiano – economia, urbanização e metropolização. Goiânia: Editora da UFG, 2013.

Uma destas alterações no perfil socioeconômico do Mato Grosso de Goiás foi a

 

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Leia o texto a seguir.

Os povos indígenas têm presenciado diariamente a morte de suas lideranças, das crianças que têm o futuro roubado por um descaso em ações por políticas específicas para saúde indígena; tombam homens e mulheres que guardam o conhecimento das festas, rituais, rezas, cantos, roças e remédios das florestas. A pandemia tem afetado de maneira particular os anciões que detêm a sabedoria ancestral. A morte deles pela Covid-19 ameaça interromper a memória, a história, a resistência dos povos indígenas, e somada com o falecimento das nascentes gerações, constituem uma ameaça ao futuro dos povos.

Disponível em: <https://cimi.org.br/2020/06/covid-19-solidariedade-e-elemento-central-para-assegurar-a-vida-dos-povos-indigenas/>. Acesso em: 02 ago. 2020. (Adaptado).

O texto destaca que uma consequência da pandemia é a

 

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