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Foram encontradas 32 questões.

1625654 Ano: 2016
Disciplina: Saúde Pública
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Rio Acima-MG
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O sistema informatizado desenvolvido para receber notificações de incidentes, efeitos adversos e queixas técnicas relacionados ao uso de produtos e de serviços sob vigilância sanitária corresponde à(ao):

 

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1625653 Ano: 2016
Disciplina: Saúde Pública
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Rio Acima-MG
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Assinale a alternativa que melhor representa a forma de entrada de dados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan).

 

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1625652 Ano: 2016
Disciplina: Saúde Pública
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Rio Acima-MG
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A Política Nacional de Medicamentos foi aprovada pelo Ministério da Saúde em 1998, fortalecendo os princípios e as diretrizes constitucionais do SUS. A partir dessa política, o Governo Federal lançou, em 2004, o Programa Farmácia Popular do Brasil que atualmente funciona em três modalidades, sendo uma delas a modalidade alcunhada como “Rede Própria”, constituída por “Farmácias Populares”. As ações inerentes à aquisição, estocagem, comercialização e dispensação dos medicamentos desta modalidade do programa é realizada por:

 

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1625651 Ano: 2016
Disciplina: Saúde Pública
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Rio Acima-MG
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Analise as afirmativas a seguir aplicando os princípios e diretrizes norteadores do funcionamento do SUS.

I. As condições socioeconômicas da população implicam em acesso diferenciado aos serviços públicos de saúde.

II. É dever do Estado articular a política de saúde com as demais políticas públicas cujas ações tenham repercussão na qualidade de vida das pessoas.

III.A direção única nas esferas de governo na gestão da política de saúde é o fluxo dos serviços ofertados pelo SUS por nível de complexidade, do nível básico para o nível mais especializado.

Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)

 

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1625650 Ano: 2016
Disciplina: Saúde Pública
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Rio Acima-MG
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O Conselho de Saúde é uma das instâncias colegiadas do SUS e foi instituído pela Lei nº 8.142/1990. Deve ser composto por representantes do governo, prestadores de serviço, profissionais de saúde e usuários. É correto afirmar que o Conselho de Saúde é um órgão representativo

 

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1625648 Ano: 2016
Disciplina: Saúde Pública
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Rio Acima-MG
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A taxa de mortalidade neonatal precoce é um dos indicadores e dados básicos de saúde no Brasil, sendo INCORRETO afirmar que

 

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1625645 Ano: 2016
Disciplina: Saúde Pública
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Rio Acima-MG
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O mapa de saúde é uma ferramenta utilizada na identificação das necessidades de saúde e na orientação do planejamento integrado dos entes federativos no país, contribuindo para o estabelecimento de metas de saúde. Sabendo que este deve considerar a capacidade instalada existente, os investimentos e o desempenho aferido a partir dos indicadores de saúde do sistema, pode ser melhor definido como a descrição geográfica da distribuição de:

 

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1625638 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Rio Acima-MG
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Um planeta mais quente e desigual

Estudos da Nasa e da Oxfam revelam que 2015 foi o ano mais quente e com a maior desigualdade já registrada.


Dois estudos divulgados recentemente apresentam pontos aparentemente paralelos, mas que possuem uma terrível e nefasta convergência: 2015 foi o ano mais quente e, ao mesmo tempo, o mais desigual da história.

A constatação de que o ano passado foi o mais quente já registrado desde 1880, quando os dados começaram a ser levantados, foi feita pela agência espacial norte-americana, a Nasa, e pela Agência Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA).

As duas entidades realizaram estudos separados, mas chegaram às mesmas conclusões: a temperatura do planeta ficou, em média, 0,90°C acima da registrada no século XX e 0,16°C acima do recorde anterior, registrado em 2014. Dezembro passado também foi o mês mais quente já observado.

Os cientistas apontam o fenômeno climático El Niño pelos resultados, mas, principalmente, o atribuem ao aquecimento causado pelas emissões de gases relacionados à ação do homem.

As consequências estão aí: aumento do nível dos oceanos e ocorrências cada vez mais frequentes de fenômenos climáticos extremos, como a onda de calor que matou 2,5 mil pessoas na Índia, também no ano passado. O outro ponto é o levantamento anual da ONG britânica Oxfam sobre desigualdade e concentração de renda. A organização afirma que, neste ano de 2016, as 37 milhões de pessoas que compõem o 1% mais rico da população mundial terão mais dinheiro do que os outros 99% juntos.

O relatório apresentado pela Oxfam toma como base o levantamento anual do banco Credit Suisse. E as estatísticas demonstram que ao longo dos últimos anos a concentração e a desigualdade só aumentaram!

São muitas as questões que nos afligem: a crise econômica brasileira, a questão dos refugiados na Europa, o mosquito Aedes aegypti, os fanáticos do Estado Islâmico – todas altamente relevantes e merecedoras de nossa atenção.

Mas fato é que os dois estudos apontados neste artigo possuem o poder de determinar os caminhos da humanidade para um futuro em que as demais questões serão decorrência desses dois fatores, ou seja, o crescimento da desigualdade e mudanças climáticas cada vez mais fortes e persistentes.

Winnie Byanyima, diretora-executiva da Oxfam e co-presidente do Fórum Econômico Mundial alertou sobre as consequências desses desequilíbrios: “Tanto nos países ricos quanto nos pobres, essa desigualdade alimenta o conflito, corroendo as democracias e prejudicando o próprio crescimento”.

Isto é, quanto mais a temperatura e a desigualdade crescerem, menos possíveis serão os esforços para o equilíbrio e a harmonia do planeta e de seus habitantes. Tal acirramento se transformará em mais refugiados, em mais doenças e levará à eclosão de novas guerras e conflitos.

No entanto, a Nasa, a NOAA e a Oxfam consideram essas questões ainda possíveis de serem enfrentadas ou revertidas. Alguns dos caminhos relacionados ao clima foram exaustivamente debatidos na COP 21, realizada em Paris, em dezembro passado.

Já para enfrentar a concentração de renda, o caminho é a busca pela ampliação dos direitos das pessoas e por mais democracia e participação, buscando a educação e o empoderamento dos cidadãos como meta universal, entre outros grandes desafios.

A sustentabilidade, tão almejada, só será efetivamente alcançada quando a humanidade conseguir entender e combater todos esses desequilíbrios ambientais e sociais. Será preciso reverter essas nefastas tendências que colocam em xeque a nossa civilização e flertam fortemente com um indesejado cenário de fim do mundo.


(Reinaldo Canto, 16/02/2016. Disponível em: http://www.cartacapital.com.br/sustentabilidade/uma-terra-mais-quente-e-desigual.)

Em todo o texto é possível identificar o emprego de vários conectores importantes na construção da tessitura textual. Sem eles, ou o mau emprego dos mesmos, a coerência seria afetada comprometendo a compreensão das ideias e informações expressas. Dentre tais conectores, destacamos as expressões “ou seja”, “isto é” e “”, sobre as quais está correta a afirmativa a seguir:

 

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1625637 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Rio Acima-MG
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Um planeta mais quente e desigual

Estudos da Nasa e da Oxfam revelam que 2015 foi o ano mais quente e com a maior desigualdade já registrada.


Dois estudos divulgados recentemente apresentam pontos aparentemente paralelos, mas que possuem uma terrível e nefasta convergência: 2015 foi o ano mais quente e, ao mesmo tempo, o mais desigual da história.

A constatação de que o ano passado foi o mais quente já registrado desde 1880, quando os dados começaram a ser levantados, foi feita pela agência espacial norte-americana, a Nasa, e pela Agência Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA).

As duas entidades realizaram estudos separados, mas chegaram às mesmas conclusões: a temperatura do planeta ficou, em média, 0,90°C acima da registrada no século XX e 0,16°C acima do recorde anterior, registrado em 2014. Dezembro passado também foi o mês mais quente já observado.

Os cientistas apontam o fenômeno climático El Niño pelos resultados, mas, principalmente, o atribuem ao aquecimento causado pelas emissões de gases relacionados à ação do homem.

As consequências estão aí: aumento do nível dos oceanos e ocorrências cada vez mais frequentes de fenômenos climáticos extremos, como a onda de calor que matou 2,5 mil pessoas na Índia, também no ano passado. O outro ponto é o levantamento anual da ONG britânica Oxfam sobre desigualdade e concentração de renda. A organização afirma que, neste ano de 2016, as 37 milhões de pessoas que compõem o 1% mais rico da população mundial terão mais dinheiro do que os outros 99% juntos.

O relatório apresentado pela Oxfam toma como base o levantamento anual do banco Credit Suisse. E as estatísticas demonstram que ao longo dos últimos anos a concentração e a desigualdade só aumentaram!

São muitas as questões que nos afligem: a crise econômica brasileira, a questão dos refugiados na Europa, o mosquito Aedes aegypti, os fanáticos do Estado Islâmico – todas altamente relevantes e merecedoras de nossa atenção.

Mas fato é que os dois estudos apontados neste artigo possuem o poder de determinar os caminhos da humanidade para um futuro em que as demais questões serão decorrência desses dois fatores, ou seja, o crescimento da desigualdade e mudanças climáticas cada vez mais fortes e persistentes.

Winnie Byanyima, diretora-executiva da Oxfam e co-presidente do Fórum Econômico Mundial alertou sobre as consequências desses desequilíbrios: “Tanto nos países ricos quanto nos pobres, essa desigualdade alimenta o conflito, corroendo as democracias e prejudicando o próprio crescimento”.

Isto é, quanto mais a temperatura e a desigualdade crescerem, menos possíveis serão os esforços para o equilíbrio e a harmonia do planeta e de seus habitantes. Tal acirramento se transformará em mais refugiados, em mais doenças e levará à eclosão de novas guerras e conflitos.

No entanto, a Nasa, a NOAA e a Oxfam consideram essas questões ainda possíveis de serem enfrentadas ou revertidas. Alguns dos caminhos relacionados ao clima foram exaustivamente debatidos na COP 21, realizada em Paris, em dezembro passado.

Já para enfrentar a concentração de renda, o caminho é a busca pela ampliação dos direitos das pessoas e por mais democracia e participação, buscando a educação e o empoderamento dos cidadãos como meta universal, entre outros grandes desafios.

A sustentabilidade, tão almejada, só será efetivamente alcançada quando a humanidade conseguir entender e combater todos esses desequilíbrios ambientais e sociais. Será preciso reverter essas nefastas tendências que colocam em xeque a nossa civilização e flertam fortemente com um indesejado cenário de fim do mundo.


(Reinaldo Canto, 16/02/2016. Disponível em: http://www.cartacapital.com.br/sustentabilidade/uma-terra-mais-quente-e-desigual.)

O adjunto adverbial “exaustivamente”, empregado em “[...] foram exaustivamente debatidos na COP 21 [...]” (11º§), produz um efeito de sentido na frase cuja indicação remete ao mesmo valor semântico visto em (considere o termo destacado):

 

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1625632 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Rio Acima-MG
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Um planeta mais quente e desigual

Estudos da Nasa e da Oxfam revelam que 2015 foi o ano mais quente e com a maior desigualdade já registrada.


Dois estudos divulgados recentemente apresentam pontos aparentemente paralelos, mas que possuem uma terrível e nefasta convergência: 2015 foi o ano mais quente e, ao mesmo tempo, o mais desigual da história.

A constatação de que o ano passado foi o mais quente já registrado desde 1880, quando os dados começaram a ser levantados, foi feita pela agência espacial norte-americana, a Nasa, e pela Agência Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA).

As duas entidades realizaram estudos separados, mas chegaram às mesmas conclusões: a temperatura do planeta ficou, em média, 0,90°C acima da registrada no século XX e 0,16°C acima do recorde anterior, registrado em 2014. Dezembro passado também foi o mês mais quente já observado.

Os cientistas apontam o fenômeno climático El Niño pelos resultados, mas, principalmente, o atribuem ao aquecimento causado pelas emissões de gases relacionados à ação do homem.

As consequências estão aí: aumento do nível dos oceanos e ocorrências cada vez mais frequentes de fenômenos climáticos extremos, como a onda de calor que matou 2,5 mil pessoas na Índia, também no ano passado. O outro ponto é o levantamento anual da ONG britânica Oxfam sobre desigualdade e concentração de renda. A organização afirma que, neste ano de 2016, as 37 milhões de pessoas que compõem o 1% mais rico da população mundial terão mais dinheiro do que os outros 99% juntos.

O relatório apresentado pela Oxfam toma como base o levantamento anual do banco Credit Suisse. E as estatísticas demonstram que ao longo dos últimos anos a concentração e a desigualdade só aumentaram!

São muitas as questões que nos afligem: a crise econômica brasileira, a questão dos refugiados na Europa, o mosquito Aedes aegypti, os fanáticos do Estado Islâmico – todas altamente relevantes e merecedoras de nossa atenção.

Mas fato é que os dois estudos apontados neste artigo possuem o poder de determinar os caminhos da humanidade para um futuro em que as demais questões serão decorrência desses dois fatores, ou seja, o crescimento da desigualdade e mudanças climáticas cada vez mais fortes e persistentes.

Winnie Byanyima, diretora-executiva da Oxfam e co-presidente do Fórum Econômico Mundial alertou sobre as consequências desses desequilíbrios: “Tanto nos países ricos quanto nos pobres, essa desigualdade alimenta o conflito, corroendo as democracias e prejudicando o próprio crescimento”.

Isto é, quanto mais a temperatura e a desigualdade crescerem, menos possíveis serão os esforços para o equilíbrio e a harmonia do planeta e de seus habitantes. Tal acirramento se transformará em mais refugiados, em mais doenças e levará à eclosão de novas guerras e conflitos.

No entanto, a Nasa, a NOAA e a Oxfam consideram essas questões ainda possíveis de serem enfrentadas ou revertidas. Alguns dos caminhos relacionados ao clima foram exaustivamente debatidos na COP 21, realizada em Paris, em dezembro passado.

Já para enfrentar a concentração de renda, o caminho é a busca pela ampliação dos direitos das pessoas e por mais democracia e participação, buscando a educação e o empoderamento dos cidadãos como meta universal, entre outros grandes desafios.

A sustentabilidade, tão almejada, só será efetivamente alcançada quando a humanidade conseguir entender e combater todos esses desequilíbrios ambientais e sociais. Será preciso reverter essas nefastas tendências que colocam em xeque a nossa civilização e flertam fortemente com um indesejado cenário de fim do mundo.


(Reinaldo Canto, 16/02/2016. Disponível em: http://www.cartacapital.com.br/sustentabilidade/uma-terra-mais-quente-e-desigual.)

Acerca do último período do texto “Será preciso reverter essas nefastas tendências que colocam em xeque a nossa civilização e flertam fortemente com um indesejado cenário de fim do mundo.” (13º§), é pertinente o comentário:

 

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