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Certa fábrica possui dentre suas melhores maquinas, uma que demora 1 hora para fabricar 4 000 peças. Essa mesma máquina, mantendo o mesmo funcionamento, para fabricar 3.800 dessas mesmas peças, irá levar:

 

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Um atleta em treinamento corre, durante os dez últimos dias antes da competição, 2.500 metros a pé e 8 km de bicicleta. Ao final dos dez dias de treinamento, ele terá percorrido

 

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O HOMEM E A GALINHA

Era uma vez um homem que tinha uma galinha. Era uma galinha como as outras.

Um dia a galinha botou um ovo de ouro. O homem ficou contente. Chamou a mulher:

– Olha o ovo que a galinha botou.

A mulher ficou contente:

– Vamos ficar ricos!

E a mulher começou a tratar bem da galinha.

Todos os dias a mulher dava mingau para a galinha. Dava pão-de-ló, dava até sorvete. E a galinha todos os dias botava um ovo de ouro.

Vai que o marido disse:

– Pra que este luxo todo com a galinha? Nunca vi galinha comer pão-de-ló… Muito menos sorvete!

Vai que a mulher falou:

– É, mas esta é diferente. Ela bota ovos de ouro!

O marido não quis conversa:

– Acaba com isso, mulher. Galinha come é farelo.

Aí a mulher disse:

– E se ela não botar mais ovos de ouro?

– Bota sim! – o marido respondeu.

A mulher todos os dias dava farelo à galinha. E a galinha botava um ovo de ouro.

Vai que o marido disse:

– Farelo está muito caro, mulher, um dinheirão! A galinha pode muito bem comer milho.

– E se ela não botar mais ovos de ouro?

– Bota sim. – respondeu o marido.

Aí a mulher começou a dar milho pra galinha. E todos os dias a galinha botava um ovo de ouro.

Vai que o marido disse:

– Pra que este luxo de dar milho pra galinha? Ela que cate o de-comer no quintal!

– E se ela não botar mais ovos de ouro?

– Bota sim – o marido falou.

Aí a mulher soltou a galinha no quintal. Ela catava sozinha a comida dela. Todos os dias a galinha botava um ovo de ouro.

Um dia a galinha encontrou o portão aberto.

Foi embora e não voltou mais.

Dizem, eu não sei, que ela agora está numa boa casa onde tratam dela a pão-de-ló.

(ROCHA, Ruth. Enquanto o mundo pega fogo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984)

“Dígrafo é a reunião de duas letras para a transcrição de um fonema. Trata-se de uma grafia composta para um som simples.”

Assinale a alternativa em que todas as palavras atendem a essa definição:

 

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O HOMEM E A GALINHA

Era uma vez um homem que tinha uma galinha. Era uma galinha como as outras.

Um dia a galinha botou um ovo de ouro. O homem ficou contente. Chamou a mulher:

– Olha o ovo que a galinha botou.

A mulher ficou contente:

– Vamos ficar ricos!

E a mulher começou a tratar bem da galinha.

Todos os dias a mulher dava mingau para a galinha. Dava pão-de-ló, dava até sorvete. E a galinha todos os dias botava um ovo de ouro.

Vai que o marido disse:

– Pra que este luxo todo com a galinha? Nunca vi galinha comer pão-de-ló… Muito menos sorvete!

Vai que a mulher falou:

– É, mas esta é diferente. Ela bota ovos de ouro!

O marido não quis conversa:

– Acaba com isso, mulher. Galinha come é farelo.

Aí a mulher disse:

– E se ela não botar mais ovos de ouro?

– Bota sim! – o marido respondeu.

A mulher todos os dias dava farelo à galinha. E a galinha botava um ovo de ouro.

Vai que o marido disse:

– Farelo está muito caro, mulher, um dinheirão! A galinha pode muito bem comer milho.

– E se ela não botar mais ovos de ouro?

– Bota sim. – respondeu o marido.

Aí a mulher começou a dar milho pra galinha. E todos os dias a galinha botava um ovo de ouro.

Vai que o marido disse:

– Pra que este luxo de dar milho pra galinha? Ela que cate o de-comer no quintal!

– E se ela não botar mais ovos de ouro?

– Bota sim – o marido falou.

Aí a mulher soltou a galinha no quintal. Ela catava sozinha a comida dela. Todos os dias a galinha botava um ovo de ouro.

Um dia a galinha encontrou o portão aberto.

Foi embora e não voltou mais.

Dizem, eu não sei, que ela agora está numa boa casa onde tratam dela a pão-de-ló.

(ROCHA, Ruth. Enquanto o mundo pega fogo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984)

A alternativa que apresenta todos os verbos no passado é:

 

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O HOMEM E A GALINHA

Era uma vez um homem que tinha uma galinha. Era uma galinha como as outras.

Um dia a galinha botou um ovo de ouro. O homem ficou contente. Chamou a mulher:

– Olha o ovo que a galinha botou.

A mulher ficou contente:

– Vamos ficar ricos!

E a mulher começou a tratar bem da galinha.

Todos os dias a mulher dava mingau para a galinha. Dava pão-de-ló, dava até sorvete. E a galinha todos os dias botava um ovo de ouro.

Vai que o marido disse:

– Pra que este luxo todo com a galinha? Nunca vi galinha comer pão-de-ló… Muito menos sorvete!

Vai que a mulher falou:

– É, mas esta é diferente. Ela bota ovos de ouro!

O marido não quis conversa:

– Acaba com isso, mulher. Galinha come é farelo.

Aí a mulher disse:

– E se ela não botar mais ovos de ouro?

– Bota sim! – o marido respondeu.

A mulher todos os dias dava farelo à galinha. E a galinha botava um ovo de ouro.

Vai que o marido disse:

– Farelo está muito caro, mulher, um dinheirão! A galinha pode muito bem comer milho.

– E se ela não botar mais ovos de ouro?

– Bota sim. – respondeu o marido.

Aí a mulher começou a dar milho pra galinha. E todos os dias a galinha botava um ovo de ouro.

Vai que o marido disse:

– Pra que este luxo de dar milho pra galinha? Ela que cate o de-comer no quintal!

– E se ela não botar mais ovos de ouro?

– Bota sim – o marido falou.

Aí a mulher soltou a galinha no quintal. Ela catava sozinha a comida dela. Todos os dias a galinha botava um ovo de ouro.

Um dia a galinha encontrou o portão aberto.

Foi embora e não voltou mais.

Dizem, eu não sei, que ela agora está numa boa casa onde tratam dela a pão-de-ló.

(ROCHA, Ruth. Enquanto o mundo pega fogo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984)

A respeito deste texto, pode afirmar-se que:

 

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O HOMEM E A GALINHA

Era uma vez um homem que tinha uma galinha. Era uma galinha como as outras.

Um dia a galinha botou um ovo de ouro. O homem ficou contente. Chamou a mulher:

– Olha o ovo que a galinha botou.

A mulher ficou contente:

– Vamos ficar ricos!

E a mulher começou a tratar bem da galinha.

Todos os dias a mulher dava mingau para a galinha. Dava pão-de-ló, dava até sorvete. E a galinha todos os dias botava um ovo de ouro.

Vai que o marido disse:

– Pra que este luxo todo com a galinha? Nunca vi galinha comer pão-de-ló… Muito menos sorvete!

Vai que a mulher falou:

– É, mas esta é diferente. Ela bota ovos de ouro!

O marido não quis conversa:

– Acaba com isso, mulher. Galinha come é farelo.

Aí a mulher disse:

– E se ela não botar mais ovos de ouro?

– Bota sim! – o marido respondeu.

A mulher todos os dias dava farelo à galinha. E a galinha botava um ovo de ouro.

Vai que o marido disse:

– Farelo está muito caro, mulher, um dinheirão! A galinha pode muito bem comer milho.

– E se ela não botar mais ovos de ouro?

– Bota sim. – respondeu o marido.

Aí a mulher começou a dar milho pra galinha. E todos os dias a galinha botava um ovo de ouro.

Vai que o marido disse:

– Pra que este luxo de dar milho pra galinha? Ela que cate o de-comer no quintal!

– E se ela não botar mais ovos de ouro?

– Bota sim – o marido falou.

Aí a mulher soltou a galinha no quintal. Ela catava sozinha a comida dela. Todos os dias a galinha botava um ovo de ouro.

Um dia a galinha encontrou o portão aberto.

Foi embora e não voltou mais.

Dizem, eu não sei, que ela agora está numa boa casa onde tratam dela a pão-de-ló.

(ROCHA, Ruth. Enquanto o mundo pega fogo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984)

A sequência decrescente representada pela forma como a galinha era alimentada no decorrer do texto, de pão-de-ló, passando a farelo e, finalmente, a milho, demonstra que:

 

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O HOMEM E A GALINHA

Era uma vez um homem que tinha uma galinha. Era uma galinha como as outras.

Um dia a galinha botou um ovo de ouro. O homem ficou contente. Chamou a mulher:

– Olha o ovo que a galinha botou.

A mulher ficou contente:

– Vamos ficar ricos!

E a mulher começou a tratar bem da galinha.

Todos os dias a mulher dava mingau para a galinha. Dava pão-de-ló, dava até sorvete. E a galinha todos os dias botava um ovo de ouro.

Vai que o marido disse:

– Pra que este luxo todo com a galinha? Nunca vi galinha comer pão-de-ló… Muito menos sorvete!

Vai que a mulher falou:

– É, mas esta é diferente. Ela bota ovos de ouro!

O marido não quis conversa:

– Acaba com isso, mulher. Galinha come é farelo.

Aí a mulher disse:

– E se ela não botar mais ovos de ouro?

– Bota sim! – o marido respondeu.

A mulher todos os dias dava farelo à galinha. E a galinha botava um ovo de ouro.

Vai que o marido disse:

– Farelo está muito caro, mulher, um dinheirão! A galinha pode muito bem comer milho.

– E se ela não botar mais ovos de ouro?

– Bota sim. – respondeu o marido.

Aí a mulher começou a dar milho pra galinha. E todos os dias a galinha botava um ovo de ouro.

Vai que o marido disse:

– Pra que este luxo de dar milho pra galinha? Ela que cate o de-comer no quintal!

– E se ela não botar mais ovos de ouro?

– Bota sim – o marido falou.

Aí a mulher soltou a galinha no quintal. Ela catava sozinha a comida dela. Todos os dias a galinha botava um ovo de ouro.

Um dia a galinha encontrou o portão aberto.

Foi embora e não voltou mais.

Dizem, eu não sei, que ela agora está numa boa casa onde tratam dela a pão-de-ló.

(ROCHA, Ruth. Enquanto o mundo pega fogo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984)

Um tema possível que pode ser depreendido do texto é:

 

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Com base no Currículo do Estado de São Paulo, o feudalismo é conteúdo do:

 

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2555613 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: CONSCAM
Orgão: Pref. Santa Cruz Rio Pardo-SP

“No debate educacional na década de 30, tornou-se vitoriosa a tese da expressa em programas e livros didáticos de ensino de História. Por esta tese, na constituição do povo brasileiro predominavam a miscigenação e a total ausência de preconceitos raciais e étnicos. O povo brasileiro era estudado como descendente de brancos portugueses, índios e negros, e, a partir dessa tríade, de mestiços. Nessa perspectiva, todos conviviam harmonicamente em uma sociedade multirracial e caracterizada pela ausência de conflitos. Cada etnia colaborava, com seu heroísmo ou com seu trabalho, para a grandeza e riqueza do país”. (Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental: História).

Assinale a alternativa que preenche a lacuna de forma correta:

 

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O Currículo do Estado de São Paulo afirma que a História despontou no horizonte escolar brasileiro como conteúdo sugerido para desenvolver as práticas de leitura dos estudantes em 1827, por determinação do decreto:

 

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