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De acordo com Libâneo (2018), o caráter pedagógico da prática educativa se verifica como ação , e no processo de formação humana.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
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De acordo com Moran (2018), analise a sentença abaixo:
Há apenas duas maneiras de aprender: por coerção e por tentativa e acerto (1ª parte). Aprendizagem é ação: atividade e experimentação sobre o mundo, mediada pelo outro, pelo contexto social (2ª parte). Por meio de um complexo e progressivo processo de interiorização, a ação, a atividade sobre o mundo se forma como conceito e como pensamento (3ª parte).
Quais partes estão corretas?
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De acordo com Moran (2018), os processos de aprendizagem são, EXCETO:
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Sobre o ensino híbrido, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas, quanto aos modelos de inovações híbridas sustentadas, que incorporam as principais características tanto da sala de aula tradicional quanto do ensino online.
( ) Sala de aula invertida.
( ) Virtual enriquecido.
( ) Laboratório rotacional.
( ) Flex.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Feuerstein (2014) criou 12 critérios de mediação, entretanto há três deles que são concebidos como “universais”, ou seja, estão sempre presentes em um ato mediado.
Quais são?
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Com a popularização da Internet e o fácil acesso à informação, o conhecimento foi democratizado em níveis nunca vistos antes. Isso ofereceu oportunidade para todos serem protagonistas do próprio aprendizado, e esse é um dos principais desejos do estudante dos dias de hoje.
Com base nessa informação, analise as assertivas abaixo quanto às principais tendências para a escola do futuro:
I. Quociente emocional: conjunto de aptidões desenvolvidas a partir da inteligência emocional da pessoa.
II. Disciplinas de livre escolha: algumas escolas já abriram espaço em suas grades para eletivas como programação, escrita criativa e outras matérias que ajudam o jovem a desenvolver novas habilidades e, até mesmo, decidir sua carreira profissional.
III. Aproximação da família: a conversa próxima com os responsáveis ajuda a entender melhor o perfil do estudante e a alinhar as expectativas sobre os papéis da escola e da família na educação do indivíduo, onde cada um pode ir e em quais situações pode-se trabalhar em conjunto.
Quais estão corretas?
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Os benefícios de se conectar com sua criança interior
Por Kalel Adolfo
Sabe quando Alice, do conto clássico de Lewis Carroll, cai em uma toca de coelho, vai parar num jardim mágico, fala com gatos sorridentes e toma chá com uma lebre de março? Se lembrarmos bem, ser criança é quase assim. Em alguns segundos, as atividades mais banais — como tomar banho ou olhar para o céu — podem se transformar numa fantasia de imaginação livre e fértil. É difícil dizer o mesmo sobre a vida adulta: conforme envelhecemos, precisamos construir padrões de comportamento para manter a produtividade. Não há tempo para brincadeiras ou devaneios, e a racionalidade corrompe aquela alegria de reagir ao mundo com espontaneidade.
E isso, além de nos adoecer, colore a existência em tons cinzentos. Para Ariane Senna, psicóloga e mestra em estudos étnicos e africanos pela UFBA, as raízes dessa rigidez que acompanha o amadurecimento são bem esclarecidas na obra O Mal-Estar na Civilização, de Sigmund Freud. “Somos moldadas a ser mais racionais do que emotivas. Passamos por esse ensinamento de que a seriedade é item obrigatório para encontrarmos respeito na sociedade.
Consequentemente, experimentamos uma série de castrações que nos afastam de nossa identidade”, explica a especialista.
Nesse contexto, cresce a importância de “resgatar a criança interior”: ao esquecer essa parte de nossa persona, perdemos a chance de levar a rotina com leveza. A psicóloga e psicanalista Raquel Baldo complementa relembrando que, frequentemente, temos a sensação de que retomar a infância significa reviver apenas momentos de felicidade. “Crianças são seres que também passam por angústias. Não é incomum que um adulto tão racional tenha precisado se estruturar dessa forma para lidar com os sentimentos. Excesso de racionalidade é um mecanismo de defesa do inconsciente. Aprender a lidar com isso é difícil, e é necessário suporte e amparo, sobretudo profissional”.
De acordo com Raquel Baldo, por mais que o nascimento represente o momento em que estamos mais próximos de nossa “essência”, é uma utopia acreditar que podemos ser completamente nós mesmos, em qualquer fase da vida. “Assim que chegamos neste mundo, precisamos que alguém sinta as coisas por nós. Por exemplo: se está frio, preciso que outra pessoa vivencie a baixa temperatura para me agasalhar de acordo com a maneira em que experimenta o clima. Portando, nossas sensações já sofrem interferência desde cedo”. Dito isso, a psicanalista afirma que atingimos um pico de criatividade e fantasia durante a fase primária da infância. “Estamos falando de um período em que recebemos estímulos e reagimos instintivamente. Criar, aprender e ter sonhos é bem mais fácil por conta das reações instantâneas. Quando bem acolhida pelos pais, essa etapa traz benefícios para a condição psíquica futura”.
(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/autoconhecimento/beneficios-de-se- conectar -
com-suacrianca- interior – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que indica o número correto de orações que compõem o período a seguir: “Nesse contexto, cresce a importância de “resgatar a criança interior”: ao esquecer essa parte de nossa persona, perdemos a chance de levar a rotina com leveza”.
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Os benefícios de se conectar com sua criança interior
Por Kalel Adolfo
Sabe quando Alice, do conto clássico de Lewis Carroll, cai em uma toca de coelho, vai parar num jardim mágico, fala com gatos sorridentes e toma chá com uma lebre de março? Se lembrarmos bem, ser criança é quase assim. Em alguns segundos, as atividades mais banais — como tomar banho ou olhar para o céu — podem se transformar numa fantasia de imaginação livre e fértil. É difícil dizer o mesmo sobre a vida adulta: conforme envelhecemos, precisamos construir padrões de comportamento para manter a produtividade. Não há tempo para brincadeiras ou devaneios, e a racionalidade corrompe aquela alegria de reagir ao mundo com espontaneidade.
E isso, além de nos adoecer, colore a existência em tons cinzentos. Para Ariane Senna, psicóloga e mestra em estudos étnicos e africanos pela UFBA, as raízes dessa rigidez que acompanha o amadurecimento são bem esclarecidas na obra O Mal-Estar na Civilização, de Sigmund Freud. “Somos moldadas a ser mais racionais do que emotivas. Passamos por esse ensinamento de que a seriedade é item obrigatório para encontrarmos respeito na sociedade.
Consequentemente, experimentamos uma série de castrações que nos afastam de nossa identidade”, explica a especialista.
Nesse contexto, cresce a importância de “resgatar a criança interior”: ao esquecer essa parte de nossa persona, perdemos a chance de levar a rotina com leveza. A psicóloga e psicanalista Raquel Baldo complementa relembrando que, frequentemente, temos a sensação de que retomar a infância significa reviver apenas momentos de felicidade. “Crianças são seres que também passam por angústias. Não é incomum que um adulto tão racional tenha precisado se estruturar dessa forma para lidar com os sentimentos. Excesso de racionalidade é um mecanismo de defesa do inconsciente. Aprender a lidar com isso é difícil, e é necessário suporte e amparo, sobretudo profissional”.
De acordo com Raquel Baldo, por mais que o nascimento represente o momento em que estamos mais próximos de nossa “essência”, é uma utopia acreditar que podemos ser completamente nós mesmos, em qualquer fase da vida. “Assim que chegamos neste mundo, precisamos que alguém sinta as coisas por nós. Por exemplo: se está frio, preciso que outra pessoa vivencie a baixa temperatura para me agasalhar de acordo com a maneira em que experimenta o clima. Portando, nossas sensações já sofrem interferência desde cedo”. Dito isso, a psicanalista afirma que atingimos um pico de criatividade e fantasia durante a fase primária da infância. “Estamos falando de um período em que recebemos estímulos e reagimos instintivamente. Criar, aprender e ter sonhos é bem mais fácil por conta das reações instantâneas. Quando bem acolhida pelos pais, essa etapa traz benefícios para a condição psíquica futura”.
(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/autoconhecimento/beneficios-de-se- conectar -
com-suacrianca- interior – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que indica a correta função sintática da oração substantiva sublinhada no trecho a seguir: “Não é incomum que um adulto tão racional tenha precisado se estruturar dessa forma para lidar com os sentimentos”.
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Os benefícios de se conectar com sua criança interior
Por Kalel Adolfo
Sabe quando Alice, do conto clássico de Lewis Carroll, cai em uma toca de coelho, vai parar num jardim mágico, fala com gatos sorridentes e toma chá com uma lebre de março? Se lembrarmos bem, ser criança é quase assim. Em alguns segundos, as atividades mais banais — como tomar banho ou olhar para o céu — podem se transformar numa fantasia de imaginação livre e fértil. É difícil dizer o mesmo sobre a vida adulta: conforme envelhecemos, precisamos construir padrões de comportamento para manter a produtividade. Não há tempo para brincadeiras ou devaneios, e a racionalidade corrompe aquela alegria de reagir ao mundo com espontaneidade.
E isso, além de nos adoecer, colore a existência em tons cinzentos. Para Ariane Senna, psicóloga e mestra em estudos étnicos e africanos pela UFBA, as raízes dessa rigidez que acompanha o amadurecimento são bem esclarecidas na obra O Mal-Estar na Civilização, de Sigmund Freud. “Somos moldadas a ser mais racionais do que emotivas. Passamos por esse ensinamento de que a seriedade é item obrigatório para encontrarmos respeito na sociedade.
Consequentemente, experimentamos uma série de castrações que nos afastam de nossa identidade”, explica a especialista.
Nesse contexto, cresce a importância de “resgatar a criança interior”: ao esquecer essa parte de nossa persona, perdemos a chance de levar a rotina com leveza. A psicóloga e psicanalista Raquel Baldo complementa relembrando que, frequentemente, temos a sensação de que retomar a infância significa reviver apenas momentos de felicidade. “Crianças são seres que também passam por angústias. Não é incomum que um adulto tão racional tenha precisado se estruturar dessa forma para lidar com os sentimentos. Excesso de racionalidade é um mecanismo de defesa do inconsciente. Aprender a lidar com isso é difícil, e é necessário suporte e amparo, sobretudo profissional”.
De acordo com Raquel Baldo, por mais que o nascimento represente o momento em que estamos mais próximos de nossa “essência”, é uma utopia acreditar que podemos ser completamente nós mesmos, em qualquer fase da vida. “Assim que chegamos neste mundo, precisamos que alguém sinta as coisas por nós. Por exemplo: se está frio, preciso que outra pessoa vivencie a baixa temperatura para me agasalhar de acordo com a maneira em que experimenta o clima. Portando, nossas sensações já sofrem interferência desde cedo”. Dito isso, a psicanalista afirma que atingimos um pico de criatividade e fantasia durante a fase primária da infância. “Estamos falando de um período em que recebemos estímulos e reagimos instintivamente. Criar, aprender e ter sonhos é bem mais fácil por conta das reações instantâneas. Quando bem acolhida pelos pais, essa etapa traz benefícios para a condição psíquica futura”.
(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/autoconhecimento/beneficios-de-se- conectar -
com-suacrianca- interior – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que apresenta palavra ou expressão que poderia substituir “em que” sem causar incorreções ao período.
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Os benefícios de se conectar com sua criança interior
Por Kalel Adolfo
Sabe quando Alice, do conto clássico de Lewis Carroll, cai em uma toca de coelho, vai parar num jardim mágico, fala com gatos sorridentes e toma chá com uma lebre de março? Se lembrarmos bem, ser criança é quase assim. Em alguns segundos, as atividades mais banais — como tomar banho ou olhar para o céu — podem se transformar numa fantasia de imaginação livre e fértil. É difícil dizer o mesmo sobre a vida adulta: conforme envelhecemos, precisamos construir padrões de comportamento para manter a produtividade. Não há tempo para brincadeiras ou devaneios, e a racionalidade corrompe aquela alegria de reagir ao mundo com espontaneidade.
E isso, além de nos adoecer, colore a existência em tons cinzentos. Para Ariane Senna, psicóloga e mestra em estudos étnicos e africanos pela UFBA, as raízes dessa rigidez que acompanha o amadurecimento são bem esclarecidas na obra O Mal-Estar na Civilização, de Sigmund Freud. “Somos moldadas a ser mais racionais do que emotivas. Passamos por esse ensinamento de que a seriedade é item obrigatório para encontrarmos respeito na sociedade.
Consequentemente, experimentamos uma série de castrações(III) que(III) nos(I) afastam de nossa identidade”, explica a especialista.
Nesse contexto, cresce a importância de “resgatar a criança interior”: ao esquecer essa parte de nossa persona, perdemos a chance de levar a rotina com leveza. A psicóloga e psicanalista Raquel Baldo complementa relembrando que, frequentemente, temos a sensação de que retomar a infância significa reviver apenas momentos de felicidade. “Crianças são seres que também passam por angústias. Não é incomum que um adulto tão racional tenha precisado se estruturar dessa forma para lidar com os sentimentos. Excesso de racionalidade é um mecanismo de defesa do inconsciente. Aprender a lidar com isso é difícil, e é necessário suporte e amparo, sobretudo profissional”.
De acordo com Raquel Baldo, por mais que o nascimento represente o momento em que estamos mais próximos de nossa “essência”, é uma utopia acreditar que podemos ser completamente nós mesmos, em qualquer fase da vida. “Assim que chegamos neste(II) mundo, precisamos que alguém sinta as coisas por nós. Por exemplo: se está frio, preciso que outra pessoa vivencie a baixa temperatura para me agasalhar de acordo com a maneira em que experimenta o clima. Portando, nossas sensações já sofrem interferência desde cedo”. Dito isso, a psicanalista afirma que atingimos um pico de criatividade e fantasia durante a fase primária da infância. “Estamos falando de um período em que recebemos estímulos e reagimos instintivamente. Criar, aprender e ter sonhos é bem mais fácil por conta das reações instantâneas. Quando bem acolhida pelos pais, essa etapa traz benefícios para a condição psíquica futura”.
(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/autoconhecimento/beneficios-de-se- conectar -
com-suacrianca- interior – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o emprego dos recursos coesivos, analise as assertivas a seguir:
I. Na linha, o pronome “nos” tem como referente a psicóloga Ariane Senna, que inclui o leitor em suas considerações.
II. O pronome demonstrativo contraído à preposição “em”, “neste”, é empregado por tratar o “mundo” como algo sem proximidade física com o enunciador.
III. Na linha, o pronome relativo “que” tem como referente a palavra “castrações”.
Quais estão corretas?
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