Foram encontradas 40 questões.
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Santa Maria Jetibá-ES
Alberto sofreu um acidente de moto e, quando saiu do hospital, o médico prescreveu sessões de fisioterapia para ajudá-lo na recuperação. Após retornar para casa, ele marcou com o fisioterapeuta 7 sessões que seriam realizadas todas as quartas-feiras, com a primeira sessão iniciando em 22 de maio. Se Alberto conseguir fazer a fisioterapia todas as semanas sem faltar nenhuma vez, em que dia ele irá finalizar as sessões prescritas pelo médico?
Provas
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Santa Maria Jetibá-ES
Em determinado concurso de pipas, na modalidade criatividade, os participantes devem fazer um desenho em sua pipa que seja simétrico em relação a eixo vertical. Das imagens apresentadas a seguir, qual NÃO está respeitando a regra do concurso de pipas?

Provas
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Santa Maria Jetibá-ES
A Prefeitura Municipal de Santa Maria de Jetibá utilizou uma faixa para isolar a praça durante o período de reforma do monumento localizado nela. A faixa personalizada da prefeitura tem o nome da cidade repetido várias vezes:
SANTAMARIADEJETIBÁSANTAMARIADEJETIBÁSANTAMARIADEJETIBÁ...
Após a inauguração da praça, um funcionário da prefeitura cortou a faixa, separando-a em dois pedaços, o menor foi descartado e o maior, cuja primeira letra é D, foi levado para a prefeitura para que pudesse ser usado novamente. Sabendo-se que o maior pedaço da faixa contém 232 letras, qual é a última letra que contém neste pedaço da faixa?
Provas
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Santa Maria Jetibá-ES
Uma ampulheta é um temporizador analógico constituído por dois recipientes interligados por uma passagem estreita por onde flui um material, normalmente areia.

Cada ampulheta é calibrada para que o material demore um intervalo de tempo fixo para passar de um recipiente para o outro. Acabando o tempo, vira-se a ampulheta ao contrário para recomeçar a contagem do tempo. Considere uma ampulheta que precisa de exatos 35 minutos para que a areia desça de um recipiente para o outro. Assim, se o usuário virar essa ampulheta um total de três vezes, quanto tempo terá se passado?
Provas
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Santa Maria Jetibá-ES
Rafael está em seu trabalho e precisa sair mais cedo para buscar sua filha em casa e levá-la para o recital de piano, que começa às 18h30min. Os tempos gastos por Rafael nos deslocamentos necessários estão descritos a seguir:
• Para ir do trabalho até sua casa: 32 minutos; e,
• Para ir de sua casa até o local do recital de piano: 43 minutos.
Sendo assim, para que Rafael consiga sair do trabalho, buscar sua filha em casa e chegar a tempo no recital de piano ele precisa sair do trabalho, no máximo, até que horas?
Provas
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Santa Maria Jetibá-ES
Para jogar determinado jogo de tabuleiro é necessário um dado especial de 6 lados, onde uma face contenha o número 1, duas faces contenham o número 2 e três faces contenham o número 3. Também é necessário que as faces com número 2 ou 3 sejam vizinhas de outra face com mesmo número. Sendo assim, dos modelos de planificações dos cubos a seguir, quais podem representar corretamente este modelo de dado especial?

Provas
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Santa Maria Jetibá-ES
Um pé de milho
Os americanos, através do radar, entraram em contato com a Lua, o que não deixa de ser emocionante. Mas o fato mais importante da semana aconteceu com o meu pé de milho.
Aconteceu que no meu quintal, em um monte de terra trazido pelo jardineiro, nasceu alguma coisa que podia ser um pé de capim – mas descobri que era um pé de milho. Transplantei-o para o exíguo canteiro na frente da casa. Secaram as pequenas folhas, pensei que fosse morrer. Mas ele reagiu. Quando estava do tamanho de um palmo veio um amigo e declarou desdenhosamente que na verdade aquilo era capim. Quando estava com dois palmos veio outro amigo e afirmou que era cana.
Sou um ignorante, um pobre homem de cidade. Mas eu tinha razão. Ele cresceu, está com dois metros, lança as suas folhas além do muro – e é um esplêndido pé de milho. Já viu o leitor um pé de milho? Eu nunca tinha visto. Tinha visto centenas de milharais – mas é diferente.
Um pé de milho sozinho, em um canteiro, espremido, junto do portão, numa esquina de rua – não é um número numa lavoura, é um ser vivo e independente. Suas raízes roxas se agarram no chão e suas folhas longas e verdes nunca estão imóveis. Detesto comparações surrealistas – mas na glória de seu crescimento, tal como o vi em uma noite de luar, o pé de milho parecia um cavalo empinado, as crinas ao vento – e em outra madrugada parecia um galo cantando.
Anteontem aconteceu o que era inevitável, mas que nos encantou como se fosse inesperado: meu pé de milho pendoou. Há muitas flores belas no mundo, e a flor de milho não será a mais linda. Mas aquele pendão firme, vertical, beijado pelo vento do mar, veio enriquecer nosso canteirinho vulgar com uma força e uma alegria que fazem bem. É alguma coisa de vivo que se afirma com ímpeto e certeza. Meu pé de milho é um belo gesto da terra. E eu não sou mais um medíocre homem que vive atrás de uma chata máquina de escrever: sou um rico lavrador da Rua Júlio de Castilhos.
(Crônica extraída da obra 200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro: Record, 2014.)
Prosopopeia significa atribuir a seres inanimados (sem vida) características de seres animados ou atribuir características humanas a seres irracionais. Trata-se de uma figura de linguagem usada para tornar mais dramática a comunicação. Podemos afirmar que tal fato ocorre em:
Provas
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Santa Maria Jetibá-ES
Um pé de milho
Os americanos, através do radar, entraram em contato com a Lua, o que não deixa de ser emocionante. Mas o fato mais importante da semana aconteceu com o meu pé de milho.
Aconteceu que no meu quintal, em um monte de terra trazido pelo jardineiro, nasceu alguma coisa que podia ser um pé de capim – mas descobri que era um pé de milho. Transplantei-o para o exíguo canteiro na frente da casa. Secaram as pequenas folhas, pensei que fosse morrer. Mas ele reagiu. Quando estava do tamanho de um palmo veio um amigo e declarou desdenhosamente que na verdade aquilo era capim. Quando estava com dois palmos veio outro amigo e afirmou que era cana.
Sou um ignorante, um pobre homem de cidade. Mas eu tinha razão. Ele cresceu, está com dois metros, lança as suas folhas além do muro – e é um esplêndido pé de milho. Já viu o leitor um pé de milho? Eu nunca tinha visto. Tinha visto centenas de milharais – mas é diferente.
Um pé de milho sozinho, em um canteiro, espremido, junto do portão, numa esquina de rua – não é um número numa lavoura, é um ser vivo e independente. Suas raízes roxas se agarram no chão e suas folhas longas e verdes nunca estão imóveis. Detesto comparações surrealistas – mas na glória de seu crescimento, tal como o vi em uma noite de luar, o pé de milho parecia um cavalo empinado, as crinas ao vento – e em outra madrugada parecia um galo cantando.
Anteontem aconteceu o que era inevitável, mas que nos encantou como se fosse inesperado: meu pé de milho pendoou. Há muitas flores belas no mundo, e a flor de milho não será a mais linda. Mas aquele pendão firme, vertical, beijado pelo vento do mar, veio enriquecer nosso canteirinho vulgar com uma força e uma alegria que fazem bem. É alguma coisa de vivo que se afirma com ímpeto e certeza. Meu pé de milho é um belo gesto da terra. E eu não sou mais um medíocre homem que vive atrás de uma chata máquina de escrever: sou um rico lavrador da Rua Júlio de Castilhos.
(Crônica extraída da obra 200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro: Record, 2014.)
“Detesto comparações surrealistas – mas na glória de seu crescimento, tal como o vi em uma noite de luar, o pé de milho parecia um cavalo empinado, as crinas ao vento – e em outra madrugada parecia um galo cantando.” (4º§) É possível afirmar que os trechos destacados demonstram uma particularidade do pé de milho; assinale-a.
Provas
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Santa Maria Jetibá-ES
Um pé de milho
Os americanos, através do radar, entraram em contato com a Lua, o que não deixa de ser emocionante. Mas o fato mais importante da semana aconteceu com o meu pé de milho.
Aconteceu que no meu quintal, em um monte de terra trazido pelo jardineiro, nasceu alguma coisa que podia ser um pé de capim – mas descobri que era um pé de milho. Transplantei-o para o exíguo canteiro na frente da casa. Secaram as pequenas folhas, pensei que fosse morrer. Mas ele reagiu. Quando estava do tamanho de um palmo veio um amigo e declarou desdenhosamente que na verdade aquilo era capim. Quando estava com dois palmos veio outro amigo e afirmou que era cana.
Sou um ignorante, um pobre homem de cidade. Mas eu tinha razão. Ele cresceu, está com dois metros, lança as suas folhas além do muro – e é um esplêndido pé de milho. Já viu o leitor um pé de milho? Eu nunca tinha visto. Tinha visto centenas de milharais – mas é diferente.
Um pé de milho sozinho, em um canteiro, espremido, junto do portão, numa esquina de rua – não é um número numa lavoura, é um ser vivo e independente. Suas raízes roxas se agarram no chão e suas folhas longas e verdes nunca estão imóveis. Detesto comparações surrealistas – mas na glória de seu crescimento, tal como o vi em uma noite de luar, o pé de milho parecia um cavalo empinado, as crinas ao vento – e em outra madrugada parecia um galo cantando.
Anteontem aconteceu o que era inevitável, mas que nos encantou como se fosse inesperado: meu pé de milho pendoou. Há muitas flores belas no mundo, e a flor de milho não será a mais linda. Mas aquele pendão firme, vertical, beijado pelo vento do mar, veio enriquecer nosso canteirinho vulgar com uma força e uma alegria que fazem bem. É alguma coisa de vivo que se afirma com ímpeto e certeza. Meu pé de milho é um belo gesto da terra. E eu não sou mais um medíocre homem que vive atrás de uma chata máquina de escrever: sou um rico lavrador da Rua Júlio de Castilhos.
(Crônica extraída da obra 200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro: Record, 2014.)
“Quando estava do tamanho de um palmo veio um amigo e declarou desdenhosamente que na verdade aquilo era capim.” (2º§) A expressão sublinhada indica:
Provas
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Santa Maria Jetibá-ES
Um pé de milho
Os americanos, através do radar, entraram em contato com a Lua, o que não deixa de ser emocionante. Mas o fato mais importante da semana aconteceu com o meu pé de milho.
Aconteceu que no meu quintal, em um monte de terra trazido pelo jardineiro, nasceu alguma coisa que podia ser um pé de capim – mas descobri que era um pé de milho. Transplantei-o para o exíguo canteiro na frente da casa. Secaram as pequenas folhas, pensei que fosse morrer. Mas ele reagiu. Quando estava do tamanho de um palmo veio um amigo e declarou desdenhosamente que na verdade aquilo era capim. Quando estava com dois palmos veio outro amigo e afirmou que era cana.
Sou um ignorante, um pobre homem de cidade. Mas eu tinha razão. Ele cresceu, está com dois metros, lança as suas folhas além do muro – e é um esplêndido pé de milho. Já viu o leitor um pé de milho? Eu nunca tinha visto. Tinha visto centenas de milharais – mas é diferente.
Um pé de milho sozinho, em um canteiro, espremido, junto do portão, numa esquina de rua – não é um número numa lavoura, é um ser vivo e independente. Suas raízes roxas se agarram no chão e suas folhas longas e verdes nunca estão imóveis. Detesto comparações surrealistas – mas na glória de seu crescimento, tal como o vi em uma noite de luar, o pé de milho parecia um cavalo empinado, as crinas ao vento – e em outra madrugada parecia um galo cantando.
Anteontem aconteceu o que era inevitável, mas que nos encantou como se fosse inesperado: meu pé de milho pendoou. Há muitas flores belas no mundo, e a flor de milho não será a mais linda. Mas aquele pendão firme, vertical, beijado pelo vento do mar, veio enriquecer nosso canteirinho vulgar com uma força e uma alegria que fazem bem. É alguma coisa de vivo que se afirma com ímpeto e certeza. Meu pé de milho é um belo gesto da terra. E eu não sou mais um medíocre homem que vive atrás de uma chata máquina de escrever: sou um rico lavrador da Rua Júlio de Castilhos.
(Crônica extraída da obra 200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro: Record, 2014.)
Destaca-se uma opinião do autor no seguinte fragmento:
Provas
Caderno Container