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Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Santa Maria-RS
De acordo com a NBR ISO/IEC 27005, em relação à definição do contexto, sobre os critérios básicos, analisar a sentença abaixo:
Dependendo do escopo e dos objetivos da gestão de riscos, diferentes métodos podem ser aplicados. O método não deve ser diferente para cada iteração do processo (1ª parte). Convém que um método de gestão de riscos apropriado seja selecionado ou desenvolvido e leve em conta critérios básicos, tais como: critérios de avaliação de riscos, critérios de impacto e critérios de aceitação do risco (2ª parte). Convém que a organização avalie se os recursos necessários estão disponíveis para definir e implementar políticas e procedimentos, incluindo implementação dos controles selecionados (3ª parte).
A sentença está:
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De acordo com a Lei nº 12.965/2014, o acesso à internet é essencial ao exercício da cidadania, e ao usuário são assegurados, entre outros, os seguintes direitos:
I. Inviolabilidade da intimidade e da vida privada, sua proteção e indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação.
II. Inviolabilidade e sigilo de suas comunicações privadas armazenadas, salvo por ordem judicial.
III. Manutenção da qualidade contratada da conexão à internet.
IV. Publicidade e clareza de eventuais políticas de uso dos provedores de conexão à internet e de aplicações de internet.
Estão CORRETOS:
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Qual é a diferença entre orquestra sinfônica e filarmônica?
Hoje, nenhuma. O termo “filarmônica”, que significa “amor pela harmonia”, tem o mesmo prefixo grego phylos, que aparece em “filantropia”, o amor pela humanidade, e “filosofia”, o amor pelo saber.
Ele surgiu no século 19 para se referir a sociedades de músicos unidos pelo desejo de praticar e apresentar sua arte sem fins lucrativos. Muitas filarmônicas dos EUA eram sustentadas por mecenas na virada do século 19 para o 20.
É importante apontar que normalmente as sociedades filarmônicas batizavam orquestras homônimas, mas não consistiam apenas nas orquestras: os músicos se reuniam por outras razões e realizavam outros projetos na área cultural (como ensino de música, organização de palestras e eventos etc.).
Já o termo “sinfônica” costumava se aplicar a orquestras administradas como empresas, com músicos assalariados e financiamento do Estado. É uma denominação mais genérica, que advém do nome da forma musical que essas orquestras tocavam na época em que se consolidaram: a sinfonia.
Com o tempo, porém, a nomenclatura parou de refletir os modelos de negócio. Ela permanece associada às orquestras de acordo com a tradição de cada uma. Em muitos casos, duas orquestras de uma mesma cidade podem se diferenciar pelos termos.
As orquestras consistem em conjuntos que vão aproximadamente de 80 a 110 músicos. O número exato de integrantes varia conforme o arranjo da peça. Uma peça pode exigir instrumentos que outra não emprega, ou então exigir certos instrumentos em maior ou menor número.
(Site: Abril - adaptado.)
Em “Tremia ela muito.”, há uma figura de estilo chamada de:
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Por que é tão difícil matar uma mosca?
As moscas passeiam pela nossa casa sem a menor pressa. Mas, quando tentamos alcançá-las, elas se esquivam com facilidade. Isso é possível porque, no tempo de um piscar os olhos – cerca de 100 milésimos de segundo –, o inseto é capaz de perceber uma ameaça, detectar a direção da qual ela vem e decolar na direção certa para se esquivar do golpe, batendo as asas 220 vezes por segundo. Essa agilidade toda é fruto de adaptações geradas por seleção natural após milhares de anos de tapas.
O primeiro passo é detectar a mão se aproximando.
Uma mosca doméstica tem olhos compostos, formados por mais de 3 mil minúsculas estruturas chamadas omatídeos.
Eles fornecem quase 360 graus de visão periférica. Além disso, ela possui uma grande quantidade de sensores espalhados pelo corpo que detectam perturbações na atmosfera circundante e na superfície em que está apoiada.
Por fim, as moscas enxergam cerca de 250 frames por segundo (um ser humano fica em aproximadamente 24).
Trata-se de uma resolução temporal altíssima – é como se o tempo passasse em câmera lenta para esses animaizinhos.
Além de reconhecer rapidamente uma ameaça, as moscas também são voadoras ágeis. Os músculos que controlam as asas só precisam de um pontapé inicial do sistema nervoso – mas, uma vez postos em movimento, repetem as oscilações automaticamente, sem necessidade de um novo comando. É isso que permite que elas batam as asas tão rapidamente.
Outro fator que auxilia o tempo de reação das moscas é a presença de um par de estruturas peculiares no tórax, chamadas de halteres ou balancins. Os halteres são, na verdade, asas super modificadas, cobertas por sensores que auxiliam na estabilidade durante o voo – o que permite à mosca executar manobras muito rápidas.
Os olhos minuciosos, as asas com musculatura potente e os halteres conferem à mosca reflexos com que o Homo sapiens, comparativamente tão grande e pesado, não pode concorrer. É como o imenso Thanos tentando acertar o frágil Homem-Formiga em um filme da Marvel: no tempo que o braço do vilão demora para ir, o herói já está voltando.
(Site: Abril - adaptado.)
Em relação à pontuação, assinalar a alternativa CORRETA:
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Por que é tão difícil matar uma mosca?
As moscas passeiam pela nossa casa sem a menor pressa. Mas, quando tentamos alcançá-las, elas se esquivam com facilidade. Isso é possível porque, no tempo de um piscar os olhos – cerca de 100 milésimos de segundo –, o inseto é capaz de perceber uma ameaça, detectar a direção da qual ela vem e decolar na direção certa para se esquivar do golpe, batendo as asas 220 vezes por segundo. Essa agilidade toda é fruto de adaptações geradas por seleção natural após milhares de anos de tapas.
O primeiro passo é detectar a mão se aproximando.
Uma mosca doméstica tem olhos compostos, formados por mais de 3 mil minúsculas estruturas chamadas omatídeos.
Eles fornecem quase 360 graus de visão periférica. Além disso, ela possui uma grande quantidade de sensores espalhados pelo corpo que detectam perturbações na atmosfera circundante e na superfície em que está apoiada.
Por fim, as moscas enxergam cerca de 250 frames por segundo (um ser humano fica em aproximadamente 24).
Trata-se de uma resolução temporal altíssima – é como se o tempo passasse em câmera lenta para esses animaizinhos.
Além de reconhecer rapidamente uma ameaça, as moscas também são voadoras ágeis. Os músculos que controlam as asas só precisam de um pontapé inicial do sistema nervoso – mas, uma vez postos em movimento, repetem as oscilações automaticamente, sem necessidade de um novo comando. É isso que permite que elas batam as asas tão rapidamente.
Outro fator que auxilia o tempo de reação das moscas é a presença de um par de estruturas peculiares no tórax, chamadas de halteres ou balancins. Os halteres são, na verdade, asas super modificadas, cobertas por sensores que auxiliam na estabilidade durante o voo – o que permite à mosca executar manobras muito rápidas.
Os olhos minuciosos, as asas com musculatura potente e os halteres conferem à mosca reflexos com que o Homo sapiens, comparativamente tão grande e pesado, não pode concorrer. É como o imenso Thanos tentando acertar o frágil Homem-Formiga em um filme da Marvel: no tempo que o braço do vilão demora para ir, o herói já está voltando.
(Site: Abril - adaptado.)
Assinalar a alternativa em que o par de palavras está grafado CORRETAMENTE:
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Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Santa Maria-RS
- Fundamentos de ProgramaçãoEstruturas de DadosEstrutura de Dados: ÁrvoreÁrvore Binária
- Fundamentos de ProgramaçãoEstruturas de DadosEstrutura de Dados: ÁrvoreEstrutura de Nós (Raiz, Folha, Filhos)
Em conformidade com CORMEN et al., considerar uma estrutura de dados ligada, na qual cada nó é um objeto.
Além de uma chave e de dados satélites, cada nó contém atributos “esquerda”, “direita” e “p”, que apontam para os nós correspondentes ao seu filho à esquerda, ao seu filho à direita e ao seu pai, respectivamente. Essa estrutura refere-se à:
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Qual é a diferença entre orquestra sinfônica e filarmônica?
Hoje, nenhuma. O termo “filarmônica”, que significa “amor pela harmonia”, tem o mesmo prefixo grego phylos, que aparece em “filantropia”, o amor pela humanidade, e “filosofia”, o amor pelo saber.
Ele surgiu no século 19 para se referir a sociedades de músicos unidos pelo desejo de praticar e apresentar sua arte sem fins lucrativos. Muitas filarmônicas dos EUA eram sustentadas por mecenas na virada do século 19 para o 20.
É importante apontar que normalmente as sociedades filarmônicas batizavam orquestras homônimas, mas não consistiam apenas nas orquestras: os músicos se reuniam por outras razões e realizavam outros projetos na área cultural (como ensino de música, organização de palestras e eventos etc.).
Já o termo “sinfônica” costumava se aplicar a orquestras administradas como empresas, com músicos assalariados e financiamento do Estado. É uma denominação mais genérica, que advém do nome da forma musical que essas orquestras tocavam na época em que se consolidaram: a sinfonia.
Com o tempo, porém, a nomenclatura parou de refletir os modelos de negócio. Ela permanece associada às orquestras de acordo com a tradição de cada uma. Em muitos casos, duas orquestras de uma mesma cidade podem se diferenciar pelos termos.
As orquestras consistem em conjuntos que vão aproximadamente de 80 a 110 músicos. O número exato de integrantes varia conforme o arranjo da peça. Uma peça pode exigir instrumentos que outra não emprega, ou então exigir certos instrumentos em maior ou menor número.
(Site: Abril - adaptado.)
Na frase “Qual é a diferença entre orquestra sinfônica e filarmônica?”, a expressão sublinhada é classificada gramaticalmente como:
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Por que é tão difícil matar uma mosca?
As moscas passeiam pela nossa casa sem a menor pressa. Mas, quando tentamos alcançá-las, elas se esquivam com facilidade. Isso é possível porque, no tempo de um piscar os olhos – cerca de 100 milésimos de segundo –, o inseto é capaz de perceber uma ameaça, detectar a direção da qual ela vem e decolar na direção certa para se esquivar do golpe, batendo as asas 220 vezes por segundo. Essa agilidade toda é fruto de adaptações geradas por seleção natural após milhares de anos de tapas.
O primeiro passo é detectar a mão se aproximando.
Uma mosca doméstica tem olhos compostos, formados por mais de 3 mil minúsculas estruturas chamadas omatídeos.
Eles fornecem quase 360 graus de visão periférica. Além disso, ela possui uma grande quantidade de sensores espalhados pelo corpo que detectam perturbações na atmosfera circundante e na superfície em que está apoiada.
Por fim, as moscas enxergam cerca de 250 frames por segundo (um ser humano fica em aproximadamente 24).
Trata-se de uma resolução temporal altíssima – é como se o tempo passasse em câmera lenta para esses animaizinhos.
Além de reconhecer rapidamente uma ameaça, as moscas também são voadoras ágeis. Os músculos que controlam as asas só precisam de um pontapé inicial do sistema nervoso – mas, uma vez postos em movimento, repetem as oscilações automaticamente, sem necessidade de um novo comando. É isso que permite que elas batam as asas tão rapidamente.
Outro fator que auxilia o tempo de reação das moscas é a presença de um par de estruturas peculiares no tórax, chamadas de halteres ou balancins. Os halteres são, na verdade, asas super modificadas, cobertas por sensores que auxiliam na estabilidade durante o voo – o que permite à mosca executar manobras muito rápidas.
Os olhos minuciosos, as asas com musculatura potente e os halteres conferem à mosca reflexos com que o Homo sapiens, comparativamente tão grande e pesado, não pode concorrer. É como o imenso Thanos tentando acertar o frágil Homem-Formiga em um filme da Marvel: no tempo que o braço do vilão demora para ir, o herói já está voltando.
(Site: Abril - adaptado.)
Conforme a concordância nominal, assinalar a alternativa CORRETA:
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Por que é tão difícil matar uma mosca?
As moscas passeiam pela nossa casa sem a menor pressa. Mas, quando tentamos alcançá-las, elas se esquivam com facilidade. Isso é possível porque, no tempo de um piscar os olhos – cerca de 100 milésimos de segundo –, o inseto é capaz de perceber uma ameaça, detectar a direção da qual ela vem e decolar na direção certa para se esquivar do golpe, batendo as asas 220 vezes por segundo. Essa agilidade toda é fruto de adaptações geradas por seleção natural após milhares de anos de tapas.
O primeiro passo é detectar a mão se aproximando.
Uma mosca doméstica tem olhos compostos, formados por mais de 3 mil minúsculas estruturas chamadas omatídeos.
Eles fornecem quase 360 graus de visão periférica. Além disso, ela possui uma grande quantidade de sensores espalhados pelo corpo que detectam perturbações na atmosfera circundante e na superfície em que está apoiada.
Por fim, as moscas enxergam cerca de 250 frames por segundo (um ser humano fica em aproximadamente 24).
Trata-se de uma resolução temporal altíssima – é como se o tempo passasse em câmera lenta para esses animaizinhos.
Além de reconhecer rapidamente uma ameaça, as moscas também são voadoras ágeis. Os músculos que controlam as asas só precisam de um pontapé inicial do sistema nervoso – mas, uma vez postos em movimento, repetem as oscilações automaticamente, sem necessidade de um novo comando. É isso que permite que elas batam as asas tão rapidamente.
Outro fator que auxilia o tempo de reação das moscas é a presença de um par de estruturas peculiares no tórax, chamadas de halteres ou balancins. Os halteres são, na verdade, asas super modificadas, cobertas por sensores que auxiliam na estabilidade durante o voo – o que permite à mosca executar manobras muito rápidas.
Os olhos minuciosos, as asas com musculatura potente e os halteres conferem à mosca reflexos com que o Homo sapiens, comparativamente tão grande e pesado, não pode concorrer. É como o imenso Thanos tentando acertar o frágil Homem-Formiga em um filme da Marvel: no tempo que o braço do vilão demora para ir, o herói já está voltando.
(Site: Abril - adaptado.)
Em “Resolvemos o impasse com uma mera decisão.”, a palavra sublinhada pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por:
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Por que é tão difícil matar uma mosca?
As moscas passeiam pela nossa casa sem a menor pressa. Mas, quando tentamos alcançá-las, elas se esquivam com facilidade. Isso é possível porque, no tempo de um piscar os olhos – cerca de 100 milésimos de segundo –, o inseto é capaz de perceber uma ameaça, detectar a direção da qual ela vem e decolar na direção certa para se esquivar do golpe, batendo as asas 220 vezes por segundo. Essa agilidade toda é fruto de adaptações geradas por seleção natural após milhares de anos de tapas.
O primeiro passo é detectar a mão se aproximando.
Uma mosca doméstica tem olhos compostos, formados por mais de 3 mil minúsculas estruturas chamadas omatídeos.
Eles fornecem quase 360 graus de visão periférica. Além disso, ela possui uma grande quantidade de sensores espalhados pelo corpo que detectam perturbações na atmosfera circundante e na superfície em que está apoiada.
Por fim, as moscas enxergam cerca de 250 frames por segundo (um ser humano fica em aproximadamente 24).
Trata-se de uma resolução temporal altíssima – é como se o tempo passasse em câmera lenta para esses animaizinhos.
Além de reconhecer rapidamente uma ameaça, as moscas também são voadoras ágeis. Os músculos que controlam as asas só precisam de um pontapé inicial do sistema nervoso – mas, uma vez postos em movimento, repetem as oscilações automaticamente, sem necessidade de um novo comando. É isso que permite que elas batam as asas tão rapidamente.
Outro fator que auxilia o tempo de reação das moscas é a presença de um par de estruturas peculiares no tórax, chamadas de halteres ou balancins. Os halteres são, na verdade, asas super modificadas, cobertas por sensores que auxiliam na estabilidade durante o voo – o que permite à mosca executar manobras muito rápidas.
Os olhos minuciosos, as asas com musculatura potente e os halteres conferem à mosca reflexos com que o Homo sapiens, comparativamente tão grande e pesado, não pode concorrer. É como o imenso Thanos tentando acertar o frágil Homem-Formiga em um filme da Marvel: no tempo que o braço do vilão demora para ir, o herói já está voltando.
(Site: Abril - adaptado.)
Em relação à flexão de gênero, assinalar a alternativa que apresenta correspondência INCORRETA:
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