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1402237
Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São Bernardo do Campo-SP
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São Bernardo do Campo-SP
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Um depósito de materiais para construção tem 100 caixas de azulejo, cada uma delas contendo 50 azulejos. Cada azulejo tem 0,05 m2 de área e o metro quadrado do azulejo custa R$ 38,00. O valor das 100 caixas é igual a
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Todas as pessoas que trabalham na escola participam de maneira direta ou indireta do processo educativo. Sendo assim, o inspetor de alunos exerce uma função mais compatível com suas atribuições quando
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Avisado sobre uma briga entre dois alunos no pátio da escola, o procedimento correto do inspetor de alunos é
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A revolta dos tios
Duas garotas se aproximam, sorridentes. Olham para mim.
Sorrio de volta. Uma delas rapidamente atira-me o balde de água fria:
– Tio, que horas são?
Desabo. Mal consigo identificar os ponteiros do relógio. Tio? Nada mais frustrante do que ser chamado de tio. A não ser, é claro, por minhas adoráveis sobrinhas, que preferem utilizar meu nome de batismo. Tio, francamente, é duro de ouvir. O hábito começou nas escolas maternais, onde as crianças passaram a chamar a professora de tia. Por que os mestres não podiam, simplesmente, ser chamados de professores?
Hoje nos chamam tio e tia com toda a naturalidade, e somos obrigados a agir cordialmente, como se fosse elogio. Há pessoas que preferem atitudes individuais:
– Tio por quê? Não sou seu parente!
Outro dia me atrevi a chamar de tia uma gatinha que tinha idade para ser minha filha. Ela se vingou, verde de ódio:
– Que foi, nenê?
Já ousei também com a minha chefe:
– Tudo bem, tia?
Quase fui demitido. Sei que é impossível vencer a marcha das palavras, por mais irritantes que elas se tornem. Como não consigo perder a barriga, talvez possa fazer uma plástica no meu vocabulário. Ninguém estranhe se me encontrar cumprimentando os velhos amigos:
– E aí, tio? Tudo joia?
(Walcyr Carrasco. O golpe do aniversariante. Adaptado)
Na frase: – Hoje chamam-nos tio e tia com toda a naturalidade...– a preposição destacada estabelece relação de sentido à frase de
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A revolta dos tios
Duas garotas se aproximam, sorridentes. Olham para mim.
Sorrio de volta. Uma delas rapidamente atira-me o balde de água fria:
– Tio, que horas são?
Desabo. Mal consigo identificar os ponteiros do relógio. Tio? Nada mais frustrante do que ser chamado de tio. A não ser, é claro, por minhas adoráveis sobrinhas, que preferem utilizar meu nome de batismo. Tio, francamente, é duro de ouvir. O hábito começou nas escolas maternais, onde as crianças passaram a chamar a professora de tia. Por que os mestres não podiam, simplesmente, ser chamados de professores?
Hoje nos chamam tio e tia com toda a naturalidade, e somos obrigados a agir cordialmente, como se fosse elogio. Há pessoas que preferem atitudes individuais:
– Tio por quê? Não sou seu parente!
Outro dia me atrevi a chamar de tia uma gatinha que tinha idade para ser minha filha. Ela se vingou, verde de ódio:
– Que foi, nenê?
Já ousei também com a minha chefe:
– Tudo bem, tia?
Quase fui demitido. Sei que é impossível vencer a marcha das palavras, por mais irritantes que elas se tornem. Como não consigo perder a barriga, talvez possa fazer uma plástica no meu vocabulário. Ninguém estranhe se me encontrar cumprimentando os velhos amigos:
– E aí, tio? Tudo joia?
(Walcyr Carrasco. O golpe do aniversariante. Adaptado)
Nas vezes em que o autor chamou outras pessoas de tia,
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1397067
Ano: 2010
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São Bernardo do Campo-SP
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São Bernardo do Campo-SP
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De acordo com o art. 13 do Estatuto da Criança e do Adolescente, ao identificar marcas de agressão e suspeitar de maus tratos em um aluno da escola, o inspetor de alunos deve
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1396447
Ano: 2010
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São Bernardo do Campo-SP
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São Bernardo do Campo-SP
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- ECAGeralDireitos Fundamentais (art. 7º ao 69)Do Direito à Liberdade, ao Respeito e à Dignidade (Art. 15 a 18-B)
Ao organizar a apresentação de final de ano da escola, alguns professores solicitaram ajuda do inspetor de alunos, durante as aulas livres, para os ensaios. Uma das alunas não participava de nenhum ensaio, pois, segundo ela, sua religião não permitia dançar. Essa aluna tem seu direito resguardado, de acordo com o art 16. do ECA, no que diz respeito à
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A revolta dos tios
Duas garotas se aproximam, sorridentes. Olham para mim.
Sorrio de volta. Uma delas rapidamente atira-me o balde de água fria:
– Tio, que horas são?
Desabo. Mal consigo identificar os ponteiros do relógio. Tio? Nada mais frustrante do que ser chamado de tio. A não ser, é claro, por minhas adoráveis sobrinhas, que preferem utilizar meu nome de batismo. Tio, francamente, é duro de ouvir. O hábito começou nas escolas maternais, onde as crianças passaram a chamar a professora de tia. Por que os mestres não podiam, simplesmente, ser chamados de professores?
Hoje nos chamam tio e tia com toda a naturalidade, e somos obrigados a agir cordialmente, como se fosse elogio. Há pessoas que preferem atitudes individuais:
– Tio por quê? Não sou seu parente!
Outro dia me atrevi a chamar de tia uma gatinha que tinha idade para ser minha filha. Ela se vingou, verde de ódio:
– Que foi, nenê?
Já ousei também com a minha chefe:
– Tudo bem, tia?
Quase fui demitido. Sei que é impossível vencer a marcha das palavras, por mais irritantes que elas se tornem. Como não consigo perder a barriga, talvez possa fazer uma plástica no meu vocabulário. Ninguém estranhe se me encontrar cumprimentando os velhos amigos:
– E aí, tio? Tudo joia?
(Walcyr Carrasco. O golpe do aniversariante. Adaptado)
Assinale a alternativa cuja frase apresenta sentido figurado.
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Ao constatar que alguns alunos saíram da sala de aula e pularam o muro da escola, o inspetor de alunos deverá
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A revolta dos tios
Duas garotas se aproximam, sorridentes. Olham para mim.
Sorrio de volta. Uma delas rapidamente atira-me o balde de água fria:
– Tio, que horas são?
Desabo. Mal consigo identificar os ponteiros do relógio. Tio? Nada mais frustrante do que ser chamado de tio. A não ser, é claro, por minhas adoráveis sobrinhas, que preferem utilizar meu nome de batismo. Tio, francamente, é duro de ouvir. O hábito começou nas escolas maternais, onde as crianças passaram a chamar a professora de tia. Por que os mestres não podiam, simplesmente, ser chamados de professores?
Hoje nos chamam tio e tia com toda a naturalidade, e somos obrigados a agir cordialmente, como se fosse elogio. Há pessoas que preferem atitudes individuais:
– Tio por quê? Não sou seu parente!
Outro dia me atrevi a chamar de tia uma gatinha que tinha idade para ser minha filha. Ela se vingou, verde de ódio:
– Que foi, nenê?
Já ousei também com a minha chefe:
– Tudo bem, tia?
Quase fui demitido. Sei que é impossível vencer a marcha das palavras, por mais irritantes que elas se tornem. Como não consigo perder a barriga, talvez possa fazer uma plástica no meu vocabulário. Ninguém estranhe se me encontrar cumprimentando os velhos amigos:
– E aí, tio? Tudo joia?
(Walcyr Carrasco. O golpe do aniversariante. Adaptado)
Em – Nada mais frustrante do que ser chamado de tio. – a palavra frustrante tem sentido contrário de
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