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Foram encontradas 40 questões.

382533 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. São Borja-RS
Observe a figura:

enunciado 382533-1
Este gráfico é representação de uma função:
 

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382532 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. São Borja-RS
Temos dois recipientes no formato de um cubo cujas áreas das bases são 1cm 2 e 4 cm 2 . Queremos encher o recipiente maior com água de uma nascente, util izando como unidade de medida o recipiente menor. Quantas vezes deveremos encher o recipiente menor a fim de transferir a água para o recipiente maior até que este fique completamente cheio?
 

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382531 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. São Borja-RS
Considere o seguinte problema: “ Jonas tem R$ 31,50 em moedas de 50 centavos e 1 real em seu cofre. Sabendo que o número de moedas de 1 real é o dobro do número de moedas de 50 centavos, determine quantas moedas de cada tipo Jonas tem” . Sendo x o número de moedas de 50 centavos, e y o número de moedas de 1 real, qual dos sistemas a seguir traduz o problema?
 

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382530 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. São Borja-RS
O binômio x2 – 1 também pode ser representado na forma:
 

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382529 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. São Borja-RS
Em um jogo de pega varetas são vál idas as seguintes pontuações:

Amarelas: - 10 pontos.
Vermelhas: - 5 pontos.
Azuis: 1 ponto.
Verdes: 5 pontos.
Pretas: 10 pontos.

Ao jogar com os amigos Júlio conseguiu retirar da mesa três varetas amarelas, uma vareta vermelha, seis varetas azuis, quatro varetas verdes e duas varetas pretas. Nessas condições, a quantidade de pontos obtidos por Júlio foi:
 

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382528 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. São Borja-RS
Seja P(m – 2, 5) um ponto do sistema de coordenadas cartesianas. Se P pertence ao eixo das ordenadas podemos afirmar que:
 

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382526 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. São Borja-RS
A figura a seguir representa a planificação de um sól ido geométrico em forma de paralelepípedo retangular.

enunciado 382526-1
Observando as áreas de cada retângulo desta planificação, dadas em cm2 , podemos afirmar que o volume deste sól ido é:
 

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382524 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. São Borja-RS
Um gramático contra a gramática

Língua e Liberdade: por uma nova concepção da língua materna e seu ensino (L&PM, 1995, 112 páginas) do gramático Celso Pedro Luft traz um conjunto de ideias que subverte a ordem estabelecida no ensino da língua materna, por combater, veemente, o ensino da gramática em sala de aula.

Nos 6 pequenos capítulos que integram a obra, o gramático bate, intencionalmente, sempre na mesma tecla uma variação sobre o mesmo tema: a maneira tradicional e errada de ensinar a língua materna, as noções falsas de língua e gramática, a obsessão gramaticalista, inutilidade do ensino da teoria gramatical, a visão distorcida de que se ensinar a língua é se ensinar a escrever certo, o esquecimento a que se relega a prática linguística, a postura prescritiva, purista e alienada tão comum nas "aulas de português".

O velho pesquisador apaixonado pelos problemas da língua, teórico de espírito lúcido e de larga formação linguística e professor de longa experiência leva o leitor a discernir com rigor gramática e comunicação: gramática natural e gramática artificial; gramática tradicional e linguística; o relativismo e o absolutismo gramatical; o saber dos falantes e o saber dos gramáticos, dos linguistas, dos professores; o ensino útil, do ensino inútil; o essencial, do irrelevante.

Essa fundamentação linguística de que lança mão - traduzida de forma simples com fim de difundir assunto tão especializado para o público em geral - sustenta a tese do Mestre, e o leitor facilmente se convence de que aprender uma língua não é tão complicado como faz ver o ensino gramaticalista tradicional. É, antes de tudo, um fato natural, imanente ao ser humano; um processo espontâneo, automático, natural, inevitável, como crescer. Consciente desse poder intrínseco, dessa propensão inata pela linguagem, liberto de preconceitos e do artificialismo do ensino definitório, nomenclaturista e alienante, o aluno poderá ter a palavra, para desenvolver seu espírito crítico e para falar por si.

Embora Língua e Liberdade do professor Celso Pedro Luft não seja tão original quanto pareça ser para o grande público (pois as mesmas concepções aparecem em muitos teóricos ao longo da história), tem o mérito de reunir, numa mesma obra, convincente fundamentação que lhe sustenta a tese e atenua o choque que os leitores vítimas do ensino tradicional e os professores de português teóricos, gramatiqueiros, puristas têm ao se depararem com uma obra de um autor de gramáticas que escreve contra a gramática na sala de aula.

Gilberto Scarton
Considere o excerto a seguir: “ Essa fundamentação linguística de que lança mão - traduzida de forma simples com fim de difundir assunto tão especializado para o público em geral - sustenta a tese do Mestre, e o leitor facilmente se convence de que aprender uma língua não é tão complicado como faz ver o ensino gramaticalista tradicional.”

A oração destacada pode ser classificada CORRETAMENTE como:
 

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382523 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. São Borja-RS
Um gramático contra a gramática

Língua e Liberdade: por uma nova concepção da língua materna e seu ensino (L&PM, 1995, 112 páginas) do gramático Celso Pedro Luft traz um conjunto de ideias que subverte a ordem estabelecida no ensino da língua materna, por combater, veemente, o ensino da gramática em sala de aula.

Nos 6 pequenos capítulos que integram a obra, o gramático bate, intencionalmente, sempre na mesma tecla uma variação sobre o mesmo tema: a maneira tradicional e errada de ensinar a língua materna, as noções falsas de língua e gramática, a obsessão gramaticalista, inutilidade do ensino da teoria gramatical, a visão distorcida de que se ensinar a língua é se ensinar a escrever certo, o esquecimento a que se relega a prática linguística, a postura prescritiva, purista e alienada tão comum nas "aulas de português".

O velho pesquisador apaixonado pelos problemas da língua, teórico de espírito lúcido e de larga formação linguística e professor de longa experiência leva o leitor a discernir com rigor gramática e comunicação: gramática natural e gramática artificial; gramática tradicional e linguística; o relativismo e o absolutismo gramatical; o saber dos falantes e o saber dos gramáticos, dos linguistas, dos professores; o ensino útil, do ensino inútil; o essencial, do irrelevante.

Essa fundamentação linguística de que lança mão - traduzida de forma simples com fim de difundir assunto tão especializado para o público em geral - sustenta a tese do Mestre, e o leitor facilmente se convence de que aprender uma língua não é tão complicado como faz ver o ensino gramaticalista tradicional. É, antes de tudo, um fato natural, imanente ao ser humano; um processo espontâneo, automático, natural, inevitável, como crescer. Consciente desse poder intrínseco, dessa propensão inata pela linguagem, liberto de preconceitos e do artificialismo do ensino definitório, nomenclaturista e alienante, o aluno poderá ter a palavra, para desenvolver seu espírito crítico e para falar por si.

Embora Língua e Liberdade do professor Celso Pedro Luft não seja tão original quanto pareça ser para o grande público (pois as mesmas concepções aparecem em muitos teóricos ao longo da história), tem o mérito de reunir, numa mesma obra, convincente fundamentação que lhe sustenta a tese e atenua o choque que os leitores vítimas do ensino tradicional e os professores de português teóricos, gramatiqueiros, puristas têm ao se depararem com uma obra de um autor de gramáticas que escreve contra a gramática na sala de aula.

Gilberto Scarton
Considere o excerto a seguir:

“ É, antes de tudo, um fato natural, imanente ao ser humano; um processo espontâneo, automático, natural, inevitável, como crescer. Consciente desse poder intrínseco, dessa propensão inata pela linguagem, liberto de preconceitos e do artificialismo do ensino definitório, nomenclaturista e alienante, o aluno poderá ter a palavra, para desenvolver seu espírito crítico e para falar por si.” As palavras em destaque podem ser CORRETAMENTE e RESPECTIVAMENTE substituídas por:
 

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382522 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. São Borja-RS
Um gramático contra a gramática

Língua e Liberdade: por uma nova concepção da língua materna e seu ensino (L&PM, 1995, 112 páginas) do gramático Celso Pedro Luft traz um conjunto de ideias que subverte a ordem estabelecida no ensino da língua materna, por combater, veemente, o ensino da gramática em sala de aula.

Nos 6 pequenos capítulos que integram a obra, o gramático bate, intencionalmente, sempre na mesma tecla uma variação sobre o mesmo tema: a maneira tradicional e errada de ensinar a língua materna, as noções falsas de língua e gramática, a obsessão gramaticalista, inutilidade do ensino da teoria gramatical, a visão distorcida de que se ensinar a língua é se ensinar a escrever certo, o esquecimento a que se relega a prática linguística, a postura prescritiva, purista e alienada tão comum nas "aulas de português".

O velho pesquisador apaixonado pelos problemas da língua, teórico de espírito lúcido e de larga formação linguística e professor de longa experiência leva o leitor a discernir com rigor gramática e comunicação: gramática natural e gramática artificial; gramática tradicional e linguística; o relativismo e o absolutismo gramatical; o saber dos falantes e o saber dos gramáticos, dos linguistas, dos professores; o ensino útil, do ensino inútil; o essencial, do irrelevante.

Essa fundamentação linguística de que lança mão - traduzida de forma simples com fim de difundir assunto tão especializado para o público em geral - sustenta a tese do Mestre, e o leitor facilmente se convence de que aprender uma língua não é tão complicado como faz ver o ensino gramaticalista tradicional. É, antes de tudo, um fato natural, imanente ao ser humano; um processo espontâneo, automático, natural, inevitável, como crescer. Consciente desse poder intrínseco, dessa propensão inata pela linguagem, liberto de preconceitos e do artificialismo do ensino definitório, nomenclaturista e alienante, o aluno poderá ter a palavra, para desenvolver seu espírito crítico e para falar por si.

Embora Língua e Liberdade do professor Celso Pedro Luft não seja tão original quanto pareça ser para o grande público (pois as mesmas concepções aparecem em muitos teóricos ao longo da história), tem o mérito de reunir, numa mesma obra, convincente fundamentação que lhe sustenta a tese e atenua o choque que os leitores vítimas do ensino tradicional e os professores de português teóricos, gramatiqueiros, puristas têm ao se depararem com uma obra de um autor de gramáticas que escreve contra a gramática na sala de aula.

Gilberto Scarton
Considere o excerto a seguir:

“ Essa fundamentação linguística de que lança mão – traduzida de forma simples com fim de difundir assunto tão especializado para o público em geral – sustenta a tese do Mestre, e o leitor facilmente se convence de que aprender uma língua não é tão complicado como faz ver o ensino gramaticalista tradicional."

Qual é a função do uso de travessões no excerto lido?
 

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