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Foram encontradas 30 questões.

941156 Ano: 2014
Disciplina: Saúde Pública
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
Sobre a leishmaniose tegumentar americana, uma doença infecciosa, não contagiosa, de transmissão vetorial, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) O modo de transmissão é através de picada de insetos transmissores infectados. Não há transmissão de pessoa a pessoa.
( ) O período de incubação no homem pode apresentar períodos mais curtos de duas semanas e mais longos de cinco anos.
( ) A susceptibilidade é universal. A infecção e a doença não conferem imunidade ao paciente.
( ) Causada por protozoário do gênero Leishmania, de transmissão vetorial, que acomete pele e mucosas.

A sequência está correta em

 

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941155 Ano: 2014
Disciplina: Saúde Pública
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
A vigilância ambiental dos fatores de riscos biológicos fica desmembrada em três áreas de concentração: vetores; hospedeiros e reservatórios; e, animais peçonhentos. Relacione adequadamente as colunas a seguir.

1. Vetores.

2. Hospedeiros.

3. Animais peçonhentos.


( ) A vigilância de fatores de riscos biológicos relacionados aos caramujos, cães, gatos, morcegos, roedores, saguis, raposas, suínos, bovinos e aves de doenças, como raiva, leishmanioses, leptospirose, peste, doença de Chagas, sarna e, mais recentemente, hantavírus.

( ) A vigilância de fatores de riscos biológicos relacionados às serpentes, escorpiões, aranhas, himenópteras e lepidópteros, que podem resultar em acidentes de interesse para a saúde pública.

( ) A vigilância de fatores de riscos biológicos relacionados aos Anopheles, Aedes aegypti, Culex, Flebótomos e Triatomíneos transmissores de doenças como malária, febre amarela, dengue, leishmanioses, entre outras.


A sequência está correta em


 

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A área de um triângulo retângulo é igual a 6 cm2 . Se um dos catetos mede 3 cm, qual é a medida do outro cateto?
 

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A razão entre a idade de João e José é igual à razão entre seus pesos. Sabe-se que João tem 16 anos, José tem 20 anos e o peso de João é 60 kg, então o peso de José é igual a
 

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Uma rua tem 95 casas das quais 60% têm varanda e destas um terço não tem campainha. Quantas casas dessa rua têm varanda e campainha?
 

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Qual das palavras DIFERE das demais do grupo?
 

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Seja a sequência numérica a seguir: 1, 2, 2, 3, 4, 4, 5, 6, 6, 7, 8, 8, ..., 49, 50, 50.
Quantos termos tem essa sequência?
 

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Qual o limite do humor?

Fazer rir é uma arte e como em toda arte há bons artistas e maus artistas. Há bons músicos e maus músicos, há bons pintores e maus pintores, há bons humoristas e maus humoristas. O estranho é que, mesmo assim, quando publicam uma música de mau gosto, que transforma a mulher em objeto sexual, por exemplo, não se fala em proibi-la, retirá-la de circulação; quando o artista elabora uma pintura obscena, que ofende os bons costumes, às vezes vira vanguardista, transgressor, e faz sucesso. O humorista, por outro lado, é o alvo da vez.
Talvez porque haja exageros. No pretexto de fazer humor, piadistas chegam a extravasar essa esfera e atingir a dignidade, a reputação e a imagem alheia, causando danos sociais muitas vezes irreparáveis.
Há um forte argumento que diz que a piada com base em diferenças físicas, de sexo, de orientação sexual e congêneres reflete o preconceito das elites e das maiorias em desfavor dos oprimidos. Será? Sei que um erro não justifica outro, mas é fato que o humor sempre foi assim e, até pouquíssimo tempo atrás, ninguém processava humoristas por piadas de mau gosto. “Os Trapalhões" era recheado de piadas infames e racistas por meio do Mussum e contra os calvos tendo como alvo Zacarias. E Renato Aragão é, até hoje, embaixador da ONU. O acesso à justiça e a luta por direitos representa um enorme avanço social que o Brasil conseguiu nos últimos anos, mas algo mudou de lá para cá na sociedade em si?
Instigado o debate, deixo minha contribuição: penso que o limite do humor é a individualidade. Não se pode tolher o humorista de fazer graça com diferenças genéricas, atribuíveis a pessoas indeterminadas. Há abuso a ser coibido, contudo, a partir do momento em que o comediante aponta especificamente o “Fulano de Tal" e, com base em uma característica que lhe é própria, tira sarro, diminui, ridiculariza aquela pessoa determinada. Aí cabe ao Poder Judiciário impor as sanções cabíveis para desincentivar condutas desse jaez. De resto, que se permita o humor para alegrar nossas vidas.
(SUBI, Henrique. Disponível em: http://www.estudeatualidades.com.br/2013/11/qual-o-limite-do-humor/. Acesso em: 05/12/2014. Adaptado.)
Em “O acesso à justiça e a luta por direitos representa um enorme avanço social que o Brasil conseguiu nos últimos anos, mas algo mudou de lá para cá na sociedade em si?” (3º§), o ponto de interrogação ( ? ) foi utilizado para
 

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Qual o limite do humor?

Fazer rir é uma arte e como em toda arte há bons artistas e maus artistas. Há bons músicos e maus músicos, há bons pintores e maus pintores, há bons humoristas e maus humoristas. O estranho é que, mesmo assim, quando publicam uma música de mau gosto, que transforma a mulher em objeto sexual, por exemplo, não se fala em proibi-la, retirá-la de circulação; quando o artista elabora uma pintura obscena, que ofende os bons costumes, às vezes vira vanguardista, transgressor, e faz sucesso. O humorista, por outro lado, é o alvo da vez.
Talvez porque haja exageros. No pretexto de fazer humor, piadistas chegam a extravasar essa esfera e atingir a dignidade, a reputação e a imagem alheia, causando danos sociais muitas vezes irreparáveis.
Há um forte argumento que diz que a piada com base em diferenças físicas, de sexo, de orientação sexual e congêneres reflete o preconceito das elites e das maiorias em desfavor dos oprimidos. Será? Sei que um erro não justifica outro, mas é fato que o humor sempre foi assim e, até pouquíssimo tempo atrás, ninguém processava humoristas por piadas de mau gosto. “Os Trapalhões" era recheado de piadas infames e racistas por meio do Mussum e contra os calvos tendo como alvo Zacarias. E Renato Aragão é, até hoje, embaixador da ONU. O acesso à justiça e a luta por direitos representa um enorme avanço social que o Brasil conseguiu nos últimos anos, mas algo mudou de lá para cá na sociedade em si?
Instigado o debate, deixo minha contribuição: penso que o limite do humor é a individualidade. Não se pode tolher o humorista de fazer graça com diferenças genéricas, atribuíveis a pessoas indeterminadas. Há abuso a ser coibido, contudo, a partir do momento em que o comediante aponta especificamente o “Fulano de Tal" e, com base em uma característica que lhe é própria, tira sarro, diminui, ridiculariza aquela pessoa determinada. Aí cabe ao Poder Judiciário impor as sanções cabíveis para desincentivar condutas desse jaez. De resto, que se permita o humor para alegrar nossas vidas.
(SUBI, Henrique. Disponível em: http://www.estudeatualidades.com.br/2013/11/qual-o-limite-do-humor/. Acesso em: 05/12/2014. Adaptado.)
Segundo o texto, assinale a afirmativa correta.
 

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Qual o limite do humor?

Fazer rir é uma arte e como em toda arte há bons artistas e maus artistas. Há bons músicos e maus músicos, há bons pintores e maus pintores, há bons humoristas e maus humoristas. O estranho é que, mesmo assim, quando publicam uma música de mau gosto, que transforma a mulher em objeto sexual, por exemplo, não se fala em proibi-la, retirá-la de circulação; quando o artista elabora uma pintura obscena, que ofende os bons costumes, às vezes vira vanguardista, transgressor, e faz sucesso. O humorista, por outro lado, é o alvo da vez.
Talvez porque haja exageros. No pretexto de fazer humor, piadistas chegam a extravasar essa esfera e atingir a dignidade, a reputação e a imagem alheia, causando danos sociais muitas vezes irreparáveis.
Há um forte argumento que diz que a piada com base em diferenças físicas, de sexo, de orientação sexual e congêneres reflete o preconceito das elites e das maiorias em desfavor dos oprimidos. Será? Sei que um erro não justifica outro, mas é fato que o humor sempre foi assim e, até pouquíssimo tempo atrás, ninguém processava humoristas por piadas de mau gosto. “Os Trapalhões" era recheado de piadas infames e racistas por meio do Mussum e contra os calvos tendo como alvo Zacarias. E Renato Aragão é, até hoje, embaixador da ONU. O acesso à justiça e a luta por direitos representa um enorme avanço social que o Brasil conseguiu nos últimos anos, mas algo mudou de lá para cá na sociedade em si?
Instigado o debate, deixo minha contribuição: penso que o limite do humor é a individualidade. Não se pode tolher o humorista de fazer graça com diferenças genéricas, atribuíveis a pessoas indeterminadas. Há abuso a ser coibido, contudo, a partir do momento em que o comediante aponta especificamente o “Fulano de Tal" e, com base em uma característica que lhe é própria, tira sarro, diminui, ridiculariza aquela pessoa determinada. Aí cabe ao Poder Judiciário impor as sanções cabíveis para desincentivar condutas desse jaez. De resto, que se permita o humor para alegrar nossas vidas.
(SUBI, Henrique. Disponível em: http://www.estudeatualidades.com.br/2013/11/qual-o-limite-do-humor/. Acesso em: 05/12/2014. Adaptado.)
Em relação à classe de palavras, assinale a alternativa que apresenta a relação INCORRETA.
 

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