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Foram encontradas 29 questões.

941168 Ano: 2014
Disciplina: Saúde Pública
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
Em relação às ações do agente comunitário de saúde (ACS) diante dos problemas nutricionais, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Estimular a participação comunitária para ações que visem a melhoria dos hábitos alimentares. ( ) Orientar para o uso em pequenas quantidades de óleo vegetal quando cozinhar (canola, girassol, milho, algodão e soja), sem exagerar nas quantidades. ( ) A quantidade de sal utilizada deve ser de, no mínimo, duas colheres de chá rasa por pessoa, distribuídas em todas as refeições do dia. ( ) O sal usado na ração de animais, principalmente na zona rural, pode ser utilizado para consumo humano, substituindo o sal iodado.
A sequência está correta em
 

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941166 Ano: 2014
Disciplina: Medicina
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
O infarto é caracterizado pela morte de uma parte do tecido do coração. São sintomas do infarto, EXCETO:
 

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941165 Ano: 2014
Disciplina: Saúde Pública
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
A Caderneta de Saúde da Criança é um documento que contém as seguintes instruções, EXCETO:
 

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A área de um triângulo retângulo é igual a 6 cm2 . Se um dos catetos mede 3 cm, qual é a medida do outro cateto?
 

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A razão entre a idade de João e José é igual à razão entre seus pesos. Sabe-se que João tem 16 anos, José tem 20 anos e o peso de João é 60 kg, então o peso de José é igual a
 

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Uma rua tem 95 casas das quais 60% têm varanda e destas um terço não tem campainha. Quantas casas dessa rua têm varanda e campainha?
 

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Qual das palavras DIFERE das demais do grupo?
 

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Seja a sequência numérica a seguir: 1, 2, 2, 3, 4, 4, 5, 6, 6, 7, 8, 8, ..., 49, 50, 50.
Quantos termos tem essa sequência?
 

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Qual o limite do humor?

Fazer rir é uma arte e como em toda arte há bons artistas e maus artistas. Há bons músicos e maus músicos, há bons pintores e maus pintores, há bons humoristas e maus humoristas. O estranho é que, mesmo assim, quando publicam uma música de mau gosto, que transforma a mulher em objeto sexual, por exemplo, não se fala em proibi-la, retirá-la de circulação; quando o artista elabora uma pintura obscena, que ofende os bons costumes, às vezes vira vanguardista, transgressor, e faz sucesso. O humorista, por outro lado, é o alvo da vez.
Talvez porque haja exageros. No pretexto de fazer humor, piadistas chegam a extravasar essa esfera e atingir a dignidade, a reputação e a imagem alheia, causando danos sociais muitas vezes irreparáveis.
Há um forte argumento que diz que a piada com base em diferenças físicas, de sexo, de orientação sexual e congêneres reflete o preconceito das elites e das maiorias em desfavor dos oprimidos. Será? Sei que um erro não justifica outro, mas é fato que o humor sempre foi assim e, até pouquíssimo tempo atrás, ninguém processava humoristas por piadas de mau gosto. “Os Trapalhões" era recheado de piadas infames e racistas por meio do Mussum e contra os calvos tendo como alvo Zacarias. E Renato Aragão é, até hoje, embaixador da ONU. O acesso à justiça e a luta por direitos representa um enorme avanço social que o Brasil conseguiu nos últimos anos, mas algo mudou de lá para cá na sociedade em si?
Instigado o debate, deixo minha contribuição: penso que o limite do humor é a individualidade. Não se pode tolher o humorista de fazer graça com diferenças genéricas, atribuíveis a pessoas indeterminadas. Há abuso a ser coibido, contudo, a partir do momento em que o comediante aponta especificamente o “Fulano de Tal" e, com base em uma característica que lhe é própria, tira sarro, diminui, ridiculariza aquela pessoa determinada. Aí cabe ao Poder Judiciário impor as sanções cabíveis para desincentivar condutas desse jaez. De resto, que se permita o humor para alegrar nossas vidas.
(SUBI, Henrique. Disponível em: http://www.estudeatualidades.com.br/2013/11/qual-o-limite-do-humor/. Acesso em: 05/12/2014. Adaptado.)
Em “O acesso à justiça e a luta por direitos representa um enorme avanço social que o Brasil conseguiu nos últimos anos, mas algo mudou de lá para cá na sociedade em si?” (3º§), o ponto de interrogação ( ? ) foi utilizado para
 

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Qual o limite do humor?

Fazer rir é uma arte e como em toda arte há bons artistas e maus artistas. Há bons músicos e maus músicos, há bons pintores e maus pintores, há bons humoristas e maus humoristas. O estranho é que, mesmo assim, quando publicam uma música de mau gosto, que transforma a mulher em objeto sexual, por exemplo, não se fala em proibi-la, retirá-la de circulação; quando o artista elabora uma pintura obscena, que ofende os bons costumes, às vezes vira vanguardista, transgressor, e faz sucesso. O humorista, por outro lado, é o alvo da vez.
Talvez porque haja exageros. No pretexto de fazer humor, piadistas chegam a extravasar essa esfera e atingir a dignidade, a reputação e a imagem alheia, causando danos sociais muitas vezes irreparáveis.
Há um forte argumento que diz que a piada com base em diferenças físicas, de sexo, de orientação sexual e congêneres reflete o preconceito das elites e das maiorias em desfavor dos oprimidos. Será? Sei que um erro não justifica outro, mas é fato que o humor sempre foi assim e, até pouquíssimo tempo atrás, ninguém processava humoristas por piadas de mau gosto. “Os Trapalhões" era recheado de piadas infames e racistas por meio do Mussum e contra os calvos tendo como alvo Zacarias. E Renato Aragão é, até hoje, embaixador da ONU. O acesso à justiça e a luta por direitos representa um enorme avanço social que o Brasil conseguiu nos últimos anos, mas algo mudou de lá para cá na sociedade em si?
Instigado o debate, deixo minha contribuição: penso que o limite do humor é a individualidade. Não se pode tolher o humorista de fazer graça com diferenças genéricas, atribuíveis a pessoas indeterminadas. Há abuso a ser coibido, contudo, a partir do momento em que o comediante aponta especificamente o “Fulano de Tal" e, com base em uma característica que lhe é própria, tira sarro, diminui, ridiculariza aquela pessoa determinada. Aí cabe ao Poder Judiciário impor as sanções cabíveis para desincentivar condutas desse jaez. De resto, que se permita o humor para alegrar nossas vidas.
(SUBI, Henrique. Disponível em: http://www.estudeatualidades.com.br/2013/11/qual-o-limite-do-humor/. Acesso em: 05/12/2014. Adaptado.)
Segundo o texto, assinale a afirmativa correta.
 

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