Foram encontradas 30 questões.
820719
Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
Disciplina: Matemática
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
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Mário fez um exame de glicemia para verificar a concentração de glicose em seu sangue. O resultado do exame
acusou que Mário possui uma taxa de glicose de 126 miligramas por decilitro de sangue. Sabendo que um ser
humano possui, aproximadamente, 4,5 litros de sangue, pode-se concluir que a quantidade de glicose que Mário
possui em seu organismo está compreendida entre:
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820718
Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
Disciplina: Matemática
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
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Ana comprou um frasco de perfume com volume de 125 ml. Após consumir 26% do volume do frasco, quantos
mililitros de perfume restarão no frasco?
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820713
Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
Disciplina: Matemática
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
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Juliana está planejando uma festa e consultou duas confeiteiras para encomendar os doces e o bolo. Os orçamentos
obtidos foram os seguintes pacotes de festa:
confeiteira A: R$ 83,00 pelo bolo e R$ 0,35 para cada unidade de doce; e,
confeiteira B: R$ 127,00 pelo bolo e R$ 0,15 para cada unidade de doce.
Considerando os orçamentos de cada pacote, para qual quantidade de doces o preço das duas confeiteiras é
equivalente?
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820706
Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
Disciplina: Matemática
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
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- FundamentosPorcentagem
- GeometriaGeometria PlanaQuadriláteros
- GeometriaGeometria PlanaÁreas e Perímetros
Em um losango o comprimento da diagonal maior supera em 25% o comprimento da diagonal menor. Sabendo que a
área deste losango é de 40 cm², pode-se concluir que a diferença entre os comprimentos das diagonais deste losango
é de:
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820703
Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
Disciplina: Matemática
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
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O gerente de uma loja de eletrônicos resolveu triplicar o valor do produto mais vendido de seu estoque. Qual das
alternativas apresenta o aumento percentual sofrido por este produto?
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820698
Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
Disciplina: Matemática
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
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Um colecionador quer emoldurar uma imagem com um tipo de madeira especial. A seguir, ele fez um projeto da
moldura, representado pela região em torno da imagem que será preenchida com a madeira.
Sabendo que a diferença entre a largura e a altura da imagem é de 30 cm, que a área da imagem é de 37.800 cm² e que o valor da medida “a” é de 50 cm, qual é a área da moldura de madeira a ser construída?
Sabendo que a diferença entre a largura e a altura da imagem é de 30 cm, que a área da imagem é de 37.800 cm² e que o valor da medida “a” é de 50 cm, qual é a área da moldura de madeira a ser construída?
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820697
Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
Disciplina: Matemática
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
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As duas retas apresentadas a seguir são paralelas.

Sobre os ângulos x e y, assinale a alternativa correta.
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820677
Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
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Os fumantes e o trabalho
Fica mais difícil conseguir trabalho. Mas discriminar o fumante é socialmente injusto.
Justificativas para deixar de contratar fumantes não faltam: em média, eles elevam os custos dos contratos com os
planos de saúde, apresentam índices mais altos de absenteísmo e produtividade mais baixa.
Em 2008, a Organização Mundial da Saúde (OMS) introduziu a recomendação de contratar apenas não fumantes,
como estratégia de constrangimento para abandonar o cigarro.
Grandes organizações de saúde americanas, como Cleveland Clinic e a Universidade da Pensilvânia, adotaram essa
política com o argumento de que seus empregados devem servir de exemplo para a comunidade. Veladamente,
resoluções semelhantes têm sido implantadas em outras companhias.
De início justificadas para proteger contra o fumo passivo, medidas como essas estigmatizaram o fumante. Embora
haja desacordo sobre o emprego de estigmas em nome de “boas causas”, eles contribuíram de fato para reduzir a
prevalência do fumo.
Na Cleveland Clinic, a proibição de fumar no campus foi adotada em 2005 e a da contratação de fumantes em 2007.
A prevalência de fumantes em Cuyahoga (onde a clínica está situada) caiu de 20,7%, em 2005, para 15%, em 2009,
enquanto no restante do estado de Ohio a diminuição foi de 22,4% para 20,3%. A questão fundamental é se políticas
desse tipo são elaboradas com o objetivo de reduzir o número de dependentes ou para estigmatizar e excluir os
fumantes dos empregos, por razões puramente econômicas?
Parece paradoxal que instituições dedicadas ao tratamento de doenças para as quais o comportamento
certamente contribui (diabetes, hipertensão arterial, Aids etc.) discriminem dependentes de nicotina.
Regras para alijar os fumantes do mercado de trabalho não levam em consideração o fato de que 88% deles se
tornam dependentes antes dos 18 anos; de que a nicotina causa a dependência mais escravizadora que a medicina
conhece; e que embora mais de 80% dos fumantes digam que pretendem largar, apenas 2% a 3% dos que tentam
conseguem passar um ano longe do cigarro. Políticas discriminatórias agravam desigualdades sociais. Como outras
epidemias, a do fumo deslocou-se para os estratos mais pobres da população. Negar trabalho ao fumante perpetuará
injustiças que a sociedade brasileira tem procurado corrigir.
Avançamos muito na educação e nas medidas de combate ao cigarro. Na década de 1960, mais de 60% dos
brasileiros com mais de 15 anos fumavam. Hoje, somos de 15% a 17%, conforme as estatísticas. Fumamos menos do
que os norte-americanos, e também menos do que na Noruega, França, Alemanha, Itália e demais países europeus, com
exceção da Suécia (12%).
Esses resultados foram obtidos por meio de estratégias educativas divulgadas pelos meios de comunicação e da
legislação antifumo, que infelizmente ainda padece de timidez acovardada.
Empregadores que escolhem apenas funcionários não fumantes prejudicam as populações mais vulneráveis,
colaboram para aprofundar desigualdades e se comportam de forma pouco ética.
(Por Drauzio Varella. Publicado em 21/09/2014. Disponível em: http://www.cartacapital.com.br/revista/818/os-fumantes-e-o-trabalho324.html. Acesso em: 17/10/2016. Adaptado.)
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820674
Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
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- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Modo
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Tempo
- Interpretação de Textos
Os fumantes e o trabalho
Fica mais difícil conseguir trabalho. Mas discriminar o fumante é socialmente injusto.
Justificativas para deixar de contratar fumantes não faltam: em média, eles elevam os custos dos contratos com os
planos de saúde, apresentam índices mais altos de absenteísmo e produtividade mais baixa.
Em 2008, a Organização Mundial da Saúde (OMS) introduziu a recomendação de contratar apenas não fumantes,
como estratégia de constrangimento para abandonar o cigarro.
Grandes organizações de saúde americanas, como Cleveland Clinic e a Universidade da Pensilvânia, adotaram essa
política com o argumento de que seus empregados devem servir de exemplo para a comunidade. Veladamente,
resoluções semelhantes têm sido implantadas em outras companhias.
De início justificadas para proteger contra o fumo passivo, medidas como essas estigmatizaram o fumante. Embora
haja desacordo sobre o emprego de estigmas em nome de “boas causas”, eles contribuíram de fato para reduzir a
prevalência do fumo.
Na Cleveland Clinic, a proibição de fumar no campus foi adotada em 2005 e a da contratação de fumantes em 2007.
A prevalência de fumantes em Cuyahoga (onde a clínica está situada) caiu de 20,7%, em 2005, para 15%, em 2009,
enquanto no restante do estado de Ohio a diminuição foi de 22,4% para 20,3%. A questão fundamental é se políticas
desse tipo são elaboradas com o objetivo de reduzir o número de dependentes ou para estigmatizar e excluir os
fumantes dos empregos, por razões puramente econômicas?
Parece paradoxal que instituições dedicadas ao tratamento de doenças para as quais o comportamento
certamente contribui (diabetes, hipertensão arterial, Aids etc.) discriminem dependentes de nicotina.
Regras para alijar os fumantes do mercado de trabalho não levam em consideração o fato de que 88% deles se
tornam dependentes antes dos 18 anos; de que a nicotina causa a dependência mais escravizadora que a medicina
conhece; e que embora mais de 80% dos fumantes digam que pretendem largar, apenas 2% a 3% dos que tentam
conseguem passar um ano longe do cigarro. Políticas discriminatórias agravam desigualdades sociais. Como outras
epidemias, a do fumo deslocou-se para os estratos mais pobres da população. Negar trabalho ao fumante perpetuará
injustiças que a sociedade brasileira tem procurado corrigir.
Avançamos muito na educação e nas medidas de combate ao cigarro. Na década de 1960, mais de 60% dos
brasileiros com mais de 15 anos fumavam. Hoje, somos de 15% a 17%, conforme as estatísticas. Fumamos menos do
que os norte-americanos, e também menos do que na Noruega, França, Alemanha, Itália e demais países europeus, com
exceção da Suécia (12%).
Esses resultados foram obtidos por meio de estratégias educativas divulgadas pelos meios de comunicação e da
legislação antifumo, que infelizmente ainda padece de timidez acovardada.
Empregadores que escolhem apenas funcionários não fumantes prejudicam as populações mais vulneráveis,
colaboram para aprofundar desigualdades e se comportam de forma pouco ética.
(Por Drauzio Varella. Publicado em 21/09/2014. Disponível em: http://www.cartacapital.com.br/revista/818/os-fumantes-e-o-trabalho324.html. Acesso em: 17/10/2016. Adaptado.)
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Questão presente nas seguintes provas
820673
Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
Provas:
Os fumantes e o trabalho
Fica mais difícil conseguir trabalho. Mas discriminar o fumante é socialmente injusto.
Justificativas para deixar de contratar fumantes não faltam: em média, eles elevam os custos dos contratos com os
planos de saúde, apresentam índices mais altos de absenteísmo e produtividade mais baixa.
Em 2008, a Organização Mundial da Saúde (OMS) introduziu a recomendação de contratar apenas não fumantes,
como estratégia de constrangimento para abandonar o cigarro.
Grandes organizações de saúde americanas, como Cleveland Clinic e a Universidade da Pensilvânia, adotaram essa
política com o argumento de que seus empregados devem servir de exemplo para a comunidade. Veladamente,
resoluções semelhantes têm sido implantadas em outras companhias.
De início justificadas para proteger contra o fumo passivo, medidas como essas estigmatizaram o fumante. Embora
haja desacordo sobre o emprego de estigmas em nome de “boas causas”, eles contribuíram de fato para reduzir a
prevalência do fumo.
Na Cleveland Clinic, a proibição de fumar no campus foi adotada em 2005 e a da contratação de fumantes em 2007.
A prevalência de fumantes em Cuyahoga (onde a clínica está situada) caiu de 20,7%, em 2005, para 15%, em 2009,
enquanto no restante do estado de Ohio a diminuição foi de 22,4% para 20,3%. A questão fundamental é se políticas
desse tipo são elaboradas com o objetivo de reduzir o número de dependentes ou para estigmatizar e excluir os
fumantes dos empregos, por razões puramente econômicas?
Parece paradoxal que instituições dedicadas ao tratamento de doenças para as quais o comportamento
certamente contribui (diabetes, hipertensão arterial, Aids etc.) discriminem dependentes de nicotina.
Regras para alijar os fumantes do mercado de trabalho não levam em consideração o fato de que 88% deles se
tornam dependentes antes dos 18 anos; de que a nicotina causa a dependência mais escravizadora que a medicina
conhece; e que embora mais de 80% dos fumantes digam que pretendem largar, apenas 2% a 3% dos que tentam
conseguem passar um ano longe do cigarro. Políticas discriminatórias agravam desigualdades sociais. Como outras
epidemias, a do fumo deslocou-se para os estratos mais pobres da população. Negar trabalho ao fumante perpetuará
injustiças que a sociedade brasileira tem procurado corrigir.
Avançamos muito na educação e nas medidas de combate ao cigarro. Na década de 1960, mais de 60% dos
brasileiros com mais de 15 anos fumavam. Hoje, somos de 15% a 17%, conforme as estatísticas. Fumamos menos do
que os norte-americanos, e também menos do que na Noruega, França, Alemanha, Itália e demais países europeus, com
exceção da Suécia (12%).
Esses resultados foram obtidos por meio de estratégias educativas divulgadas pelos meios de comunicação e da
legislação antifumo, que infelizmente ainda padece de timidez acovardada.
Empregadores que escolhem apenas funcionários não fumantes prejudicam as populações mais vulneráveis,
colaboram para aprofundar desigualdades e se comportam de forma pouco ética.
(Por Drauzio Varella. Publicado em 21/09/2014. Disponível em: http://www.cartacapital.com.br/revista/818/os-fumantes-e-o-trabalho324.html. Acesso em: 17/10/2016. Adaptado.)
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