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Foram encontradas 40 questões.

820787 Ano: 2017
Disciplina: Saúde Pública
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
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Muitas epidemias têm como base de controle e redução de incidência a eliminação de seus vetores. “Em determinado município está ocorrendo casos de toxoplasmose e dengue.” Para essas doenças, é correto afirmar que o controle dos vetores biológicos
 

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820785 Ano: 2017
Disciplina: Saúde Pública
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
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A participação popular junto ao SUS é parte de seus propósitos organizacionais. Caberá, assim, à população o controle social exercido via:
 

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820784 Ano: 2017
Disciplina: Saúde Pública
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
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A leishmaniose é uma doença parasitária, endêmica em boa parte do Brasil. De acordo com os critérios de notificação compulsória, em relação a essa doença, analise as afirmativas a seguir.

I. Notifica-se somente a forma tegumentar da doença.

II. Notifica-se somente a forma visceral da doença.

III. As formas tegumentar e visceral devem ser notificadas obrigatoriamente.

IV. Essa doença é isenta de notificação, com exceção das causadas pela espécie braziliensis causadora de formas tegumentares.

Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)

 

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820783 Ano: 2017
Disciplina: Saúde Pública
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
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“No âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), existe a garantia de acesso a qualquer pessoa em igualdade de condições.” A afirmativa refere-se a qual princípio doutrinário do SUS?
 

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820782 Ano: 2017
Disciplina: Saúde Pública
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
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O Brasil vive um quadro de reemergência da sífilis, a qual deve ser notificada junto aos serviços de vigilância epidemiológica:
 

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820781 Ano: 2017
Disciplina: Saúde Pública
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
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“Para minimizar os problemas associados à hepatite B, ao município são propostas algumas medidas de prevenção primária (proteção específica) em relação a essa doença”, sendo considerada como medida correta:
 

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820780 Ano: 2017
Disciplina: Saúde Pública
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
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“Um certo estudo entre portadores do vírus do HIV verificou que entre 100 casos associados à tuberculose, cerca de 20 foram a óbito em dois anos.” De acordo com esses dados, calcula-se:
 

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820779 Ano: 2017
Disciplina: Saúde Pública
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
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“Em uma cidade com 200 mil habitantes, no ano de 2014, foram notificados 30 casos de hanseníase. Havia outros 10 casos em tratamento e, nesse período, houve também duas curas.” De acordo com esses dados:
 

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820778 Ano: 2017
Disciplina: Saúde Pública
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
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São diretrizes prioritárias em relação à Política Nacional de Medicamentos no Brasil:

I. Regulamentação sanitária de medicamentos.

II. Promoção do uso racional de medicamentos.

III. Reorientação da assistência farmacêutica.

Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)

 

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820687 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. São Gonçalo do Rio Abaixo-MG
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O que é, mesmo, respeito?

Um processo judicial chamou a atenção do país, provocando boa dose de polêmica. Um juiz de Niterói, Rio de Janeiro, descontente com a forma pela qual era tratado pelos empregados do seu condomínio, entrou na Justiça com uma ação em que exigia ser chamado de “senhor” ou “doutor”. E, de fato, obteve uma liminar que reconhecia sua queixa como procedente.

Não se trata de caso único. Muitas pessoas têm queixas similares: não gostam do “você” ou do “meu bem”, formas de tratamento de uso cada vez mais disseminado no Brasil. O que, aliás, corresponde a uma mudança cultural. Num país que, durante a maior parte de sua história, admitiu a escravidão como fato normal e considerou indígenas criaturas inferiores (no período colonial discutia-se se os índios tinham alma), o servilismo era a regra. Escravos, empregados e até os filhos tinham de se dirigir aos donos da casa chamando-os de “senhor” ou “de senhora”. Aliás, e como a gente vê nas novelas de época, era este também o tratamento entre marido e mulher. “Doutor” era um título honorífico, sobretudo porque poucos concluíam a universidade: o analfabetismo era a regra. Até mesmo o coloquial “você” tem origem reverente: é a forma simplificada de vossa mercê – e quando se diz que uma pessoa está à mercê de alguém, estamos, inevitavelmente, falando de submissão. Quanto ao “tu”, só podia ser usado em relações íntimas; “tutear”, tratar alguém por tu, sempre foi sinônimo de grosseria. Notem que o inglês simplifica tudo isso com o “you”, que pode ser usado para qualquer um, desde o amigo até o presidente.

As formas de tratamento mudaram no Brasil. E mudaram por razões práticas, mudaram porque se alterou a conjuntura social e cultural: doutores não nos faltam, e aqueles que têm doutorado já começam a questionar o uso do título por simples graduados em universidades. Mas as coisas mudaram, sobretudo, porque o país ficou mais democrático, mais igualitário. O juiz de Niterói tem direito a um tratamento respeitoso; aliás, qualquer pessoa tem direito a isso. A pergunta é se “doutor”, por exemplo, significa respeito. Talvez respeito seja uma coisa mais profunda, um tipo de relacionamento em que os direitos do outro, não importando a posição social desse outro, sejam reconhecidos. A melhor forma de respeito não é aquela imposta de cima para baixo, de dentro para fora, aquela que implica uma postura reverente, servil; a melhor forma de respeito é aquela que nasce de uma convicção interna, de uma forma madura de consciência: respeitamos o conhecimento, a competência, a dedicação, o valor pessoal de alguém. Quando essa motivação não existe, o tratamento pode ser até reverente, mas ocultará revolta ou deboche. “Sim, senhor” pode traduzir humildade, mas pode também ser a expressão de uma latente hostilidade.

O verdadeiro respeito nasce da democracia, nasce da igualdade. No verdadeiro respeito o clássico “Você sabe com quem está falando?” deixa de existir, como deixa de existir o carteiraço. Quando chegamos a um clima de verdadeiro respeito, a questão das formas de tratamento torna-se secundária e tão antiga como a expressão vossa mercê.

(SCLIAR, Moacyr. Do jeito que nós vivemos – Belo Horizonte: Editora Leitura, 2007.)

No 2º§ do texto, o autor faz algumas referências a partir do trecho “Num país que, durante a maior parte de sua história, admitiu a escravidão como fato normal e considerou indígenas criaturas inferiores (no período colonial discutia-se se os índios tinham alma), o servilismo era a regra. (...)” que, no contexto de produção textual configura como
 

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