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A toxicologia é
a ciência que estuda os efeitos nocivos
decorrentes das interações das substâncias quımicas com o organismo, com a finalidade de prevenir,
diagnosticar e tratar a intoxicação. A toxicologia
abrange uma vasta área do conhecimento em que
atuam profissionais de formações diversas: quımica toxicológica, toxicologia farmacológica, clínica, forense, ocupacional, veterinária, ambiental, aplicada a
alimentos, genética, analítica, experimental e outras áreas (CHASIN; LIMA, 2010). A intoxicação é/são:
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A absorção consiste na transferência do fármaco desde
seu local de aplicação até a corrente circulatória. É o
processo que influencia o inicio e a magnitude de efeito
dos fármacos, sendo um dos determinantes da escolha
de vias de administração e doses. Existem verias
formas de absorção, uma delas pode ser errática ou
incompleta, especialmente em pacientes com
motilidade intestinal aumentada. Nos referimos à
absorção:
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Suas reações adversas são comuns em idosos, que
são mais vulneráveis à
depleção de volume e à hipotensão ortostática e mais propensos a apresentar
hipopotassemia e hiponatremia. Como é
frequente a
redução do clearance renal em idosos, os de alça são
os preferidos. Os poupadores de potássio podem
provocar hiperpotassemia, especialmente se
associados a inibidores da enzima conversora da
angiotensina (IECA) e/ou em idosos com função renal
comprometida. O texto retirado de artigo da Revista da
AMRIGS, Porto Alegre, 56 (2): 164-174, abr.-jun. 2012,
refere-se aos:
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952632
Ano: 2017
Disciplina: Direito Sanitário
Banca: IESES
Orgão: Pref. São José do Cerrito-SC
Disciplina: Direito Sanitário
Banca: IESES
Orgão: Pref. São José do Cerrito-SC
Provas:
- LegislaçãoLei 6.360/1976: Vigilância Sanitária de Medicamentos/Correlatos
- Regulamentos dos Medicamentos
Segundo a Lei 9787/99 que altera a Lei no 6.360, de 23
de setembro de 1976, que dispõe sobre a vigilância
sanitária, estabelece o medicamento genérico, dispõe
sobre a utilização de nomes genéricos em produtos
farmacêuticos e dá outras providências.
Biodisponibilidade:
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Se 16 costureiras conseguem fazer 960 camisas em 12
dias de trabalho, determine em quantos dias 12
costureiras poderão fazer 600 camisas do mesmo tipo
que as primeiras?
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952618
Ano: 2017
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: IESES
Orgão: Pref. São José do Cerrito-SC
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: IESES
Orgão: Pref. São José do Cerrito-SC
Provas:
- Conceitos Fundamentais
- Juros (Capitalização)Relação entre Juros Simples e CompostosTaxa Aparente, Taxa de Juros Reais e Inflação
Qual é a taxa de juro real anual para 16% ao ano com
uma inflação de 6% no mesmo período?
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952617
Ano: 2017
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: IESES
Orgão: Pref. São José do Cerrito-SC
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: IESES
Orgão: Pref. São José do Cerrito-SC
Provas:
Um empréstimo de $ 9.000,00 será pago em 3 parcelas
trimestrais a taxa de juros compostos de 3% ao
trimestre. Determine o valor das parcelas, sabendo-se
que elas serão uniformes e de forma postecipada.
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952611
Ano: 2017
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: IESES
Orgão: Pref. São José do Cerrito-SC
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: IESES
Orgão: Pref. São José do Cerrito-SC
Provas:
Um produto era anunciado com o preço de $ 1500,00 e
sofreu dois reajustes consecutivos de 5% e outro de
6%. Qual é o novo preço deste produto?
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952581
Ano: 2017
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: IESES
Orgão: Pref. São José do Cerrito-SC
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: IESES
Orgão: Pref. São José do Cerrito-SC
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Leia as frases abaixo sobre Análise de Investimentos:
I. A taxa interna de retorno faz o valor presente líquido
ser igual a zero.
II. Sempre que a taxa interna de retorno for maior que
zero o investimento deve ser aceito.
III. Quando o valor presente líquido for menor que zero
o investimento não é viável.
IV. Quando o valor presente líquido for menor que zero
a taxa interna de retorno será maior que zero.
A sequência correta é:
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LÍNGUAS MUDAM
Por Sírio Possenti. Adaptado de:
Acesso em 13 jan 2017.
Que as línguas mudam é um fato indiscutível. O que
interessa aos estudiosos é verificar o que muda, em que
lugares uma língua muda, a velocidade e as razões da
mudança.
Desde a década de 1960, um fator foi associado
sistematicamente à mudança: a variação. Isso quer dizer
que, antes que haja mudança de uma forma a outra, há um
período de variação, quando as duas (ou mais) ocorrem –
inicialmente em espaços ou com falantes diferentes. Aos
poucos, a forma nova vai sendo empregada por todos;
depois, a antiga desaparece. [...].
Os sociolinguistas, eventualmente, fazem testes para
verificar se um caso de variação é ou não candidato à
mudança. O teste simula a passagem do tempo verificando
qual é a forma adotada pelos falantes mais velhos e pelos
mais jovens. Por exemplo: se os mais velhos escrevem ou
dizem sistematicamente “para fazer uma tese é preciso
que...” e os mais jovens, “para se fazer uma tese...”, este é
um indício de que o infinitivo sem sujeito, nesta posição,
tende a desaparecer com o desaparecimento dos falantes
mais idosos (e “para se fazer” será a forma única, pelo
menos durante um tempo).
De vez em quando, há discussões sobre certos casos.
Dois exemplos: o pronome ‘cujo’ e a segunda pessoa do
plural dos verbos (‘jogai’ etc.). Minha avaliação (bastante
informal) é que ‘cujo’ desapareceu. O que quer dizer
“desapareceu”? Que não se emprega mais? Não! Quer
dizer que não é mais de emprego corrente; só aparece em
algumas circunstâncias – tipicamente, em textos muito
formais (em geral de autores idosos). E, claro, em textos
antigos.
Que apareça em textos antigos é uma evidência de que a
forma era / foi empregada. Que apareça cada vez menos é
um indício de que tende a desaparecer. Com um detalhe:
desaparecer não quer dizer não aparecer nunca mais em
lugar nenhum. Quer dizer não ser de uso corrente. Para
fazer uma comparação, ‘cujo’ é como a gravata borboleta:
só usamos esse item em certas cerimônias, ou seu uso é
uma idiossincrasia [...].
Outro caso é a segunda pessoa do plural, em qualquer
tempo ou modo. Recentemente, um colunista defendeu a
tese de que a forma está viva. Seu argumento: aparece em
cartazes de torcedores em estádios de futebol,
especialmente do Corinthians, no apelo “jogai por
nós”. Mesmo que este seja um fato, a conclusão é fraca. A
forma é inspirada numa ladainha de Nossa Senhora, toda
muito solene, muito mais do que formal. E é bem antiga,
traduzida do latim. [...] A cada invocação, os fiéis
respondem “rogai por nós”. “Jogai por nós” é uma fórmula
inspirada em outra fórmula, típica desta oração.
Para que se possa sustentar que a segunda pessoa do
plural não desapareceu, seria necessário que seu uso
fosse regular. Que, por exemplo, os corintianos também
gritassem “Recuai, Wendel”, “Não erreis estas bolas fáceis,
Vagner Love”, “Tite, fazei Malcolm treinar finalizações” e, quando chateados, gritassem “Como sois burro!”. Espero
que nenhum colunista sustente que isso ocorre...
[...] O caso “jogai” me faz lembrar outro, da mesma
natureza, de certa forma. Se há um fato consensual em
português (do Brasil) é que não se diz naturalmente “ele
o/a viu, vou fazê-la sair”. Estas formas pronominais
objetivas diretas de terceira pessoa são verdadeiros
arcaísmos. Só são parcialmente aprendidas na escola. Os
alunos começam a empregá-las depois de alguns anos,
um pouco por pressão, um pouco porque se dão conta de
que cabem em textos mais monitorados. Mas essas
formas nunca aparecem na fala deles (e são muitíssimo
raras também na fala de pessoas cultas, como as que
aparecem em debates na TV).
Curiosamente, uma das formas de manifestar chateação,
com perdão da expressão, é “p*** que o pariu”! Aqui, o
pronome oblíquo aparece! Entretanto, ninguém vai dizer
que esse é um argumento para sustentar que o pronome
oblíquo está vivo. Se disser...
Sírio Possenti
Departamento de Linguística - Universidade Estadual de Campinas
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