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Foram encontradas 20 questões.

3337587 Ano: 2022
Disciplina: Educação Física
Banca: SELECON
Orgão: Pref. São José Quatro Marcos-MT

Ao pensar em perspectivas de mudança para a Educação Física Escolar, Kunz (2001) sinaliza para uma necessária modificação de concepção para área, sublinhando que ela precisa ser vista

 

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3337586 Ano: 2022
Disciplina: Educação Física
Banca: SELECON
Orgão: Pref. São José Quatro Marcos-MT

Sobre os autores que têm desenvolvido a aproximação entre a teoria freireana e as práticas pedagógicas da Educação Física, Prodócimo, Spolaor e So (2019) destacam dois grupos de investigação, que apresentam duas diferentes perspectivas teóricas, tais como:

 

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3337585 Ano: 2022
Disciplina: Educação Física
Banca: SELECON
Orgão: Pref. São José Quatro Marcos-MT

O Coletivo de Autores (2012) aponta alguns princípios curriculares fundamentais para o trato com o conhecimento e a seleção dos conteúdos de ensino. O princípio que defende que o conteúdo precisa estar vinculado à explicação da realidade social concreta e que, ao mesmo tempo, deve oferecer base para a compreensão dos determinantes sócio-históricos do aluno é:

 

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3337584 Ano: 2022
Disciplina: Educação Física
Banca: SELECON
Orgão: Pref. São José Quatro Marcos-MT

Para o Coletivo de Autores (2012), a Educação Física escolar, que tem como objeto de estudo a reflexão sobre a cultura corporal, contribui:

 

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3337583 Ano: 2022
Disciplina: Educação Física
Banca: SELECON
Orgão: Pref. São José Quatro Marcos-MT

Kunz (2006), na sua reflexão sobre o processo de transformação didático-pedagógica do esporte, utiliza o conceito de emancipação diversas vezes. Nesse sentido, o autor entende que emancipação é:

 

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3337582 Ano: 2022
Disciplina: Educação Física
Banca: SELECON
Orgão: Pref. São José Quatro Marcos-MT

Freire (1994) destaca a importância dos diferentes jogos no desenvolvimento da criança. Assim, o autor afirma que o jogo de construção estabelece uma espécie de transição entre:

 

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3337581 Ano: 2022
Disciplina: Educação Física
Banca: SELECON
Orgão: Pref. São José Quatro Marcos-MT

Freire (1994), refletindo sobre o desenvolvimento motor da criança, afirma que não acredita em padrões de movimentos, mas que constata a existência de esquemas motores. Assim, para o autor, esquemas motores são:

 

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Quatro alunos resolveram uma questão para determinar a probabilidade de ocorrer um evento. A tabela a seguir mostra o resultado obtido por cada um deles.

Aluno

Resultado

Antônio

0

Bruno

5/4

Carlos

7/8

Daniel

1

O aluno que, com certeza, errou o exercício, foi:

 

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Em um grupo de 18 pessoas, 5 são professores, 5 gostam de futebol e 5 já viajaram para o exterior. Sabe-se também que 3 dessas pessoas são professores e gostam de futebol, 3 gostam de futebol e já viajaram para o exterior, 3 são professores e já viajaram para o exterior e que 2 são professores, gostam de futebol e já viajaram para o exterior.
A quantidade de pessoas desse grupo que não é professor, não gosta de futebol e nunca viajou para o exterior corresponde a:
 

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Texto I

Perguntar é preciso?
Gustavo Bernardo

Não deixa de ser curioso perceber que a escola vive de fazer perguntas, mas pouco ensina a perguntar. Por que isso acontece?
Talvez porque as perguntas que se façam na escola não sejam, em sua maioria, perguntas autênticas. O professor que pergunta já sabe a resposta. Logo, suas perguntas são antes retóricas, formuladas não para se explorar uma dúvida real, mas sim para levar os alunos à resposta que ele deseja. O autor de uma pergunta autêntica, ao contrário, não sabe previamente a sua resposta – ele pergunta porque não sabe e quer saber.
A caricatura de uma aula de perguntas inautênticas é realizada por aquele professor que fala com lacunas: “Quem descobriu o Brasil foi Pedro Álvares Ca...? ... Bral, muito bem!”. Mas chamar a pergunta retórica de “inautêntica” sugere que ela é apenas negativa, quando na verdade pode ser útil tanto para fixar o conhecimento quanto para avaliá-lo (com a exceção do caso extremo acima). Chamemo-la, então, de “escolar”.
Por que o professor precisa fazer também perguntas autênticas? Primeiro e mais do que tudo, para dar o exemplo de uma maneira de pensar curiosa, inquisitiva, especulativa, em resumo: científica. Não há método de educação mais eficiente do que o velho método do exemplo. Se, como professor, passo para o meu aluno o exemplo de uma atitude especulativa e responsável, levo-o a ter a mesma atitude, ou seja, lhe ensino o principal: não fórmulas decoradas, mas sim como chegar por si mesmo às fórmulas existentes e ainda produzir novas, mais eficientes.
O bom exemplo do professor perguntador acompanha uma metodologia da pergunta. Deve-se estimular o aluno a expressar as suas dúvidas reais, tanto oralmente quanto por escrito. Depois, deve-se mostrar como ajuda usar perguntas para estudar –por exemplo pedindo, como trabalho a ser avaliado, dez perguntas autênticas sobre o livro que estiver sendo lido. Apenas a discussão das perguntas formuladas pelos alunos já oferece a oportunidade para aulas ótimas.
Deve-se mostrar, ainda, como ajuda usar perguntas para escrever qualquer redação. Veja o leitor como terminei o primeiro parágrafo e como comecei o quarto parágrafo deste texto: com perguntas. Cada uma delas não só me ajuda a desenvolver o meu raciocínio como também ajuda o leitor a acompanhá-lo. A redação sempre parece mais inteligente, e deixa o seu leitor igualmente mais inteligente, quando se desenvolve através de perguntas.
Entretanto, meu leitor, sempre crítico, pode dizer que as minhas perguntas se confundem com perguntas retóricas, escolares ou inautênticas (como queiramos chamá-las). Ora, caro leitor, você pensa isso porque ainda guarda na cabeça a ideia de que a redação se encontra inteira dentro da cabeça antes de ser escrita, o que não é verdade. O pensamento se forma à medida em que é formado, isto é, à medida em que o expressamos. Só fica claro o que quero dizer quando o digo. Por isso, as perguntas que faço para o meu próprio texto me ajudam sobremaneira a pensar e, portanto, a chegar às minhas respostas e deixá-las claras para o leitor - leitor este que, quando me lê, sente-se contemplado por um pensamento que respeita o seu próprio pensamento, ou seja, as suas próprias dúvidas.
Fonte: BERNARDO, Gustavo. Conversas com um professor de literatura. Rio de Janeiro: Rocco,2013. Adaptado.
Em “A caricatura de uma aula de perguntas inautênticas é realizada por aquele professor que fala com lacunas”, o trecho em destaque expressa uma relação:
 

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