Foram encontradas 40 questões.
De acordo com as informações do texto abaixo, convém afirmar:
Até Frank Sinatra já cantou, em versão inglesa, Garota de Ipanema – ou melhor, Girl from Ipanema! Vinícius de Morais, é sabido, não foi apenas poeta de versos para serem lidos ou declamados. Mas foi poeta de versos também para serem cantados. E, para encontrar música para alguns de seus versos mais famosos, juntou-se a alguém de muita competência e bom-gosto. Com o maestro e compositor Tom Jobim constituiu magnífica sociedade – que sociedade: “... olha que coisa mais linda, mais cheia de graça”!
I. Vinícius de Morais compôs a música de famosa canção popular brasileira, cujos versos iniciais fecham o texto.
II. Os versos iniciais da famosa canção popular Garota da Ipanema foram retomados ao fim do texto para saudar a parceria entre Vinícius de Morais e Tom Jobim.
III. No último período do texto, o que aparece, a primeira vez, como pronome indefinido, e, depois, como conjunção integrante.
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A preposição nos parênteses não preenche corretamente a lacuna do período em:
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A questão refere-se ao texto seguinte.
AMIGOS
Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos.
Não percebem o que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles.
A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor, eis que permite que o objeto dela se divida em outros afetos, enquanto o amor tem intrínseco o ciúme, que não admite a rivalidade. E eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos! Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus amigos e o quanto minha vida depende de suas existências...
A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem. Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida. Mas, porque não os procuro com assiduidade, não posso lhes dizer o quanto gosto deles. Eles não iriam acreditar.
Muitos deles estão lendo esta crônica e não sabem que estão incluídos na sagrada relação dos meus amigos. Mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não declare e não os procure. E às vezes, quando os procuro, noto que eles não tem noção de como me são necessários, de como são indispensáveis ao meu equilíbrio vital, porque eles fazem parte do mundo que eu, tremulamente, construí e se tornaram alicerces do meu encanto de vida.
Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado. Se todos eles morrerem, eu desabo! Por isso é que, sem que eles saibam, eu rezo pela vida deles. E me envergonho, porque essa minha prece é, em síntese, dirigida ao meu bem estar. Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo.
Por vezes, mergulho em pensamentos sobre alguns deles. Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos, cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim, compartilhando daquele prazer...
Se alguma coisa me consome e me envelhece é que a roda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morando comigo, andando comigo, falando comigo, vivendo comigo, todos os meus amigos, e, principalmente, os que só desconfiam ou talvez nunca vão saber que são meus amigos!
(Paulo Sant'anna. http://www.blassoc.com.br/bettyvidigaltextovm.htm)
Que opção não condiz com a mensagem do texto?
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As preparações farmacêuticas líquidas que contém substâncias sólidas insolúveis denominam-se
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Ao ativar o recurso de Mostrar Tudo do Microsoft Office Word 2007, é possível visualizar alguns caracteres não imprimíveis. Analisando os exemplos a seguir,
I. 

II. 

III. 

IV. 

podemos afirmar que são caracteres visualizados com este recurso os que estão nos itens
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A questão refere-se ao texto seguinte.
AMIGOS
Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos.
Não percebem o que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles.
A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor, eis que permite que o objeto dela se divida em outros afetos, enquanto o amor tem intrínseco o ciúme, que não admite a rivalidade. E eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos! Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus amigos e o quanto minha vida depende de suas existências...
A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem. Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida. Mas, porque não os procuro com assiduidade, não posso lhes dizer o quanto gosto deles. Eles não iriam acreditar.
Muitos deles estão lendo esta crônica e não sabem que estão incluídos na sagrada relação dos meus amigos. Mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não declare e não os procure. E às vezes, quando os procuro, noto que eles não tem noção de como me são necessários, de como são indispensáveis ao meu equilíbrio vital, porque eles fazem parte do mundo que eu, tremulamente, construí e se tornaram alicerces do meu encanto de vida.
Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado. Se todos eles morrerem, eu desabo! Por isso é que, sem que eles saibam, eu rezo pela vida deles. E me envergonho, porque essa minha prece é, em síntese, dirigida ao meu bem estar. Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo.
Por vezes, mergulho em pensamentos sobre alguns deles. Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos, cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim, compartilhando daquele prazer...
Se alguma coisa me consome e me envelhece é que a roda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morando comigo, andando comigo, falando comigo, vivendo comigo, todos os meus amigos, e, principalmente, os que só desconfiam ou talvez nunca vão saber que são meus amigos!
(Paulo Sant'anna. http://www.blassoc.com.br/bettyvidigaltextovm.htm)
Quanto ao quarto parágrafo do texto, é correto afirmar:
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É injustificável a forma plural do verbo haver no caso da seguinte frase:
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Assinale a opção que avalia corretamente as proposições sobre o texto a seguir.
– Fala aí, José!
– Fala você, Amadeu!
– Você, não! Tu!
– Como só eu? Fale tu também!
– Nossa Senhora! Fala tu, José! Fala tu! Ou então: Fale você!
– Oxe! Tá doido?! Falo se quiser. E você – ou tu – não me fale de falar o que tu – ou você – quer que eu fale!
– Não me fale você – é assim que se diz, José. Assim: Não me fale você! Ou então: Não me fales tu! Se quiser, aliás, não precisa dizer você ou tu, certo? O verbo já diz no fim.
– Pirou, cara?! Que tanto “tu” e “você” são esses? Virou a doida do cuscuz?
– Doida de quê?
– Tchau mesmo, mané! Vai-te danar!
– Agora falou certo! Mas dane-se você, filho bastardo do português padrão!
I. A confusão verificada no texto se deve ao fato de Amadeu fazer uso, de modo abrupto da função metalinguística.
II. Os erros cometidos por José, e percebidos por Amadeu, dizem respeito à sintaxe de concordância.
III. A expressão “filho bastardo do português padrão” poderia, no caso de ser utilizada por José, converter-se em frase de teor considerado
chulo ou pornográfico.
IV. Em todas as ocorrências da fala de José, percebe-se total ausência dos padrões da concordância verbal.
V. Em uma das falas de Amadeu, ele aconselha a elipse do pronome sujeito.
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A anfotericina B é um medicamento de uso sistêmico e com muitos efeitos colaterais, que pertence a qual classe farmacológica?
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A dispensação de medicamentos de uma unidade hospitalar ou equivalente é o setor de
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