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O transplante renal constitui uma modalidade de tratamento da insuficiência renal crônica com melhor custo-benefício, quando comparado à diálise. Salvo algumas condições que contra-indicam o transplante, ele deve ser oferecido para todo paciente com insuficiência renal crônica como alternativa aos tratamentos dialíticos. A respeito desse assunto, julgue os itens a seguir.
Uma transfusão sanguínea recente, com menos de 15 dias, contraindica, temporariamente, a realização do transplante renal.
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Um homem com 43 anos de idade encontra-se em programa de hemodiálise de manutenção três vezes por semana, com sessões de 4 horas, dialisador de polissulfona, acesso vascular por fístula arteriovenosa, ultrafiltração controlada e banhos de bicarbonato. Tem ganho de peso interdialítico de 3 kg e peso seco de 72 kg. É hipertenso crônico e faz uso de bloqueador de canal de cálcio amlodipina 10 mg ao dia. No último mês, vem apresentando hipotensão arterial após a terceira hora de diálise. Sua hemoglobina é de 12 g/dL.
Considerando esse quadro clínico, julgue os itens que se seguem.
O hábito de alimentar-se durante a sessão de diálise pode ser um fator de vasodilatação esplâncnica e agravar a hipotensão em certos pacientes com propensão a apresentar essa complicação na diálise.
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Um homem com 43 anos de idade encontra-se em programa de hemodiálise de manutenção três vezes por semana, com sessões de 4 horas, dialisador de polissulfona, acesso vascular por fístula arteriovenosa, ultrafiltração controlada e banhos de bicarbonato. Tem ganho de peso interdialítico de 3 kg e peso seco de 72 kg. É hipertenso crônico e faz uso de bloqueador de canal de cálcio amlodipina 10 mg ao dia. No último mês, vem apresentando hipotensão arterial após a terceira hora de diálise. Sua hemoglobina é de 12 g/dL.
Considerando esse quadro clínico, julgue os itens que se seguem.
Durante a sessão de hemodiálise, a temperatura do banho inferior a 36 ºC costuma ser associada a hipotensão arterial.
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Um homem com 43 anos de idade encontra-se em programa de hemodiálise de manutenção três vezes por semana, com sessões de 4 horas, dialisador de polissulfona, acesso vascular por fístula arteriovenosa, ultrafiltração controlada e banhos de bicarbonato. Tem ganho de peso interdialítico de 3 kg e peso seco de 72 kg. É hipertenso crônico e faz uso de bloqueador de canal de cálcio amlodipina 10 mg ao dia. No último mês, vem apresentando hipotensão arterial após a terceira hora de diálise. Sua hemoglobina é de 12 g/dL.
Considerando esse quadro clínico, julgue os itens que se seguem.
Uma das causas de hipotensão na diálise é a rápida remoção de volume por uma taxa elevada de ultrafiltração, prescrita para tratar um ganho de peso interdialítico elevado.
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Uma jovem de 23 anos de idade desenvolveu insuficiência renal terminal por nefropatia diabética e encontra-se, há um ano, em tratamento em programa de diálise peritoneal. Ela tem diabetes melito diagnosticada aos 7 anos de idade e faz uso, desde essa época, de esquemas de insulina. Há um ano, teve um implante de cateter de Tenkhoff e faz diálise noturna com cicladora, 7 trocas noturnas e cavidade seca durante o dia. Há 3 dias, ao efetuar a primeira troca, notou que o líquido de drenagem estava turvo e passou a sentir dor abdominal e elevação da temperatura corporal. Imediatamente, procurou a equipe de saúde responsável pelo programa dialítico, sendo, então, colhido sangue para hemograma e líquido de drenagem peritoneal para citologia, citometria e cultura, e iniciado esquema antibiótico.
A respeito do quadro clínico acima descrito, julgue os itens seguintes.
Nos diabéticos em diálise peritoneal, são mais freqüentes as peritonites por germes gram-positivos, ao contrário do que acontece com os não-diabéticos, que têm mais peritonites por gram-negativos e por fungos, como, por exemplo, Candida sp.
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Uma jovem de 23 anos de idade desenvolveu insuficiência renal terminal por nefropatia diabética e encontra-se, há um ano, em tratamento em programa de diálise peritoneal. Ela tem diabetes melito diagnosticada aos 7 anos de idade e faz uso, desde essa época, de esquemas de insulina. Há um ano, teve um implante de cateter de Tenkhoff e faz diálise noturna com cicladora, 7 trocas noturnas e cavidade seca durante o dia. Há 3 dias, ao efetuar a primeira troca, notou que o líquido de drenagem estava turvo e passou a sentir dor abdominal e elevação da temperatura corporal. Imediatamente, procurou a equipe de saúde responsável pelo programa dialítico, sendo, então, colhido sangue para hemograma e líquido de drenagem peritoneal para citologia, citometria e cultura, e iniciado esquema antibiótico.
A respeito do quadro clínico acima descrito, julgue os itens seguintes.
A incidência de peritonites e a sua gravidade costumam ser maiores em pacientes femininas em diálise peritoneal automatizada, do que nas que fazem as trocas manualmente, em DPAC.
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Uma jovem de 23 anos de idade desenvolveu insuficiência renal terminal por nefropatia diabética e encontra-se, há um ano, em tratamento em programa de diálise peritoneal. Ela tem diabetes melito diagnosticada aos 7 anos de idade e faz uso, desde essa época, de esquemas de insulina. Há um ano, teve um implante de cateter de Tenkhoff e faz diálise noturna com cicladora, 7 trocas noturnas e cavidade seca durante o dia. Há 3 dias, ao efetuar a primeira troca, notou que o líquido de drenagem estava turvo e passou a sentir dor abdominal e elevação da temperatura corporal. Imediatamente, procurou a equipe de saúde responsável pelo programa dialítico, sendo, então, colhido sangue para hemograma e líquido de drenagem peritoneal para citologia, citometria e cultura, e iniciado esquema antibiótico.
A respeito do quadro clínico acima descrito, julgue os itens seguintes.
A presença de concentração elevada de eosinófilos no fluido peritoneal pode turvar o líquido, o que é comum logo após a inserção do cateter em conseqüência da existência de ar, ou de outras substâncias irritantes, na cavidade peritoneal, que se resolve espontaneamente entre 2 e 6 semanas.
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Uma jovem de 23 anos de idade desenvolveu insuficiência renal terminal por nefropatia diabética e encontra-se, há um ano, em tratamento em programa de diálise peritoneal. Ela tem diabetes melito diagnosticada aos 7 anos de idade e faz uso, desde essa época, de esquemas de insulina. Há um ano, teve um implante de cateter de Tenkhoff e faz diálise noturna com cicladora, 7 trocas noturnas e cavidade seca durante o dia. Há 3 dias, ao efetuar a primeira troca, notou que o líquido de drenagem estava turvo e passou a sentir dor abdominal e elevação da temperatura corporal. Imediatamente, procurou a equipe de saúde responsável pelo programa dialítico, sendo, então, colhido sangue para hemograma e líquido de drenagem peritoneal para citologia, citometria e cultura, e iniciado esquema antibiótico.
A respeito do quadro clínico acima descrito, julgue os itens seguintes.
A citologia quantitativa do efluente peritoneal, nos casos de peritonite, caracteriza-se por uma contagem de leucócitos superior a 30 células por mm 3 , com predomínio de neutrófilos polimorfonucleares, superior a 50%.
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Certas glomerulonefrites, em sua evolução, costumam cursar com consumo de complemento, sendo este dado útil no diagnóstico diferencial e prognóstico da doença. Acerca desse assunto, julgue os itens a seguir.
Na glomerulonefrite difusa aguda pós-infecciosa, é comum observar consumo preferencial da fração C4 do complemento sérico nas primeiras 6 a 8 semanas da doença.
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Certas glomerulonefrites, em sua evolução, costumam cursar com consumo de complemento, sendo este dado útil no diagnóstico diferencial e prognóstico da doença. Acerca desse assunto, julgue os itens a seguir.
Na glomerulonefrite membranoproliferativa (mesangiocapilar) do tipo II, a presença de um anticorpo (IgG), denominado fator nefritogênico que estabiliza a convertase do C3 (C3bBb), ativa o complemento por via alternada e reduz intensamente a fração C3 do complemento sérico.
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