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Foram encontradas 40 questões.

2416349 Ano: 2011
Disciplina: Enfermagem
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. São Mamede-PB
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Na infecção, a febre é uma conseqüência
 

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Segundo o art. 200 da Constituição Federal/88, é atribuição do SUS, na sua competência nacional:

 

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2415126 Ano: 2011
Disciplina: Enfermagem
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. São Mamede-PB
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Quando se fala do cuidado ético de enfermagem, está-se pensando em
 

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Celebrações marcam os 426 anos de João Pessoa. No dia do aniversário da cidade, o Movimento Varadouro Cultural promove a mobilização , defendendo a mudança da bandeira da Paraíba. O evento acontece durante todo o dia nas casas de cultura e ruas do Varadouro, no Centro, com exposições de arte, rodas de conversas, apresentações musicais, exibição de vídeos, entre outros.

http://www.portalcorreio.com.br, 05/08/2011

Assinale a opção que completa corretamente a lacuna da notícia.

 

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O projeto instituído pela Secretaria de Estado da Educação (SEE) a que a notícia se refere e que preenche a lacuna CORRETAMENTE é:

 

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2414343 Ano: 2011
Disciplina: Enfermagem
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. São Mamede-PB
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Em que posição deve ser colocado (na mesa cirúrgica) um paciente a ser submetido a uma cirurgia de órgão pélvico e genitais?
 

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2414049 Ano: 2011
Disciplina: Enfermagem
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. São Mamede-PB
Constitui uma medida de prevenção secundária o
 

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2413869 Ano: 2011
Disciplina: Enfermagem
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. São Mamede-PB
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Em relação aos cuidados de enfermagem sobre a conservação e infusão da nutrição parenteral (NP), a boa prática recomenda:
 

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Péssima qualidade dos cursos reduz procura por cursos de direito
Os calouros têm perdido interesse pelos cursos de direito e administração, os mais procurados do país, e pelas carreiras de saúde e educação. Por outro lado, cresce a procura por engenharia, produção (como os cursos de tecnologia ) e construção (como arquitetura ). O cenário foi constatado em estudo da consultoria Hoper Educação, com base em dados oficiais do MEC. A pesquisa aponta que o número de ingressantes em cursos privados de engenharia, produção e construção subiu 33% entre 2007 e 2009. Já a procura por administração e direito caiu 10% e 6%, respectivamente. A área de saúde também recuou (5%), puxada sobretudo por enfermagem e fisioterapia. Os dados são os mais atualizados já disponíveis.
Para o autor do estudo, Romário Davel, há dois motivos para o cenário. O primeiro é o mercado de trabalho. A percepção dos calouros é que já há excesso de profissionais nas áreas em queda, enquanto surgem rotineiramente notícias de falta de engenheiros e de profissionais ligados à infraestrutura. "É uma área em que o jovem pode apostar para os próximos anos, porque a demanda deverá seguir alta." Outro fator, diz Davel, é a ação do MEC, que incentiva a abertura de cursos de engenharia e vem barrando a expansão dos de saúde, além de cortar vagas em direito.
O secretário de Educação Superior do MEC, Luiz Cláudio Costa, diz que o fundamental é melhorar a avaliação dos cursos em geral, "o que garante uma expansão com qualidade e permite que os estudantes tenham mais possibilidades de escolha". Diretor da Associação Brasileira de Educação em Engenharia, Vanderli Fava de Oliveira, diz que o crescimento da área é insuficiente. "Para chegarmos ao nível de países desenvolvidos, precisamos dobrar o número de engenheiros formados por ano."
Do lado dos cursos que encolhem, as explicações variam. Para o presidente interino do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, Alberto de Paula Machado, a queda de calouros de direito decorre da falta de qualidade de muitos cursos. "Com as altas taxas de reprovação no Exame da Ordem e em concursos públicos, as pessoas se desestimulam. Elas percebem que gastarão dinheiro com a formação e não conseguirão boa inserção no mercado", diz.
Já o presidente do Conselho de Fisioterapia e Terapia Ocupacional de SP, Gil Lúcio Almeida, afirma que a queda dos calouros ocorre porque Estado e planos de saúde oferecem poucos serviços aos profissionais, além de concederem "baixa remuneração". Os conselhos profissionais de administração e enfermagem não se pronunciaram.
Folha de São Paulo, 24/6/2011
Estado e planos de saúde oferecem poucos serviços aos profissionais.
O trecho destacado na oração acima exerce a função sintática de:
 

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Péssima qualidade dos cursos reduz procura por cursos de direito
Os calouros têm perdido interesse pelos cursos de direito e administração, os mais procurados do país, e pelas carreiras de saúde e educação. Por outro lado, cresce a procura por engenharia, produção (como os cursos de tecnologia ) e construção (como arquitetura ). O cenário foi constatado em estudo da consultoria Hoper Educação, com base em dados oficiais do MEC. A pesquisa aponta que o número de ingressantes em cursos privados de engenharia, produção e construção subiu 33% entre 2007 e 2009. Já a procura por administração e direito caiu 10% e 6%, respectivamente. A área de saúde também recuou (5%), puxada sobretudo por enfermagem e fisioterapia. Os dados são os mais atualizados já disponíveis.
Para o autor do estudo, Romário Davel, há dois motivos para o cenário. O primeiro é o mercado de trabalho. A percepção dos calouros é que já há excesso de profissionais nas áreas em queda, enquanto surgem rotineiramente notícias de falta de engenheiros e de profissionais ligados à infraestrutura. "É uma área em que o jovem pode apostar para os próximos anos, porque a demanda deverá seguir alta." Outro fator, diz Davel, é a ação do MEC, que incentiva a abertura de cursos de engenharia e vem barrando a expansão dos de saúde, além de cortar vagas em direito.
O secretário de Educação Superior do MEC, Luiz Cláudio Costa, diz que o fundamental é melhorar a avaliação dos cursos em geral, "o que garante uma expansão com qualidade e permite que os estudantes tenham mais possibilidades de escolha". Diretor da Associação Brasileira de Educação em Engenharia, Vanderli Fava de Oliveira, diz que o crescimento da área é insuficiente. "Para chegarmos ao nível de países desenvolvidos, precisamos dobrar o número de engenheiros formados por ano."
Do lado dos cursos que encolhem, as explicações variam. Para o presidente interino do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, Alberto de Paula Machado, a queda de calouros de direito decorre da falta de qualidade de muitos cursos. "Com as altas taxas de reprovação no Exame da Ordem e em concursos públicos, as pessoas se desestimulam. Elas percebem que gastarão dinheiro com a formação e não conseguirão boa inserção no mercado", diz.
Já o presidente do Conselho de Fisioterapia e Terapia Ocupacional de SP, Gil Lúcio Almeida, afirma que a queda dos calouros ocorre porque Estado e planos de saúde oferecem poucos serviços aos profissionais, além de concederem "baixa remuneração". Os conselhos profissionais de administração e enfermagem não se pronunciaram.
Folha de São Paulo, 24/6/2011
Os calouros têm perdido interesse pelos cursos de direito e administração, os mais procurados do país, e pelas carreiras de saúde e educação.
Assinale a opção que contém a explicação ADEQUADA para o uso das vírgulas no trecho acima.
 

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