Foram encontradas 445 questões.
Considerando as proposições p e q, assinale a alternativa verdadeira:
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A proposição: “os jogadores deste time não são fracos ou não sabem driblar” é logicamente equivalente a:
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Do ponto de vista da lógica, a proposição “no mês de novembro, ou choverá ou não choverá no sertão da Paraíba” é uma:
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Texto
A questão dos livros: Passado, presente e futuro
Robert Darnton, tradução de Daniel Pellizzari, Editora companhia das Letras, 2010.
O historiador norte-americano Robert Darnton decidiu reunir em um único volume seus artigos abordando a questão do livro, depois de verificar que, na última década, ele havia sido convidado a um grande número de conferências sobre a suposta 'morte do livro', levando-o a suspeitar que estes, ao contrário, deviam estar muito vivos. Abordando questões como: “Estaria a era do livro em papel encadernado chegando perto do fim, em face dos avanços trazidos pelas tecnologias digitais?”, Darnton discute alguns temores que esta paisagem suscita. Por exemplo, será que a iniciativa do Google de digitalizar livros de grandes bibliotecas públicas americanas sinaliza uma tendência monopolista visando apenas ao lucro? E como ficarão os interesses de editores e autores em processo que pode assumir características predatórias, como ocorreu com a indústria fonográfica?
Comentário In: ARCOVERDE, Rossana D. de Lima. Fundamentos e
Práticas de leitura e escrita. Campina Grande: EDUEPB 2014, p. 87.
O gênero textual acima foi produzido, tomando como princípio norteador:
I - Proposições questionadoras a respeito do livro impresso.
II - A defesa “dos avanços trazidos pelas tecnologias digitais”.
III - A certeza de que o livro impresso chegou ao seu final.
Analise as proposições e escolha a alternativa adequada. Está(ão) CORRETA(S), apenas:
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Texto
Eu e a serra
Olho o espinhaço da serra, encaroçado de gigantescas pedras parecendo contas de um rosário a se debulharem no oratório das nuvens. A serra sempre me desafiou. Muitas vezes, tenho planejado subi-la, mas me esmaece a vontade, na perspectiva de vê-la desaparecer, depois da posse. Assim, tenho preferido encantar-me de longe, mais uma miragem de céu e terra, do que o confronto com as pedras a desfazer o milagre.
Já uma vez, tentei escalá-la. Nem fui ao meio do caminho. À medida que subia o encantamento se desmanchava em tropeços e escorregões, como se eu fosse, pouco a pouco, acordando de um sonho bom, para a aspereza da vida. De longe, é melhor, pois solto a imaginação a ver gigantes encapuzados de nuvens, mistérios de locas escuras e úmidas, algumas flores pendentes das pedras como candelabros macios da festa de Deus.
Parece mesmo que, na distância, eu e a serra comungamos maior pureza, um sem desnudar-se ao outro, no êxtase de uma secreta paixão, para o orgasmo dos olhos deslumbrados. A distância e o perto têm dissonâncias. O intocável tem algo de místico, de transcendente, até o absurdo que é a fertilidade da imaginação. De perto, tudo esmorece, esmaece, apaga-se, a luz não é a mesma, a possibilidade do estreito contato perde o encanto do inatingível. [...]
MARACAJÁ, Robério. Cerca de Varas. Campina Grande, Latus, 2014. p.165
No enunciado “Eu e a serra temos dissonâncias”, há um:
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Texto
Eu e a serra
Olho o espinhaço da serra, encaroçado de gigantescas pedras parecendo contas de um rosário a se debulharem no oratório das nuvens. A serra sempre me desafiou. Muitas vezes, tenho planejado subi-la, mas me esmaece a vontade, na perspectiva de vê-la desaparecer, depois da posse. Assim, tenho preferido encantar-me de longe, mais uma miragem de céu e terra, do que o confronto com as pedras a desfazer o milagre.
Já uma vez, tentei escalá-la. Nem fui ao meio do caminho. À medida que subia o encantamento se desmanchava em tropeços e escorregões, como se eu fosse, pouco a pouco, acordando de um sonho bom, para a aspereza da vida. De longe, é melhor, pois solto a imaginação a ver gigantes encapuzados de nuvens, mistérios de locas escuras e úmidas, algumas flores pendentes das pedras como candelabros macios da festa de Deus.
Parece mesmo que, na distância, eu e a serra comungamos maior pureza, um sem desnudar-se ao outro, no êxtase de uma secreta paixão, para o orgasmo dos olhos deslumbrados. A distância e o perto têm dissonâncias. O intocável tem algo de místico, de transcendente, até o absurdo que é a fertilidade da imaginação. De perto, tudo esmorece, esmaece, apaga-se, a luz não é a mesma, a possibilidade do estreito contato perde o encanto do inatingível. [...]
MARACAJÁ, Robério. Cerca de Varas. Campina Grande, Latus, 2014. p.165
Marque a alternativa em cujo enunciado o termo “a” funciona como preposição no sistema de transitividade.
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Texto
Eu e a serra
Olho o espinhaço da serra, encaroçado de gigantescas pedras parecendo contas de um rosário a se debulharem no oratório das nuvens. A serra sempre me desafiou. Muitas vezes, tenho planejado subi-la, mas me esmaece a vontade, na perspectiva de vê-la desaparecer, depois da posse. Assim, tenho preferido encantar-me de longe, mais uma miragem de céu e terra, do que o confronto com as pedras a desfazer o milagre.
Já uma vez, tentei escalá-la. Nem fui ao meio do caminho. À medida que subia o encantamento se desmanchava em tropeços e escorregões, como se eu fosse, pouco a pouco, acordando de um sonho bom, para a aspereza da vida. De longe, é melhor, pois solto a imaginação a ver gigantes encapuzados de nuvens, mistérios de locas escuras e úmidas, algumas flores pendentes das pedras como candelabros macios da festa de Deus.
Parece mesmo que, na distância, eu e a serra comungamos maior pureza, um sem desnudar-se ao outro, no êxtase de uma secreta paixão, para o orgasmo dos olhos deslumbrados. A distância e o perto têm dissonâncias. O intocável tem algo de místico, de transcendente, até o absurdo que é a fertilidade da imaginação. De perto, tudo esmorece, esmaece, apaga-se, a luz não é a mesma, a possibilidade do estreito contato perde o encanto do inatingível. [...]
MARACAJÁ, Robério. Cerca de Varas. Campina Grande, Latus, 2014. p.165
Analise as proposições, a seguir, e marque a alternativa adequada, sobre a construção do texto.
I - “Eu e a serra” é uma história verídica acontecida com o autor, em relação à serra da Borborema.
II - O texto é uma Crônica, fruto da criação subjetiva do autor.
III - O autor do texto descreve, de forma figurada, o “desafio” que a serra lhe apresenta.
Está(ão) CORRETA(S), apenas:
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O lugar ou espaço, como local de trabalho que ocupa o Supervisor no interior da unidade escola, segundo Medina (2002), NÃO fica no vazio, no ar, EXCETO na alternativa:
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O Planejamento de Ensino é um instrumento de trabalho tanto para o próprio sujeito e grupo de ensino aprendizagem da escola, quanto para a Ação Supervisora. Assinale a opção que NÃO condiz com as finalidades do planejamento de Ensino, segundo Vasconcelos (2000):
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O conselho de classe como possibilidade de discussão do trabalho pedagógico e de planejamento do supervisor, segundo Dalben (1995) assume duas dimensões subjetivas na prática de organização do trabalho escolar dos conselhos de classe. A primeira refere-se às práticas sociais como ideologia; já a segunda está relacionada às representações envolvidas nas relações internas aos conselhos de classe.
Assinale a alternativa INCORRETA.
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