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Foram encontradas 40 questões.

769227 Ano: 2019
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: Itame
Orgão: Pref. Senador Canedo-GO
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Tailor-made quips
My husband and I couldn’t decide which jacket to buy our granddaughter, so we asked the young salesman.
“If you were buying a jacket for your girlfriend,” I said, “what would you get?”
“A bulletproof one,” he said. “I’m married.”
- John Canuteson, Liberty, Missouri
It can be inferred from the text that
 

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769226 Ano: 2019
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: Itame
Orgão: Pref. Senador Canedo-GO
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Teaching English in Brazil
The largest country in South America, Brazil has recently emerged as an international economic powerhouse, creating unprecedented demand for certified English language teachers. English teachers typically find work between March and August.
While a very limited number of English language schools interview teachers in advance over the phone and via e-mail, the best way to find a job is on the ground in Brazil during an in-person interview. English teachers in Brazil are responsible for their airfare and housing. Most live in apartments recently vacated by previous teachers, and many share accommodations with coworkers.
English teachers can afford a comfortable lifestyle in Brazil. Schools typically offer 20 to 25 hours of work per week, leaving plenty of time to travel and explore. Please note that while a Bachelor's degree is not required to secure a job in Brazil, it still can be strongly preferred by employers. If you do not have a degree, you should be prepared for a more competitive job search.
Please also note that it is not common to obtain a work visa in Brazil. English teachers typically work under the table on a tourist visa. It is common practice, but it is not technically a legal work visa. Should you choose to work under the table, it is your responsibility to be informed of the potential consequences of working on a tourist visa.
TEFL certification is typically required. English teaching jobs are concentrated in the larger cities such as Rio de Janeiro, São Paulo, Recife, Salvador, and Brasilia.
For more information about teaching English in Brazil, check out our Brazil Resource Hub!
The use of should in the sentence “Should you choose to work under the table, it is your responsibility to be informed of the potential consequences of working on a tourist visa” (4th paragraph), is correctly explained in the alternative:
 

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Maria foi à churrascaria e consumiu R$ 235,70. Ao se dirigir ao caixa a atendente comunicou que além do valor consumido, seria cobrado 10% sobre o valor do consumo, referente à taxa de serviço do garçom. Sabendo que Maria pagou a conta com seis notas de R$ 50,00, o troco por ela recebido foi de:
 

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Em uma liga metálica de 70 gramas o teor de ouro é de 60% e o restante é prata. A quantidade de gramas de prata que devem ser retiradas dessa liga, a fim de que o teor de ouro passe a ser 75% será igual à:
 

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Para a construção de uma rodovia 10 máquinas trabalham 8h por dia e constroem 5 km de asfalto. Trabalhando 16h por dia, quantos quilômetros de asfalto serão construídos por 18 máquinas com o mesmo rendimento das anteriores?
 

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Considere os números de três algarismos distintos que podem ser formados com os algarismos 1, 3 e 5. Nessas condições, escolhido um desses números ao acaso a probabilidade do número escolhido ser múltiplo de três é igual à:
 

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A figura a seguir é composta por retângulos e suas medidas estão especificadas utilizando as variáveis x e y, observe:
enunciado 769187-1
De acordo com o exposto, nos itens a seguir, a expressão algébrica que não representa a área dessa figura será:

 

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Ovalle


Manuel Bandeira

Estavas bem mudado

Como se tivesses posto aquelas barbas brancas

Para entrar com maior decoro a Eternidade

Nada de nós te interessava agora

Calavas sereno e grave

Como no fundo foste sempre

Sob as fantasias verbais enormes

Que faziam rir os teus amigos e

Punham bondade no coração dos maus

O padre orava:

- "O coro de todos os anjos te receba...

" Pensei comigo:

Cantando Estrela brilhante

Lá do alto-mar!...

Levamos-te cansado ao teu último endereço

Vi com prazer

Que um dia afinal seremos vizinhos Conversaremos longamente

De sepultura a sepultura

No silêncio das madrugadas

Quando o orvalho pingar sem ruído

E o luar for uma coisa só.

Qual é a figura de linguagem que predomina no verso “Levamos-te cansado ao teu último endereço”?
 

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Ovalle


Manuel Bandeira

Estavas bem mudado

Como se tivesses posto aquelas barbas brancas

Para entrar com maior decoro a Eternidade

Nada de nós te interessava agora

Calavas sereno e grave

Como no fundo foste sempre

Sob as fantasias verbais enormes

Que faziam rir os teus amigos e

Punham bondade no coração dos maus

O padre orava:

- "O coro de todos os anjos te receba...

" Pensei comigo:

Cantando Estrela brilhante

Lá do alto-mar!...

Levamos-te cansado ao teu último endereço

Vi com prazer

Que um dia afinal seremos vizinhos Conversaremos longamente

De sepultura a sepultura

No silêncio das madrugadas

Quando o orvalho pingar sem ruído

E o luar for uma coisa só.

Esse texto é literário por apresentar uma linguagem plurissignificativa, ter uma função estética e provocar diferentes emoções no leitor. Considerando esses aspectos, qual é a função predominante da linguagem no poema?
 

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O maniqueísmo que nos alimenta e o amor que nos falta

Sérgio Pardellas

Acordamos e logo somos tragados pelo maniqueísmo. A política nacional está empanturrada dele — um mal que não escolhe governos, muito menos ideologias. Maniqueu, filósofo do século III, cuja doutrina afirma existir o dualismo entre dois princípios opostos — o bem e o mal, o certo e o errado —, transbordaria de orgulho dos súditos que amealhou. A lógica binária é capaz de corromper até o “fundo insubornável do ser” de que dizia Ortega y Gasset. Não raro, a queda-debraço retórica gira em torno de “quem está do lado correto da história”. Não demora e alguém avoca para si o monopólio da virtude. Logo, o oponente é a encarnação do que há de mais desgraçado no mundo. Muitas vezes, a polarização faz lembrar um museu de grandes novidades. O tempo não para e o argumento, outrora música para os ouvidos de um, passa a embalar a valsa do outro.

Nem o dinamarquês Soren Kierkegaard ousaria produzir uma catástrofe tão perfeita. Como o exemplo vem de cima e a sociedade segue no mesmo compasso da política, aquilo a que assistimos são relações pessoais descompassadas. Não é preciso recorrer a exemplos do cotidiano. Eles pululam, semana a semana, e encontram-se debaixo do nosso nariz. O aroma é desagradável. Falta empatia, colocar-se no lugar do outro, entender e tocar a alma alheia. Em suma, a política está colérica e os relacionamentos nas redes sociais ou mesmo fora delas são o seu retrato mais bemacabado. Um triste retrato de chorar lágrimas de esguicho. No ambiente amistoso ou não das mesas de bar não falávamos o que regurgitamos nesses ambientes. Conforme questionava Monteiro Lobato em A luz do baile, “como (o que mudou), se era a mesma gente?”.

Se é certo que opinar sobre tudo virou um fetiche dos tempos modernos, também é lícito afirmar que falta escrúpulo de delicadeza no lançamento de pareceres definitivos, quando não rasos e injuriosos, sobre o outro. Aliás, todos parecem ter prontos na cartola juízos sobre os mais diversos temas na hora de pressupor prevalência sobre terceiros. É a tal superioridade moral erigida tanto pelo Fla quanto pelo Flu. Nessa disputa infértil sobre quem paira acima de quem, a língua se transformou no açoite do que não somos, porque não é possível que nascemos para chicotearmos uns aos outros sem pensarmos em que posturas tão cáusticas irão degenerar.

É necessário descer ao inferno do autoconhecimento e desvelar a própria alma, de que falava Eric Voegelin. É preciso oferecer ao outro o que gostaríamos de receber. Mas nem as crianças, nem os idosos, nem os desvalidos, nem sequer o luto dos que sofrem, expressão máxima da dignidade humana, são respeitados mais. A urgência deve ser o amor ao próximo, não o ódio sem proximidade. A reação é do instinto humano, mas no ambiente álgido de hoje muitos contraatacam sem serem importunados pelo simples prazer de atingir alguém. Ou mesmo por puro comportamento de manada — uma maneira estranha de ser aceito ou mesmo aplaudido em suas bolhas, em geral, formadas por pessoas que abominam o contraditório. Lançada em 1981, a célebre canção “Under Pressure”, da banda britânica “Queen”, nunca foi tão atual: “Insanity laughs, under pressure we’re breaking (A insanidade ri, sob pressão estamos cedendo). Can’t we give ourselves one more chance (Não podemos dar a nós mesmos mais uma chance) Why can’t we give love that one more chance. (Por que não podemos dar ao amor mais uma chance?) Why can’t we give love?” (Por que não podemos dar amor?).

O filósofo e humanista francês Michel de Montaigne dedicou talvez o mais belo de seus ensaios ao amigo Étienne de La Boétie, falecido em 1563, aos 32 anos. Quando indagado sobre a ligação afetiva de ambos, Montaigne sacou uma das justificativas mais doces e profundas que a humanidade já produziu: “porque era ele, porque era eu”. O texto levava o título “De l’amitié: Sobre a Amizade”. Mas bem que poderia se chamar “Sobre o amor”, aquele que tanto nos falta.

Qual é a principal informação na construção do primeiro parágrafo?
 

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