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Foram encontradas 40 questões.

4099337 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Serraria-PB
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A misteriosa cantora com milhões de reproduções nos serviços de streaming − mas quem (ou o que) é ela?
Janeiro tem sido um período especialmente positivo para Sienna Rose. Três de suas canções, que combinam soul e influências de jazz, figuram no Top Viral do Spotify. A mais popular, Into the Blue, ultrapassou a marca de cinco milhões de execuções. Mantido esse ritmo, Rose surge como uma das grandes revelações musicais do ano.
Há, contudo, um elemento inquietante: tudo indica que a cantora talvez não exista. O Deezer, serviço de streaming que desenvolve ferramentas para identificar músicas criadas por inteligência artificial, informou à BBC que muitos dos álbuns e canções atribuídos a Rose foram detectados e marcados como produções geradas por computador.
Outros indícios reforçam a suspeita. Sienna Rose não mantém presença ativa nas redes sociais, nunca realizou apresentações ao vivo, não possui videoclipes e lançou uma quantidade incomum de músicas em pouco tempo. Entre vinte e oito de setembro e cinco de dezembro de 2025, ao menos quarenta e cinco faixas foram disponibilizadas nos serviços de streaming, um volume difícil de ser alcançado mesmo por artistas notoriamente prolíficos.
As imagens associadas à cantora também despertam atenção. Fotografias divulgadas em redes sociais e plataformas musicais apresentam iluminação homogênea e aspecto artificial, frequentemente ligados a softwares de geração de imagens por IA. Em serviços como o Tidal, Rose aparece creditada em álbuns variados, todos lançados no ano anterior.
As próprias músicas alimentam o debate. Faixas como Into the Blue e Breathe Again remetem ao estilo de artistas consagradas do soul contemporâneo, mas ouvintes relatam a presença de artefatos de IA, como um silvo contínuo perceptível ao longo das gravações. Esse efeito é comum em músicas geradas por aplicativos que partem de ruído branco, posteriormente refinado até assumir forma musical.
Segundo Gabriel Meseguer-Brocal, esses processos introduzem erros imperceptíveis ao ouvido humano, mas identificáveis por análises matemáticas, funcionando como impressões digitais do software utilizado. Para o público em geral, surgem ainda outros sinais, como letras pouco elaboradas, padrões rítmicos irregulares e vocais excessivamente previsíveis, o que reforça a percepção de um som genérico.
Apesar disso, as canções de Rose conquistaram admiradores. A cantora Selena Gomez utilizou uma de suas faixas como trilha sonora de uma postagem sobre o Globo de Ouro, em janeiro de 2026, ampliando a visibilidade do caso. Quando surgiram dúvidas sobre a identidade da artista, muitos ouvintes reagiram com frustração, divididos entre a decepção e o reconhecimento de que as músicas não eram desagradáveis.
Há quem considere possível que Sienna Rose seja uma artista real que opta pelo anonimato. Ainda assim, o episódio expõe dilemas enfrentados pela indústria musical diante do avanço acelerado da inteligência artificial. Os custos de lançar uma artista virtual são praticamente nulos, enquanto os rendimentos podem chegar a cerca de duas mil libras por semana, contraste evidente com setores que investem valores elevados em artistas humanos.
O crescimento da música gerada por IA é expressivo. O Deezer afirma que mais de um terço das canções enviadas diariamente à plataforma é produzido por inteligência artificial, número muito superior ao registrado dezoito meses antes. Algumas empresas passaram a proibir esse tipo de conteúdo, enquanto outras manifestam preocupação em identificar material fraudulento.
A reação contrária à música produzida por algoritmos também se fortalece entre artistas consagrados, que defendem a primazia de canções capazes de expressar vivências humanas autênticas — algo que, ao menos por enquanto, permanece fora do alcance dos sistemas artificiais.
O texto analisa a projeção de uma artista nos serviços de streaming ao mesmo tempo em que apresenta indícios que colocam em dúvida a autenticidade de sua identidade, em um cenário marcado pelo uso crescente de tecnologias digitais na produção musical.
De acordo com o texto, é CORRETO afirmar que a repercussão em torno de Sienna Rose se constrói a partir:
 

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4099336 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Serraria-PB
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A misteriosa cantora com milhões de reproduções nos serviços de streaming − mas quem (ou o que) é ela?
Janeiro tem sido um período especialmente positivo para Sienna Rose. Três de suas canções, que combinam soul e influências de jazz, figuram no Top Viral do Spotify. A mais popular, Into the Blue, ultrapassou a marca de cinco milhões de execuções. Mantido esse ritmo, Rose surge como uma das grandes revelações musicais do ano.
Há, contudo, um elemento inquietante: tudo indica que a cantora talvez não exista. O Deezer, serviço de streaming que desenvolve ferramentas para identificar músicas criadas por inteligência artificial, informou à BBC que muitos dos álbuns e canções atribuídos a Rose foram detectados e marcados como produções geradas por computador.
Outros indícios reforçam a suspeita. Sienna Rose não mantém presença ativa nas redes sociais, nunca realizou apresentações ao vivo, não possui videoclipes e lançou uma quantidade incomum de músicas em pouco tempo. Entre vinte e oito de setembro e cinco de dezembro de 2025, ao menos quarenta e cinco faixas foram disponibilizadas nos serviços de streaming, um volume difícil de ser alcançado mesmo por artistas notoriamente prolíficos.
As imagens associadas à cantora também despertam atenção. Fotografias divulgadas em redes sociais e plataformas musicais apresentam iluminação homogênea e aspecto artificial, frequentemente ligados a softwares de geração de imagens por IA. Em serviços como o Tidal, Rose aparece creditada em álbuns variados, todos lançados no ano anterior.
As próprias músicas alimentam o debate. Faixas como Into the Blue e Breathe Again remetem ao estilo de artistas consagradas do soul contemporâneo, mas ouvintes relatam a presença de artefatos de IA, como um silvo contínuo perceptível ao longo das gravações. Esse efeito é comum em músicas geradas por aplicativos que partem de ruído branco, posteriormente refinado até assumir forma musical.
Segundo Gabriel Meseguer-Brocal, esses processos introduzem erros imperceptíveis ao ouvido humano, mas identificáveis por análises matemáticas, funcionando como impressões digitais do software utilizado. Para o público em geral, surgem ainda outros sinais, como letras pouco elaboradas, padrões rítmicos irregulares e vocais excessivamente previsíveis, o que reforça a percepção de um som genérico.
Apesar disso, as canções de Rose conquistaram admiradores. A cantora Selena Gomez utilizou uma de suas faixas como trilha sonora de uma postagem sobre o Globo de Ouro, em janeiro de 2026, ampliando a visibilidade do caso. Quando surgiram dúvidas sobre a identidade da artista, muitos ouvintes reagiram com frustração, divididos entre a decepção e o reconhecimento de que as músicas não eram desagradáveis.
Há quem considere possível que Sienna Rose seja uma artista real que opta pelo anonimato. Ainda assim, o episódio expõe dilemas enfrentados pela indústria musical diante do avanço acelerado da inteligência artificial. Os custos de lançar uma artista virtual são praticamente nulos, enquanto os rendimentos podem chegar a cerca de duas mil libras por semana, contraste evidente com setores que investem valores elevados em artistas humanos.
O crescimento da música gerada por IA é expressivo. O Deezer afirma que mais de um terço das canções enviadas diariamente à plataforma é produzido por inteligência artificial, número muito superior ao registrado dezoito meses antes. Algumas empresas passaram a proibir esse tipo de conteúdo, enquanto outras manifestam preocupação em identificar material fraudulento.
A reação contrária à música produzida por algoritmos também se fortalece entre artistas consagrados, que defendem a primazia de canções capazes de expressar vivências humanas autênticas — algo que, ao menos por enquanto, permanece fora do alcance dos sistemas artificiais.
Há, contudo, um elemento inquietante: tudo indica que a cantora talvez não exista.
Assinale a alternativa CORRETA quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase:
 

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4099335 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Serraria-PB
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A misteriosa cantora com milhões de reproduções nos serviços de streaming − mas quem (ou o que) é ela?
Janeiro tem sido um período especialmente positivo para Sienna Rose. Três de suas canções, que combinam soul e influências de jazz, figuram no Top Viral do Spotify. A mais popular, Into the Blue, ultrapassou a marca de cinco milhões de execuções. Mantido esse ritmo, Rose surge como uma das grandes revelações musicais do ano.
Há, contudo, um elemento inquietante: tudo indica que a cantora talvez não exista. O Deezer, serviço de streaming que desenvolve ferramentas para identificar músicas criadas por inteligência artificial, informou à BBC que muitos dos álbuns e canções atribuídos a Rose foram detectados e marcados como produções geradas por computador.
Outros indícios reforçam a suspeita. Sienna Rose não mantém presença ativa nas redes sociais, nunca realizou apresentações ao vivo, não possui videoclipes e lançou uma quantidade incomum de músicas em pouco tempo. Entre vinte e oito de setembro e cinco de dezembro de 2025, ao menos quarenta e cinco faixas foram disponibilizadas nos serviços de streaming, um volume difícil de ser alcançado mesmo por artistas notoriamente prolíficos.
As imagens associadas à cantora também despertam atenção. Fotografias divulgadas em redes sociais e plataformas musicais apresentam iluminação homogênea e aspecto artificial, frequentemente ligados a softwares de geração de imagens por IA. Em serviços como o Tidal, Rose aparece creditada em álbuns variados, todos lançados no ano anterior.
As próprias músicas alimentam o debate. Faixas como Into the Blue e Breathe Again remetem ao estilo de artistas consagradas do soul contemporâneo, mas ouvintes relatam a presença de artefatos de IA, como um silvo contínuo perceptível ao longo das gravações. Esse efeito é comum em músicas geradas por aplicativos que partem de ruído branco, posteriormente refinado até assumir forma musical.
Segundo Gabriel Meseguer-Brocal, esses processos introduzem erros imperceptíveis ao ouvido humano, mas identificáveis por análises matemáticas, funcionando como impressões digitais do software utilizado. Para o público em geral, surgem ainda outros sinais, como letras pouco elaboradas, padrões rítmicos irregulares e vocais excessivamente previsíveis, o que reforça a percepção de um som genérico.
Apesar disso, as canções de Rose conquistaram admiradores. A cantora Selena Gomez utilizou uma de suas faixas como trilha sonora de uma postagem sobre o Globo de Ouro, em janeiro de 2026, ampliando a visibilidade do caso. Quando surgiram dúvidas sobre a identidade da artista, muitos ouvintes reagiram com frustração, divididos entre a decepção e o reconhecimento de que as músicas não eram desagradáveis.
Há quem considere possível que Sienna Rose seja uma artista real que opta pelo anonimato. Ainda assim, o episódio expõe dilemas enfrentados pela indústria musical diante do avanço acelerado da inteligência artificial. Os custos de lançar uma artista virtual são praticamente nulos, enquanto os rendimentos podem chegar a cerca de duas mil libras por semana, contraste evidente com setores que investem valores elevados em artistas humanos.
O crescimento da música gerada por IA é expressivo. O Deezer afirma que mais de um terço das canções enviadas diariamente à plataforma é produzido por inteligência artificial, número muito superior ao registrado dezoito meses antes. Algumas empresas passaram a proibir esse tipo de conteúdo, enquanto outras manifestam preocupação em identificar material fraudulento.
A reação contrária à música produzida por algoritmos também se fortalece entre artistas consagrados, que defendem a primazia de canções capazes de expressar vivências humanas autênticas — algo que, ao menos por enquanto, permanece fora do alcance dos sistemas artificiais.
As imagens associadas à cantora também "despertam" atenção. Fotografias divulgadas em redes sociais e plataformas musicais "apresentam" iluminação homogênea e aspecto artificial.
Conjugando os verbos destacados na forma CORRETA do futuro do pretérito do indicativo e do pretérito perfeito do indicativo, respectivamente, tem-se:
 

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4099334 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Serraria-PB
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A misteriosa cantora com milhões de reproduções nos serviços de streaming − mas quem (ou o que) é ela?
Janeiro tem sido um período especialmente positivo para Sienna Rose. Três de suas canções, que combinam soul e influências de jazz, figuram no Top Viral do Spotify. A mais popular, Into the Blue, ultrapassou a marca de cinco milhões de execuções. Mantido esse ritmo, Rose surge como uma das grandes revelações musicais do ano.
Há, contudo, um elemento inquietante: tudo indica que a cantora talvez não exista. O Deezer, serviço de streaming que desenvolve ferramentas para identificar músicas criadas por inteligência artificial, informou à BBC que muitos dos álbuns e canções atribuídos a Rose foram detectados e marcados como produções geradas por computador.
Outros indícios reforçam a suspeita. Sienna Rose não mantém presença ativa nas redes sociais, nunca realizou apresentações ao vivo, não possui videoclipes e lançou uma quantidade incomum de músicas em pouco tempo. Entre vinte e oito de setembro e cinco de dezembro de 2025, ao menos quarenta e cinco faixas foram disponibilizadas nos serviços de streaming, um volume difícil de ser alcançado mesmo por artistas notoriamente prolíficos.
As imagens associadas à cantora também despertam atenção. Fotografias divulgadas em redes sociais e plataformas musicais apresentam iluminação homogênea e aspecto artificial, frequentemente ligados a softwares de geração de imagens por IA. Em serviços como o Tidal, Rose aparece creditada em álbuns variados, todos lançados no ano anterior.
As próprias músicas alimentam o debate. Faixas como Into the Blue e Breathe Again remetem ao estilo de artistas consagradas do soul contemporâneo, mas ouvintes relatam a presença de artefatos de IA, como um silvo contínuo perceptível ao longo das gravações. Esse efeito é comum em músicas geradas por aplicativos que partem de ruído branco, posteriormente refinado até assumir forma musical.
Segundo Gabriel Meseguer-Brocal, esses processos introduzem erros imperceptíveis ao ouvido humano, mas identificáveis por análises matemáticas, funcionando como impressões digitais do software utilizado. Para o público em geral, surgem ainda outros sinais, como letras pouco elaboradas, padrões rítmicos irregulares e vocais excessivamente previsíveis, o que reforça a percepção de um som genérico.
Apesar disso, as canções de Rose conquistaram admiradores. A cantora Selena Gomez utilizou uma de suas faixas como trilha sonora de uma postagem sobre o Globo de Ouro, em janeiro de 2026, ampliando a visibilidade do caso. Quando surgiram dúvidas sobre a identidade da artista, muitos ouvintes reagiram com frustração, divididos entre a decepção e o reconhecimento de que as músicas não eram desagradáveis.
Há quem considere possível que Sienna Rose seja uma artista real que opta pelo anonimato. Ainda assim, o episódio expõe dilemas enfrentados pela indústria musical diante do avanço acelerado da inteligência artificial. Os custos de lançar uma artista virtual são praticamente nulos, enquanto os rendimentos podem chegar a cerca de duas mil libras por semana, contraste evidente com setores que investem valores elevados em artistas humanos.
O crescimento da música gerada por IA é expressivo. O Deezer afirma que mais de um terço das canções enviadas diariamente à plataforma é produzido por inteligência artificial, número muito superior ao registrado dezoito meses antes. Algumas empresas passaram a proibir esse tipo de conteúdo, enquanto outras manifestam preocupação em identificar material fraudulento.
A reação contrária à música produzida por algoritmos também se fortalece entre artistas consagrados, que defendem a primazia de canções capazes de expressar vivências humanas autênticas — algo que, ao menos por enquanto, permanece fora do alcance dos sistemas artificiais.
Três de suas canções, que combinam soul e influências de jazz, figuram no Top Viral do Spotify.
Assinale a alternativa CORRETA que contenha apenas preposição simples.
 

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4099333 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Serraria-PB
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A misteriosa cantora com milhões de reproduções nos serviços de streaming − mas quem (ou o que) é ela?
Janeiro tem sido um período especialmente positivo para Sienna Rose. Três de suas canções, que combinam soul e influências de jazz, figuram no Top Viral do Spotify. A mais popular, Into the Blue, ultrapassou a marca de cinco milhões de execuções. Mantido esse ritmo, Rose surge como uma das grandes revelações musicais do ano.
Há, contudo, um elemento inquietante: tudo indica que a cantora talvez não exista. O Deezer, serviço de streaming que desenvolve ferramentas para identificar músicas criadas por inteligência artificial, informou à BBC que muitos dos álbuns e canções atribuídos a Rose foram detectados e marcados como produções geradas por computador.
Outros indícios reforçam a suspeita. Sienna Rose não mantém presença ativa nas redes sociais, nunca realizou apresentações ao vivo, não possui videoclipes e lançou uma quantidade incomum de músicas em pouco tempo. Entre vinte e oito de setembro e cinco de dezembro de 2025, ao menos quarenta e cinco faixas foram disponibilizadas nos serviços de streaming, um volume difícil de ser alcançado mesmo por artistas notoriamente prolíficos.
As imagens associadas à cantora também despertam atenção. Fotografias divulgadas em redes sociais e plataformas musicais apresentam iluminação homogênea e aspecto artificial, frequentemente ligados a softwares de geração de imagens por IA. Em serviços como o Tidal, Rose aparece creditada em álbuns variados, todos lançados no ano anterior.
As próprias músicas alimentam o debate. Faixas como Into the Blue e Breathe Again remetem ao estilo de artistas consagradas do soul contemporâneo, mas ouvintes relatam a presença de artefatos de IA, como um silvo contínuo perceptível ao longo das gravações. Esse efeito é comum em músicas geradas por aplicativos que partem de ruído branco, posteriormente refinado até assumir forma musical.
Segundo Gabriel Meseguer-Brocal, esses processos introduzem erros imperceptíveis ao ouvido humano, mas identificáveis por análises matemáticas, funcionando como impressões digitais do software utilizado. Para o público em geral, surgem ainda outros sinais, como letras pouco elaboradas, padrões rítmicos irregulares e vocais excessivamente previsíveis, o que reforça a percepção de um som genérico.
Apesar disso, as canções de Rose conquistaram admiradores. A cantora Selena Gomez utilizou uma de suas faixas como trilha sonora de uma postagem sobre o Globo de Ouro, em janeiro de 2026, ampliando a visibilidade do caso. Quando surgiram dúvidas sobre a identidade da artista, muitos ouvintes reagiram com frustração, divididos entre a decepção e o reconhecimento de que as músicas não eram desagradáveis.
Há quem considere possível que Sienna Rose seja uma artista real que opta pelo anonimato. Ainda assim, o episódio expõe dilemas enfrentados pela indústria musical diante do avanço acelerado da inteligência artificial. Os custos de lançar uma artista virtual são praticamente nulos, enquanto os rendimentos podem chegar a cerca de duas mil libras por semana, contraste evidente com setores que investem valores elevados em artistas humanos.
O crescimento da música gerada por IA é expressivo. O Deezer afirma que mais de um terço das canções enviadas diariamente à plataforma é produzido por inteligência artificial, número muito superior ao registrado dezoito meses antes. Algumas empresas passaram a proibir esse tipo de conteúdo, enquanto outras manifestam preocupação em identificar material fraudulento.
A reação contrária à música produzida por algoritmos também se fortalece entre artistas consagrados, que defendem a primazia de canções capazes de expressar vivências humanas autênticas — algo que, ao menos por enquanto, permanece fora do alcance dos sistemas artificiais.
Ainda assim, o episódio expõe dilemas enfrentados pela indústria musical diante do avanço acelerado da inteligência artificial.
Em relação aos valores semânticos expressos pelas classes gramaticais na frase, é CORRETO afirmar que:
 

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4099332 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Serraria-PB
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A misteriosa cantora com milhões de reproduções nos serviços de streaming − mas quem (ou o que) é ela?
Janeiro tem sido um período especialmente positivo para Sienna Rose. Três de suas canções, que combinam soul e influências de jazz, figuram no Top Viral do Spotify. A mais popular, Into the Blue, ultrapassou a marca de cinco milhões de execuções. Mantido esse ritmo, Rose surge como uma das grandes revelações musicais do ano.
Há, contudo, um elemento inquietante: tudo indica que a cantora talvez não exista. O Deezer, serviço de streaming que desenvolve ferramentas para identificar músicas criadas por inteligência artificial, informou à BBC que muitos dos álbuns e canções atribuídos a Rose foram detectados e marcados como produções geradas por computador.
Outros indícios reforçam a suspeita. Sienna Rose não mantém presença ativa nas redes sociais, nunca realizou apresentações ao vivo, não possui videoclipes e lançou uma quantidade incomum de músicas em pouco tempo. Entre vinte e oito de setembro e cinco de dezembro de 2025, ao menos quarenta e cinco faixas foram disponibilizadas nos serviços de streaming, um volume difícil de ser alcançado mesmo por artistas notoriamente prolíficos.
As imagens associadas à cantora também despertam atenção. Fotografias divulgadas em redes sociais e plataformas musicais apresentam iluminação homogênea e aspecto artificial, frequentemente ligados a softwares de geração de imagens por IA. Em serviços como o Tidal, Rose aparece creditada em álbuns variados, todos lançados no ano anterior.
As próprias músicas alimentam o debate. Faixas como Into the Blue e Breathe Again remetem ao estilo de artistas consagradas do soul contemporâneo, mas ouvintes relatam a presença de artefatos de IA, como um silvo contínuo perceptível ao longo das gravações. Esse efeito é comum em músicas geradas por aplicativos que partem de ruído branco, posteriormente refinado até assumir forma musical.
Segundo Gabriel Meseguer-Brocal, esses processos introduzem erros imperceptíveis ao ouvido humano, mas identificáveis por análises matemáticas, funcionando como impressões digitais do software utilizado. Para o público em geral, surgem ainda outros sinais, como letras pouco elaboradas, padrões rítmicos irregulares e vocais excessivamente previsíveis, o que reforça a percepção de um som genérico.
Apesar disso, as canções de Rose conquistaram admiradores. A cantora Selena Gomez utilizou uma de suas faixas como trilha sonora de uma postagem sobre o Globo de Ouro, em janeiro de 2026, ampliando a visibilidade do caso. Quando surgiram dúvidas sobre a identidade da artista, muitos ouvintes reagiram com frustração, divididos entre a decepção e o reconhecimento de que as músicas não eram desagradáveis.
Há quem considere possível que Sienna Rose seja uma artista real que opta pelo anonimato. Ainda assim, o episódio expõe dilemas enfrentados pela indústria musical diante do avanço acelerado da inteligência artificial. Os custos de lançar uma artista virtual são praticamente nulos, enquanto os rendimentos podem chegar a cerca de duas mil libras por semana, contraste evidente com setores que investem valores elevados em artistas humanos.
O crescimento da música gerada por IA é expressivo. O Deezer afirma que mais de um terço das canções enviadas diariamente à plataforma é produzido por inteligência artificial, número muito superior ao registrado dezoito meses antes. Algumas empresas passaram a proibir esse tipo de conteúdo, enquanto outras manifestam preocupação em identificar material fraudulento.
A reação contrária à música produzida por algoritmos também se fortalece entre artistas consagrados, que defendem a primazia de canções capazes de expressar vivências humanas autênticas — algo que, ao menos por enquanto, permanece fora do alcance dos sistemas artificiais.
Quarenta e cinco faixas foram disponibilizadas nos serviços de streaming, um volume difícil de ser alcançado mesmo por artistas notoriamente "prolíficos".
Em relação ao vocábulo destacado, é CORRETO afirmar que o sinônimo mais adequado ao contexto é:
 

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4099331 Ano: 2026
Disciplina: Português
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Orgão: Pref. Serraria-PB
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A misteriosa cantora com milhões de reproduções nos serviços de streaming − mas quem (ou o que) é ela?
Janeiro tem sido um período especialmente positivo para Sienna Rose. Três de suas canções, que combinam soul e influências de jazz, figuram no Top Viral do Spotify. A mais popular, Into the Blue, ultrapassou a marca de cinco milhões de execuções. Mantido esse ritmo, Rose surge como uma das grandes revelações musicais do ano.
Há, contudo, um elemento inquietante: tudo indica que a cantora talvez não exista. O Deezer, serviço de streaming que desenvolve ferramentas para identificar músicas criadas por inteligência artificial, informou à BBC que muitos dos álbuns e canções atribuídos a Rose foram detectados e marcados como produções geradas por computador.
Outros indícios reforçam a suspeita. Sienna Rose não mantém presença ativa nas redes sociais, nunca realizou apresentações ao vivo, não possui videoclipes e lançou uma quantidade incomum de músicas em pouco tempo. Entre vinte e oito de setembro e cinco de dezembro de 2025, ao menos quarenta e cinco faixas foram disponibilizadas nos serviços de streaming, um volume difícil de ser alcançado mesmo por artistas notoriamente prolíficos.
As imagens associadas à cantora também despertam atenção. Fotografias divulgadas em redes sociais e plataformas musicais apresentam iluminação homogênea e aspecto artificial, frequentemente ligados a softwares de geração de imagens por IA. Em serviços como o Tidal, Rose aparece creditada em álbuns variados, todos lançados no ano anterior.
As próprias músicas alimentam o debate. Faixas como Into the Blue e Breathe Again remetem ao estilo de artistas consagradas do soul contemporâneo, mas ouvintes relatam a presença de artefatos de IA, como um silvo contínuo perceptível ao longo das gravações. Esse efeito é comum em músicas geradas por aplicativos que partem de ruído branco, posteriormente refinado até assumir forma musical.
Segundo Gabriel Meseguer-Brocal, esses processos introduzem erros imperceptíveis ao ouvido humano, mas identificáveis por análises matemáticas, funcionando como impressões digitais do software utilizado. Para o público em geral, surgem ainda outros sinais, como letras pouco elaboradas, padrões rítmicos irregulares e vocais excessivamente previsíveis, o que reforça a percepção de um som genérico.
Apesar disso, as canções de Rose conquistaram admiradores. A cantora Selena Gomez utilizou uma de suas faixas como trilha sonora de uma postagem sobre o Globo de Ouro, em janeiro de 2026, ampliando a visibilidade do caso. Quando surgiram dúvidas sobre a identidade da artista, muitos ouvintes reagiram com frustração, divididos entre a decepção e o reconhecimento de que as músicas não eram desagradáveis.
Há quem considere possível que Sienna Rose seja uma artista real que opta pelo anonimato. Ainda assim, o episódio expõe dilemas enfrentados pela indústria musical diante do avanço acelerado da inteligência artificial. Os custos de lançar uma artista virtual são praticamente nulos, enquanto os rendimentos podem chegar a cerca de duas mil libras por semana, contraste evidente com setores que investem valores elevados em artistas humanos.
O crescimento da música gerada por IA é expressivo. O Deezer afirma que mais de um terço das canções enviadas diariamente à plataforma é produzido por inteligência artificial, número muito superior ao registrado dezoito meses antes. Algumas empresas passaram a proibir esse tipo de conteúdo, enquanto outras manifestam preocupação em identificar material fraudulento.
A reação contrária à música produzida por algoritmos também se fortalece entre artistas consagrados, que defendem a primazia de canções capazes de expressar vivências humanas autênticas — algo que, ao menos por enquanto, permanece fora do alcance dos sistemas artificiais.
Esse efeito é comum em músicas geradas por aplicativos "que partem de ruído branco", posteriormente refinado até assumir forma musical.
Em relação à oração subordinada destacada, é CORRETO afirmar que:
 

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4099330 Ano: 2026
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Orgão: Pref. Serraria-PB
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A misteriosa cantora com milhões de reproduções nos serviços de streaming − mas quem (ou o que) é ela?
Janeiro tem sido um período especialmente positivo para Sienna Rose. Três de suas canções, que combinam soul e influências de jazz, figuram no Top Viral do Spotify. A mais popular, Into the Blue, ultrapassou a marca de cinco milhões de execuções. Mantido esse ritmo, Rose surge como uma das grandes revelações musicais do ano.
Há, contudo, um elemento inquietante: tudo indica que a cantora talvez não exista. O Deezer, serviço de streaming que desenvolve ferramentas para identificar músicas criadas por inteligência artificial, informou à BBC que muitos dos álbuns e canções atribuídos a Rose foram detectados e marcados como produções geradas por computador.
Outros indícios reforçam a suspeita. Sienna Rose não mantém presença ativa nas redes sociais, nunca realizou apresentações ao vivo, não possui videoclipes e lançou uma quantidade incomum de músicas em pouco tempo. Entre vinte e oito de setembro e cinco de dezembro de 2025, ao menos quarenta e cinco faixas foram disponibilizadas nos serviços de streaming, um volume difícil de ser alcançado mesmo por artistas notoriamente prolíficos.
As imagens associadas à cantora também despertam atenção. Fotografias divulgadas em redes sociais e plataformas musicais apresentam iluminação homogênea e aspecto artificial, frequentemente ligados a softwares de geração de imagens por IA. Em serviços como o Tidal, Rose aparece creditada em álbuns variados, todos lançados no ano anterior.
As próprias músicas alimentam o debate. Faixas como Into the Blue e Breathe Again remetem ao estilo de artistas consagradas do soul contemporâneo, mas ouvintes relatam a presença de artefatos de IA, como um silvo contínuo perceptível ao longo das gravações. Esse efeito é comum em músicas geradas por aplicativos que partem de ruído branco, posteriormente refinado até assumir forma musical.
Segundo Gabriel Meseguer-Brocal, esses processos introduzem erros imperceptíveis ao ouvido humano, mas identificáveis por análises matemáticas, funcionando como impressões digitais do software utilizado. Para o público em geral, surgem ainda outros sinais, como letras pouco elaboradas, padrões rítmicos irregulares e vocais excessivamente previsíveis, o que reforça a percepção de um som genérico.
Apesar disso, as canções de Rose conquistaram admiradores. A cantora Selena Gomez utilizou uma de suas faixas como trilha sonora de uma postagem sobre o Globo de Ouro, em janeiro de 2026, ampliando a visibilidade do caso. Quando surgiram dúvidas sobre a identidade da artista, muitos ouvintes reagiram com frustração, divididos entre a decepção e o reconhecimento de que as músicas não eram desagradáveis.
Há quem considere possível que Sienna Rose seja uma artista real que opta pelo anonimato. Ainda assim, o episódio expõe dilemas enfrentados pela indústria musical diante do avanço acelerado da inteligência artificial. Os custos de lançar uma artista virtual são praticamente nulos, enquanto os rendimentos podem chegar a cerca de duas mil libras por semana, contraste evidente com setores que investem valores elevados em artistas humanos.
O crescimento da música gerada por IA é expressivo. O Deezer afirma que mais de um terço das canções enviadas diariamente à plataforma é produzido por inteligência artificial, número muito superior ao registrado dezoito meses antes. Algumas empresas passaram a proibir esse tipo de conteúdo, enquanto outras manifestam preocupação em identificar material fraudulento.
A reação contrária à música produzida por algoritmos também se fortalece entre artistas consagrados, que defendem a primazia de canções capazes de expressar vivências humanas autênticas — algo que, ao menos por enquanto, permanece fora do alcance dos sistemas artificiais.
Janeiro tem sido um período especialmente positivo para Sienna Rose.
Sintaticamente, é CORRETO afirmar que, nesta frase:
 

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4099329 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Serraria-PB
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A misteriosa cantora com milhões de reproduções nos serviços de streaming − mas quem (ou o que) é ela?
Janeiro tem sido um período especialmente positivo para Sienna Rose. Três de suas canções, que combinam soul e influências de jazz, figuram no Top Viral do Spotify. A mais popular, Into the Blue, ultrapassou a marca de cinco milhões de execuções. Mantido esse ritmo, Rose surge como uma das grandes revelações musicais do ano.
Há, contudo, um elemento inquietante: tudo indica que a cantora talvez não exista. O Deezer, serviço de streaming que desenvolve ferramentas para identificar músicas criadas por inteligência artificial, informou à BBC que muitos dos álbuns e canções atribuídos a Rose foram detectados e marcados como produções geradas por computador.
Outros indícios reforçam a suspeita. Sienna Rose não mantém presença ativa nas redes sociais, nunca realizou apresentações ao vivo, não possui videoclipes e lançou uma quantidade incomum de músicas em pouco tempo. Entre vinte e oito de setembro e cinco de dezembro de 2025, ao menos quarenta e cinco faixas foram disponibilizadas nos serviços de streaming, um volume difícil de ser alcançado mesmo por artistas notoriamente prolíficos.
As imagens associadas à cantora também despertam atenção. Fotografias divulgadas em redes sociais e plataformas musicais apresentam iluminação homogênea e aspecto artificial, frequentemente ligados a softwares de geração de imagens por IA. Em serviços como o Tidal, Rose aparece creditada em álbuns variados, todos lançados no ano anterior.
As próprias músicas alimentam o debate. Faixas como Into the Blue e Breathe Again remetem ao estilo de artistas consagradas do soul contemporâneo, mas ouvintes relatam a presença de artefatos de IA, como um silvo contínuo perceptível ao longo das gravações. Esse efeito é comum em músicas geradas por aplicativos que partem de ruído branco, posteriormente refinado até assumir forma musical.
Segundo Gabriel Meseguer-Brocal, esses processos introduzem erros imperceptíveis ao ouvido humano, mas identificáveis por análises matemáticas, funcionando como impressões digitais do software utilizado. Para o público em geral, surgem ainda outros sinais, como letras pouco elaboradas, padrões rítmicos irregulares e vocais excessivamente previsíveis, o que reforça a percepção de um som genérico.
Apesar disso, as canções de Rose conquistaram admiradores. A cantora Selena Gomez utilizou uma de suas faixas como trilha sonora de uma postagem sobre o Globo de Ouro, em janeiro de 2026, ampliando a visibilidade do caso. Quando surgiram dúvidas sobre a identidade da artista, muitos ouvintes reagiram com frustração, divididos entre a decepção e o reconhecimento de que as músicas não eram desagradáveis.
Há quem considere possível que Sienna Rose seja uma artista real que opta pelo anonimato. Ainda assim, o episódio expõe dilemas enfrentados pela indústria musical diante do avanço acelerado da inteligência artificial. Os custos de lançar uma artista virtual são praticamente nulos, enquanto os rendimentos podem chegar a cerca de duas mil libras por semana, contraste evidente com setores que investem valores elevados em artistas humanos.
O crescimento da música gerada por IA é expressivo. O Deezer afirma que mais de um terço das canções enviadas diariamente à plataforma é produzido por inteligência artificial, número muito superior ao registrado dezoito meses antes. Algumas empresas passaram a proibir esse tipo de conteúdo, enquanto outras manifestam preocupação em identificar material fraudulento.
A reação contrária à música produzida por algoritmos também se fortalece entre artistas consagrados, que defendem a primazia de canções capazes de expressar vivências humanas autênticas — algo que, ao menos por enquanto, permanece fora do alcance dos sistemas artificiais.
Segundo Gabriel Meseguer-Brocal, esses processos introduzem erros "imperceptíveis" ao ouvido humano, mas identificáveis por análises matemáticas.
Em relação à formação da palavra destacada, é CORRETO afirmar que:
 

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4099328 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Serraria-PB
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A misteriosa cantora com milhões de reproduções nos serviços de streaming − mas quem (ou o que) é ela?
Janeiro tem sido um período especialmente positivo para Sienna Rose. Três de suas canções, que combinam soul e influências de jazz, figuram no Top Viral do Spotify. A mais popular, Into the Blue, ultrapassou a marca de cinco milhões de execuções. Mantido esse ritmo, Rose surge como uma das grandes revelações musicais do ano.
Há, contudo, um elemento inquietante: tudo indica que a cantora talvez não exista. O Deezer, serviço de streaming que desenvolve ferramentas para identificar músicas criadas por inteligência artificial, informou à BBC que muitos dos álbuns e canções atribuídos a Rose foram detectados e marcados como produções geradas por computador.
Outros indícios reforçam a suspeita. Sienna Rose não mantém presença ativa nas redes sociais, nunca realizou apresentações ao vivo, não possui videoclipes e lançou uma quantidade incomum de músicas em pouco tempo. Entre vinte e oito de setembro e cinco de dezembro de 2025, ao menos quarenta e cinco faixas foram disponibilizadas nos serviços de streaming, um volume difícil de ser alcançado mesmo por artistas notoriamente prolíficos.
As imagens associadas à cantora também despertam atenção. Fotografias divulgadas em redes sociais e plataformas musicais apresentam iluminação homogênea e aspecto artificial, frequentemente ligados a softwares de geração de imagens por IA. Em serviços como o Tidal, Rose aparece creditada em álbuns variados, todos lançados no ano anterior.
As próprias músicas alimentam o debate. Faixas como Into the Blue e Breathe Again remetem ao estilo de artistas consagradas do soul contemporâneo, mas ouvintes relatam a presença de artefatos de IA, como um silvo contínuo perceptível ao longo das gravações. Esse efeito é comum em músicas geradas por aplicativos que partem de ruído branco, posteriormente refinado até assumir forma musical.
Segundo Gabriel Meseguer-Brocal, esses processos introduzem erros imperceptíveis ao ouvido humano, mas identificáveis por análises matemáticas, funcionando como impressões digitais do software utilizado. Para o público em geral, surgem ainda outros sinais, como letras pouco elaboradas, padrões rítmicos irregulares e vocais excessivamente previsíveis, o que reforça a percepção de um som genérico.
Apesar disso, as canções de Rose conquistaram admiradores. A cantora Selena Gomez utilizou uma de suas faixas como trilha sonora de uma postagem sobre o Globo de Ouro, em janeiro de 2026, ampliando a visibilidade do caso. Quando surgiram dúvidas sobre a identidade da artista, muitos ouvintes reagiram com frustração, divididos entre a decepção e o reconhecimento de que as músicas não eram desagradáveis.
Há quem considere possível que Sienna Rose seja uma artista real que opta pelo anonimato. Ainda assim, o episódio expõe dilemas enfrentados pela indústria musical diante do avanço acelerado da inteligência artificial. Os custos de lançar uma artista virtual são praticamente nulos, enquanto os rendimentos podem chegar a cerca de duas mil libras por semana, contraste evidente com setores que investem valores elevados em artistas humanos.
O crescimento da música gerada por IA é expressivo. O Deezer afirma que mais de um terço das canções enviadas diariamente à plataforma é produzido por inteligência artificial, número muito superior ao registrado dezoito meses antes. Algumas empresas passaram a proibir esse tipo de conteúdo, enquanto outras manifestam preocupação em identificar material fraudulento.
A reação contrária à música produzida por algoritmos também se fortalece entre artistas consagrados, que defendem a primazia de canções capazes de expressar vivências humanas autênticas — algo que, ao menos por enquanto, permanece fora do alcance dos sistemas artificiais.
Quando surgiram dúvidas sobre a identidade da artista, muitos ouvintes "reagiram" com frustração.
Em relação à regência do verbo destacado, é CORRETO afirmar que:
 

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