Foram encontradas 40 questões.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A misteriosa cantora com milhões de reproduções
nos serviços de streaming − mas quem (ou o que) é
ela?
Janeiro tem sido um período especialmente positivo para
Sienna Rose. Três de suas canções, que combinam soul
e influências de jazz, figuram no Top Viral do Spotify. A
mais popular, Into the Blue, ultrapassou a marca de
cinco milhões de execuções. Mantido esse ritmo, Rose
surge como uma das grandes revelações musicais do
ano.
Há, contudo, um elemento inquietante: tudo indica que a
cantora talvez não exista. O Deezer, serviço de
streaming que desenvolve ferramentas para identificar
músicas criadas por inteligência artificial, informou à BBC
que muitos dos álbuns e canções atribuídos a Rose
foram detectados e marcados como produções geradas
por computador.
Outros indícios reforçam a suspeita. Sienna Rose não
mantém presença ativa nas redes sociais, nunca realizou
apresentações ao vivo, não possui videoclipes e lançou
uma quantidade incomum de músicas em pouco tempo.
Entre vinte e oito de setembro e cinco de dezembro de
2025, ao menos quarenta e cinco faixas foram disponibilizadas nos serviços de streaming, um volume
difícil de ser alcançado mesmo por artistas notoriamente
prolíficos.
As imagens associadas à cantora também despertam
atenção. Fotografias divulgadas em redes sociais e
plataformas musicais apresentam iluminação
homogênea e aspecto artificial, frequentemente ligados a
softwares de geração de imagens por IA. Em serviços
como o Tidal, Rose aparece creditada em álbuns
variados, todos lançados no ano anterior.
As próprias músicas alimentam o debate. Faixas como
Into the Blue e Breathe Again remetem ao estilo de
artistas consagradas do soul contemporâneo, mas
ouvintes relatam a presença de artefatos de IA, como um
silvo contínuo perceptível ao longo das gravações. Esse
efeito é comum em músicas geradas por aplicativos que
partem de ruído branco, posteriormente refinado até
assumir forma musical.
Segundo Gabriel Meseguer-Brocal, esses processos
introduzem erros imperceptíveis ao ouvido humano, mas
identificáveis por análises matemáticas, funcionando
como impressões digitais do software utilizado. Para o
público em geral, surgem ainda outros sinais, como
letras pouco elaboradas, padrões rítmicos irregulares e
vocais excessivamente previsíveis, o que reforça a
percepção de um som genérico.
Apesar disso, as canções de Rose conquistaram
admiradores. A cantora Selena Gomez utilizou uma de
suas faixas como trilha sonora de uma postagem sobre o
Globo de Ouro, em janeiro de 2026, ampliando a
visibilidade do caso. Quando surgiram dúvidas sobre a
identidade da artista, muitos ouvintes reagiram com
frustração, divididos entre a decepção e o
reconhecimento de que as músicas não eram
desagradáveis.
Há quem considere possível que Sienna Rose seja uma
artista real que opta pelo anonimato. Ainda assim, o
episódio expõe dilemas enfrentados pela indústria
musical diante do avanço acelerado da inteligência
artificial. Os custos de lançar uma artista virtual são
praticamente nulos, enquanto os rendimentos podem
chegar a cerca de duas mil libras por semana, contraste
evidente com setores que investem valores elevados em
artistas humanos.
O crescimento da música gerada por IA é expressivo. O
Deezer afirma que mais de um terço das canções
enviadas diariamente à plataforma é produzido por
inteligência artificial, número muito superior ao registrado
dezoito meses antes. Algumas empresas passaram a
proibir esse tipo de conteúdo, enquanto outras
manifestam preocupação em identificar material
fraudulento.
A reação contrária à música produzida por algoritmos
também se fortalece entre artistas consagrados, que
defendem a primazia de canções capazes de expressar
vivências humanas autênticas — algo que, ao menos por
enquanto, permanece fora do alcance dos sistemas
artificiais.
De acordo com o texto, é CORRETO afirmar que a repercussão em torno de Sienna Rose se constrói a partir:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A misteriosa cantora com milhões de reproduções
nos serviços de streaming − mas quem (ou o que) é
ela?
Janeiro tem sido um período especialmente positivo para
Sienna Rose. Três de suas canções, que combinam soul
e influências de jazz, figuram no Top Viral do Spotify. A
mais popular, Into the Blue, ultrapassou a marca de
cinco milhões de execuções. Mantido esse ritmo, Rose
surge como uma das grandes revelações musicais do
ano.
Há, contudo, um elemento inquietante: tudo indica que a
cantora talvez não exista. O Deezer, serviço de
streaming que desenvolve ferramentas para identificar
músicas criadas por inteligência artificial, informou à BBC
que muitos dos álbuns e canções atribuídos a Rose
foram detectados e marcados como produções geradas
por computador.
Outros indícios reforçam a suspeita. Sienna Rose não
mantém presença ativa nas redes sociais, nunca realizou
apresentações ao vivo, não possui videoclipes e lançou
uma quantidade incomum de músicas em pouco tempo.
Entre vinte e oito de setembro e cinco de dezembro de
2025, ao menos quarenta e cinco faixas foram disponibilizadas nos serviços de streaming, um volume
difícil de ser alcançado mesmo por artistas notoriamente
prolíficos.
As imagens associadas à cantora também despertam
atenção. Fotografias divulgadas em redes sociais e
plataformas musicais apresentam iluminação
homogênea e aspecto artificial, frequentemente ligados a
softwares de geração de imagens por IA. Em serviços
como o Tidal, Rose aparece creditada em álbuns
variados, todos lançados no ano anterior.
As próprias músicas alimentam o debate. Faixas como
Into the Blue e Breathe Again remetem ao estilo de
artistas consagradas do soul contemporâneo, mas
ouvintes relatam a presença de artefatos de IA, como um
silvo contínuo perceptível ao longo das gravações. Esse
efeito é comum em músicas geradas por aplicativos que
partem de ruído branco, posteriormente refinado até
assumir forma musical.
Segundo Gabriel Meseguer-Brocal, esses processos
introduzem erros imperceptíveis ao ouvido humano, mas
identificáveis por análises matemáticas, funcionando
como impressões digitais do software utilizado. Para o
público em geral, surgem ainda outros sinais, como
letras pouco elaboradas, padrões rítmicos irregulares e
vocais excessivamente previsíveis, o que reforça a
percepção de um som genérico.
Apesar disso, as canções de Rose conquistaram
admiradores. A cantora Selena Gomez utilizou uma de
suas faixas como trilha sonora de uma postagem sobre o
Globo de Ouro, em janeiro de 2026, ampliando a
visibilidade do caso. Quando surgiram dúvidas sobre a
identidade da artista, muitos ouvintes reagiram com
frustração, divididos entre a decepção e o
reconhecimento de que as músicas não eram
desagradáveis.
Há quem considere possível que Sienna Rose seja uma
artista real que opta pelo anonimato. Ainda assim, o
episódio expõe dilemas enfrentados pela indústria
musical diante do avanço acelerado da inteligência
artificial. Os custos de lançar uma artista virtual são
praticamente nulos, enquanto os rendimentos podem
chegar a cerca de duas mil libras por semana, contraste
evidente com setores que investem valores elevados em
artistas humanos.
O crescimento da música gerada por IA é expressivo. O
Deezer afirma que mais de um terço das canções
enviadas diariamente à plataforma é produzido por
inteligência artificial, número muito superior ao registrado
dezoito meses antes. Algumas empresas passaram a
proibir esse tipo de conteúdo, enquanto outras
manifestam preocupação em identificar material
fraudulento.
A reação contrária à música produzida por algoritmos
também se fortalece entre artistas consagrados, que
defendem a primazia de canções capazes de expressar
vivências humanas autênticas — algo que, ao menos por
enquanto, permanece fora do alcance dos sistemas
artificiais.
Assinale a alternativa CORRETA quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase:
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A misteriosa cantora com milhões de reproduções
nos serviços de streaming − mas quem (ou o que) é
ela?
Janeiro tem sido um período especialmente positivo para
Sienna Rose. Três de suas canções, que combinam soul
e influências de jazz, figuram no Top Viral do Spotify. A
mais popular, Into the Blue, ultrapassou a marca de
cinco milhões de execuções. Mantido esse ritmo, Rose
surge como uma das grandes revelações musicais do
ano.
Há, contudo, um elemento inquietante: tudo indica que a
cantora talvez não exista. O Deezer, serviço de
streaming que desenvolve ferramentas para identificar
músicas criadas por inteligência artificial, informou à BBC
que muitos dos álbuns e canções atribuídos a Rose
foram detectados e marcados como produções geradas
por computador.
Outros indícios reforçam a suspeita. Sienna Rose não
mantém presença ativa nas redes sociais, nunca realizou
apresentações ao vivo, não possui videoclipes e lançou
uma quantidade incomum de músicas em pouco tempo.
Entre vinte e oito de setembro e cinco de dezembro de
2025, ao menos quarenta e cinco faixas foram disponibilizadas nos serviços de streaming, um volume
difícil de ser alcançado mesmo por artistas notoriamente
prolíficos.
As imagens associadas à cantora também despertam
atenção. Fotografias divulgadas em redes sociais e
plataformas musicais apresentam iluminação
homogênea e aspecto artificial, frequentemente ligados a
softwares de geração de imagens por IA. Em serviços
como o Tidal, Rose aparece creditada em álbuns
variados, todos lançados no ano anterior.
As próprias músicas alimentam o debate. Faixas como
Into the Blue e Breathe Again remetem ao estilo de
artistas consagradas do soul contemporâneo, mas
ouvintes relatam a presença de artefatos de IA, como um
silvo contínuo perceptível ao longo das gravações. Esse
efeito é comum em músicas geradas por aplicativos que
partem de ruído branco, posteriormente refinado até
assumir forma musical.
Segundo Gabriel Meseguer-Brocal, esses processos
introduzem erros imperceptíveis ao ouvido humano, mas
identificáveis por análises matemáticas, funcionando
como impressões digitais do software utilizado. Para o
público em geral, surgem ainda outros sinais, como
letras pouco elaboradas, padrões rítmicos irregulares e
vocais excessivamente previsíveis, o que reforça a
percepção de um som genérico.
Apesar disso, as canções de Rose conquistaram
admiradores. A cantora Selena Gomez utilizou uma de
suas faixas como trilha sonora de uma postagem sobre o
Globo de Ouro, em janeiro de 2026, ampliando a
visibilidade do caso. Quando surgiram dúvidas sobre a
identidade da artista, muitos ouvintes reagiram com
frustração, divididos entre a decepção e o
reconhecimento de que as músicas não eram
desagradáveis.
Há quem considere possível que Sienna Rose seja uma
artista real que opta pelo anonimato. Ainda assim, o
episódio expõe dilemas enfrentados pela indústria
musical diante do avanço acelerado da inteligência
artificial. Os custos de lançar uma artista virtual são
praticamente nulos, enquanto os rendimentos podem
chegar a cerca de duas mil libras por semana, contraste
evidente com setores que investem valores elevados em
artistas humanos.
O crescimento da música gerada por IA é expressivo. O
Deezer afirma que mais de um terço das canções
enviadas diariamente à plataforma é produzido por
inteligência artificial, número muito superior ao registrado
dezoito meses antes. Algumas empresas passaram a
proibir esse tipo de conteúdo, enquanto outras
manifestam preocupação em identificar material
fraudulento.
A reação contrária à música produzida por algoritmos
também se fortalece entre artistas consagrados, que
defendem a primazia de canções capazes de expressar
vivências humanas autênticas — algo que, ao menos por
enquanto, permanece fora do alcance dos sistemas
artificiais.
Conjugando os verbos destacados na forma CORRETA do futuro do pretérito do indicativo e do pretérito perfeito do indicativo, respectivamente, tem-se:
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A misteriosa cantora com milhões de reproduções
nos serviços de streaming − mas quem (ou o que) é
ela?
Janeiro tem sido um período especialmente positivo para
Sienna Rose. Três de suas canções, que combinam soul
e influências de jazz, figuram no Top Viral do Spotify. A
mais popular, Into the Blue, ultrapassou a marca de
cinco milhões de execuções. Mantido esse ritmo, Rose
surge como uma das grandes revelações musicais do
ano.
Há, contudo, um elemento inquietante: tudo indica que a
cantora talvez não exista. O Deezer, serviço de
streaming que desenvolve ferramentas para identificar
músicas criadas por inteligência artificial, informou à BBC
que muitos dos álbuns e canções atribuídos a Rose
foram detectados e marcados como produções geradas
por computador.
Outros indícios reforçam a suspeita. Sienna Rose não
mantém presença ativa nas redes sociais, nunca realizou
apresentações ao vivo, não possui videoclipes e lançou
uma quantidade incomum de músicas em pouco tempo.
Entre vinte e oito de setembro e cinco de dezembro de
2025, ao menos quarenta e cinco faixas foram disponibilizadas nos serviços de streaming, um volume
difícil de ser alcançado mesmo por artistas notoriamente
prolíficos.
As imagens associadas à cantora também despertam
atenção. Fotografias divulgadas em redes sociais e
plataformas musicais apresentam iluminação
homogênea e aspecto artificial, frequentemente ligados a
softwares de geração de imagens por IA. Em serviços
como o Tidal, Rose aparece creditada em álbuns
variados, todos lançados no ano anterior.
As próprias músicas alimentam o debate. Faixas como
Into the Blue e Breathe Again remetem ao estilo de
artistas consagradas do soul contemporâneo, mas
ouvintes relatam a presença de artefatos de IA, como um
silvo contínuo perceptível ao longo das gravações. Esse
efeito é comum em músicas geradas por aplicativos que
partem de ruído branco, posteriormente refinado até
assumir forma musical.
Segundo Gabriel Meseguer-Brocal, esses processos
introduzem erros imperceptíveis ao ouvido humano, mas
identificáveis por análises matemáticas, funcionando
como impressões digitais do software utilizado. Para o
público em geral, surgem ainda outros sinais, como
letras pouco elaboradas, padrões rítmicos irregulares e
vocais excessivamente previsíveis, o que reforça a
percepção de um som genérico.
Apesar disso, as canções de Rose conquistaram
admiradores. A cantora Selena Gomez utilizou uma de
suas faixas como trilha sonora de uma postagem sobre o
Globo de Ouro, em janeiro de 2026, ampliando a
visibilidade do caso. Quando surgiram dúvidas sobre a
identidade da artista, muitos ouvintes reagiram com
frustração, divididos entre a decepção e o
reconhecimento de que as músicas não eram
desagradáveis.
Há quem considere possível que Sienna Rose seja uma
artista real que opta pelo anonimato. Ainda assim, o
episódio expõe dilemas enfrentados pela indústria
musical diante do avanço acelerado da inteligência
artificial. Os custos de lançar uma artista virtual são
praticamente nulos, enquanto os rendimentos podem
chegar a cerca de duas mil libras por semana, contraste
evidente com setores que investem valores elevados em
artistas humanos.
O crescimento da música gerada por IA é expressivo. O
Deezer afirma que mais de um terço das canções
enviadas diariamente à plataforma é produzido por
inteligência artificial, número muito superior ao registrado
dezoito meses antes. Algumas empresas passaram a
proibir esse tipo de conteúdo, enquanto outras
manifestam preocupação em identificar material
fraudulento.
A reação contrária à música produzida por algoritmos
também se fortalece entre artistas consagrados, que
defendem a primazia de canções capazes de expressar
vivências humanas autênticas — algo que, ao menos por
enquanto, permanece fora do alcance dos sistemas
artificiais.
Assinale a alternativa CORRETA que contenha apenas preposição simples.
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A misteriosa cantora com milhões de reproduções
nos serviços de streaming − mas quem (ou o que) é
ela?
Janeiro tem sido um período especialmente positivo para
Sienna Rose. Três de suas canções, que combinam soul
e influências de jazz, figuram no Top Viral do Spotify. A
mais popular, Into the Blue, ultrapassou a marca de
cinco milhões de execuções. Mantido esse ritmo, Rose
surge como uma das grandes revelações musicais do
ano.
Há, contudo, um elemento inquietante: tudo indica que a
cantora talvez não exista. O Deezer, serviço de
streaming que desenvolve ferramentas para identificar
músicas criadas por inteligência artificial, informou à BBC
que muitos dos álbuns e canções atribuídos a Rose
foram detectados e marcados como produções geradas
por computador.
Outros indícios reforçam a suspeita. Sienna Rose não
mantém presença ativa nas redes sociais, nunca realizou
apresentações ao vivo, não possui videoclipes e lançou
uma quantidade incomum de músicas em pouco tempo.
Entre vinte e oito de setembro e cinco de dezembro de
2025, ao menos quarenta e cinco faixas foram disponibilizadas nos serviços de streaming, um volume
difícil de ser alcançado mesmo por artistas notoriamente
prolíficos.
As imagens associadas à cantora também despertam
atenção. Fotografias divulgadas em redes sociais e
plataformas musicais apresentam iluminação
homogênea e aspecto artificial, frequentemente ligados a
softwares de geração de imagens por IA. Em serviços
como o Tidal, Rose aparece creditada em álbuns
variados, todos lançados no ano anterior.
As próprias músicas alimentam o debate. Faixas como
Into the Blue e Breathe Again remetem ao estilo de
artistas consagradas do soul contemporâneo, mas
ouvintes relatam a presença de artefatos de IA, como um
silvo contínuo perceptível ao longo das gravações. Esse
efeito é comum em músicas geradas por aplicativos que
partem de ruído branco, posteriormente refinado até
assumir forma musical.
Segundo Gabriel Meseguer-Brocal, esses processos
introduzem erros imperceptíveis ao ouvido humano, mas
identificáveis por análises matemáticas, funcionando
como impressões digitais do software utilizado. Para o
público em geral, surgem ainda outros sinais, como
letras pouco elaboradas, padrões rítmicos irregulares e
vocais excessivamente previsíveis, o que reforça a
percepção de um som genérico.
Apesar disso, as canções de Rose conquistaram
admiradores. A cantora Selena Gomez utilizou uma de
suas faixas como trilha sonora de uma postagem sobre o
Globo de Ouro, em janeiro de 2026, ampliando a
visibilidade do caso. Quando surgiram dúvidas sobre a
identidade da artista, muitos ouvintes reagiram com
frustração, divididos entre a decepção e o
reconhecimento de que as músicas não eram
desagradáveis.
Há quem considere possível que Sienna Rose seja uma
artista real que opta pelo anonimato. Ainda assim, o
episódio expõe dilemas enfrentados pela indústria
musical diante do avanço acelerado da inteligência
artificial. Os custos de lançar uma artista virtual são
praticamente nulos, enquanto os rendimentos podem
chegar a cerca de duas mil libras por semana, contraste
evidente com setores que investem valores elevados em
artistas humanos.
O crescimento da música gerada por IA é expressivo. O
Deezer afirma que mais de um terço das canções
enviadas diariamente à plataforma é produzido por
inteligência artificial, número muito superior ao registrado
dezoito meses antes. Algumas empresas passaram a
proibir esse tipo de conteúdo, enquanto outras
manifestam preocupação em identificar material
fraudulento.
A reação contrária à música produzida por algoritmos
também se fortalece entre artistas consagrados, que
defendem a primazia de canções capazes de expressar
vivências humanas autênticas — algo que, ao menos por
enquanto, permanece fora do alcance dos sistemas
artificiais.
Em relação aos valores semânticos expressos pelas classes gramaticais na frase, é CORRETO afirmar que:
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A misteriosa cantora com milhões de reproduções
nos serviços de streaming − mas quem (ou o que) é
ela?
Janeiro tem sido um período especialmente positivo para
Sienna Rose. Três de suas canções, que combinam soul
e influências de jazz, figuram no Top Viral do Spotify. A
mais popular, Into the Blue, ultrapassou a marca de
cinco milhões de execuções. Mantido esse ritmo, Rose
surge como uma das grandes revelações musicais do
ano.
Há, contudo, um elemento inquietante: tudo indica que a
cantora talvez não exista. O Deezer, serviço de
streaming que desenvolve ferramentas para identificar
músicas criadas por inteligência artificial, informou à BBC
que muitos dos álbuns e canções atribuídos a Rose
foram detectados e marcados como produções geradas
por computador.
Outros indícios reforçam a suspeita. Sienna Rose não
mantém presença ativa nas redes sociais, nunca realizou
apresentações ao vivo, não possui videoclipes e lançou
uma quantidade incomum de músicas em pouco tempo.
Entre vinte e oito de setembro e cinco de dezembro de
2025, ao menos quarenta e cinco faixas foram disponibilizadas nos serviços de streaming, um volume
difícil de ser alcançado mesmo por artistas notoriamente
prolíficos.
As imagens associadas à cantora também despertam
atenção. Fotografias divulgadas em redes sociais e
plataformas musicais apresentam iluminação
homogênea e aspecto artificial, frequentemente ligados a
softwares de geração de imagens por IA. Em serviços
como o Tidal, Rose aparece creditada em álbuns
variados, todos lançados no ano anterior.
As próprias músicas alimentam o debate. Faixas como
Into the Blue e Breathe Again remetem ao estilo de
artistas consagradas do soul contemporâneo, mas
ouvintes relatam a presença de artefatos de IA, como um
silvo contínuo perceptível ao longo das gravações. Esse
efeito é comum em músicas geradas por aplicativos que
partem de ruído branco, posteriormente refinado até
assumir forma musical.
Segundo Gabriel Meseguer-Brocal, esses processos
introduzem erros imperceptíveis ao ouvido humano, mas
identificáveis por análises matemáticas, funcionando
como impressões digitais do software utilizado. Para o
público em geral, surgem ainda outros sinais, como
letras pouco elaboradas, padrões rítmicos irregulares e
vocais excessivamente previsíveis, o que reforça a
percepção de um som genérico.
Apesar disso, as canções de Rose conquistaram
admiradores. A cantora Selena Gomez utilizou uma de
suas faixas como trilha sonora de uma postagem sobre o
Globo de Ouro, em janeiro de 2026, ampliando a
visibilidade do caso. Quando surgiram dúvidas sobre a
identidade da artista, muitos ouvintes reagiram com
frustração, divididos entre a decepção e o
reconhecimento de que as músicas não eram
desagradáveis.
Há quem considere possível que Sienna Rose seja uma
artista real que opta pelo anonimato. Ainda assim, o
episódio expõe dilemas enfrentados pela indústria
musical diante do avanço acelerado da inteligência
artificial. Os custos de lançar uma artista virtual são
praticamente nulos, enquanto os rendimentos podem
chegar a cerca de duas mil libras por semana, contraste
evidente com setores que investem valores elevados em
artistas humanos.
O crescimento da música gerada por IA é expressivo. O
Deezer afirma que mais de um terço das canções
enviadas diariamente à plataforma é produzido por
inteligência artificial, número muito superior ao registrado
dezoito meses antes. Algumas empresas passaram a
proibir esse tipo de conteúdo, enquanto outras
manifestam preocupação em identificar material
fraudulento.
A reação contrária à música produzida por algoritmos
também se fortalece entre artistas consagrados, que
defendem a primazia de canções capazes de expressar
vivências humanas autênticas — algo que, ao menos por
enquanto, permanece fora do alcance dos sistemas
artificiais.
Em relação ao vocábulo destacado, é CORRETO afirmar que o sinônimo mais adequado ao contexto é:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A misteriosa cantora com milhões de reproduções
nos serviços de streaming − mas quem (ou o que) é
ela?
Janeiro tem sido um período especialmente positivo para
Sienna Rose. Três de suas canções, que combinam soul
e influências de jazz, figuram no Top Viral do Spotify. A
mais popular, Into the Blue, ultrapassou a marca de
cinco milhões de execuções. Mantido esse ritmo, Rose
surge como uma das grandes revelações musicais do
ano.
Há, contudo, um elemento inquietante: tudo indica que a
cantora talvez não exista. O Deezer, serviço de
streaming que desenvolve ferramentas para identificar
músicas criadas por inteligência artificial, informou à BBC
que muitos dos álbuns e canções atribuídos a Rose
foram detectados e marcados como produções geradas
por computador.
Outros indícios reforçam a suspeita. Sienna Rose não
mantém presença ativa nas redes sociais, nunca realizou
apresentações ao vivo, não possui videoclipes e lançou
uma quantidade incomum de músicas em pouco tempo.
Entre vinte e oito de setembro e cinco de dezembro de
2025, ao menos quarenta e cinco faixas foram disponibilizadas nos serviços de streaming, um volume
difícil de ser alcançado mesmo por artistas notoriamente
prolíficos.
As imagens associadas à cantora também despertam
atenção. Fotografias divulgadas em redes sociais e
plataformas musicais apresentam iluminação
homogênea e aspecto artificial, frequentemente ligados a
softwares de geração de imagens por IA. Em serviços
como o Tidal, Rose aparece creditada em álbuns
variados, todos lançados no ano anterior.
As próprias músicas alimentam o debate. Faixas como
Into the Blue e Breathe Again remetem ao estilo de
artistas consagradas do soul contemporâneo, mas
ouvintes relatam a presença de artefatos de IA, como um
silvo contínuo perceptível ao longo das gravações. Esse
efeito é comum em músicas geradas por aplicativos que
partem de ruído branco, posteriormente refinado até
assumir forma musical.
Segundo Gabriel Meseguer-Brocal, esses processos
introduzem erros imperceptíveis ao ouvido humano, mas
identificáveis por análises matemáticas, funcionando
como impressões digitais do software utilizado. Para o
público em geral, surgem ainda outros sinais, como
letras pouco elaboradas, padrões rítmicos irregulares e
vocais excessivamente previsíveis, o que reforça a
percepção de um som genérico.
Apesar disso, as canções de Rose conquistaram
admiradores. A cantora Selena Gomez utilizou uma de
suas faixas como trilha sonora de uma postagem sobre o
Globo de Ouro, em janeiro de 2026, ampliando a
visibilidade do caso. Quando surgiram dúvidas sobre a
identidade da artista, muitos ouvintes reagiram com
frustração, divididos entre a decepção e o
reconhecimento de que as músicas não eram
desagradáveis.
Há quem considere possível que Sienna Rose seja uma
artista real que opta pelo anonimato. Ainda assim, o
episódio expõe dilemas enfrentados pela indústria
musical diante do avanço acelerado da inteligência
artificial. Os custos de lançar uma artista virtual são
praticamente nulos, enquanto os rendimentos podem
chegar a cerca de duas mil libras por semana, contraste
evidente com setores que investem valores elevados em
artistas humanos.
O crescimento da música gerada por IA é expressivo. O
Deezer afirma que mais de um terço das canções
enviadas diariamente à plataforma é produzido por
inteligência artificial, número muito superior ao registrado
dezoito meses antes. Algumas empresas passaram a
proibir esse tipo de conteúdo, enquanto outras
manifestam preocupação em identificar material
fraudulento.
A reação contrária à música produzida por algoritmos
também se fortalece entre artistas consagrados, que
defendem a primazia de canções capazes de expressar
vivências humanas autênticas — algo que, ao menos por
enquanto, permanece fora do alcance dos sistemas
artificiais.
Em relação à oração subordinada destacada, é CORRETO afirmar que:
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Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A misteriosa cantora com milhões de reproduções
nos serviços de streaming − mas quem (ou o que) é
ela?
Janeiro tem sido um período especialmente positivo para
Sienna Rose. Três de suas canções, que combinam soul
e influências de jazz, figuram no Top Viral do Spotify. A
mais popular, Into the Blue, ultrapassou a marca de
cinco milhões de execuções. Mantido esse ritmo, Rose
surge como uma das grandes revelações musicais do
ano.
Há, contudo, um elemento inquietante: tudo indica que a
cantora talvez não exista. O Deezer, serviço de
streaming que desenvolve ferramentas para identificar
músicas criadas por inteligência artificial, informou à BBC
que muitos dos álbuns e canções atribuídos a Rose
foram detectados e marcados como produções geradas
por computador.
Outros indícios reforçam a suspeita. Sienna Rose não
mantém presença ativa nas redes sociais, nunca realizou
apresentações ao vivo, não possui videoclipes e lançou
uma quantidade incomum de músicas em pouco tempo.
Entre vinte e oito de setembro e cinco de dezembro de
2025, ao menos quarenta e cinco faixas foram disponibilizadas nos serviços de streaming, um volume
difícil de ser alcançado mesmo por artistas notoriamente
prolíficos.
As imagens associadas à cantora também despertam
atenção. Fotografias divulgadas em redes sociais e
plataformas musicais apresentam iluminação
homogênea e aspecto artificial, frequentemente ligados a
softwares de geração de imagens por IA. Em serviços
como o Tidal, Rose aparece creditada em álbuns
variados, todos lançados no ano anterior.
As próprias músicas alimentam o debate. Faixas como
Into the Blue e Breathe Again remetem ao estilo de
artistas consagradas do soul contemporâneo, mas
ouvintes relatam a presença de artefatos de IA, como um
silvo contínuo perceptível ao longo das gravações. Esse
efeito é comum em músicas geradas por aplicativos que
partem de ruído branco, posteriormente refinado até
assumir forma musical.
Segundo Gabriel Meseguer-Brocal, esses processos
introduzem erros imperceptíveis ao ouvido humano, mas
identificáveis por análises matemáticas, funcionando
como impressões digitais do software utilizado. Para o
público em geral, surgem ainda outros sinais, como
letras pouco elaboradas, padrões rítmicos irregulares e
vocais excessivamente previsíveis, o que reforça a
percepção de um som genérico.
Apesar disso, as canções de Rose conquistaram
admiradores. A cantora Selena Gomez utilizou uma de
suas faixas como trilha sonora de uma postagem sobre o
Globo de Ouro, em janeiro de 2026, ampliando a
visibilidade do caso. Quando surgiram dúvidas sobre a
identidade da artista, muitos ouvintes reagiram com
frustração, divididos entre a decepção e o
reconhecimento de que as músicas não eram
desagradáveis.
Há quem considere possível que Sienna Rose seja uma
artista real que opta pelo anonimato. Ainda assim, o
episódio expõe dilemas enfrentados pela indústria
musical diante do avanço acelerado da inteligência
artificial. Os custos de lançar uma artista virtual são
praticamente nulos, enquanto os rendimentos podem
chegar a cerca de duas mil libras por semana, contraste
evidente com setores que investem valores elevados em
artistas humanos.
O crescimento da música gerada por IA é expressivo. O
Deezer afirma que mais de um terço das canções
enviadas diariamente à plataforma é produzido por
inteligência artificial, número muito superior ao registrado
dezoito meses antes. Algumas empresas passaram a
proibir esse tipo de conteúdo, enquanto outras
manifestam preocupação em identificar material
fraudulento.
A reação contrária à música produzida por algoritmos
também se fortalece entre artistas consagrados, que
defendem a primazia de canções capazes de expressar
vivências humanas autênticas — algo que, ao menos por
enquanto, permanece fora do alcance dos sistemas
artificiais.
Sintaticamente, é CORRETO afirmar que, nesta frase:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A misteriosa cantora com milhões de reproduções
nos serviços de streaming − mas quem (ou o que) é
ela?
Janeiro tem sido um período especialmente positivo para
Sienna Rose. Três de suas canções, que combinam soul
e influências de jazz, figuram no Top Viral do Spotify. A
mais popular, Into the Blue, ultrapassou a marca de
cinco milhões de execuções. Mantido esse ritmo, Rose
surge como uma das grandes revelações musicais do
ano.
Há, contudo, um elemento inquietante: tudo indica que a
cantora talvez não exista. O Deezer, serviço de
streaming que desenvolve ferramentas para identificar
músicas criadas por inteligência artificial, informou à BBC
que muitos dos álbuns e canções atribuídos a Rose
foram detectados e marcados como produções geradas
por computador.
Outros indícios reforçam a suspeita. Sienna Rose não
mantém presença ativa nas redes sociais, nunca realizou
apresentações ao vivo, não possui videoclipes e lançou
uma quantidade incomum de músicas em pouco tempo.
Entre vinte e oito de setembro e cinco de dezembro de
2025, ao menos quarenta e cinco faixas foram disponibilizadas nos serviços de streaming, um volume
difícil de ser alcançado mesmo por artistas notoriamente
prolíficos.
As imagens associadas à cantora também despertam
atenção. Fotografias divulgadas em redes sociais e
plataformas musicais apresentam iluminação
homogênea e aspecto artificial, frequentemente ligados a
softwares de geração de imagens por IA. Em serviços
como o Tidal, Rose aparece creditada em álbuns
variados, todos lançados no ano anterior.
As próprias músicas alimentam o debate. Faixas como
Into the Blue e Breathe Again remetem ao estilo de
artistas consagradas do soul contemporâneo, mas
ouvintes relatam a presença de artefatos de IA, como um
silvo contínuo perceptível ao longo das gravações. Esse
efeito é comum em músicas geradas por aplicativos que
partem de ruído branco, posteriormente refinado até
assumir forma musical.
Segundo Gabriel Meseguer-Brocal, esses processos
introduzem erros imperceptíveis ao ouvido humano, mas
identificáveis por análises matemáticas, funcionando
como impressões digitais do software utilizado. Para o
público em geral, surgem ainda outros sinais, como
letras pouco elaboradas, padrões rítmicos irregulares e
vocais excessivamente previsíveis, o que reforça a
percepção de um som genérico.
Apesar disso, as canções de Rose conquistaram
admiradores. A cantora Selena Gomez utilizou uma de
suas faixas como trilha sonora de uma postagem sobre o
Globo de Ouro, em janeiro de 2026, ampliando a
visibilidade do caso. Quando surgiram dúvidas sobre a
identidade da artista, muitos ouvintes reagiram com
frustração, divididos entre a decepção e o
reconhecimento de que as músicas não eram
desagradáveis.
Há quem considere possível que Sienna Rose seja uma
artista real que opta pelo anonimato. Ainda assim, o
episódio expõe dilemas enfrentados pela indústria
musical diante do avanço acelerado da inteligência
artificial. Os custos de lançar uma artista virtual são
praticamente nulos, enquanto os rendimentos podem
chegar a cerca de duas mil libras por semana, contraste
evidente com setores que investem valores elevados em
artistas humanos.
O crescimento da música gerada por IA é expressivo. O
Deezer afirma que mais de um terço das canções
enviadas diariamente à plataforma é produzido por
inteligência artificial, número muito superior ao registrado
dezoito meses antes. Algumas empresas passaram a
proibir esse tipo de conteúdo, enquanto outras
manifestam preocupação em identificar material
fraudulento.
A reação contrária à música produzida por algoritmos
também se fortalece entre artistas consagrados, que
defendem a primazia de canções capazes de expressar
vivências humanas autênticas — algo que, ao menos por
enquanto, permanece fora do alcance dos sistemas
artificiais.
Em relação à formação da palavra destacada, é CORRETO afirmar que:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A misteriosa cantora com milhões de reproduções
nos serviços de streaming − mas quem (ou o que) é
ela?
Janeiro tem sido um período especialmente positivo para
Sienna Rose. Três de suas canções, que combinam soul
e influências de jazz, figuram no Top Viral do Spotify. A
mais popular, Into the Blue, ultrapassou a marca de
cinco milhões de execuções. Mantido esse ritmo, Rose
surge como uma das grandes revelações musicais do
ano.
Há, contudo, um elemento inquietante: tudo indica que a
cantora talvez não exista. O Deezer, serviço de
streaming que desenvolve ferramentas para identificar
músicas criadas por inteligência artificial, informou à BBC
que muitos dos álbuns e canções atribuídos a Rose
foram detectados e marcados como produções geradas
por computador.
Outros indícios reforçam a suspeita. Sienna Rose não
mantém presença ativa nas redes sociais, nunca realizou
apresentações ao vivo, não possui videoclipes e lançou
uma quantidade incomum de músicas em pouco tempo.
Entre vinte e oito de setembro e cinco de dezembro de
2025, ao menos quarenta e cinco faixas foram disponibilizadas nos serviços de streaming, um volume
difícil de ser alcançado mesmo por artistas notoriamente
prolíficos.
As imagens associadas à cantora também despertam
atenção. Fotografias divulgadas em redes sociais e
plataformas musicais apresentam iluminação
homogênea e aspecto artificial, frequentemente ligados a
softwares de geração de imagens por IA. Em serviços
como o Tidal, Rose aparece creditada em álbuns
variados, todos lançados no ano anterior.
As próprias músicas alimentam o debate. Faixas como
Into the Blue e Breathe Again remetem ao estilo de
artistas consagradas do soul contemporâneo, mas
ouvintes relatam a presença de artefatos de IA, como um
silvo contínuo perceptível ao longo das gravações. Esse
efeito é comum em músicas geradas por aplicativos que
partem de ruído branco, posteriormente refinado até
assumir forma musical.
Segundo Gabriel Meseguer-Brocal, esses processos
introduzem erros imperceptíveis ao ouvido humano, mas
identificáveis por análises matemáticas, funcionando
como impressões digitais do software utilizado. Para o
público em geral, surgem ainda outros sinais, como
letras pouco elaboradas, padrões rítmicos irregulares e
vocais excessivamente previsíveis, o que reforça a
percepção de um som genérico.
Apesar disso, as canções de Rose conquistaram
admiradores. A cantora Selena Gomez utilizou uma de
suas faixas como trilha sonora de uma postagem sobre o
Globo de Ouro, em janeiro de 2026, ampliando a
visibilidade do caso. Quando surgiram dúvidas sobre a
identidade da artista, muitos ouvintes reagiram com
frustração, divididos entre a decepção e o
reconhecimento de que as músicas não eram
desagradáveis.
Há quem considere possível que Sienna Rose seja uma
artista real que opta pelo anonimato. Ainda assim, o
episódio expõe dilemas enfrentados pela indústria
musical diante do avanço acelerado da inteligência
artificial. Os custos de lançar uma artista virtual são
praticamente nulos, enquanto os rendimentos podem
chegar a cerca de duas mil libras por semana, contraste
evidente com setores que investem valores elevados em
artistas humanos.
O crescimento da música gerada por IA é expressivo. O
Deezer afirma que mais de um terço das canções
enviadas diariamente à plataforma é produzido por
inteligência artificial, número muito superior ao registrado
dezoito meses antes. Algumas empresas passaram a
proibir esse tipo de conteúdo, enquanto outras
manifestam preocupação em identificar material
fraudulento.
A reação contrária à música produzida por algoritmos
também se fortalece entre artistas consagrados, que
defendem a primazia de canções capazes de expressar
vivências humanas autênticas — algo que, ao menos por
enquanto, permanece fora do alcance dos sistemas
artificiais.
Em relação à regência do verbo destacado, é CORRETO afirmar que:
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