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Mulheres dizem não às armas e sabem o porquê
Decreto que facilita posse de armas pode elevar número de feminicídios no Brasil
Ana Carolina Pekny e Natália Pollachi
Há uma estreita relação entre a presença de armas em residências e mortes de mulheres no Brasil. E a preocupação sobre o aumento dos casos de feminicídios cresce com o decreto que facilita a posse de armas, assinado pelo presidente Jair Bolsonaro. Em 2017, a cada duas horas 44 mulheres foram agredidas fisicamente, 14 foram estupradas e uma foi morta, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Diante desse nível de violência, promotores do armamento civil têm usado a defesa da mulher como um de seus principais argumentos, algo profundamente problemático por vários motivos.
Em primeiro lugar, porque usurpa e distorce a voz feminina. Usurpa, pois, no Brasil este debate tem sido quase exclusivamente masculino. Quando o palanque é compartilhado, é para que mulheres referendem o discurso iniciado e concluído por homens. Distorce, porque nos utiliza como argumento para uma mudança que a maioria de nós não quer. Segundo pesquisa do Datafolha de dezembro de 2018, 61% da população em geral e 70% das mulheres são contra a flexibilização da posse de armas.
Em segundo lugar, porque se vale de duas narrativas deturpadas. De um lado, a narrativa de que homens precisam se armar para defender “suas” mulheres, colocando-as ao lado de suas propriedades e sob os desígnios de uma decisão alheia; de outro, a de que as mulheres precisariam se armar para se defenderem.
O discurso de que é necessário armar os “homens da família” para que se tornem defensores das mulheres ignora que o ambiente doméstico é um dos mais perigosos para esse grupo. Nele ocorreram duas a cada três das agressões contra mulheres e três a cada 10 das mortes violentas (40% delas, com armas de fogo) em 2016, segundo o Datasus. O mesmo levantamento mostra que metade das agressões em casa foram praticadas por pais, padrastos ou parceiros, e que a presença da arma escala as agressões, tornando-as rapidamente letais – 60% das violências contra mulheres praticadas com armas de fogo terminaram em morte, contra 7% dos demais tipos de agressão.
Já a ideia de que mulheres precisam se armar para se defenderem ignora o peso do fator surpresa, que faz com que apenas estar armada não implique em proteção. O uso da arma para autodefesa requer que ela esteja em local de alcance imediato e municiada. Uma arma nessas condições poderia ser tomada e usada contra a vítima ou causar acidentes, especialmente em casas com crianças. Além disso, o uso da arma para defesa pessoal pressupõe treinamento constante, algo muito distante da realidade de quase toda a população.
Por fim, o argumento sugere que cabe às mulheres tentar garantir sua integridade, desviando-se da responsabilidade estatal de garantir sua segurança. Mais eficiente, lógico e seguro seria reforçar a conscientização da= igualdade de direitos, o atendimento integral às vítimas, o investimento no monitoramento das medidas protetivas e na investigação e punição de agressores. A maioria de nós não quer ter que tentar se defender com uma arma em punho, muito menos nos tiroteios que se proliferarão com as duas partes armadas – lembrando que a compra de armas é sempre maior entre homens.
O aumento do número de armas em circulação, em casa ou na rua, expõe as mulheres a mais riscos. Bradar que mais armas evitarão sua vitimização é falacioso e não serve ao propósito de protegê-las, mas sim de abandoná-las à própria sorte. As mulheres dizem não a esse contrassenso. Ouçam-nos.
Ana Carolina Pekny, 33, é pesquisadora do Instituto Sou da Paz. Natália Pollachi, 29, é coordenadora de projetos do Instituto Sou da Paz.
Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/01/19/opinion/1547931975_861982.html Acesso em 03/10/2019.
Em relação aos elementos sublinhados em “Em 2017, a cada duas horas 44 mulheres foram agredidas fisicamente, 14 foram estupradas e uma foi morta, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública...”, é correto afirmar que
 

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851840 Ano: 2019
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UECE
Orgão: Pref. Sobral-CE
O tratamento de efluentes de esgoto sanitário é definido como o conjunto de operações e processos unitários que visam à remoção de sólidos em suspensão, matéria orgânica, nutrientes e microrganismos presentes em sua massa. Conforme a etapa, este se divide em tratamento preliminar, primário, secundário e terciário. De acordo com a NBR 12.209/2011 e suas atualizações, em relação à taxa de eficiência de remoção no tratamento secundário, é correto afirmar que, após o tratamento secundário, a eficiência de remoção de SS (Sólidos em Suspensão) e DBO (Demanda Bioquímica de Oxigênio) é em cerca de
 

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834432 Ano: 2019
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UECE
Orgão: Pref. Sobral-CE
A Fiscalização de Obra é a atividade exercida de modo sistemático pelo Contratante e seus prepostos, objetivando a verificação do cumprimento das disposições contratuais, técnicas e administrativas, em todos os seus aspectos. O Contratante manterá, desde o início dos serviços e obras até o seu recebimento definitivo, a seu critério exclusivo, uma equipe de Fiscalização constituída por profissionais habilitados que considerar necessários ao acompanhamento e controle dos trabalhos. Atente para o que se diz a seguir sobre as atribuições da Fiscalização do Contratante e da Contratada e assinale com V o que for verdadeiro e com F o que for falso.
( ) A Contratada deverá facilitar, por todos os meios ao seu alcance, a ampla ação da Fiscalização, permitindo o acesso aos serviços e obras em execução, bem como atendendo prontamente às solicitações que lhe forem efetuadas.
( ) A Fiscalização deverá analisar e aprovar o plano de execução e o cronograma detalhado dos serviços e obras a serem apresentados pela Contratada no início dos trabalhos.
( ) A Contratada deverá promover reuniões periódicas no canteiro para análise e discussão sobre o andamento dos serviços e obras, esclarecimentos e providências necessárias ao cumprimento do contrato.
( ) A Contratada exercerá rigoroso controle sobre o cronograma de execução dos serviços e obras, aprovando os eventuais ajustes, por ela arbitrariamente decididos, que ocorrerem durante o desenvolvimento dos trabalhos.
( ) A Fiscalização deverá solicitar a realização de testes, exames, ensaios e quaisquer provas necessárias ao controle de qualidade dos serviços e obras, objeto do contrato.
A sequência correta, de cima para baixo, é
 

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A resolução número 307 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA), de 2002, e suas posteriores alterações trouxe os pressupostos para o Plano de Gerenciamento Integrado de Resíduos da Construção Civil — os chamados Resíduos da Construção e Demolição (RCD) — apresentando como protagonistas nesta ação, o Poder Público Municipal, os geradores e os transportadores destes resíduos. Deseja-se elaborar um PGRCC para a construção de um edifício com 22 pavimentos, de acordo com os seguintes dados:
Dados:
Enunciado 2792727-1
Taxa de !$ RCC = 0,015t/m^2/mês !$;
Número de Pavimentos !$ = 22 !$;
Período da Construção (PC) = 08 meses;
Massa Específica do Entulho = !$ 1,2t/m^3 !$.
Fórmulas:
!$ A_T = F_1.F_2 !$ (área do terreno);
!$ A_E = A.B !$ (área da edificação);
!$ A_{TOTAL} = A_T + A_E !$;
!$ RCC/mês = 0,015.A_{TOTAL} !$;
!$ RCC_{TOTAL} = (RCC/mês).PC !$;
!$ V_{TOTAL} = (RCC_{TOTAL})/1,2 !$.
Considerando os dados acima, assinale a opção que apresenta a correta estimativa do volume total e da massa de RCC gerado, para o final dos oito meses previstos para a consecução da obra.
 

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834337 Ano: 2019
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UECE
Orgão: Pref. Sobral-CE
Considerando o artigo 65, § 1º, da Lei 8.666, de 21 de junho de 1993, que trata de alterações de contratos regidos por esta Lei, assinale a opção que completa correta e respectivamente o seguinte texto:
“§ 1º O contratado fica obrigado a aceitar, nas mesmas condições contratuais, os acréscimos ou supressões que se fizerem nas obras, serviços ou compras, até !$ ^1 !$ do valor inicial atualizado do contrato, e, no caso particular de reforma de edifício ou de equipamento, até o limite de !$ ^2 !$ para os seus acréscimos”
 

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834302 Ano: 2019
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UECE
Orgão: Pref. Sobral-CE
Os sistemas de impermeabilização de uma edificação são escolhidos de acordo com as circunstâncias e condições do projeto construtivo. Dentre as principais variáveis que devem ser consideradas se encontram: pressão hidrostática, frequência de umidade, exposição ao sol, exposição a cargas, movimentação da base e extensão da aplicação. Assim, os sistemas de impermeabilização devem atender sobretudo aos requisitos de desempenho e adequação aos elementos componentes do edifício. Sobre sistemas de impermeabilização, é correto dizer que
 

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Mulheres dizem não às armas e sabem o porquê
Decreto que facilita posse de armas pode elevar número de feminicídios no Brasil
Ana Carolina Pekny e Natália Pollachi
Há uma estreita relação entre a presença de armas em residências e mortes de mulheres no Brasil. E a preocupação sobre o aumento dos casos de feminicídios cresce com o decreto que facilita a posse de armas, assinado pelo presidente Jair Bolsonaro. Em 2017, a cada duas horas 44 mulheres foram agredidas fisicamente, 14 foram estupradas e uma foi morta, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Diante desse nível de violência, promotores do armamento civil têm usado a defesa da mulher como um de seus principais argumentos, algo profundamente problemático por vários motivos.
Em primeiro lugar, porque usurpa e distorce a voz feminina. Usurpa, pois, no Brasil este debate tem sido quase exclusivamente masculino. Quando o palanque é compartilhado, é para que mulheres referendem o discurso iniciado e concluído por homens. Distorce, porque nos utiliza como argumento para uma mudança que a maioria de nós não quer. Segundo pesquisa do Datafolha de dezembro de 2018, 61% da população em geral e 70% das mulheres são contra a flexibilização da posse de armas.
Em segundo lugar, porque se vale de duas narrativas deturpadas. De um lado, a narrativa de que homens precisam se armar para defender “suas” mulheres, colocando-as ao lado de suas propriedades e sob os desígnios de uma decisão alheia; de outro, a de que as mulheres precisariam se armar para se defenderem.
O discurso de que é necessário armar os “homens da família” para que se tornem defensores das mulheres ignora que o ambiente doméstico é um dos mais perigosos para esse grupo. Nele ocorreram duas a cada três das agressões contra mulheres e três a cada 10 das mortes violentas (40% delas, com armas de fogo) em 2016, segundo o Datasus. O mesmo levantamento mostra que metade das agressões em casa foram praticadas por pais, padrastos ou parceiros, e que a presença da arma escala as agressões, tornando-as rapidamente letais – 60% das violências contra mulheres praticadas com armas de fogo terminaram em morte, contra 7% dos demais tipos de agressão.
Já a ideia de que mulheres precisam se armar para se defenderem ignora o peso do fator surpresa, que faz com que apenas estar armada não implique em proteção. O uso da arma para autodefesa requer que ela esteja em local de alcance imediato e municiada. Uma arma nessas condições poderia ser tomada e usada contra a vítima ou causar acidentes, especialmente em casas com crianças. Além disso, o uso da arma para defesa pessoal pressupõe treinamento constante, algo muito distante da realidade de quase toda a população.
Por fim, o argumento sugere que cabe às mulheres tentar garantir sua integridade, desviando-se da responsabilidade estatal de garantir sua segurança. Mais eficiente, lógico e seguro seria reforçar a conscientização da= igualdade de direitos, o atendimento integral às vítimas, o investimento no monitoramento das medidas protetivas e na investigação e punição de agressores. A maioria de nós não quer ter que tentar se defender com uma arma em punho, muito menos nos tiroteios que se proliferarão com as duas partes armadas – lembrando que a compra de armas é sempre maior entre homens.
O aumento do número de armas em circulação, em casa ou na rua, expõe as mulheres a mais riscos. Bradar que mais armas evitarão sua vitimização é falacioso e não serve ao propósito de protegê-las, mas sim de abandoná-las à própria sorte. As mulheres dizem não a esse contrassenso. Ouçam-nos.
Ana Carolina Pekny, 33, é pesquisadora do Instituto Sou da Paz. Natália Pollachi, 29, é coordenadora de projetos do Instituto Sou da Paz.
Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/01/19/opinion/1547931975_861982.html Acesso em 03/10/2019.
Analisando o esquema de composição do texto, é correto afirmar que
 

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815669 Ano: 2019
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UECE
Orgão: Pref. Sobral-CE
Muros de arrimo à flexão são estruturas de contenção em concreto armado construídas na vizinhança de aterros. Para sua execução, necessita-se realizar um orçamento para a apropriação dos quantitativos e levantamento dos custos que possibilitarão sua realização. Atente à figura a seguir, que representa a estrutura de um muro de arrimo à flexão, e aos dados, valores e fórmulas abaixo apresentados.
Enunciado 2771644-1
Dados:
!$ H !$ – altura do muro (m);
!$ b_1 !$ – largura da crista do muro (m);
!$ z !$ – profundidade de cobrimento da base B (m);
!$ b_2 !$ – largura da base, peça vertical (m);
!$ B !$ – largura da base maior inferior (m);
!$ h_B !$ – altura da base !$ B (m) !$;
!$ A_B !$ – área da base !$ (m_2) !$;
!$ A_H !$ – área do muro vertical !$ (m^2) !$;
!$ V_B !$ – volume unitário da base !$ (m^3/m \,linear) !$;
!$ V_H !$ – volume unitário do muro vertical !$ (m^3/m\, linear) !$;
!$ V_T !$ – volume unitário total !$ (m^3/m\, linear) !$
Valores:
!$ H = 10,00m !$;
!$ b_1 = 0,20m !$;
!$ z = 0,30m !$;
!$ B = 0,70.H !$;
Fórmulas:
!$ b_2 = 0,10.H !$;
!$ h_B = 0,10.H !$;
!$ A_B = B.1,0 !$;
!$ V_B = A_B.h_B !$;
!$ A_H = \{(b_1+b_2)/2\}.H !$;
!$ V_H = A_H.1,0 !$;
!$ V_T = V_B + V_H !$;
Enunciado 2771644-2
Com base nos dados apresentados, levante os quantitativos para a execução de 70,00 metros lineares da estrutura apresentada, calcule o valor financeiro a partir do valor do concreto armado completamente executado e em seguida assinale a opção correta.
 

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O Brasil tem visto, nos últimos tempos, o retorno de doenças que se acreditava erradicadas, como o sarampo, a poliomielite, a rubéola e a difteria. O reaparecimento dessas doenças é
 

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812976 Ano: 2019
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UECE
Orgão: Pref. Sobral-CE
A tensão trativa é a tensão tangencial exercida pelo líquido efluente de esgoto escoando sobre a parede de um tubo, cujo valor crítico, denominado tensão trativa crítica é o valor mínimo capaz de iniciar o movimento das partículas depositadas nas tubulações. Cada trecho deve ser verificado pelo critério de tensão trativa média de valor mínimo T = 1,0 Pa. Atente para os seguintes dados:
Dados:
Tubo com vazão a meia seção;
!$ Φ !$ = 0,80m !$ → !$ diâmetro da tubulação;
!$ n !$ = 0,013 !$ → !$ coeficiente de Manning;
!$ γ !$ = !$ 10^4\, N/m^3 !$ !$ → !$ peso específico da água;
!$ I_0 !$ = 0,004 m/m !$ → !$ declividade;
R = 0,40m !$ → !$ raio do tubo;
!$ \pi !$ = 3,14.
Fórmulas:
!$ P = \pi .R → !$ perímetro da seção molhada (m);
!$ A = (\pi.R^2)/2 → !$ área da seção molhada (m);
!$ R_H = P/A → !$ raio hidráulico (m);
!$ T = γ.R_H.I_0 → !$ tensão trativa (Pa).
Considerando os dados fornecidos, assinale a opção que corresponde à tensão trativa média de um trecho de tubulação de esgoto.
 

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